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                  <text>BIBLIOTECA CRUZ E SOUSA: DISSEMINANDO A LEITURA E O
HÁBITO DE LER

Morena Pereira Porto (UFSC) - morenaporto@gmail.com
Cristine de Souza (CESUSC) - cristinedesouza18@gmail.com
Debora Zamban (UDESC) - debora_zamban@hotmail.com
Sabrina de Souza (Cesusc) - sabrinads021@gmail.com
Victória Miranda de Souza (UDESC) - vvictoriamiranda@gmail.com
Resumo:
As bibliotecas, historicamente, são conhecidas por suprir as necessidades informacionais e
principalmente facilitar o acesso à informação, mas, para além dessas atribuições, devem
contribuir no processo de formação de seus usuários, tanto no ambiente acadêmico/escolar
quanto no meio social. Essa condição educativa é reafirmada em práticas diárias e projetos
desenvolvidos pela biblioteca. Neste sentido, o objetivo deste trabalho é o de relatar as ações
realizadas no projeto de extensão “Biblioteca social: vamos contar histórias?”, implementado
pela Biblioteca Cruz e Sousa, na cidade de Florianópolis, que surge como uma forma de
englobar o usuário nas atividades de responsabilidade social prestadas com a comunidade
externa e disseminar a literatura e o hábito de ler para além do espaço físico da Biblioteca.
Palavras-chave: Biblioteca social. Acesso à leitura. Biblioteca mista. Contação de história.
Responsabilidade social.
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

BIBLIOTECA CRUZ E SOUSA: DISSEMINANDO A LEITURA E O HÁBITO DE LER

INTRODUÇÃO

As bibliotecas, historicamente, são conhecidas por suprir as necessidades
informacionais e principalmente facilitar o acesso à informação. No entanto, para além
dessas atribuições, devem contribuir no processo de construção de uma sociedade
informada e participativa.
Essa condição educativa da biblioteca, de formar cidadãos críticos e efetivos
usuários da informação, é reafirmada em práticas diárias da relação usuário-biblioteca,
como por exemplo, o respeito às normas pré-estabelecidas, ou ainda, na execução de
projetos de promoção do incentivo à leitura, como as contações de história (ZAMBAN;
FRAINER, 2018). Embora pareçam simples e rotineiras essas ações estimulam a
formação do usuário, tanto no ambiente acadêmico/escolar quanto no meio social.
Nessa perspectiva, as bibliotecas mistas por atenderem ao público escolar e
universitário simultaneamente, tem a possibilidade de desenvolverem variadas ações, já
que neste tipo de biblioteca os produtos e serviços devem estar alinhados, ao que é
proposto no projeto político pedagógico da instituição, aos critérios de avaliação
estabelecidos pelo Ministério da Educação - MEC e a comunidade escolar (MATTOS;
PINHEIRO, 2006).
Assim, objetivando instruir e envolver o aluno para além do uso do acervo
disponibilizado, ampliando as ações e programas socioculturais desenvolvidas, a
Biblioteca Cruz e Sousa, realiza o projeto de extensão “Biblioteca social: vamos contar
histórias?” que surge como uma forma de englobar o usuário nas atividades de
responsabilidade social prestadas com a comunidade externa e disseminar a literatura e

�o hábito de ler para além do espaço físico da Biblioteca. As atividades do projeto podem
ser realizadas por alunos, egressos, ou colaboradores da Faculdade, se estendendo
ainda a convidados externos, sempre com supervisão, apoio e auxílio da equipe da
biblioteca.

