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                  <text>ACESSO, USO E APROPRIAÇÃO DE E-BOOKS POR ESTUDANTES
UNIVERSITÁRIOS

Maria Virginia Farage Pretti (UFES) - mvfp.ufes@gmail.com
Lucileide Andrade de Lima do Nascimento (UFES) - lucileidelima@gmail.com
Resumo:
Introdução: Analisa a partir da literatura técnico-científica o acesso, uso e a apropriação de
e-books por estudantes universitários. Objetivos: Discute nível de interesse dos estudantes
universitários quanto ao uso de e-books para suprir demandas e necessidades de informação.
Metodologia: Para produção dos dados utiliza a pesquisa bibliográfica com levantamento
bibliográfico de dados tratando de cobrir publicações técnico-científicas referentes ao uso e
apropriação de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e mais especificamente, do
acesso, uso e apropriação de e-books por estudantes universitários. Utiliza como amostra as
pesquisas realizadas no Brasil, países latinos americanos, Espanha, América do Norte e alguns
países da União Europeia (UE), entre 2008 e 2018. Resultados: Contribui no âmbito científico
para a discussão sobre o uso de e-books por estudantes universitários. Conclusão: As TIC e os
recursos digitais de informação, dentre eles os e-books, têm impactado a organização das
bibliotecas universitárias e o sistema de comunicação acadêmica. As bibliotecas universitárias
vêm buscando novas formas de otimizar serviços, produtos e gerenciar coleções híbridas
(impressas e digitais). Bibliotecários e profissionais da informação buscam novas
competências para avaliar o que é importante e relevante quanto a aquisição de coleções
digitais de e-books (custos, direitos de autor, regulamentações que envolvem o uso de
licenças, e aspectos legais. Professores e alunos estão mudando os hábitos e adotando tanto
livros físicos quanto e-books. A transição do uso de livros impressos para e-books não é
afetada apenas pelas novas tecnologias, mas pela forma como o consumidor percebe e usa as
novas tecnologias.
Palavras-chave: Palavras-chave: Livros digitais. E-books. Coleções Digitais. Documentos
eletrônicos. Estudantes Universitários. Tecnologias de Informação e
Comunicaç
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Introdução: Os ambientes informacionais digitais, incluindo os ambientes orientados à
aprendizagem, têm assumido uma relevância cada vez maior por decorrência da
incorporação e uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) segundo Palleta
e Pelissaro (2015). Sob a percepção desse crescente processo social de apropriação e
uso de tecnologias nos perguntamos sobre as vias preferenciais de uso de recursos de
leitura e pesquisa por acadêmicos. Objetivamente indagamos: os e-books acadêmicos
já conseguiram se sobressair sobre os livros físicos ou, apenas a literatura não
acadêmica, em formato digital, conseguiu seu espaço entre os estudantes universitários?
Considerando as questões levantadas desenvolvemos pesquisa bibliográfica
circundando a temática: acesso, uso e apropriação de e-books por estudantes
universitários para responder ao seguinte problema de pesquisa: Como os estudantes
universitários, acessam, utilizam e se apropriam de e-books como recurso de
aprendizagem? Em linhas gerais o presente artigo analisa, a partir da literatura técnicocientífica, o acesso, uso e a apropriação de e-books por estudantes universitários
propondo-se a discutir o nível de interesse dos estudantes universitários, quanto ao uso
de e-books para suprir demandas e necessidades de informação. A pesquisa realizada
apresenta-se relevante porque percebemos a escassez de publicações reunindo,
sintetizando e descrevendo pesquisas realizadas. Esta constatação também foi
salientada por Mendes e Pereira (2014). Nestes termos entendemos que esta pesquisa
contribui para a discussão, de âmbito científico, sobre o uso de e-books por estudantes
universitários e a respectiva oferta de serviços e produtos relacionados ao uso do objeto
e-book em ambientes acadêmicos por bibliotecas universitárias. Desdobramos a
discussão em dois tópicos. O primeiro dedicado ao uso de TIC por estudantes
universitários. O segundo tópico foi dedicado ao uso e apropriação de e-books em
ambientes universitários.
