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                  <text>Construção de interfaces digitais para usuários de ambientes
virtuais de aprendizagem: um estudo dos requisitos na perspectiva
da Ciência da Informação

Laudiceia Lino de Alencar Rodrigues (ECA - USP) - laudiceia.ar@usp.br
Marcelo dos Santos (USP) - mar.santos@usp.br
Resumo:
Em função do amplo e diversificado uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs)
em processos de ensino-aprendizagem, os ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs)
constituem instrumentos essenciais para disponibilização de conteúdos informacionais aos
alunos dos cursos (usuários). Entretanto, a apropriação da informação representa uma tarefa
crítica, sobretudo em práticas de ensino mediado por TICs, uma vez que não se tem a
presença física de um professor. Na perspectiva da Ciência da Informação, dentre outros, na
oferta de conteúdos informacionais, deve-se considerar os atributos de forma, conteúdo e
acessibilidade. Assim, considerando que os conteúdos são disponibilizados aos alunos por meio
de interfaces digitais, neste trabalho, objetivou-se identificar e sistematizar os requisitos para
implementação de interfaces digitais em AVAs, de modo que estas interfaces ofereçam um
espaço de mediação que promova a apropriação da informação pelos usuários. Como principal
resultado, tem-se um guia para orientar a concepção de interfaces de AVAs, favorecendo a
apropriação dos conteúdos.
Palavras-chave: Ambiente virtual de aprendizagem. Educação a distância. Interface digital.
Mediação e apropriação da informação. Usuário da informação.
Eixo temático: Eixo 4: A expansão desenfreada das tecnologias

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�1. INTRODUÇÃO
Os ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs) constituem instrumentos
(plataformas) para viabilizar práticas da educação mediada por tecnologias de
informação e comunicação (TICs), utilizando os recursos e natureza onipresente da
Internet. Em parte e contemporaneamente, dentre outras contribuições, o uso de tais
plataformas possibilita a ampliação e democratização do acesso à Educação. De
modo específico, os AVAs permitem disponibilizar conteúdos didáticos, de maneira
organizada, implementando diversas características presentes no processo de
ensino-aprendizagem. Para tanto, os conteúdos didáticos são disponibilizados na
forma de documentos multimídia (textos, vídeos, sons e imagens, por exemplo) o que,
com a possibilidade oferecida aos alunos (usuários) para acesso a qualquer tempo e
de qualquer local, constitui atrativo para uso destes ambientes. Com o objetivo de
oferecer melhores funcionalidades, diversas pesquisas têm sido desenvolvidas,
majoritariamente, na intersecção das áreas Educação, Informação e TICs.
Como se trata de plataforma destinada aos processos de ensinoaprendizagem, em que o professor (ou tutor) não se faz fisicamente próximo, um dos
desafios é disponibilizar ao aluno/usuário os conteúdos didáticos numa interface que
lhes possibilite a apropriação de tais conteúdos informacionais. Nesse sentido, cabe
destacar que cada aluno/usuário possui referenciais próprios, os quais influenciam na
apropriação da informação. Logo, partiu-se do pressuposto de que o contexto em que
tais alunos/usuários se encontram, bem como, a relação que estabelecem com o AVA,
influenciam na apropriação de tais conteúdos.
Outra variável que também influencia a apropriação da informação diz respeito à
diferença entre o contexto de produção e o contexto de uso da informação na educação
por meio de AVA. Pois, os diferentes atores deste processo acessam e “percebem” os
conteúdos informacionais a partir de perspectivas distintas: (1) o professor (no contexto
de produção) e (2) o aprendiz (no contexto de uso). Esta diferença de perspectivas
evidencia uma “assimetria”, a qual também impacta na apropriação da informação.
Quando se faz uso de AVAs, os impactos da referida assimetria tendem a ser
potencializados pelo fato de que o acesso físico e a mediação dos usuários com os
conteúdos informacionais são realizados por meio de uma interface digital. Esta interface,
além de ser o elemento responsável pela mediação entre o usuário e os conteúdos
didáticos, traduz e materializa elementos relativos à estratégia pedagógica.
Diante desta problemática, foi realizada revisão bibliográfica e posterior
investigação empírica em busca dos requisitos para concepção de interfaces digitais
de AVAs, com objetivo de sistematizá-los em um guia que oriente o projeto e a
implementação de interfaces digitais para usuários de AVAs, de forma que essas
interfaces auxiliem na apropriação da informação pelo usuário desses ambientes. Os
objetivos específicos foram: a) compreender os processos da educação mediada por
TICs, a partir dos ambientes virtuais de aprendizagem (BARRETO, 2002; CURY e
BARBOSA, 2012; SENGUPTA e DASGUPTA, 2017); b) identificar e caracterizar o
usuário de AVAs considerando a educação mediada pelas TICs (SANZ CASADO,
1994; GUINCHAT e MENOU, 1994; GONZÁLEZ-TERUEL, 2005; QUIROZ VELASCO,
2012; ARAÚJO, 2016); c) investigar os desafios presentes na apropriação da
informação a partir de interfaces digitais em ambientes de ensino-aprendizagem
(SIGNATES, 1998; LE COADIC, 2004; MARTÍN-BARBERO, 2015); e d) propor e
sistematizar os requisitos para construção de interfaces digitais para usuários de
AVAs. Este último, compreendendo a interface como elemento mediador.

