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                  <text>APLICAÇÃO DA SOFT SYSTEMS METHODOLOGY EM BIBLIOTECA
UNIVERSITÁRIA

Tatiana Rossi (BU e PGCIN/UFSC) - tatiana.rossi@ufsc.br
William Barbosa Vianna (CIN/UFSC) - wpwilliam@hotmail.com
Resumo:
A biblioteca universitária oferta serviços para atender as demandas informacionais de seus
usuários. Essas demandas sofrem alterações constantes requerendo ajustes nos serviços
ofertados. Para isso a aplicação da Soft Systems Methodology é uma forma de conhecer de
maneira mais profunda o objeto de estudo e pensar nas diversas situações complexas que o
envolvem. Tem como objetivo condução de um diagnóstico que ajude a Biblioteca Universitária
da Universidade Federal de Santa Catarina a promover ações de melhoria em seus serviços,
utilizando-se da metodologia Soft Systems. A metodologia foi aplicada identificando os
serviços da biblioteca que não atendem a maior parte das demandas informacionais da
comunidade universitária como situação problemática; o modelo conceitual seria a proposta e
validação de um Modelo para reestruturação dos serviços a serem ofertados pela biblioteca
com base na investigação das demandas com os coordenadores de cursos e identificação de
serviços que atendam as demandas por meio da literatura e serviços inovadores implantados
em outros locais; e, por fim, para transformar a situação problemática seria a proposição de
um instrumento para acompanhamento e adequação dos serviços. A aplicação da metodologia
proporciona uma auto-avaliação e permite analisar com clareza uma realidade complexa,
estimula a verificação de prioridades e alternativas para resolução dos problemas.
Palavras-chave: Soft Systems Methodology. Biblioteca Universitária. Serviços – Biblioteca.
Modelagem.
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Introdução
As Bibliotecas Universitárias (BU) dão suporte ao ensino e aprendizagem universitária
por meio de seus serviços e têm como desafio satisfazer as demandas e expectativas
dos usuários, as quais mudam com freqüência.
O perfil do usuário está em constante modernização. Além dos avanços tecnológicos,
as demandas informacionais têm mudança constante devido à criação de novos cursos,
alterações curriculares dos cursos, inserções de projetos de pesquisa e extensão
universitária, ingresso de novos alunos e servidores, acompanhamento das tecnologias,
entre outros. Com isso a BU precisa continuamente se reinventar.
Uma das formas de reinvenção é adotando metodologias que a auxiliem a repensar os
serviços oferecidos e identificar as perspectivas da instituição. Por meio da Soft
Systems Methodology (SSM), como apontado por Arêas e Lins (2014) é possível que
se tenha diferentes perspectivas do objeto de estudo com uma ampla e melhor
compreensão.
A SSM, proposta por Peter Checkland, tem capacidade de lidar com situações
complexas onde se tem conhecimento das consequências, mas não se sabe
exatamente o que fazer para que o sistema atinja seus objetivos. Se utiliza de um
conjunto de conceitos clássicos da Teoria Geral de Sistemas (BELLINI; RECH;
BORENSTEIN, 2004).
A Biblioteca Universitária da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC)
oferece diversos serviços para a comunidade acadêmica e observa-se que alguns
serviços já não são mais tão utilizados como outrora, porém, continuam sendo
prestados e consumindo recursos financeiros e de pessoal.
Com isso houve a identificação de um possível problema que a BU/UFSC pode estar
enfrentando, de ofertar serviços que não atendam as demandas informacionais da
comunidade universitária. Percebeu-se que seria um problema que valeria a pena ser
resolvido a fim de que os serviços prestados pela BU/UFSC sejam cada vez mais
utilizados e supram o máximo possível das demandas da comunidade.
Assim, trata-se da proposta de aplicação da metodologia do SSM na BU/UFSC, na qual
identificou-se como contexto a comunidade universitária da UFSC, como o sujeito a
BU/UFSC, como dono do problema a diretora da BU/UFSC e como objetivo deste artigo
condução de um diagnóstico que ajude a BU/UFSC a promover ações de melhoria em
seus serviços.
Para melhor compreensão das temáticas faz-se uma breve explanação sobre BU,
apresenta a SSM, explicita-se a aplicação da metodologia e aponta as considerações.
Biblioteca Universitária
As BU são unidades de informação sem fins lucrativos vinculadas a Instituições de

