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                  <text>Herrar é Umano? Aplicação da metodologia “Curso da Ação” na
usabilidade de softwares de bibliotecas

Carla Floriana Martins (Agesin) - cmfloriana@hotmail.com
Maria Aparecida Alves de Oliveira (UFV) - bvservicos2@gmail.com
Resumo:
A interface com o usuário de um software gerenciador de acervos deve proporcionar a
realização de tarefas de alimentação da base de dados da forma mais amigável, confortável e
produtiva possível durante a atividade. Porém, muitas vezes a eficácia de um software só é
estudada do ponto de vista das percepções conscientes que o usuário relata. O objeto teórico
“Curso da Ação” é definido, por THEUREAU (2014), dentro da perspectiva de que um ator,
desde que esteja em situação de engajamento em seus ambientes extrínsecos e intrínsecos,
vivencia um momento pré-reflexivo, isto é, significativo, durante sua atividade de trabalho.
Podendo a atividade, por esse motivo, ser a qualquer momento demonstrável, narrável e
comentável, através de técnicas e modelos que propiciem essa verbalização. Dessa forma,
podemos usar essa metodologia para analisar a usabilidade de softwares de bibliotecas e
propor de melhorias a partir da observação das ações reflexivas e pré-reflexivas de seus
usuários.
Palavras-chave: Bibliotecas; Análise de softwares de gerenciamento de bibliotecas, Análise
de atividade do trabalho, Testes de usabilidade, Teoria do Curso da Ação, R
Eixo temático: Eixo 4: A expansão desenfreada das tecnologias

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�Herrar é Umano? Aplicação da metodologia “Curso da Ação” na usabilidade de
softwares de bibliotecas
Resumo: A interface com o usuário de um software gerenciador de acervos deve
proporcionar a realização de tarefas de alimentação da base de dados da forma mais
amigável, confortável e produtiva possível durante a atividade. Porém, muitas vezes a
eficácia de um software só é estudada do ponto de vista das percepções conscientes que o
usuário relata. O objeto teórico “Curso da Ação” é definido, por THEUREAU (2014),
dentro da perspectiva de que um ator, desde que esteja em situação de engajamento em seus
ambientes extrínsecos e intrínsecos, vivencia um momento pré-reflexivo, isto é,
significativo, durante sua atividade de trabalho. Podendo a atividade, por esse motivo, ser a
qualquer momento demonstrável, narrável e comentável, através de técnicas e modelos que
propiciem essa verbalização. Dessa forma, podemos usar essa metodologia para analisar a
usabilidade de softwares de bibliotecas e propor de melhorias a partir da observação das
ações reflexivas e pré-reflexivas de seus usuários.
Palavras Chave: Bibliotecas; Análise de softwares de gerenciamento de bibliotecas,
Análise da atividade do trabalho, Testes de usabilidade, Teoria do Curso da Ação, Relação
homem máquina.
1. INTRODUÇÃO
A Biblioteca Pública Municipal da cidade de Florestal/MG é uma biblioteca com
aproximadamente 13 mil publicações e conta com cerca de 1200 usuários ativos. A
biblioteca foi selecionada por uma OSCIP para, em parceria com a Prefeitura Municipal de
Florestal e com a bibliotecária da Universidade Federal de Viçosa, Campus Florestal,
integrar um projeto de inovação e inclusão tecnológica utilizando um software de
gerenciamento de acervos acoplado a uma rede social de leitores. O objetivo da seleção e do
estudo foi utilizar metodologias sociotécnicas que consideram a interação homem máquina,
do ponto de vista humano, para avaliar a usabilidade e contribuir com campos passíveis de
melhoria para o software escolhido pela OSCIP.
Assim, uma vez selecionado o software, foram iniciados os trabalhos de planejamento da
informatização desse acervo. O treinamento no sistema foi de 40 horas na modalidade
presencial. Desde então, os dados, já classificados pelo bibliotecário foram direcionados à
cadastradora (com experiência em cadastro de dados em sistemas informatizados) que faria a
entrada dos dados de livros no sistema. Houve uma conversa com a bibliotecária e com a
cadastradora sobre o conceito usabilidade em softwares e, posteriormente, foi solicitado a
elas que descrevessem, caso percebidos, problemas de usabilidade no sistema para ações que
elas considerassem desnecessárias, e/ou sacrificantes do ponto de vista corporal. Com essas
orientações em mãos, uma lista foi elaborada pela cadastradora elencando pontos de
melhoria sugeridos.
O procedimento empregado para acompanhar esse processo foi a análise da atividade do
cadastro de materiais da biblioteca, onde foi aplicada a metodologia do objeto teórico
“Curso da Ação” (THEUREAU, 2014). Esse método é definido por Theureau dentro da
perspectiva de que um ator durante sua atividade de trabalho vivencia um momento préreflexivo, isto é, significativo, podendo a atividade, por esse motivo, ser a qualquer
momento demonstrável, narrável e comentável, através de técnicas e modelos que propiciem
essa verbalização.
1

