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                  <text>Advocacy por sala de leitura: a conquista dos Amigos das
Bibliotecas de Jardinópolis

Robson de Paula Araujo (USP) - paraujo.robson@gmail.com
Resumo:
Relato de experiência da atuação pelo advocacy bibliotecário do Coletivo Amigos das
Bibliotecas de Jardinópolis, demonstrando algumas de suas conquistas no período de pouco
mais de um ano, dentre elas: participação em audiência pública sobre bibliotecas escolares na
Comissão de Educação da Câmara dos Deputados; realização de conferência visando a
implantação do Plano Municipal do Livro, Leitura e Bibliotecas de Jardinópolis (PMLLBJ);
conquista de verba, pelo orçamento participativo, para adequação da Biblioteca Municipal;
aplicação da legislação sobre universalização das bibliotecas escolares junto à Comissão de
Bibliotecas de Jardinópolis; aprovação da indicação para criação do cargo de bibliotecário;
realização da “Noite dos livros e das rosas”; aprovação de Lei Municipal referente à Semana
do Livro, Leitura e Biblioteca; e destacando a saga pela implantação da Sala de Leitura Amauri
Vieira Barbosa na Câmara Municipal de Jardinópolis/SP. O objetivo é demonstrar que o
advocacy traz resultados, devendo ser aplicados na luta por mais equipamentos culturais para
a sociedade.
Palavras-chave: Advocacy. Biblioteca pública. Câmara municipal. Sala de leitura. Coletivo.
Eixo temático: Eixo 5: O farol do advocacy

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�XXVIII Congresso Brasileiro
de Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019
Introdução
Em 30 de abril de 2019 inaugurou-se um novo espaço de cultura e
literatura em uma pequena cidade do interior paulista: a Sala de Leitura Amauri
Vieira Barbosa, na Estação Cultural, prédio anexo à “casa do povo”, na Câmara
Municipal de Jardinópolis/SP.
Resultado do advocacy bibliotecário do Coletivo “Amigos das Bibliotecas
de Jardinópolis” (ABJ), grupo formado em 2017 por membros de diversas
profissões e visões de mundo, que “acreditam na defesa do letramento, da
leitura e da literatura como instrumentos de emancipação e desenvolvimento,
tendo a biblioteca viva como um pilar” (ABJ, 2019). Este coletivo luta junto à
sociedade e com o poder público para cumprimento de legislação pertinente ao
tema (livro, leitura, biblioteca, bibliotecário...) e na sensibilização dos gestores
públicos pela aplicação efetiva de recursos na cultura, no livro e na literatura.
Em pouco mais de um ano, o Coletivo alcançou alguns resultados expressivos
para a comunidade jardinopolense:
•
participação em audiência pública sobre bibliotecas escolares na
Comissão de Educação da Câmara dos Deputados em Brasília (DF);
•
realização de conferência visando a implantação do Plano
Municipal do Livro, Leitura e Bibliotecas de Jardinópolis (PMLLBJ), com
Volnei Canônica (Clube de Leitura Quindim e ex-Secretário Executivo e
ex-Diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, do Ministério da
Cultura - MEC)
•
conquista de verba, pelo orçamento participativo, para adequação
estrutural, mobiliária e de acervo da Biblioteca Municipal
•
aplicação progressiva da legislação sobre universalização das
bibliotecas escolares (Lei nº 12.244/2010) junto à Comissão de
Bibliotecas de Jardinópolis (composta pelo Coletivo Amigos das
Bibliotecas de Jardinópolis e poderes executivo e legislativo)
•
aprovação da indicação para criação do cargo de bibliotecário na
Câmara Municipal e inclusão de vaga em edital de concurso público
realizado em 2019
•
realização da “Noite dos livros e das rosas” em praça pública, com
distribuição de livros, rosas e cultura, com apresentações culturais de
artistas locais