Método da pesquisa: Para atender aos objetivos definidos delimitamos a pesquisa como
do tipo exploratório-descritiva. Quanto aos meios para produção dos dados utilizamos a
pesquisa bibliográfica. A pesquisa bibliográfica foi sistematizada a partir de levantamento
bibliográfico de fontes de informação tratando de cobrir publicações contemporâneas
referentes ao uso e apropriação de TIC e mais especificamente, relacionadas aos meios
e modos de acesso, uso e apropriação de e-books por estudantes universitários.
Utilizamos como amostra pesquisas realizadas no Brasil, em países latino americanos,
da América do Norte e alguns países da União Europeia (UE), entre 2008 e 2018.
Elegemos publicações oriundas de periódicos no campo da Biblioteconomia e de áreas
fronteiriças tratando do uso de e-books por estudantes universitários.

�Resultados e Discussão: Considerando o uso de TIC em ambientes acadêmicos a partir
das fontes levantadas identificamos que Gonzales (2009) pesquisou estudantes da
Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), descobrindo diferenças de
apropriação de TIC entre áreas. Apontou que, nas áreas Biológicas e da Saúde, FísicoMatemática e de Engenharia as TIC são consideradas instrumentos indispensáveis para
as atividades acadêmicas e para a vida em geral; já para os estudantes de Ciências
Sociais as TIC são instrumentos de socialização; para Humanas e Artes as TIC são
ferramentas secundárias. Foi identificado que esses estudantes sabem pouco sobre os
serviços que são ofertados pela universidade e a utilidade acadêmica dos mesmos. Nesta
mesma instituição também foi realizada outra pesquisa em seis bibliotecas universitárias
com os estudantes de licenciatura em Ciências da Biblioteca e Ciências da Informação
para conhecer os recursos utilizados mais frequentemente nas bibliotecas, o idioma e o
formato de preferência, sugestões para melhorar os serviços das bibliotecas e,
finalmente, conhecer se os estudantes dispunham de computador e acesso à Internet em
suas respectivas residências. Dos 179 usuários pesquisados, apenas 158 deles
possuíam computador nas residências e, desse total, apenas 152 estavam conectados à
internet à época da pesquisa. Reconheceram 21 usuários que não dispunham de
computador. Os resultados obtidos, embora mínimos, dado o número de população
escolar e acadêmica da UNAM demonstram o compromisso e os desafios que as
bibliotecas devem adquirir para cumprir a proposta acadêmica (NEGRETE GUTIÉRREZ,
2008). Outro estudo realizado por Fenerick e Silva (2015) com 58 estudantes de
Biblioteconomia, em universidade pública no Interior de São Paulo (SP) e utilizando
aplicação de questionários identificou quatro faixas etárias de estudantes. Concluíram
que o tablet é mais usado entre a faixa etária maior que 31 anos, mas também é
significativa entre a faixa etária de 17-24 anos. Os estudantes na faixa etária entre 17-20
anos são os que mais usam aplicativos no celular, seguidos pelos jovens na faixa etária
entre 21-24 anos. Os resultados apontaram que a posse de Computador Pessoal (PC)
não atrapalha o acesso aos e-books, pois o formato é compatível com o tipo de suporte
eletrônico. Outra constatação indicou que os estudantes na faixa etária entre 17-20 anos
possuem e utilizam tablets ou e-readers e também são esses os que mais leem e-books.
