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                  <text>Futurar e vivenciar a biblioteca escolar: um comunicado dos
nativos digitais para a biblioteca pensar na sua ‘tecnoinovação’

Marcelo Calderari MIGUEL (IFES) - marcelocalderari@yahoo.com.br
Sandra Maria Souza de Carvalho (COTEMAR) - sandramsc@hotmail.com
Resumo:
O uso da tecnologia em sala de aula não é algo novo e nas últimas décadas as novas
tecnologias vêm sendo utilizadas como recursos pedagógicos adotas por redes de escola
municipais e estaduais no âmbito do Espírito Santo. Este artigo apresenta algumas reflexões
relacionadas à cultura da internet, ensino e aprendizagem, dando ênfase ao papel dos nativos
digitais frente a visualização da biblioteca escolar do futuro. Para tal, encontraram-se
referenciais em diferentes series de ensino que utiliza o espaço da biblioteca da Escola
municipal Umef Dr Tuffy Nader (Vila Velha, ES, Brasil) para compreender e analisar suas
determinantes, buscou-se expor através de uma pesquisa etnográfica um foco para o âmbito,
percurso e desafios da biblioteca diante a cibercultura e tecnologias educacionais, conceitos
valiosos para o desenvolvimento de investigações no corpus da Ciência da Informação na
contemporaneidade, e assim discute se as características dos nativos digitais e suas
implicações para modelo de biblioteca do futuro.
Palavras-chave: Biblioteca
Escolar.
Geração
alpha.
Organizacional. Unidade de informação.

Etnometodologia.

Eixo temático: Eixo 4: A expansão desenfreada das tecnologias

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

Simbolismo

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Eixo Temático 4 – A expansão desenfreada das tecnologias
Reflexões Iniciais: A Biblioteca Escolar Em Foco
Nas últimas décadas ‘experienciamos’ muitas mudanças em razão do
redimensionamento espaçotemporal promovido pelas tecnologias digitais, mutações
culturais, sociais, comunicacionais, tecnológicas e educacionais (PRENSKY, 2001).
Vivemos numa época em que as experiências humanas foram intensamente
transformadas (e provavelmente permanecerão em continua mutação) quando
comparadas com outros momentos recentes da história (MILL, 2018). Para Palfrey
e Gasser (2011) as oportunidades e desafios futuros visão associar á internet a
uma estância social – um espaço que é cada vez mais habitado por usuários que
são parte de uma população nascida digital com diferentes hábitos, atitudes e
crenças.
Campello (2009, p. 20) cita a biblioteca escolar como “espaço para o
desenvolvimento de habilidades [...] essenciais para se viver numa sociedade de
abundância de informação”. Para a autora a ação do bibliotecário não se restringe,
pois, á promoção da leitura nem á orientação bibliográfica, mas amplia-se para
abranger aprendizagens complexas – esfera atinente ao letramento informacional.
Portanto, a revolução tecnológica trouxe “novas competências e informações”1
e modificou a atuação do “bibliotecário escolar” (MORIGI; SILVA; BERNINI, 2014,
p.161), mas não aboliu a capacidade critica e a criatividade que esses profissionais
da informação precisam ter, não apenas com o uso das tecnologias, mas com a
refletividade do seu cotidiano com esses novos alunos denominados ‘nativos
digitais’ e os rumo vis-à-vis da ‘tecnoinovação’ hodierna.
Partindo dessa premissa que o profissional bibliotecário, principalmente no
contexto escolar, deve atuar para além do tecnicismo biblioteconômico, ou seja,
deve assumir seu papel pedagógico, o bibliotecário atuante nesse cenário deve
assumir essa nova função de educador. O presente trabalho analisa a relação dos
“nativos digitais”2 e as suas concepções para a biblioteca escolar da rede municipal
de ensino de Vila Velha, ES. Visa compreender como se pensa a relação entre os
1

Podemos considerar que a “informação” envolve múltiplos artefatos que fazem parte da vida
cotidiana da sociedade e é transmitida em diversos suportes informacionais numa velocidade cada
vez maior (PRENSKY, 2001).
2
Novikoff e Pereira (2013) alegam que os nativos digitais são aqueles que possuem uma forma de
pensar de maneira hipertextual e que encontram vários ambientes de conexão para troca de
informação, comunicação e espaço apropriado para desenvolver sua competência informacional.