RELATO DE EXPERIÊNCIA
As atividades apresentadas no presente relato foram desenvolvidas pela equipe
da Biblioteca Cruz e Sousa em parceria com os alunos da Faculdade CESUSC, na
cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. Como se trata de uma Instituição que
oferece desde o ensino infantil até a pós-graduação, a Biblioteca, neste caso,
caracteriza-se como mista.
A Biblioteca da instituição desenvolve, por meio do Programa Penas Alternativas,
uma forma diferenciada de cobrança de multa pecuniária para o atraso dos materiais
emprestados. O intuito do Programa é instruir o usuário para os compromissos com a
biblioteca e conscientizá-lo do coletivo na utilização dos materiais. Igualmente, o
Programa permite que o usuário participe da composição do acervo e sinta-se parte das
iniciativas sociais prestadas pela Instituição. Assim, as formas de compensação via
programa Penas Alternativas podem ser: doação de obras de literatura para compor o
acervo, doação de materiais vinculados à campanhas pré definidas em calendário anual
(Campanha do Alimento, Campanha da Higiene, Campanha do Agasalho e Campanha
do Brinquedo), revertidas posteriormente em doações para entidades filantrópicas, ou
ainda, em dinheiro, revertido para as compras mensais das obras indicadas pelos
usuários.
Em paralelo a esse, o Projeto de Contação de histórias busca otimizar o contato
da biblioteca com os alunos do colégio, em prol do melhor desenvolvimento escolar e
social, fazendo com que o aluno participe do espaço da biblioteca como agente ativo,
indo além do uso do espaço, consulta e retirada de obras .
Assim, vinculado a Extensão da Faculdade, surge o projeto “Biblioteca social:
vamos contar histórias?”, com propósito de unir as duas ações supracitadas, ofertando
uma contação de histórias no momento da entrega dos materiais recolhidos nas
campanhas de Penas Alternativas. O objetivo do projeto é estimular a participação dos
alunos nos projetos sociais desenvolvidos pela Biblioteca, contribuindo com
desenvolvimento da sociedade, pois como orienta a International Federation of Library

�Associations – IFLA, as bibliotecas devem ser instituições que “permitam a
aprendizagem para todos, incluindo os grupos marginalizados, como os imigrantes, os
refugiados, as minorias, os povos indígenas e pessoas com deficiência.” (IFLA, 2016, p.
2).
As atividades desenvolvidas no projeto podem ser realizadas por alunos,
egressos, ou colaboradores da Faculdade, se estendendo ainda a convidados externos,
sempre com supervisão, apoio e auxílio da equipe da biblioteca. Cada ação deve ser
acordada entre o local ao qual serão doados os materiais, a equipe da biblioteca e
voluntários que realizarão a contação.
A escolha dos locais para a entrega das doações do Programa Penas
Alternativas é realizada em parceria com os alunos ou colaboradores que conhecem
e/ou participam de alguma comunidade que necessita do material arrecadado. Junto
com a entrega do material, o grupo se organiza para fazer a ação social desenvolvendo
contações de histórias nos mais diversos formatos, seguindo de leituras a peças
teatrais.
Assim, a primeira execução do projeto “Biblioteca social: vamos contar
histórias?” foi realizada no mês de outubro de 2018, acompanhando a entrega da
Campanha dos Brinquedos realizada nesse período.
Essa primeira etapa, contou com a participação de três alunas do curso de
psicologia da Faculdade, que escolheram o livro, e fizeram o processo de preparação
da contação com a presença das colaboradoras da biblioteca. O local escolhido foi
indicação de uma aluna da faculdade, na qual estava realizando seu estágio obrigatório
em uma Instituição que atende crianças, adolescentes e familiares da comunidade em
situação de vulnerabilidade, situada em um bairro periférico, na parte Continental da
cidade de Florianópolis/SC.
O primeiro passo para a realização foi o contato com a coordenadora do local
para verificar o interesse no projeto e combinar datas e horários, visando atender e
complementar o cronograma da instituição escolhida. Após contato e acordo com a
instituição, foi selecionada para realizar a contação de história a obra intitulada “Tenho
monstros na barriga”, de autoria de Tonia Casarin. O livro narra a história de uma
criança que sente “coisas” em sua barriga que não consegue explicar. A história é a
conscientização acerca dos sentimentos, já que o personagem principal faz a relação
entre ambiente e as condições que cada sentimentos aparece, nomeando esses
sentimentos de monstrinhos. Para tornar a contação mais dinâmica e visual as alunas

