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                  <text>A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CONFECÇÃO DE FICHA
CATALOGRÁFICA AUTOMATIZA PARA TESES E DISSERTAÇÕES
NO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
UBERLÂNDIA (SISBI/UFU) : RELATO DE EXPERIÊNCIA

Nelson Marcos Ferreira (UFU) - nemafe@ufu.br
Gizele Cristine Nunes do Couto (UFU) - gizele@ufu.br
Fabiana Oliveira Oliveira Silva (UFU) - fabianas@ufu.br
Paulo Assis Cunha (UFU) - paulocunha@ufu.br
Pedro Henrique Aparecido Damaso de Melo (UFU) - pedro.damaso@ufu.br
Resumo:
O presente trabalho discorre sobre a implantação do sistema de confecção de ficha
catalográfica automatizada para teses e dissertações no Sistema de Bibliotecas da
Universidade Federal de Uberlândia (SISBI/UFU), bem como apresenta o processo evolutivo
da confecção das fichas até a implantação desse novo sistema. O sistema foi desenvolvido pelo
Centro de Tecnologia da UFU (CTI) em parceria com os bibliotecários/coordenadores da atual
Gestão do SISBI/UFU e usa linguagem de programação Java e banco de dados DB2. Esse
sistema está vinculado ao portal do aluno da UFU, com isso, o próprio aluno acessa o sistema
e gera a ficha a qualquer momento. Para o aluno mais agilidade no processo de obtenção da
ficha, para o setor que confeccionava a ficha liberação do tempo de serviço dos bibliotecários
para catalogação de outros materiais informacionais dentre outros benefícios.
Palavras-chave: Ficha catalográfica automatizada. Catalogação. Teses e dissertação.
Eixo temático: Eixo 6: Gestão de bibliotecas

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CONFECÇÃO DE FICHA
CATALOGRÁFICA AUTOMATIZA PARA TESES E DISSERTAÇÕES NO
SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
UBERLÂNDIA (SISBI/UFU) : RELATO DE EXPERIÊNCIA

Introdução
O presente trabalho discorre sobre a implantação da confecção de ficha
catalográfica automatizada para teses e dissertações no Sistema de Bibliotecas da
Universidade Federal de Uberlândia (SISBI/UFU), bem como apresenta o
processo evolutivo até a implantação desse novo sistema que ocorrerá até a
segunda quinzena de maio de 2019.
Em um escopo mais amplo, ficha catalográfica (FC) é entendida como um
bloco de texto que contém informações bibliográficas (autor, título, local de
publicação, assuntos e outros termos) necessárias para identificar e encontrar um
material informacional em um determinado acervo. Ainda dentro desse escopo, FC
é caracterizada fisicamente como um suporte físico em cartolina ou papel e com
medidas padronizadas internacionalmente (7,5 x 12,5 cm), sendo altura e
comprimento, respectivamente, utilizada para registro da entrada catalográfica em
um catálogo físico.
A Ficha Catalográfica, tradicionalmente como conhecemos, remonta a sua
origem a partir de 1901, quando a Library of Congress (LC) começou a confeccionar
fichas de seu acervo e, posteriormente, a vendê-las a outras bibliotecas e centros
de documentação dentro do conceito de catalogação cooperativa.
Diante das considerações supracitadas, referente ao conceito e origem das
fichas catalográficas o presente trabalho versa especificamente das FC que são
inseridas em trabalhos acadêmicos, teses e dissertações.
Como não existem nenhum código ou regra que trate especificamente da
elaboração e estrutura de fichas catalográficas, o modelo a ser seguido são as regras
do Código de Catalogação Anglo- Americano (AACR2). Nele são encontradas todas
as regras para a correta

�catalogação

de um material bibliográfico, dentro da estrutura da FC

tradicionalmente difundida pela LC.
Dito isto, com relação as FC inseridas em trabalhos acadêmicos, segue- se a
exigência da NBR ABNT 14724/2011 Informação e documentação – Trabalhos
acadêmicos – Apresentação. Na seção 4.1.3.2 da referida norma, discorre-se que no
verso da folha de rosto deve (grifo nosso) conter a ficha catalográfica, conforme o
Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. (ABNT, 2011).
Relato da experiência
Mas especificamente, no contexto da UFU, de acordo com o documento
“Instruções para discentes na submissão de TCC, Teses e Dissertações”, documento
este que rege a submissão de trabalhos acadêmicos junto ao Repositório
Institucional e que foi editado pelo Setor de Bibliotecas digitais, ele solicita que a
versão final eletrônica do trabalho acadêmico deve conter a Ficha catalográfica com
o DOI elaborada pela Divisão de Catalogação e Classificação (SECAC) do
SISBI/UFU.
O SECAC elabora a ficha catalográfica de trabalhos acadêmicos somente para
dissertações e teses produzidas nos programas de pós- graduação da UFU. O prazo
e forma de entrega da ficha catalográfica é de até 03 (três) dias úteis após o
recebimento dos dados e a entrega da FC é em formato pdf via e-mail.
Este setor confecciona, anualmente, aproximadamente 1000 (mil) fichas
catalográficas para tese e dissertações de 43 (quarenta e três) programas de pósgraduação nas diversas áreas do conhecimento. Essas fichas são elaboradas por 05
(cinco) bibliotecários que dá uma percapta de 200 (duzentas) fichas para cada
profissional.
Desde que se iniciou os programas de pós-graduação strictu senso e a
exigência das fichas catalográficas inseridas nas teses e dissertações na ufu a forma
de confecção dessas vem sofrendo alterações dentro de um processo evolutivo.
Anteriormente,