�significados atribuídos ao espaço da biblioteca escolar pelos "nativos digitais", e
quais sociabilidades dão noção de futuro para tal espaço.
Material E Métodos
A fase exploratória de investigação envolve uma pesquisa etnográfica – com a
técnica de entrevistas em profundidade – com os nativos digitais da biblioteca
escolar da rede municipal de educação da cidade de Vila Velha/ES.
A natureza desse estudo abarca a tipologia exploratória e descritiva, no qual
será utilizada a abordagem qualitativa. Para esse empreendimento realizou-se na
fase exploratória de investigação, uma pesquisa etnográfica – com a técnica de
entrevistas em profundidade – com os nativos digitais na biblioteca escolar da rede
municipal de educação Umef Dr. Tuffy Nader (Rua Antônio Fonseca, s/n - Barra do
Jucu, Vila Velha, ES – Brasil).
A etnografia3 consiste em um levantamento de todos os dados possíveis de
uma determinada comunidade com a finalidade de conhecer o estilo de vida ou a
cultura específica da mesma (MAGNANI, 2009).
Diante de tantos dilemas e provocações que a geração digital e a educação
provocam, a presente pesquisa se delimita na seguinte apreciação: como se pode
pensar a relação entre os significados atribuídos ao espaço institucional4 da
biblioteca e quais sociabilidades que se dão em tal ambiência organizacional
quando pelos ‘nativos digitais’ pensa em tempos vindouros para uma biblioteca
escolar.
Assim, cabe destacar que o processo etnográfico foi realizado entre os meses
de março e abril desse mesmo ano, totalizando 32 diários de campo e 17 horas de
gravação de entrevista em profundidade com os pesquisados (alunos do 1º a 9º
ano – ensino fundamental diurno). Portanto, a biblioteca escolar é um instrumento
fundamental de apoio às atividades pedagógicas, e desenvolver sua criatividade e
imaginação e reflexão informacional diante leituras - características fundamentais
para o convívio em sociedade.
Resultados Obtidos
Considerando o espaço da biblioteca escolar como categoria significada e
ressignificada continuamente ao longo da historia, é possível dizer que a biblioteca
se faz presente no contexto escolar para assumir uma função pedagógica e
preparar os nativos digitais a uma Sociedade da Informação que esta imersa em
tecnologias digitais cada vez mais novas. E como esses novos alunos pensam na
atuação da biblioteca escolar? Precisa mudar algo? Como deve estar e ser no
futuro? As recorrentes respostas encontram-se condensadas na Figura 1.

3

A etnografia é “uma forma especial de operar” em que o pesquisador entra em contato com o
“universo dos pesquisados e compartilha seu horizonte”, numa verdadeira relação de troca, compara
suas próprias teorias com o ecossistema e assim tentar sair com um modelo novo de entendimento
ou, ao menos, com uma pista nova, não prevista anteriormente (MAGNANI, 2009, p.135).
4
A biblioteca escolar como um instrumento de suma importância de apoio às atividades
pedagógicas, onde através da leitura, os sujeitos poderão desenvolver sua criatividade, imaginação
e também seu senso critico, características fundamentais para o convívio em sociedade
(CAMPELLO, 2009).

�FIGURA 1 – Nuvem de palavras e destaque a fala/entrevistados

Fonte: elaborado pelos autores, com base na análise e contagem de discursos, 2019.