�Nos estudos de usabilidade de sistemas, devemos considerar que grande parte do saber dos
operadores mobilizados durante uma ação é subconsciente ou pré-reflexivo (Assunção &amp;
Lima, 2003), sendo consciência pré-reflexiva considerada como aquilo que eles sabem de
forma incorporada e situada, ou seja, sem a consciência daquilo que é feito, percebido e
pensado durante a situação propriamente dita (ASSUNÇÃO &amp; LIMA, 2003, ANTIPOFF,
2014, THEUREAU, 2014). Assim, diante da proposta da Teoria do Curso da Ação, e, de
acordo com (THEUREAU, 2014), compreende-se que apenas as representações (no caso a
lista escrita) da cadastradora, não abarcariam toda a dinâmica do curso da ação da atividade.
Por isso, a importância de juntar as primeiras impressões da cadastradora ao estudo da
análise da consciência pré-reflexiva, o que pode contribuir de maneira significativa para a
compreensão e diminuição de problemas de usabilidade em sistemas informatizados.
Acreditamos ser importante compreender, aproveitando-se da proposta mais ampla dessa
metodologia, as dificuldades, as ineficiências e os problemas verificados em situação real de
uso do sistema visando contribuir com melhorias desde que conciliando o bem-estar do
operador à produtividade e usabilidade do software.
2. METODOLOGIA
A análise da atividade durante o curso da ação visa entender como o sistema é efetivamente
operado, e foi feita através de observações "in loco" de sessões de trabalho real. As
observações das interações estabelecidas entre o “cadastrador” (usuário que digita os
dados/operador) e o sistema podem ser organizadas de modo a cobrir situações de
normalidade, de aprendizado e de incidentes.
A análise da atividade consistiu na caracterização das ações dos operadores, das
verificações do entrevistador e das instâncias de referencial apresentadas durante o Curso da
Ação das atividades feitas pelo operador do sistema.
Dessa forma, seguimos com o estudo da atividade de trabalho em tempo real de
acontecimento, analisando e registrando o fazer da cadastradora para compreender as
dificuldades e os problemas de usabilidade no sistema à medida que esta fazia o cadastro,
em especial dos autores, de livros no sistema.
Esta atividade foi registrada em filme para posterior autoconfrontação (ACF) entre os
pesquisadores e os participantes da investigação.
3. ANÁLISE E DISCUSSÃO DAS ATIVIDADES OBSERVADAS
Os processos que envolvem o cadastro de autores do acervo da Biblioteca Pública
Municipal de Florestal/MG são atividades que requerem, por parte dos usuários do sistema
(operador/cadastrador), conhecimentos de todas as etapas de cadastramento de livros.
Foram realizadas filmagens da atividade de cadastro de livros com observação e entrevista
em autoconfrontação da cadastradora cadastrando 2 (dois) livros infantis durante 10
minutos.
Para fins de exequibilidade, foi feito um recorte para análise da atividade do cadastro de
autores no sistema, o qual as participantes relataram ser complexo.

