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                  <text>AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DE SITES DAS BIBLIOTECAS DE
IFES BRASILEIRAS: recorte institucional

Gabriel José Teixeira da Silva (UFRJ) - gabrielteixeira831@gmail.com
Nysia Oliveira de Sá (UFRJ) - nysia@facc.ufrj.br
Gabriela Da Silva Oliveira (UFRJ) - gabiollive@gmail.com
Resumo:
Discute-se a importância de avaliar a usabilidade de sites para melhorar a experiência de
navegação de usuários. Possui como objetivo geral a avaliação, com base no critério de
usabilidade, dos sites de bibliotecas vinculadas às instituições federais de ensino superior
(IFES) no Brasil. Baseia-se nos conceitos de fontes de informação eletrônica (sites) e
usabilidade (heurísticas de Nielsen). Adota-se como método a pesquisa aplicada, de natureza
exploratória, de abordagem mista; o recorte são as IFES brasileiras, em que a amostra são
universidades federais, os dados coletados são analisados por meio do método avaliativo com a
codificação dos sites e de etapas definidas previamente. O levantamento ocorreu em 2016,
sendo o período de análise os anos de 2017 e 2018. Foram encontrados na ocasião os sites
ativos de 62 instituições. No entanto, o recorte deste trabalho arrola o Ranking universitário
de 2018 do jornal Folha de São Paulo, no qual se considera as 3 instituições com maior
pontuação de cada região brasileira. Assim, abrange 20 universidades que apresentaram os
seguintes resultados: 83,6% dos sites apresentam correspondência com o mundo real, 66,64%
dos sites possuem controle fácil, 53,3% têm consistência e padrões, 86,64% são de fácil
reconhecimento e 66,64% demonstram maior flexibilidade.
Palavras-chave: Instituições federais de ensino superior. Gestão de bibliotecas. Biblioteca
universitária. Usabilidade. Site de bibliotecas.
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DE SITES DAS BIBLIOTECAS DE IFES
BRASILEIRAS: ​recorte institucional
Modelo 1: resumo expandido de comunicação científica
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

1 INTRODUÇÃO
A preocupação com a usabilidade de sites, enquanto fontes de informação
eletrônica, aconteceu na medida em que as bibliotecas passaram a disponibilizar
seu material informacional neste tipo de suporte. Isso porque, parte-se da premissa
fundamental de que a experiência do usuário deve ser satisfatória no que diz
respeito à facilidade, à rapidez e à compreensão na interação com os recursos
informacionais presentes na interface desses sites. Tal preocupação ganha fôlego
ao inferir que sites em que a experiência de navegação não atenda às necessidades
dos usuários reais e potenciais, tendem a perder a sua função e pode correr o risco
de ficar inutilizados. Dessa forma, é possível que o usuário, então, migre para outros
sites ou para outro suporte de informação.
Assim, a avaliação de sites configura questão imprescindível para mensurar,
por meio de critérios e heurísticas, o grau de usabilidade destes, ainda mais ao
trata-se de fontes essenciais para busca e acesso à informação no contexto
acadêmico; esta é a motivação principal para este estudo. Portanto, o objetivo geral
é a avaliação, com base no critério de usabilidade, dos sites de bibliotecas
vinculadas às instituições federais de ensino superior (IFES) no Brasil. Os objetivos
específicos envolvem o levantamento das IFES, a verificação da existência de sites
de bibliotecas nestas instituições e a análise dos mesmo por meio de metodologia
pré-definida.
No que se refere à metodologia, trata-se de pesquisa aplicada, de natureza
exploratória, com abordagem mista; o universo são as IFES brasileiras, cuja amostra

�são universidades federais. A técnica para coleta dos dados abarcou o levantamento
das universidades, alcançando o resultado de 62 instituições, validadas pelo site
e-Mec, plataforma do Ministério da Educação (MEC), e a identificação do site da
biblioteca de cada uma das instituições para em seguida realizar o acesso por três
vezes consecutivas, com intervalo de um dia entre os acessos, para checar sua
atividade. A análise dos dados coletados foi pelo método avaliativo de codificação,
em que (1) significa positivo, isto é, sem violação dos critérios de usabilidade e (0)
significa violação dos critérios de usabilidade. A análise tem como base as
heurísticas de Nielsen, estabelecida pelo mesmo em 1995. Cabe ressaltar que o
levantamento ocorreu em 2016, tendo as análises sido realizadas entre os anos de
2017 e 2018.
Apresenta-se recorte dessa pesquisa, analisando os resultados das
instituições arroladas no Ranking universitário de 2018 do jornal Folha de São Paulo.
Os pressupostos para essa seleção são que essas instituições possuem consistente
produção acadêmica e de pesquisa além de número expressivo de docentes e
discentes de cursos de graduação e de pós-graduação, considerados como usuários
potenciais.