elas

eram

confeccionadas

usando-se

as

máquinas

datilográficas. Com o advento dos computadores, essas fichas passaram a ser
confeccionadas utilizando-se para isso, os processadores de texto.

�Em 2016, foi feita uma nova proposta no formato de confecção das FC junto
ao Secac, pelo então gerente do setor.
A proposta apresentada seguia uma junção entre os softwares Microsoft
Excel e Word. Dessa forma, usava-se o Excel como banco de dados e o Word como
máscara para a formatação da ficha. Ou seja, no Excel se inseria os dados
bibliográficos em linhas e colunas pré-estabelecidas. Após essa inserção no banco
de dados do Excel abria-se o Word e gerava-se a ficha de forma automática e já
formatada.
Essa nova forma de confeccionar a ficha catalográfica foi um grande salto
evolutivo, pois trouxe mais padronização estrutural à FC, bem como diminuiu,
consideravelmente, o tempo dispensado para confeccionar a FC.
No entanto, essa era uma medida paliativa, pois o que se desejava era a
confecção da ficha catalográfica de forma automática em um sistema web onde os
alunos forneceriam os dados e a ficha fosse gerada.
Diante disso, buscaram-se soluções na internet e com outras bibliotecas que
já utilizavam sistema semelhante. Foram feitos alguns contatos e os bibliotecários
da USP de São Carlos repassaram o código fonte do sistema gerador de ficha
catalográfica automatizada via internet que eles utilizavam.
Esse código foi enviado aos analistas do CTI da UFU que analisaram o código
para aferirem se era possível a implantação sem reescrever um novo código,
somente fazendo algumas adaptações.
Diante da análise e especificidade do nosso caso, onde as fichas
catalográficas recebem um número de DOI, sendo esse sistema pioneiro em todo
Brasil, os analistas de sistema da UFU resolveram escrever um novo código.
Diante disso, o novo código foi escrito em java e utilizando banco de dados
DB2. Essa aplicação está alocada dentro do portal do aluno. Nesse portal são
armazenados os dados acadêmicos de todos os alunos. Logo que o aluno acessa o
portal com seu usuário e senha, se apresenta para ele um menu de solicitações.
Dentro desse menu ele tem o item Ficha catalográfica. Ao clicar nesse item abre-se
um formulário onde o mesmo irá informar os dados bibliográficos de seu trabalho
acadêmico.

�Alguns desses dados já vem preenchido por “defualt”, oriundos do cadastro
acadêmico do aluno, como por exemplo: nome do aluno, ano de nascimento e curso
de pós-graduação.
Vale salientar: como a aplicação para geração da ficha catalográfica está
integrada ao acadêmico do aluno o próprio programa já gera automaticamente o
número de Cutter baseado em seu sobrenome, bem como o primeiro e único
assunto da FC de acordo com o programa de pós-graduação ao qual ele está
matriculado, além do número de classificação de acordo com esse assunto.
Para a geração do número de classificação e o assunto foi feito um
mapeamento dos programas de pós-graduação atrelando cada um deles a um
assunto e a um número dentro da CDU. Essa tarefa ficou a cargo da Bibliotecária
coordenadora da Divisão de Aquisição Processamento Técnico.
Considerações Finais
Acredita-se que essa nova forma automatizada de confecção da ficha
catalográfica trará inúmeros benefícios a toda a comunidade acadêmica. Para os
alunos, autonomia de gerar a FC a qualquer momento sem ter que esperar o prazo
de 03 (três) dias uteis requerido pelo setor de catalogação, bem como editar dos
dados da ficha a qualquer momento. Para o Setor de Catalogação, otimização no
processo de confecção das FC e liberação das horas de trabalho que seriam
empregadas na confecção das FC para a catalogação de outros materiais
informacioanias. Para os gestores, a captação de indicadores bibliométricos
referente a geração das fichas de forma automatizada.
Abaixo imagens do novo sistema automatizado de geração de ficha
catalográfica:

�Figura 1 – Ficha Catalográfica gerada pelo sistema

Fonte: Dos autores

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. 3.
ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2011.
CÓDIGO de catalogação anglo-americano. 2. ed., rev. 2002. São
Paulo: FEBAB, 2004.
SILVA, Rosilaine Cristina; MELO, Daniela Fátima Mendonça.
Instruções para discentes na submissão de TCC, TCR, teses
e dissertações. Disponível em:
https://repositorio.ufu.br/static/sobre/instrucoes_discente.pdf.
Acesso em: 4 abr. 2019.

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