�confeccionaram máscaras e adereços semelhantes às figuras dos monstrinhos que o
livro ilustra.
O público com idade variada, entre 5 a 17 anos, se mostrou muito ativo durante o
processo de contação, participando em todos os momentos, gerando um contato muito
gratificante e dinâmico. Ao fim da história foram distribuídos os brinquedos arrecadados
durante a campanha e todos tiveram a oportunidade de falar sobre a identificação dos
monstrinhos que já sentiram em suas barrigas. Foi evidente a felicidade das crianças
não só ao receber os brinquedos, como também ao compartilhar sobre seus
“monstrinhos na barriga”, seus olhos brilhantes e a dimensão do agradecimento delas
foi algo imensamente recompensador. Ações como essa refletem as palavras de Butler
(1933, apud PAJEÚ; SOBRAL, 2019, p. 242) ao afirmar que a biblioteca é uma agência
social, com responsabilidades em relação aos indivíduos, grupos e comunidades. Para
ele, “[...] o conhecimento só tem significado social quando é adquirido por alguém que o
injete de volta na corrente vital da vida da sociedade”.
O impacto vai além da sensação de contribuição para a formação acadêmica do
usuário que participa do projeto, mas atinge também o papel essencial da biblioteca
que é o de fazer a ponte de interação com os usuários, por meio de campanhas, projeto
e ações culturais, mostrando a importância da responsabilidade social que a Instituição
preza com a comunidade. “Ao mobilizar a comunidade, deve agir com integridade, ética
e responsabilidade. Sobretudo, deve compreender, responder e influenciar o contexto
político, social, econômico, legal, e cultural maior.” (DUDZIAK, 2007, p. 97,).

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Tendo em vista os aspectos mencionados, a biblioteca, por meio de projetos de
extensão e em conjunto com os seus serviços de informação, possibilita estreitar
relações e ampliar o diálogo com a comunidade na qual está inserida, proporcionando a
formação consciente do indivíduo.
Os usuários participam efetivamente em todos os processos por compreenderem
o impacto que o Programa Penas Alternativas tem na comunidade local e a contribuição
social em formar leitores por meio do lúdico. É necessário que esse elo entre usuário e
biblioteca seja contínuo, por meio de ações de marketing para divulgação do projeto e
programas de qualificação para os participantes, para que haja motivação de ambas as
partes para a sustentabilidade do projeto. A junção entre biblioteca escolar e

�universitária dá amplitude às ações sociais na arrecadação das Penas Alternativas,
mantendo o projeto ativo.
REFERÊNCIAS
DUDZIAK, Elisabeth Adriana. O Bibliotecário como agente de transformação em uma
sociedade complexa: integração entre ciência, tecnologia, desenvolvimento e inclusão
social. PontodeAcesso Revista do Instituto de Ciência da Informação da UFBA,
Salvador, v.1, n.1, p. 88-98, jun. 2007. Disponível em:
https://portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/1396/878. Acesso em: 09 abr.
2019.
IFLA - International Federation of Library Associations. As bibliotecas podem
promover a implementação da Agenda 2030. 2016. Disponível em:
&amp;lt;https://www.ifla.org/&amp;gt;. Acesso em: 12 jan. 2019. Tradução de FEBAB.
MATTOS, Ana Luiza de Oliveira; PINHEIRO, Michele. O perfil das novas bibliotecas
escolares-universitárias (bibliotecas mistas) nas instituições de ensino privado no
estado de Santa Catarina. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina,
Florianópolis, v.11, n.1, p. 171-184, jan./jul., 2006. Disponível em:
https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/474/601. Acesso em 10 jun. 2017.
PAJEÚ, Hélio Márcio; SOBRAL, Ana Carolina Correia. A ressignificação da praça
pública e do sebo como lugares de mediação cultural. Em Questão, Porto Alegre, v. 25,
n. 1, p. 239-266, jan./abr. 2019. Disponível em:
https://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/viewFile/81463/50249. Acesso em: 9 abr. 2019.
ZAMBAN, Debora; FRAINER, Juliana. Programa Penas Alternativas: educação do
usuário para a responsabilidade social - relato de experiência de uma biblioteca
universitária. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10,
2018. Anais [...] Salvador, 2018. Disponível em:
https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/27708. Acesso em: 09 abr. 2019.

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