Neste

sentido,

selecionou-se

as

duas universidades que são

apresentadas nos primeiros lugares do Ranking em cada região brasileira e o Distrito
Federal, totalizando 11 universidades, a saber: UFRJ, UFMG, UFSCar, UFRGS,
UFSC, UFPR, UFPE, UFC, UFBA, UFG, UFMT, UnB, UFPA, UFAM e UFRA.

2 FONTES ELETRÔNICAS E USABILIDADE
Fontes eletrônica caracterizam-se, segundo Rodrigues e Crespo (2006), por
configurarem ambientes com capacidade de reunir variedade de serviços em uma
mesma estrutura (interface), no qual seus recursos informacionais funcionem de
forma sincronizada, simultâneas e integradas dependendo da função selecionada
pelo usuário. Tais características pontuadas pelos autores se assemelham em
muitos aspectos com a estrutura presente na maioria dos sites de bibliotecas.
O conceito de usabilidade de acordo com estudos de Jakob Nielsen abarca 5
caraterísticas fundamentais: facilidade de aprendizado; eficiência; facilidade de
memorização; baixo índice de erros e uso agradável (NIELSEN, 1995). Ainda
constitui um conjunto de parâmetros e critérios denominado heurística, com 10

�regras para se avaliar a estrutura de sites, são eles: Visibilidade, Correspondência,
Controle fácil, Padrões, Prevenções, Reconhecimento, Flexibilidade, Estética, Ajuda
aos usuários, Ajuda por documentos (NIELSEN, 1995). Para este trabalho foram
selecionadas as 5 heurísticas consideradas fundamentais para avaliação de
usabilidade, a saber: correspondência; controle fácil; padrões; reconhecimento;
flexibilidade.
Contudo, para avaliação da usabilidade é necessário a realização de teste e
nesse caso é importante mencionar a reflexão de Lowdermilk (2013, p.141) quando
afirma que, “os usuários podem dizer muito sobre o que está funcionando e o que
não está. No entanto a maneira mais eficiente de perceber as necessidades do
usuário é observando-os diretamente”. Conforme o mesmo autor, o que motiva um
teste de usabilidade é a capacidade que esta aplicação possui de medir a eficiência
dos recursos ou funções presentes nas estruturas de fontes de informação
eletrônicas (LOWDERMILK, 2013).

3 RESULTADOS PRELIMINARES COM BASE NO RANKING 2018
Em relação aos resultados obtidos com base nas heurísticas observou-se
com base nas instituições analisadas que: 83,6% dos sites apresentam
correspondência com o mundo real, 66,64% dos sites possuem controle fácil, 53,3%
têm consistência e padrões, 86,64% são de fácil reconhecimento e 66,64%
demonstram maior flexibilidade.
A respeito da ​Correspondência com o mundo real​, obteve-se unanimidade
(100%) nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, que somam 9
universidades nesta amostra, representando 45% do total. Em seguida, figura a
região Sul com índice positivo, mas menos expressivo de 66,6%. Apenas 16,4% dos
sites não apresentam Correspondência. O expressivo percentual dessa heurística
pode ser explicado pelo fato de que os sites selecionados adotam linguagens
próximas do vocabulário do usuário e, assim, tendem a não gerar ambiguidade e
confusão nas interpretações destes durante o ato da navegação.
Com relação ao ​Controle fácil​, obteve-se predominância nas regiões
Centro-Oeste e Sudeste, ao alcançar 100% da amostra. Tais regiões representam
dois extremos, não apenas em sentido geográfico, mas também no que se refere à