A faixa etária superior a 31 anos representou o grupo que menos lê e/ou que apresenta
maior número de estudantes que nunca leram e-books. Tratando do uso e apropriação
de e-books Raynard, (2017) enfatizou que e-books comprados para o lazer são diferentes
dos e-books acadêmicos porque os acadêmicos podem estar em diferentes formatos (por
exemplo, pdf, html) e podem ser localizados em diferentes plataformas com múltiplos
recursos para acesso, impressão, download, cópia e anotação. Em uma revisão de
literatura a pesquisadora revelou a existência de vários percentuais de consumo e uso
de e-book acadêmico entre grupos e instituições de ensino: 39% dos estudantes na
Mount St. Joseph College em Cincinnati; 57% na Universidade de Illinois; 51,2% na Royal
Roads University; 38% na Universidade de Ulster; 44% dos professores e 44% dos
estudantes de pós-graduação da Faculdade de Física e Geologia da Universidade de
Oklahoma; 37% do corpo docente e 40% dos estudantes de pós-graduação na Biblioteca
Estadual de Sam Houston; 10% dos alunos Watson School of Engineering e Applied
Science; 17,6% de estudantes de Assuntos Comunitários e Públicos; 37,5% dos alunos
do Design de Arte e História da Arte, Universidade de Binghamton; 62,8% no campus da
Franklin &amp; Marshall; 32,5% de uso acadêmico diário ou semanal de livros eletrônicos na
Universidade de Maryland. Identificamos também a pesquisa de Fenerick e Silva (2015)

�com estudantes de Biblioteconomia, de universidade pública no estado de São Paulo
(SP) cujos resultados apontaram que 65% dos estudantes pesquisados afirmam ter lido
e-books para: uso acadêmico (22%), somente para lazer (29%), lazer e estudos (49%).
Nessa pesquisa ainda foi constatado que 39% dos estudantes desconhecem que a
Biblioteca Universitária que frequentam disponibiliza e-books. Dos estudantes
pesquisados 39% conhecem o serviço, mas não o utilizam. Concluíram também que
houve falha na divulgação desses serviços. Pesquisa realizada por Paneto e Lyrio (2018)
analisou o acesso e uso de e-books disponibilizados por universidade pública no estado
do Espírito Santo (ES) aos graduandos dos cursos de Arquivologia e Biblioteconomia. Os
dados obtidos durante a pesquisa indicaram que: acessam e usam e-books em casa (a
maioria dos graduandos de Arquivologia acessam pelo smartphone e a maioria dos
graduandos de Biblioteconomia acessa pelo notebook); indicaram preferência pelo livro
impresso; usam e-books para as necessidades: profissional, pessoal e acadêmica; a
maioria dos graduandos do curso de Biblioteconomia tem conhecimento das coleções de
e-Books disponibilizadas pelo sistema de bibliotecas, diferentemente, a maioria dos
graduandos de arquivologia indicou que não tem conhecimento; a maioria dos
pesquisados possuem algum aparato tecnológico que permite a leitura de e-books, mas
nem todos leem obras neste formato. A maioria dos graduandos de ambos os cursos
prefere as obras impressas como recurso de leitura e aprendizagem. Baron (2015),
tratando de práticas de leitura no mundo digital apresenta dados e informações sobre a
preferência dos estudantes universitários por livros impressos. Baron (2015) e sua equipe
entrevistaram estudantes universitários, comparando as formas como lêem o livro
impresso e o e-book nos e-readers, entre 2013 e 2015. Reuniram dados de 429
estudantes universitários de cinco países (EUA, Japão, Alemanha, Eslovênia e Índia). Os
pesquisadores identificaram uma preferência para livros impressos, especialmente para
leituras consideradas como mais sérias; quando se tratava de leituras mais leves
descobriram que o formato impresso (físico) ou e-book não tinha muita importância.
Nessa pesquisa foi proposto aos alunos escolher entre diversos aparatos de leitura como
cópia impressa, celular, tablet, e-readers e laptop. O resultado mais marcante indicou que
92% dos estudantes disseram que poderiam concentrar-se melhor lendo em cópias
impressas. Sobre a problemática que envolve a aquisição de e-books em universidades
federais no Brasil identificamos a pesquisa de Mendes e Pereira (2014); a análise do
perfil de bibliotecas mediante a oferta de e-books conforme tratado por Juliani; Feldman;
Lima (2015); estudo sobre acesso e uso do serviço de e-books disponibilizado pelo Portal
de Periódicos da CAPES relatado por Silva e Cedón (2016); pesquisa demostrando a
percepção de estudantes quanto ao uso do acervo de e-books de uma biblioteca
Universitária descrita por Fenerick e Silva (2015); outra pesquisa feita por Prieto Gutiérrez
(2017) em 50 Universidades de melhor situação no SCImago Institutions Rankings
(ranking Scimago) que pretendeu confirmar a presença de e-books nas Universidades da
América Latina, o tipo de acesso aos e-books, plataformas mais utilizadas e vantagens e
desvantagens enfrentadas por bibliotecários no dia a dia com o incremento dos e-books.
