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                  <text>Biblioteca das coisas no contexto universitário: a experiência da
Biblioteca Feevale

Bruna Heller (Universidade Feevale) - bruninhah.heller@gmail.com
Patricia Valerim (Universidade Feevale) - patricia.valerim@gmail.com
Tatiane de Oliveira Bourscheidt (FEEVALE) - tathyooliveira@hotmail.com
Resumo:
Este relato baseia-se na experiência da Biblioteca Feevale no que diz respeito ao conceito de
Biblioteca das Coisas. Visando a economia compartilhada e o consumo colaborativo, esta ação
inovadora permite o empréstimo de itens não-convencionais em bibliotecas, como notebooks,
sacolas retornáveis, guarda-chuvas etc.
Palavras-chave: Biblioteca das coisas; inovação; avaliação; economia compartilhada
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

INTRODUÇÃO
As bibliotecas vêm acompanhando as tendências de comportamento da
sociedade e, por conta disso, elas têm criado estratégias de adaptação. Uma das
possibilidades que as bibliotecas têm para acompanhar os indivíduos é criarem o
senso de comunidade, que segundo Buber (1987) são criadas a partir de escolhas, da
vontade comum, do concordar com uma mesma perspectiva.
Em conformidade com este conceito, tem-se o objetivo das bibliotecas que é
atender a necessidade do seu usuário. Accart (2012) fala que a ponta de frente de
uma biblioteca, que é o serviço de referência, deve preocupar-se em atender as
necessidades dos usuários, criando serviços que sejam inteligentes para essa
comunidade e proporcionando experiências no espaço.
Indo a esse encontro, observa-se também no ambiente das bibliotecas
universitárias uma crescente preocupação na oferta de serviços diferenciados, como
forma de atender às expectativas de seus usuários ou ainda de captar a atenção deles
para continuarem frequentando o espaço físico, tornando as facilidades e atrativos
deste ambiente um serviço com valor agregado, frente à concorrência digital que
oferece uma gama de atrativos, além do fator comodidade e rapidez.
Neste contexto, surge a iniciativa conhecida como biblioteca das coisas que
pode ser definida como uma coleção de itens não tradicionais, que são emprestados
por diversas organizações, inclusive por bibliotecas tradicionais. O movimento das
bibliotecas das coisas é uma tendência crescente em todo o mundo, com registros
principalmente nos Estados Unidos, Canadá e na Europa.

RELATO DE EXPERIÊNCIA
Os primeiros registros que se têm acerca desse tipo de serviço, é da iniciativa
Sharing Depot, de 1979, em Toronto, onde alguns amigos emprestavam
ferramentas. Outras duas iniciativas conhecidas pelo mundo são a Library of Things

�em Londres (fundada em 2015), e a Leila, em Berlim (fundada em 2011). No Brasil,
a Biblioteca Feevale é uma das pioneiras na oferta desse tipo de serviço.
O compartilhamento de objetos e serviços é um dos principais eixos da
Economia Colaborativa. Muitas das bibliotecas estão oferecendo equipamentos que
são úteis, muitas vezes são caros para comprar ou para armazenar.
No ambiente de bibliotecas tradicionais a ação de uso comum não é nova,
sendo este tipo de instituição pioneira no processo de compartilhamento de livros e
outros materiais informativos, possibilitando o acesso a informação sem a
necessidade da compra de itens físicos. Por ter a expertise do processo, viabilizar o
empréstimo de itens inusitados passa a ser um esforço menor, desde que se tenha os
recursos necessários. Nas bibliotecas universitárias, estes itens podem ser
considerados como facilitadores de uma boa experiência por parte dos estudantes e
pesquisadores enquanto frequentadores de um câmpus universitário.
A inovação é um dos princípios orientadores da Universidade Feevale, que a
compreende como sendo o processo de melhorar ou criar algo diferente que agregue
valor à instituição e à sociedade, possibilitando o avanço do conhecimento, a partir
da promoção de um ambiente que estimule os indivíduos a agir de forma criativa e
empreendedora.
Inserida neste contexto de inovação, a Biblioteca da Feevale vem sempre se
desafiando a repensar suas ações, ouvindo as sugestões dos seus públicos, observando
as tendências globais e adaptando-se aos novos tempos, não somente no que se refere à
parte técnica, mas também à formação cultural e social dos seus usuários, atendendo as
mais diversas necessidades da comunidade acadêmica e em geral.
Assim, no que tange ao processo de circulação, a Biblioteca da Feevale que já
fazia o empréstimo de chaves de armário, adaptou o cadastro para empréstimo de
fones de ouvido e de lupas de aumento para pessoas com baixa visão, que são recursos
que auxiliam no processo de acessibilidade à informação, e passou a emprestar outros
itens não convencionais ou não bibliográficos. Primeiramente, em 2013 passou a fazer
empréstimo de sacolas ecológicas de tecido, totalizando 7.300 empréstimos até 2018.
A oferta de empréstimo de sacolas merece destaque neste trabalho, visto que
esta questão foi uma demanda recorrente, sinalizada pelos públicos atendidos pelas
bibliotecas. Foram pensadas em várias alternativas que pudessem contemplar a
questão de praticidade de transporte e conservação do acervo, a sacola plástica foi
descartada em virtude da preocupação ecológica, e a alternativa mais adequada foi a
sacola de tecido.
A ideia começou a tomar forma no segundo semestre de 2013, com a parceria
da Biblioteca com o Projeto Moda em Produção da Universidade, vinculado ao Curso