2

�3.1 Atividade: cadastrar autor de 1 livro (1 autor)
Para essa ação, após o cadastro de dados do livro até a parte de entrada de autor, registramos
alguns momentos significativos onde procedemos com filmagem da ação e posterior
autoconfrontação e análise da atividade de trabalho da cadastradora:
Para cadastrar as informações de Autor no sistema é pedido que a cadastradora
clique no ícone “+” ao lado do campo Autor toda vez que ela incluir um autor novo.
Nesse momento, a cadastradora clicava em Enter ao invés de clicar no ícone “+” e
reaparecia a tela cadastro inicial. A operadora se irritava, pois teria de recomeçar o
trabalho por ter clicado em Enter ao invés de “+”. Porém, ela informa que no outro
sistema que existia, ela usava a tecla Enter para finalizar as tarefas, inclusive, ela
acha que é melhor o Enter, “é mais intuitivo do que ter que clicar noutro comando”.
Entendemos que se, ao digitar o nome do autor, ela pudesse digitar Enter, evitaria o
erro. Dessa forma as pesquisadoras se perguntam: “Porque o sistema tem que utilizar
o ícone “+”? De onde vem esse desenho?”. Uma primeira sugestão que surge é,
então, respeitar o modo mais intuitivo e econômico usado por ela, que seria escrever
e depois clicar no Enter que está posicionado próximo a seu dedo. Ela “não
precisaria nem pensar”; escreveu, “clica no Enter e pronto: autor cadastrado”.
Ao mostrarmos à cadastradora o vídeo feito (ACF), enquanto ela cadastrava, notamos que
ela, a se ver no vídeo fazendo o procedimento, só percebe que clicou na tecla errada e não
no ícone correto, depois que a tela inesperada que retorna à tela inicial de cadastro de autor
surge. Na filmagem ela clica de forma intuitiva e subconsciente, sem saber que está errando
nesse momento. O “automatismo”, como ela nomeia o erro, é devido ao hábito no antigo
sistema, segundo ela, ter a funcionalidade (teclar no Enter), seria mais intuitivo e
interessante do seu ponto de vista, evitando, assim, erros ao mudar de campo.
3.2 Atividade: cadastrar autores de um livro (vários autores)
As regras para a entrada de livros até chegar ao autor são as mesmas para o cadastro da
atividade 3.1 e a cadastradora já introjetou que, para concluir o cadastramento de autor ela
tem de clicar no ícone “+”. A tarefa continua a ser “cadastrar autores de livros”, mas nesse
caso o livro possui vários autores.
Esta atividade de cadastro de vários autores é uma exceção na rotina da cadastradora e ela se
prepara para ter atenção e não se esquecer de cadastrar nenhum autor. Foi um susto quando
ela se vê no filme e percebe que clicou na caixa “autor principal” para cada vez que ela fazia
a entrada de um novo autor no sistema. Sem perceber, essa ação causava um erro que,
segundo ela, só conheceria quando etiquetasse os livros do acervo (que viriam em branco ou
com autoria principal errada), ou seja, ao final do processo.
A cadastradora acredita que a origem do seu erro ao cadastrar vários autores e a sua “não
percepção” se deve ao fato de ter se distraído, pois a filmagem mostrou um momento onde
ela “consertava o corpo para aliviar a dor nos braços” e, também, ao fato de ela, toda vez
que inseria novo autor, ter que repetir o mesmo processo do início ao fim começando por
selecionar o Autor no campo Autoridade, o que ela achava desnecessário. De acordo com
3

�ela, e depois de ver o vídeo, por esse motivo ela se distraiu e acabou clicando em autor
principal, por “automatismo”.
Como é regra no sistema clicar no autor selecionado, ela sugere que o sistema poderia
bloquear esse campo uma vez que ele foi selecionado, evitando o erro, ou, então, que fosse
avisado toda vez que ela mudasse a autoridade, pois, aí, ela veria que cometeu o erro.“Do
modo que está, é muito difícil ter que prestar a atenção a tudo o que faz, pois com a
repetição, muitos gestos já estão automatizados”.
Ela sugere, para os problemas da dor no braço, o cansaço de ter que repetir o processo para
cada autor e o automatismo do gesto, que o sistema não exija que volte desde o campo
Autoridade, e que, uma vez clicado o autor principal, ela possa apenas escrever os nomes
dos outros autores e os salvar com o Enter, evitando muitos cliques e, ainda, o risco de
mudar a entrada principal de autor incorretamente.
Para essa segunda sequência não houve um esquecimento mas, no entanto, houve erro,
detectado na observação. Este esquecimento foi uma surpresa para a cadastradora, que só
percebeu o erro ao ver no vídeo. A auto-confrontação (ACF) com a cadastradora para a
atividade do cadastro do livro com vários autores, começa a partir do momento em que a
cadastradora tem de cadastrar novos autores para um mesmo título. A escolha do enfoque de
análise da filmagem dessa situação pelas pesquisadoras foi determinada pela incompreensão
por parte da cadastradora do motivo do nome do autor estar em negrito (verbalizou a
dúvida) e, também, de algumas paradas e olhadas que ela dava na lista de autores de forma
mais demorada durante a filmagem. Esses pontos foram explorados na autoconfrontação.
4. RESULTADOS
A metodologia e concepções utilizadas para o desenvolvimento da atividade prática proposta
de análise de atividades do trabalho a partir do objeto teórico “Curso da ação” é nova para as
pesquisadoras que já estavam arraigadas a paradigmas vindos de outras áreas do
conhecimento. Porém, os resultados acabaram por trazer decorrências que legitimaram a
contribuição da análise prática do trabalho, quando essa se refere ao mundo efetivamente
vivido e às imbricações possíveis entre ação, percepção e cognição. Assim, experenciamos,
mesmo que de forma mais simplificada, a participação in loco dos atores, e suas reações
frente à metodologia proposta. Essa experiência foi muito positiva uma vez que nos colocou
perante a situação real, e suas implicações possíveis, quebrando algumas inferências que
tínhamos durante o estudo teórico do objeto devido aos paradigmas já citados.
No nosso caso específico, ao apresentarmos o vídeo (ACF), a cadastradora percebeu as
ações que deveriam ser executadas de forma diferente e exprimiu com ações corporais e
verbalizações durante as gravações. A partir de nosso “distanciamento” como profissionais
da área e reaproximação enquanto pesquisadoras e aplicadoras do método foi possível
demonstrar, por exemplo, que a cadastradora compreendeu, ao assistir as filmagens, que
havia muito mais informações do que ela imaginava acerca da forma como ela trabalhava
que ora exigiam concentração e ora que o sistema induzia ao erro.