Assim, convém destacar que os significados atribuídos ao espaço institucional
da biblioteca escolar pelos ‘nativos digitais’ da Umef Dr Tuffy Nader, remete a um
contexto de sociabilidades, alunos pensam quanto vindouro – a biblioteca do futuro
deve ser, ter e obter:
No futuro uma biblioteca com muitas janelas para entrar ar e mais livros
para ler. E falta agora estantes menores para crianças, mais mesas e mais
livros para aprender a ler [...] (Nativ@ 2 ano, 7 anos).
No futuro mais cadeiras e livros porque é legal ler os livros quando tem. A
biblioteca deve ter muitos livros e ser livre para todo mundo, tanto dentro
da escola quanto fora, todos podem ler [...] (Nativ@ 4 ano, 9 anos).
Acho a biblioteca da escola legal, interessante, local é livre para ler,
encontrar várias informações. Mas faltam lâmpadas novas, mesas e
estantes. E no futuro poderia ter prateleiras com numeração fácil e mais
livros, cantinho da leitura e mais silencio [...] (Nativ@ 7 ano, 14 anos).
A biblioteca representa lugar extra para relaxar, para ficar mais tranquilo.
No futuro deve ser mais bonita, mais livros grossos, ter mais luz e vidro
para clarear mais o ambiente e ter mais leitores (Nativ@ 6 ano, 12 anos).
No futuro espero que tenha um cantinho de leitura com tapetes e
almofadas, e no presente representa algo que vou lá e fico em paz. No
futuro deve ter mais espaço e bem mais livros (Nativ@ 7 ano, 13 anos).

E ao lidar com a tecnologia e informações em diferentes suportes, desvendar
e descrever os significados atribuídos "nativos digitais" ao espaço institucional
estudado é rever pontos básicos de infraestrutura como luz, ventilação,
desenvolvimento de coleções, limpeza, organização de mobiliário.
Discussão E Resultados
O Manifesto para Biblioteca Escolar IFLA/UNESCO (2009) reporta que “[a
biblioteca escolar] habilita os estudantes para a aprendizagem ao longo da vida e
desenvolve a imaginação, preparando-os para viver como cidadãos responsáveis”.

�Nesse sentido, os nativos digitais, esses novos alunos nascidos depois da
revolução tecnológica e que, por isso mesmo, desenvolveram uma nova relação
com a informação e a unidade de informação.
Esse olhar sobre a biblioteca escolar parece, assim, adentrar nesses
depoimentos e envolver, situar itens básicos (livros, cadeiras, mesas, estantes,
ventiladores, janelas, iluminação) aspectos tangíveis de e como frisa alguns
respondentes. Diante desta esfera, cabe ao profissional bibliotecário fazer a
mediação (ser a ponte) para que os ‘nativos digitais’ também desenvolvam
estruturas cognitivas na competência leitora e no pensamento reflexivo.
Por conseguinte, cabe ao profissional da informação fazer essas e novas
mediações para com os “nativos digitais”, zelar por estruturas cognitivas e tangíveis
– e é com estas perspectivas e os múltiplos apontamentos que a entrevista
etnográfica resgata que a temática estrutural da biblioteca toma tônus na
contemporaneidade e adquiri significância para novos estudos em Ciência da
Informação. Portanto, “cabe a nós, bibliotecários, despertar da letargia em que se
encontram nossas bibliotecas escolares” (FRAGOSO, 2002, p. 247).
A biblioteca escolar é um espaço para o desenvolvimento do indivíduo para o
convívio na sociedade da informação. E apoiado no Manifesto para a Biblioteca
Escolar Da IFLA/UNESCO, podemos diz que, o bibliotecário e professores ao
trabalharem em conjunto, influenciam o desempenho dos estudantes para um
alcance de maior nível de aprendizagem na leitura e na escrita, resolução de
problemas, uso da informação e das tecnologias de comunicação e informação.
Considerações Finais
Em decorrência do problema proposto, o objetivo geral do trabalho é como se
pode pensar a relação entre os significados atribuídos ao espaço institucionalizado
da biblioteca escolar Dr Tuffy Nader (município de Vila Velha, ES – Brasil) pelos
‘nativos digitais’ e as sociabilidades interacionais que se dão em tal espaço.
Diante desse contexto há diversos estudos sendo desenvolvidos
contemplando tal abordagem, e isso proporciona uma visão dinâmica para a
realidade atual de nossas bibliotecas escolares como também para a atuação do
profissional da informação – o bibliotecário escolar – que integra a ponte entre os
alunos, professores e a informação. Logo é imprescindível que o profissional
bibliotecário esteja preparado assumindo assim o seu papel de mediador da
informação junto aos nativos digitais e as tecnologias colaborativas.
Verifica-se assim que o sucesso de uma biblioteca escolar não está somente
na implantação da mesma, mas sim em um conjunto de fatores que é formado pelo
profissional bibliotecário, um acervo composto de itens de relevância tangíveis para
os discentes e, além disso, envolve a construção de um ambiente atrativo e
funcional. Os resultados do trabalho apresentam dados que não trazem à tona a
percepção dos ‘nativos digitais’ frente ao ambiente de biblioteca, mas concentra-se
em questões já conhecidas, como mobiliário, espaço físico, ventilação e etc. Ou
seja, o que esses alunos esperam da biblioteca e como a veem, em termos
tecnológicos e de informações fornecidas por aspectos tradicionais e tangíveis.
Os dados contidos neste estudo podem ser utilizados como ferramenta tanto
para o planejamento como para a execução de políticas, visando melhor
compreender – a biblioteca escolar – pela comunidade escolar, empresarial e