�de Moda, e desta forma, além do objetivo inicial buscado, atendia também outras
demandas como sociais e ambientais. Este projeto capacita mulheres e adolescentes
em situação de risco e vulnerabilidade social nos bairros de Novo Hamburgo - RS,
por meio de oficinas semanais sobre artesanato e técnicas de costura, aproveitando
os resíduos das indústrias da região. O projeto incentiva a socialização, a qualidade
de vida, além da responsabilidade do trabalho em grupo.
A ação social incrementou a renda de quatro artesãs atendidas pelo Projeto
Moda em Produção, que orientadas pela líder do projeto e professora do Curso de
Moda, fabricaram manualmente um primeiro lote de 200 sacolas com forte apelo
estético devido às padronagens exclusivas. A ação foi considerada exitosa e em 2015
uma nova edição com mais 200 unidades de sacolas começaram a ser emprestadas.
A partir da experiência positiva da sacola, em 2015 a Biblioteca passou a
emprestar também guarda-chuvas, totalizando 3.500 empréstimos até 2018.
E desta forma, foram adicionados outros itens úteis para empréstimo, tais
como cabos para carregar “smartphone” e “tablet”, adaptador de tomada, jogos
digitais e mais recentemente em 2018 a biblioteca passou a emprestar notebooks.
Os itens da biblioteca das coisas têm permissões diferentes para
empréstimos. As Sacolas e guarda-chuvas tem o prazo de 15 dias para empréstimo
domiciliar, enquanto que para os demais itens, tais como o notebook, o adaptador
de tomadas, o cabo carregador, a lupa, o fone de ou vido e a chave de armário o prazo
é de 1 dia, ou seja, empréstimo para devolução para o mesmo dia.
Além dos empréstimos realizados no ambiente da biblioteca, o sistema adotado
que é o Software Pergamum, é utilizado também por outros setores acadêmicos, como
o Laboratório de Fotografia, Rádio, e o Laboratório de Moda. Os itens emprestamos por
estes setores incluem microfone, máquina fotográfica, tripé, busto, manequim, etc.
No ano de 2017 novos instrumentos de avaliação nos processos de
regulamentação exercidos pelo Ministério da Educação foram publicados. O
Instrumento de Avaliação Institucional Externa Presencial e a Distância, no Eixo 5,
que trata de Infraestrutura, engloba o indicador 5.9 referente à Biblioteca, e diz:

A infraestrutura para bibliotecas atende às necessidades institucionais,
apresenta acessibilidade, possui estações individuais e coletivas para estudos
e recursos tecnológicos para consulta, guarda, empréstimo e organização do
acervo, fornece condições para atendimento educacional especializado e
disponibiliza recursos comprovadamente inovadores. (2017, p. 28)