�ensino superior. Tarapanoff, Araújo Junior e Cormier (2000) apontam que a unidade de
negócio das BU é a prestação de serviços de forma tangível (material impresso) ou
intangível (serviço personalizado, pessoal e virtual). Para Cunha e Cavalcanti (2008, p.
53) as BU prestam serviços de informação para atender “[...] às necessidades de
informação do corpo docente, discente e administrativo, tanto para apoiar as atividades
de ensino, quanto de pesquisa e extensão.”.
Pode-se dizer que o direcionamento dos serviços das BU foi sendo alterado ao longo
do tempo, passando de uma visão de guarda/posse material, para disponibilização e
amplo uso dos mesmos. Isso ocorreu principalmente por influência da Escola de
Chicago que focava na função social do bibliotecário e da biblioteca, voltando-se para a
memória sociocultural da organização (SANTOS; RODRIGUES, 2013) e tinha uma
visão humanística que entende que a biblioteca existe para suprir a necessidade
informacional do usuário (VIEIRA, 2016).
Por isso, acredita-se que a aplicação da SSM seja um caminho para manter a biblioteca
prestando os serviços que sejam utilizados e supram as demandas da comunidade.
Soft Systems Methodology (SSM)
A SSM foi desenvolvida por Peter Checkland a partir de projetos de pesquisa ação com
o objetivo de “[...] observar os resultados de aplicação do pensamento sistêmico
clássico a problemas do ‘mundo real’ que envolvessem aspectos sociais e humanos”
(ARÊAS; LINS, 2014, p. 2).
Segundo os autores, esse pensamento sistêmico que se baseia a SSM “[...] pressupõe
que o observador enxerga o mundo como algo complexo que pode ser entendido e
modelado de diversas formas, em um processo cíclico e baseado num sistema de
aprendizado” (ARÊAS; LINS, 2014, p. 3).
A SSM foi fortemente influenciada pelo pensamento de Vickers que, embora não fosse
da área acadêmica, após sua aposentadoria utilizou-se de seus 40 anos de experiência
para elaborar o conceito de sistemas apreciativos (CHECKLAND, 1985).
Checkland (1985, p. 763, tradução nossa) criou o modelo do processo apreciativo, tanto
para um nível geral quanto específico, porque acreditava que “[...] a metodologia de
engenharia de sistemas [hard], baseada na definição de metas ou objetivos,
simplesmente não funcionavam quando aplicados a problemas do mundo real
bagunçados, mal estruturados.”.
Para Dutra (2003), a abordagem checklandiana, como prática do pensamento
sistêmico, gera aprendizagem individual e organizacional; vincula a noção de sistema à
natureza humana ao representar os modelos mentais sobre o mundo percebido
interpretando a realidade; e, possui efeitos sinergéticos no processo de integração e
inter-relação entre as partes do sistema.
Bellini, Rech e Borenstein (2004, p. 5) observaram na revisão de literatura sobre SSM
uma “[...] grande variedade de temas, áreas do conhecimento e interesses práticos em
que se empregou a metodologia” e relatam que a SSM possui sete estágios de
aplicação. Sendo que, nos dois primeiros estágios (1 explorar uma situação
problemática não estruturada e 2 expressá-la) é realizado um mapeamento da situação
problemática de maneira neutra utilizando-se de representações gráficas livres.
No estágio 3 (construir definições sucintas de sistemas relevantes) é realizada uma