�outros segmentos da sociedade. Assim, entendemos que desenvolver bibliotecas
que atendam a comunidade de ‘nativos digitais’ é um desafio para as escolas, e é
esse processo que apresentamos nesse trabalho, bem como, muitas outras
provações que o tema lança para o presente e o vindouro. Portanto, a biblioteca
escolar no âmbito escolar cresce e ganha novos formatos e contextos, e essa
expansão deve ampliar a comunidade de usuários, resgatar para o vindouro uma
coexistência de exercício prático da cidadania na rede.
Referências
CAMPELLO, Bernadete. Santos. Letramento Informacional: função educativa do
bibliotecário na escola. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. 80 p.
FRAGOSO, Graça Maria. Biblioteca escolar-profissão e cidadania. Revista ACB,
Santa Catarina,v.7, n.2, p. 240-250, nov. 2002. Disponível em:
&lt;http://revista.acbsc.org.br/article/view.pdf&gt;. Acesso em: 20 de jan.2019.
IFLA/UNESCO. Manifesto IFLA/UNESCO para Biblioteca Escolar. São Paulo:
2009. Disponível em: &lt;http://www.ifla.org/files/school-librariesresourcecenters/publicatio ns/schoollibrary-guidelines/sch ool-libraryguidelines-ptbr.pdf&gt;. Acesso em: 19 jan. de 2019.
MAGNANI, José. Etnografia como prática e experiência. Horizontes
Antropológicos, Porto Alegre, ano 15, n. 32, p. 129-156, jul./dez. 2009.
MILL, Daniel (org.) Dicionário crítico de educação e tecnologias e de educação
a distancia. Campinas, SP: Papirus, 2018. 736 p.
MORIGI, Valdir José; SILVA, Magali Lippert da; BERNINI, Ismael Maynard.
Mudanças tecnológicas e práticas: tensões nas representações dos profissionais
da biblioteconomia. In: ESTABEL, Lizandra Brasil; MORO, Eliane Lourdes da Silva.
(Org.). Biblioteca: conhecimentos e práticas. Porto Alegre: PENSO, 2014. p.151162.
NOVIKOFF, Cristina; PEREIRA, Natália Xavier. Internet e Ensino: saberes
indispensáveis aos Imigrantes digitais. In. SIMPÓSIO DE EXCELENCIA EM
GESTÃO ETECNOLOGIA, 10, Rio de Janeiro, 2013. Anais... Rio de Janeiro, 2013.
Disponível em: &lt;www.aedb.br/seget/arquivos/artigos13/37018363.pdf&gt;. Acesso em:
19 jan. de 2019.
PALFREY, John; GASSER, Urs. Nascidos na era digital: entendendo a primeira
geração de nativos digitais. Porto Alegre: Grupo A, 2011. 321 p.
PRENSKY, Marc. Nativos digitais, Imigrantes digitais. 2001. Disponível em:
&lt;http://crisgorete.pbworks.com/wfile/fetch/58325978/nativos.pdf&gt;. Acesso em: 19
jan. de 2019.

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