�•
aprovação de Lei Municipal referente à Semana do Livro, Leitura
e Biblioteca em Jardinópolis/SP, com vinculação de orçamento e
periodicidade (JARDINÓPOLIS, 2018)
•
implantação da Sala de Leitura Amauri Vieira Barbosa na Câmara
Municipal
O advocacy bibliotecário do Coletivo foi extremamente importante em
todos os casos, mas em especial da Sala de Leitura foi de suma importância,
pois após a inauguração do espaço físico (somente) e promessa de instalação
de uma biblioteca no local, teve-se que retomar as negociações com a nova
gestão legislativa. Advocacy envolve ação, não somente ser ou mostrar-se
favorável a uma causa ou ideia e sim, atuar planejada e estrategicamente para
alcance de resultados (ALA, 2012): assim, o objetivo deste trabalho é
apresentar a experiência na conquista desta sala de leitura.
Relato de experiência
Em meados de 2018, o presidente da Câmara Municipal de Jardinópolis,
em conversa com membros do Coletivo informa sobre o projeto de reforma e
restauração da Câmara Municipal, prédio histórico da então estação ferroviária
da cidade, chegada e partida de inúmeros sonhos, desativada no fim da
década de 1970 e “transformada” em estação rodoviária e “casa do povo”. Com
a desativação da rodoviária em 2018, sobram algumas salas e espaços que a
Câmara não tinha previsão de utilização: o Coletivo sugere para a Câmara
Municipal possuir uma biblioteca, como inúmeras outras câmaras pelo país.
Sugestão acatada, ficou a cargo do Coletivo projetar a futura “Biblioteca
da Câmara Municipal de Jardinópolis”: uma arquiteta, voluntariamente,
elaborou o projeto arquitetônico (físico e mobiliário). Apresentado aos
vereadores, o projeto foi aprovado, adequação estrutural realizada (alvenaria,
pintura, iluminação e climatização) e mobiliário adquirido (mesas, cadeiras e
estantes). Em dezembro de 2018 inaugura-se o novo prédio da Câmara
Municipal e o espaço da Biblioteca.
Figura 1 – Estruturação da Biblioteca da Câmara Municipal

�Passadas as festas de fim de ano, o Coletivo procura a Câmara para
tratar sobre a aquisição do acervo, contratação de profissional para a
Biblioteca, funcionamento... porém, o plano A mudou para plano B, C... A nova
legislatura informa que precisa estudar a questão, pois, dentre outras coisas,
há prioridades a serem seguidas, a Biblioteca não consta no regimento, não há
possibilidade de aquisição de livros com verba legislativa, câmaras não podem
ter bibliotecas(!) etc.
Dado o teor dos argumentos apresentados, o Coletivo realizou estudos
das viabilidades jurídicas e políticas (as mais importantes, neste caso):
percebendo que não adiantaria ter uma biblioteca sem acervo, recorre,
infelizmente, a um fato trágico acontecido à poucos dias (à época): o acervo de
Amauri Vieira Barbosa (1961-2019), ávido leitor, escritor e juiz do trabalho,
vítima de acidente de trânsito, deixa um belo acervo composto, por
aproximadamente, cinco mil livros e com diversas temáticas (literaturas
nacional e estrangeira, artes, história, biografias, economia, políticas,
romance... e, claro, direito!). Amigo de Amauri e integrante do Coletivo recorda
que ele sonhava com um mundo melhor e que um dos caminhos para isso é o
compartilhamento de informações e conhecimento.
Figura 2 – Vista parcial do acervo de Amauri Vieira Barbosa
no Fórum trabalhista de Cajuru/SP

Após inúmeras tentativas de encontros informais com a nova legislatura,
o Coletivo decidiu pleitear uma reunião com a nova gestão da Câmara para,
oficialmente, saber da intenção sobre a Biblioteca. Na data agendada,
reuniram-se a mesa diretora e representante do jurídico da Câmara com três
integrantes do Coletivo: após a apresentação de considerações jurídicas e
políticas pelos “representantes do povo”, o Coletivo fez suas argumentações,
contrapondo todos os empecilhos apresentados. Apresentou-se a questão de
doação do acervo pela família à biblioteca da Câmara, sendo aventada pelos
vereadores a doação para a Biblioteca Municipal: hipótese refutada pelo
Coletivo, pois, entre outros pontos, deseja-se mais um equipamento cultural na
cidade e a Biblioteca Municipal já havia sido contemplada, meses antes, pelo
orçamento participativo com dotação orçamentária que prevê aquisição de
acervo; a doação ficou para ser analisada pela Câmara com apresentação de
resposta em 48 horas.