�descrição básica das atividades, de como elas deveriam ser, com base na discussão
dos desenhos, representando-os em termos sistêmicos. Este estágio possui o recurso
CATVPA para auxiliar a identificar os elementos básicos que devem estar presentes:
cliente - vítima ou beneficiário do sistema; ator - protagonista das atividades;
transformação- transformação de entradas em saídas; visão de mundo - contexto;
proprietário - quem tem poder para modificar ou parar o sistema; e, restrições
ambientais - restrições do ambiente externo (BELLINI; RECH; BORENSTEIN, 2004).
No estágio 4 (elaborar modelos conceituais desses sistemas) são apresentados os
modelos conceituais em uma sequência de atividades e seus relacionamentos. No
estágio 5 (comparar os modelos com a situação problemática expressada) são
comparados os modelos conceituais com o mundo real. E, nos dois últimos estágios (6
- reunir mudanças culturalmente possíveis e sistemicamente desejáveis e 7 - sugerir
ações para transformação da situação problemática) são elaboradas recomendações
de mudança.
Os autores apontam ainda que os passos 3 e 4 têm uma análise lógica em um mundo
sistêmico e os demais passos uma análise cultural de um mundo real (BELLINI; RECH;
BORENSTEIN, 2004).
Método da pesquisa
Com base na SSM foi elaborado o estudo em seus sete estágios de aplicação e do
recurso CATVPA para identificação dos elementos na BU/UFSC considerando a
situação problemática de oferta de serviços que não atendem a maior parte das
demandas informacionais da comunidade universitária.
A análise ocorreu no mês de outubro de 2018 pela autora do artigo que trabalha na
biblioteca e, portanto tem conhecimento dos serviços, estrutura, processos, entre outros
necessários para o desenvolvimento da metodologia.
A BU/UFSC coordena o sistema de Bibliotecas que é composto pela Biblioteca Central,
10 bibliotecas setoriais e duas salas de Leitura, além da centralização administrativa e
técnica e é um órgão suplementar diretamente ligado a Reitoria.
Tem por missão “Prestar serviços de informação à comunidade universitária para
contribuir com a construção do conhecimento e o desenvolvimento da sociedade.” e
como visão “Ser referência na prestação de serviços de informação” (UNIVERSIDADE
FEDERAL DE SANTA CATARINA, 2018).
Resultados e Discussão
Por meio de uma reflexão, embasando-se na SSM e seus sete estágios da estrutura
básica (representada na figura 1), pode-se identificar o seguinte:
1) Explorar situação problemática: Serviços da BU não atendem a maior parte das
demandas informacionais da comunidade UFSC;
2) Expressar situação problemática: Como identificar e implantar na BU/UFSC os
serviços essenciais para satisfazer as demandas da comunidade acadêmica?
3) Construir definições sucintas de sistemas relevantes: Investigação das demandas
com os coordenadores de curso, pesquisa e extensão e identificação de serviços que
atendam as demandas por meio da literatura e com base em serviços inovadores
implantados em outros locais.

�Desmembramento por meio do CATVPA:
(C) clientes – comunidade acadêmica;
(A) atores – coordenadores de cursos, diretora da BU/UFSC e demais usuários da
comunidade universitária;
(T) transformação – serviços prestados com baixa utilização serão substituídos por
serviços demandados pela comunidade acadêmica;
(V) visão de mundo – os serviços devem atender as demandas informacionais e
continuamente analisar o uso para remodelagem, conforme necessidade;
(P) proprietários – diretora da BU/UFSC
(A) restrições ambientais – situação econômica do país, falta de previsão orçamentária
anual, falta de integração entre setores/sistemas da instituição.
4) Elaborar modelos conceituais: Proposta de Modelo para reestruturação dos serviços
a serem ofertados pela BU/UFSC.
5) Comparar modelo conceitual com a realidade: Estruturar o Modelo com base na
literatura e nas demandas levantadas pelos coordenadores de curso, pesquisa e
extensão. Validar o Modelo de reestruturação dos serviços com a direção da BU/UFSC
e demais usuários da comunidade acadêmica.
6) Reunir mudanças possíveis e desejáveis: Realizar os ajustes necessários e viáveis
relatados pela direção da BU/UFSC e usuários da comunidade acadêmica.
7) Sugerir ações para transformação da situação problemática: Propor um instrumento
para acompanhamento e adequação dos serviços.
Figura 1 – Representação dos estágios da SSM na BU