Considerações Finais: As TIC e os recursos digitais de informação, dentre eles os ebooks, têm impactado a organização das bibliotecas, sua estrutura, os departamentos,
as funções, os processos e o modo de oferecer serviços para seus usuários e, no
ambiente externo da biblioteca, também afetam o sistema de comunicação acadêmica.
Diante desses fatos as bibliotecas acadêmicas vêm buscando novas formas e técnicas
de otimizar serviços e produtos disponíveis no mercado de informação reconhecendo que

�as novas tecnologias de informação oferecem inúmeras possibilidades, mas por outro
lado, geram um grande desafio: gerenciar coleções híbridas (impressas e digitais).
Bibliotecários, documentalistas e profissionais da informação vêm desenvolvendo novas
habilidades identificando, escolhendo diferentes formatos avaliando o que é importante e
relevante, analisando custos, compreendendo os direitos de autor, as regulamentações
que envolvem o uso de licenças, além de vários outros aspectos legais (NEGRETTE
GUTIERREZ,2008). Avaliamos que, embora a pesquisa tenha se apropriado de estudos
produzidos em vários países de primeiro mundo e países em desenvolvimento, as
diferenças culturais, produzem menores impactos sobre o uso de tecnologias de
informação, podendo claro, em alguns países existir o acesso à mais moderna tecnologia,
mas isso, ao que parece, não interferiu na apropriação dessas pelos seus usuários.
Diante da realidade das novas tecnologias, professores e alunos estão mudando os
hábitos e adotando tanto livros físicos quanto e-books. A transição do uso de livros
impressos para e-books não é afetada apenas pela nova tecnologia, mas pela forma
como o consumidor percebe e usa a nova tecnologia.
Referências:
BARON, Naomi. Words Onscreen: the fate of reading. Nova York: Oxford University
Press, 2015. 320 p.
FENERICK, G. M. P.; SILVA, M. R. Percepção de estudantes quanto ao uso do acervo
de e-books de uma biblioteca universitária. Biblos, v. 29, n. 2, fev. 2015. Disponível em:
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              <text>Eixo 6: Gestão de bibliotecas</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Introdução: Analisa a partir da literatura técnico-científica o acesso, uso e a apropriação de e-books por estudantes universitários. Objetivos: Discute nível de interesse dos estudantes universitários quanto ao uso de e-books para suprir demandas e necessidades de informação. Metodologia: Para produção dos dados utiliza a pesquisa bibliográfica com levantamento bibliográfico de dados tratando de cobrir publicações técnico-científicas referentes ao uso e apropriação de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e mais especificamente, do acesso, uso e apropriação de e-books por estudantes universitários. Utiliza como amostra as pesquisas realizadas no Brasil, países latinos americanos, Espanha, América do Norte e alguns países da União Europeia (UE), entre 2008 e 2018. Resultados: Contribui no âmbito científico para a discussão sobre o uso de e-books por estudantes universitários. Conclusão: As TIC e os recursos digitais de informação, dentre eles os e-books, têm impactado a organização das bibliotecas universitárias e o sistema de comunicação acadêmica. As bibliotecas universitárias vêm buscando novas formas de otimizar serviços, produtos e gerenciar coleções híbridas (impressas e digitais). Bibliotecários e profissionais da informação buscam novas competências para avaliar o que é importante e relevante quanto a aquisição de coleções digitais de e-books (custos, direitos de autor, regulamentações que envolvem o uso de licenças, e aspectos legais. Professores e alunos estão mudando os hábitos e adotando tanto livros físicos quanto e-books. A transição do uso de livros impressos para e-books não é afetada apenas pelas novas tecnologias, mas pela forma como o consumidor percebe e usa as novas tecnologias.</text>
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