�Passado o prazo de resposta e sem contato informal, o Coletivo optou
pelas ferramentas de comunicação digital (redes sociais e grupos telefônicos)
para informação à população sobre a situação: espaço público pronto e
destinado a uma biblioteca e com acervo de qualidade garantido, sendo
desprezado por um dos poderes público local.
Agendou-se para um membro do coletivo fala na tribuna livre na sessão
ordinária seguinte (duas semanas). Com direito à fala e membros do Coeltivo
presentes à Câmara (transmitindo a sessão via redes sociais), o Coletivo expôs
os benefícios sociais, econômicos, culturais e até político da implantação da
Biblioteca na casa do povo. Alguns vereadores falaram a favor da implantação,
até que a mesa diretora apresentou, nesta mesma sessão, seu projeto para a
biblioteca: com o acervo doado pela família de Amauri Barbosa e alguns
serviços disponibilizados à população (impressão, acesso à internet etc.), “o
espaço seria mais que uma biblioteca, sendo denominado ‘Espaço saber’”.
Indagada sobre a disponibilização do local, foi informado que naquele momento
o espaço já estava aberto ao público. Vitória parcial da sociedade.
Dias depois, o Coletivo foi informado que o transporte e montagem do
acervo no local seriam de responsabilidade do grupo. E assim aconteceu:
devido ao tamanho do acervo, foi necessário providenciar mais algumas
estantes (emprestadas pela Biblioteca Municipal); o transporte do acervo
(encaixotamento, carregamento, transporte e descarregamento) e a alocação
dos itens nas estantes ocorreram por conta (e suor) do Coletivo.
De posse do espaço, o Coletivo planejava as atividades técnicas da
Biblioteconomia (escolha de software, tombamento do acervo, catalogação,
indexação, identificação visual etc.) quando, dias depois, a Câmara solicita
listagem de todos os livros doados em curto prazo: mudança de planos, como o
trabalho do Coletivo é voluntário, precisou-se dedicar o tempo praticamente a
esta atividade. Realizada esta listagem (Autor, título, cidade, editora, ano e
valor estimado), necessitou-se adequar o acervo pelos assuntos: livros
agrupados de acordo com a organização aplicada por Amauri Barbosa. A fim
de evitar extravios de itens, o Coletivo providenciou a carimbagem dos itens
(cortes e páginas internas) com “Acervo Amauri Vieira Barbosa”.
Figura 3 – Sala de Leitura pronta para inauguração em abril de 2019

�Neste período, conseguiu-se que a denominação do local passasse para
“Estação Cultural” (devido à origem do prédio) e que o local da Biblioteca fosse
denominado “Sala de Leitura Amauri Vieira Barbosa”: mais uma conquista para
a comunidade. Para a inauguração também conseguiu-se, junto à Câmara
Municipal, placa de identificação externa para a Estação Cultural, placa de
identificação interna para a Sala de Leitura e decoração para um poema em
alusão à Estação Ferroviária/Cultural, além do título de cidadão jardinopolense
para Amauri Vieira Barbosa.
Considerações finais
Além destas conquistas para a Sala de Leitura, o Coletivo também
conseguiu junto à comunidade as placas de identificação do acervo, as
“carteirinhas” dos leitores e promessa de doação de módulo de gestão
bibliotecária da mesma empresa que fornecerá às bibliotecas municipal e
escolares, com vistas à formação da rede de bibliotecas de Jardinópolis/SP.
Apesar do feito histórico para a cidade, o Coletivo sabe que agora a luta é para
a manutenção do local, abertura ao público e atendimento à demanda da
população. Advocacy requer, além de defesa de uma causa, vigilância para a
permanência da conquista.
Referências
AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION (ALA). Manual das pessoas que
advogam pelas bibliotecas. 3. ed. Tradução Federação Brasileira de
Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições
(FEBAB). São Paulo, 2012.
AMIGOS DAS BIBLIOTECAS DE JARDINÓPOLIS (ABJ). Sobre. 2019.
Disponível em: &lt;https://www.facebook.com/Amigos-das-Bibliotecas-de-Jardin%
C3%B3polis-133945113949529/&gt;. Acesso em: 03 abr. 2019.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Brasil
em síntese. São Paulo. Jardinópolis. Panorama. 2019. Disponível em: &lt;https:
//cidades.ibge.gov.br/brasil/sp/jardinopolis/panorama&gt;. Acesso em: 02 fev.
2019.
JARDINÓPOLIS. Câmara Municipal. Lei nº 4.493, de 18 de julho de 2018.
Institui a Semana Municipal do Livro, Leitura e Biblioteca. 2018. Disponível em:
&lt;https://www.camarajardinopolis.sp.gov.br/images/Atividade_Legislativa/Norma
s_Aprovadas/2018/LEI_N%C2%BA4493.18.pdf&gt;. Acesso em: 04 abr. 2019.

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