Serviços que não atendem
a demanda da comunidade acadêmica

Fonte: Elaborado pela autora

�Considerações Finais
A aplicação da SSM proporciona uma auto-avaliação e permite analisar com clareza
uma realidade complexa, estimula a verificação de prioridades e alternativas para
resolução dos problemas.
Muitos serviços são realizados desde a abertura da BU/UFSC e a elaboração de um
Modelo, a ser construído, que aponte uma reestruturação embasada nos serviços a
serem ofertados pela BU/UFSC com um instrumento para acompanhamento e
adequação dos mesmos propiciará um melhor direcionamento dos recursos financeiro e
pessoal investidos.
A estruturação desse Modelo será um trabalho longo que requererá um estudo
aprofundado, e é importante salientar que, de qualquer forma, a implementação da
alternativa identificada para o tratamento da situação problemática não pertence ao
escopo da SSM.
Referências
ARÊAS, Daniel Braga; LINS, Marcos Estellita. Aplicando a Soft Systems Methodology a
um projeto de extensão universitária. In: SIMPÓSIO DE PESQUISA OPERACIONAL E
LOGÍSTICA DA MARINHA (SPOLM), 17., ago. 2014, Rio de Janeiro. Anais eletrônicos
[...]. Rio de Janeiro: SPOLM, 2014. v. 1, n. 1.
BELLINI, Carlos Gabriel Porto; RECH, Ionara; BORENSTEIN, Denis. Soft Systemns
Methology: uma aplicação no “Pão dos Pobres” de Porto Alegre. RAE eletrônica, São
Paulo, v. 3, n. 1, jan./jun. 2004.
CHECKLAND, Peter. From optimizing to learning: a development of systems thinking for
the 1990s. Journal of Operational Research Society, v. 36, n. 9, p. 757-767, 1985.
CUNHA, Murilo Bastos da; CAVALCANTI, Cordelia R. Dicionário de biblioteconomia
e arquivologia. Brasília: Briquet de Lemos, 2008.
DUTRA, Ademar. Metodologia para avaliar e aperfeiçoar o desempenho
organizacional: incorporando a dimensão integrativa à MCDA construtivista-sistêmicosinergética. Florianópolis, 2003. 320 f. Tese (Doutorado) - Programa de Pós-Graduação
em Engenharia de Produção, Centro Tecnológico, Universidade Federal de Santa
Catarina, Florianópolis, 2003.
SANTOS, Ana Paula Lima dos; RODRIGUES, Mara Eliane Fonseca. Biblioteconomia:
gênese, história e fundamentos. Revista Brasileira de Biblioteconomia e
Documentação, São Paulo, v. 9, n. 2, p. 116-131, jul./dez. 2013.
VIEIRA, Keitty Rodrigues. A contribuição de Jesse Shera para o campo da
Biblioteconomia e Ciência da Informação. 55 f. 2016. Trabalho de Conclusão de
Curso (Bacharelado em Biblioteconomia) – Curso de Biblioteconomia, Centro de
Ciências Humanas e da Educação, Universidade do Estado de Santa Catarina,
Florianópolis, 2016.
TARAPANOFF, Kira; ARAÚJO JÚNIOR, Rogério Henrique de; CORMIER, Patrícia
Marie Jeanne. Sociedade da informação e inteligência em unidades de informação.
Ciência da Informação, Brasília, v. 29, n. 3, p. 91-100, set./dez. 2000.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Universitária.
Disponível em: http://portal.bu.ufsc.br/. Acesso em: 18 out. 2018.

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