�Nos fóruns de discussão da área de bibliotecas universitárias, diversos
bibliotecários levantaram muitas dúvidas a respeito do que pode ser considerado
pelo avaliador um recurso inovador. E alguns profissionais que receberam visita do
MEC, fizeram relatos de que os avaliadores não consideraram a oferta de recursos
eletrônicos, via assinatura, como sendo uma ação inovadora.
De acordo com o Glossário dos Instrumentos de Avaliação Externa, com
respeito ao termo inovação, esclarece que uma ação inovadora “relaciona-se com a
adoção de práticas e procedimentos que oportunizem a criação ou o desenvolvimento
de novos produtos ou ideias e permitam a melhoria de processos, apontando para
ganhos de eficiência e para a adaptação inédita a situações que se apresentam. ”
A Biblioteca da Feevale ainda não recebeu até o momento deste relato
nenhuma avaliação do MEC nos parâmetros dos instrumentos publicados em 2017,
no entanto, em sua autoavaliação e pelos bons conceitos recebidos nas últimas
visitas, que variaram entre o conceito 4 e 5, a biblioteca entende que diante do texto
descrito no instrumento, somado ao esclarecimento do glossário, teria condições de
receber uma boa avaliação, visto a adoção de novas tecnologias e pelas práticas de
empréstimo de itens não convencionais que vem ofertando, que podem ser
consideradas pioneiras e inovadoras. O pioneirismo é verificado pelos registros de
instituições que entram em contato com a Biblioteca Feevale, com vistas a conhecer
o processo e aplicar processos semelhantes em suas instituições.
A respeito das tecnologias citadas, além do software de gerenciamento de
bibliotecas integrado ao plano de ensino, assinatura de bases de dados, destacam-se
a adoção de ferramenta de serviço de descoberta, autosserviço de empréstimo e
devolução com tecnologia RFID (identificação por rádio frequência), e scanner de
autosserviço e de alta resolução especial para acervo bibliográfico.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Através dos dados apresentados neste relato e em outros trabalhos
publicados sobre o tema pelas autoras, pode-se afirmar que as ações relatadas
trazem resultados positivos tanto para a instituição quanto para os usuários.
O principal benefício direto, constatado pelos usuários, foi a facilitação da vida
acadêmica, devido ao auxílio no transporte proporcionado pelas sacolas, o caráter de
proteção e mobilidade possibilitado pelo guarda-chuva, e as demais comodidades
proporcionadas pelos outros itens que são emprestados para a comunidade acadêmica.
Já os benefícios para a Instituição, foram constatadas a melhoria no
relacionamento com seus usuários, a divulgação, a valorização da marca, o

�fortalecimento da imagem e o reconhecimento do posicionamento inovador, e
também a preservação do acervo e a melhoria dos serviços das bibliotecas.
Outros benefícios indiretos percebidos foram o impacto social e ambiental,
devido à geração de renda para a comunidade e o uso de resíduos industriais, que
resultou na confecção das sacolas. As ações sustentáveis promovem a cultura da
economia compartilhada e de educação ambiental, ocasionando uma transformação
em toda a comunidade acadêmica e geral.
Cabe ressaltar que o estudo teve suas limitações, por não contemplar uma
pesquisa qualitativa junto aos usuários e por não relatar uma a avaliação por parte
de avaliadores do MEC, com base nos instrumentos mais recentes. Também, até a
presente escrita, poucos foram os artigos ou trabalhos científicos encontrados que
abordem essa temática, que é a Biblioteca das Coisas.
Desta forma, seria interessante que a pesquisa fosse complementada com
outros estudos, utilizando uma amostra representativa e de instrumentos mais
formais como questionários e/ou entrevistas. Por fim, espera-se que o artigo sirva
de referência para encorajar outras bibliotecas na oferta de serviços semelhantes aos
descritos neste estudo, visto os resultados positivos que pode vir a trazer para a
biblioteca e seus usuários.
REFERÊNCIAS:
ACCART, Jean-Philippe. Serviço de referência: do presencial ao virtual. Brasília,
DF: Briquet de Lemos/Livros, 2012.
BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira. Instrumento de avaliação institucional
externa: presencial e a distância. Brasília: Ministério da Educação, out. 2017.
Disponível em: https://bit.ly/2DGKa7t. Acesso em: 3 abr. 2019.
BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira. Glossário dos instrumentos de avaliação
externa. 3. ed. Brasília: Ministério da Educação, 2018. Disponível em:
http://download.inep.gov.br/educacao_superior/avaliacao_institucional/apresent
acao/glossario_3_edicao.pdf. Acesso em: 3 abr. 2019.
BUBER, Martin. Sobre comunidade. São Paulo: Perspectiva, 1987.
QUEIROZ, Matheus. Propriedade vs Acesso: as Bibliotecas de Coisas podem
mudar hábitos de consumo?. Co.cada. [Brasil], 4 jul. 2017. Disponível em:
https://medium.com/cocadacolabora/propriedade-vs-acesso-as-bibliotecas-decoisas-podem-mudar-h%C3%A1bitos-de-consumo-4fb4dcade975. Acesso em: 19
mar. 2019.

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