4

�5. CONCLUSÃO
Quanto mais intuitivo e automático (COSTA, L. et al, 2010), fluido, espontâneo, sem
esforço consciente para pensar e prestar atenção, etc., melhor é um software. Isso mostra a
importância do uso de metodologias de analise da atividade do trabalho nas pesquisas
referentes à melhoria da usabilidade de sistemas informatizados e comprova a tese da
natureza subconsciente do saber. Enquanto a cadastradora agia, ela tinha uma consciência
pré-reflexiva, ou seja, não estava consciente de tudo o que fazia enquanto fazia. A presença
dos automatismos também comprova essa consciência pré- reflexiva, pois o automatismo
nada mais é do que o gesto sem atenção consciente voltado para ele.
Dessa forma, utilizando a metodologia de análise da atividade do trabalho, foi possível
definir com mais segurança elementos das atividades executadas pelos operadores do
software no momento real de seu trabalho. Alguns encadeamentos entre outros elementos da
análise do curso da ação para esse experimento nos proporcionou compreender melhor
como as observações advindas das intervenções junto ao usuário do sistema podem
contribuir em projetos de melhoria da atividade do trabalho de forma mais efetiva. No nosso
caso específico, constatamos como a análise da atividade de entrada de autores num sistema
informático pode incidir na usabilidade do sistema e em como os operadores vivenciam,
corporalmente, as decisões e concepções de criação do produto analisado.
Este estudo também visou tornar a atividade do operador do sistema mais leve, fluida, e
eficaz ao demonstrar o uso de metodologias que permitem a avaliação da usabilidade de
softwares de bibliotecas levando em consideração a sobrecarga física que ele gera, muitas
vezes desnecessária e pouco intuitiva, para sugestões de melhorias de produtos com maior
conhecimento e consistência acadêmica.
REFERÊNCIAS
ANTIPOFF, R. B. F. Competência prática, cognição e matemática na atividade de
matemática de trabalhadores pouco escolarizados da construção civil. 2014, 179 f. Tese
(Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal de Minas
Gerais, Belo Horizonte.
ASSUNÇÃO, A. A.; LIMA, F. P. A. A contribuição da ergonomia para a identificação,
redução e eliminação da nocividade do trabalho. In: Mendes, R. Patologia do Trabalho,
2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2003. p. 1767-1789.
COSTA, L. Ferreira da; RAMALHO, F. Arruda. A usabilidade nos estudos de uso da
informação: em cena usuários e sistemas interativos de informação. Perspectivas em
Ciência da Informação, Belo Horizonte, v.15, n.1, p. 92-117, jan./abr. 2010.
THEUREAU, J. O Curso da Ação: Método Elementar. Tradução de Marlene Machado
Zica Viana. Belo Horizonte: FabreFactum, 2014.

5

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              <text>A interface com o usuário de um software gerenciador de acervos deve proporcionar a realização de tarefas de alimentação da base de dados da forma mais amigável, confortável e produtiva possível durante a atividade. Porém, muitas vezes a eficácia de um software só é estudada do ponto de vista das percepções conscientes que o usuário relata. O objeto teórico “Curso da Ação” é definido, por THEUREAU (2014), dentro da perspectiva de que um ator, desde que esteja em situação de engajamento em seus ambientes extrínsecos e intrínsecos, vivencia um momento pré-reflexivo, isto é, significativo, durante sua atividade de trabalho. Podendo a atividade, por esse motivo, ser a qualquer momento demonstrável, narrável e comentável, através de técnicas e modelos que propiciem essa verbalização. Dessa forma, podemos usar essa metodologia para analisar a usabilidade de softwares de bibliotecas e propor de melhorias a partir da observação das ações reflexivas e pré-reflexivas de seus usuários.</text>
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