�concentração de universidades, em que o Centro-Oeste é a região de menor
concentração e o Sudeste a de maior. Em seguida, a região Sul com 66,6% e
finalmente as regiões Norte e Nordeste empatadas com 33,3%. Apesar dos índices
das regiões Norte e Nordeste não serem favoráveis em relação às demais regiões, é
importante destacar que o índice geral da amostra (66,64%) referente à esta
heurística, de modo geral, aponta resultado favorável.
Sobre o ​Reconhecimento​, obteve-se unanimidade nos resultados em relação
ao Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, com todas (100%) das instituições
manifestado positivamente no que diz respeito a tal heurística. Em seguida, as
regiões Norte e Sul apresentaram 66,6% em relação ao Reconhecimento. Assim, é
possível observar que mais da metade das universidades por região manifestaram
ser usuais pelo Reconhecimento, configurando o destaque mais favorável de toda a
amostra, 86,64% gerais. No entanto, as regiões Norte e Sul se destacam ​de maneira
pouco favorável em relação as outras 3 regiões nesta heurística apesar de
apresentarem índices satisfatórios (66,6% para ambas). Pode-se inferir que, mesmo
concentrando universidades antigas, os sites das bibliotecas das instituições dessas
regiões podem não serem submetidos constantemente a testes de usabilidade.
No que tange a ​Correspondência e padrões​, obteve-se, nesta amostra,
100% dos sites da região Nordeste, 66,6% da região Centro-Oeste, e 33,3% nas
demais regiões. O destaque fica para as regiões Norte, Sudeste e Sul, cujos
resultados não são favoráveis​. A explicação possível pelo baixo desempenho dessa
heurística pode estar associada a incidência de não padronização no layout/
estrutura das páginas das universidades analisadas.
Quanto à ​Flexibilidade​, obteve-se predominância no Norte e Sudeste, com
100% dos sites. Destaca-se a região Sudeste por concentrar o maior número de
universidades e manter os elevados índices pelo grande número de alunos, o que
pode ocasionar em maior número de acessos aos sites de bibliotecas das
instituições, o que possibilita a ocorrência de mais testes. Em seguida, as regiões
Centro-Oeste e Sul apresentaram 66,6%, com relação à Flexibilidade. Observa-se
que o percentual significativo das universidades destas regiões, pelo índice
apresentado, manifesta poucas violações acerca desta heurística. O destaque não
favorável fica na região Nordeste onde nenhum dos sites desta amostra figurou

�positivamente, isto é, todos manifestaram violações à heurística A nula expressão
em relação a Flexibilidade nos sites desta região, pode estar associado às questões
ligadas à percepção das (redes de) bibliotecas com o comportamento informacional
do usuário e a fonte eletrônica; não entender a necessidade de uma interface usual,
amigável e intuitiva, que tenda a tornar ágil o processo de busca e recuperação da
informação. Essa problemática não envolve apenas a baixa incidência de testes de
usabilidade, mas também pesquisas de comportamento do usuário nas buscas da
informação.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os testes de usabilidade aplicados em fontes eletrônicas, ganham
importância diante da possibilidade em identificar possíveis violações ou falhas na
sua estruturação. Tais violações sobressaem, isto é, são percebidas à medida em
que se adquire experiência na navegação e pela utilização prática cotidiana dos
recursos informacionais disponíveis nos sites.
Por fim, recomenda-se com base nas análises selecionadas para este estudo:
priorizar a indicação do caminho que o usuário está percorrendo e onde ele está
exatamente dentro do site; tornar visível recursos e serviços de uso mais recorrente;
manter a objetividade na estruturação e definição dos menus e submenus; adicionar
atalhos como elementos de páginas de modo a facilitar o acesso do usuário à
informação, considerando a finalidade do site.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação.​ e-Mec​. Brasília, DF, 2017. Não paginado. Disponível em:
&lt;http://emec.mec.gov.br/&gt;. Acesso em: 18 dez. 2017.
FOLHA DE SÃO PAULO (São Paulo). ​Ranking universitário folha​. 2018. Disponível em:
&lt;http://ruf.folha.uol.com.br/2018/ranking-de-universidades/&gt;. Acesso em: 15 abr. 2019.
LOWDERMILK, T. ​Design centrado no usuário​. São Paulo: Novatec, 2013.
NIELSEN, J. 10 usability heuristics for user interface design. ​Nielsen Norman Group​, California, 01
jan. 1995. Disponível em: &lt;https://www.nngroup.com/articles/ten-usability-heuristics/&gt;. Acesso em: 18
dez. 2017.
RODRIGUES, A. V. F.; CRESPO, I. M. Fonte de informação eletrônica: o papel do bibliotecário de
bibliotecas universitárias​. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação​, Campinas,
v. 4, n. 1, p. 1-18, 2006. Disponível em:
&lt;https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/2032/2154&gt;. Acesso em: 18 dez.
2017.

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