�2. METODOLOGIA
Este estudo teve como base referenciais teóricos para compreender e
apresentar os sujeitos (aprendizes/usuários), suas interações e os desafios para que
as interfaces digitais para usuários de AVAs possam atuar como elemento mediador,
com vistas a auxiliar na (ou potencializar a) apropriação da informação disponibilizada
nesses ambientes. Em seguida, foi realizado um trabalho de campo a fim de validar
as conjecturas do referencial teórico e identificar o conjunto de requisitos, objetos
desta investigação.
Como objeto empírico, foi selecionada uma disciplina ministrada no ano de
2018, na modalidade presencial no ensino técnico profissionalizante e apoiada por
AVA. A amostra contemplou alunos de duas turmas de 3º ano do curso, nas quais
foram coletados dados, realizadas a tabulação/análise e interpretação desses dados,
para estudos de usuários, na perspectiva do usuário.
O primeiro instrumento de coleta aplicado foi um questionário on-line
preservando o anonimato dos respondentes e contemplando os seguintes aspectos:
(1) habilidades do usuário no uso de computador; (2) autonomia; (3) dificuldades no
uso da plataforma; (4) interface digital para usuários do sistema e; (5) apropriação da
informação. Além do questionário, outros instrumentos utilizados foram: reunião de
grupo focal, observação direta e consulta aos logs do AVA.
De posse dos dados obtidos, foi realizada a análise e discussão a partir dos
dados do questionário e, quando necessário ou possível, confrontando ou
confirmando com dados dos demais instrumentos. Essa triangulação dos
instrumentos de coleta de dados teve como objetivo minimizar vieses e limitações
inerentes a cada instrumento de coleta, possibilitando a obtenção de resultados
consistentes (CRESWELL e CLARK, 2013) e acurados (YIN, 2015).
3. RESULTADOS
Os resultados revelaram – na perspectiva da Ciência da Informação (CI) –
elementos da relação entre o usuário e o AVA. Cada elemento desta relação usuárioAVA está presente no processo de aprendizagem do aluno quando interage com o
sistema. Dessa forma, todos os elementos participam do processo de apropriação da
informação. Os quais orientam o projeto de uma interface que considera os aspectos
relativos ao contexto do usuário como mostra a figura 1.
Figura 1 - Representação dos elementos envolvidos na relação entre usuário e AVA

Relação Usuário  AVA
Contexto
do Usuário

Interface (Espaço de trocas)
Apresentação

Habilidades
Interação
Competências
Colaboração

Fonte: elaborado pela autora.

Conteúdo didático
Acessibilidade
• Física
• Cognitiva

Informação
Conteúdo

Forma

�Analisando a Figura 1, à luz dos resultados e referenciais teóricos, foi possível
identificar os requisitos buscados nesta investigação. Esses requisitos foram
classificados como funcionais e não funcionais, por representarem condições que
impactam na apropriação da informação pelo usuário e que, portanto, influenciam na
arquitetura do AVA (Quadro 1).
Quadro 1 – Requisitos para concepção de interfaces digitais para AVA, na perspectiva do usuário.

Elemento

Requisitos Funcionais
1. Notificar o usuário sobre um novo conteúdo ou tarefa.
2. Notificar o usuário sobre os prazos.

Competências

3. Notificar, em área específica no lado direito da interface do
curso, novos conteúdos/tarefas.
4. Apresentar, no lado direito da interface principal,
calendário/agenda com compromissos do usuário com o
curso.

Apresentação

5. Destacar informações recentes.
6. Atender convenções tecnológicas.

Acessibilidade 7. Conteúdo (em nova janela; possibilidade para download e
física
impressão).
Acessibilidade
8. Conteúdo em formato que possibilite anotações.
cognitiva
9. Recurso de comunicação instantânea de uso cotidiano do
Interação
grupo.
Elemento
Apresentação
Interação

Requisitos Não Funcionais
10. Informações descritas em tela não devem ser extensas.
11. Acrescentar orientações para casos de problemas previsíveis.
12. Propostas de interação vinculadas a um estímulo.

Colaboração
13. Produção do conteúdo pelos próprios usuários.
Acessibilidade
14. Conteúdo leve (de rápido carregamento/download).
física
Acessibilidade 15. Conteúdo (aspectos socioculturais e sociolinguísticos).
cognitiva
16. Conteúdo Breve (curta duração/extensão).
Habilidades

17. Habilidades básicas para uso do computador/internet.

Interface

18. Versão para dispositivos móveis.

Fonte: elaborado pela autora.

Observa-se que apenas os requisitos 9 e 18, dependem essencialmente de
inovação tecnológica para serem atendidos no contexto de produção e todos os
demais requisitos podem ser contemplados neste contexto. Para isso, pensando no
fluxo do processo da oferta de um curso por meio AVA, estes requisitos foram
sintetizados em um guia-rápido, que representa de fato a proposta de requisitos que
se pretendeu elaborar com os estudos realizados, conforme apresenta a Figura 2.

�Figura 2 - Guia para projeto e implementação de interfaces digitais para usuários de AVAs
1) Interface principal do
AVA
Atender convenções
tecnológicas

2) Interface do curso

3) Introduzir usuários

4) Operacionalização do
curso

1.a.) Posicionar Menus
funcionais à esquerda
(menus de navegação,
configuração e utilitários).

2.a.) Criar uma área de
notificação à direta da
tela.

3.a.) Certificar-se que os
usuários têm habilidades
básicas.

4.a.) Publicar novo
conteúdo conforme
procedimento 2.c, ou
nova Tarefa conforme
procedimento 2.d.

1.b.) Posicionar espaço
informativo à direita:
Calendário/agenda de
tarefas;

2.b.) Dividir a área de
conteúdo (centro da tela)
em períodos.

3.b.) Encaminhar aos
usuários as informações
de acesso.

4.b.) Notificar usuários.

2.c.) Publicar conteúdo:
Nomear com poucas
palavras; Destacar como
recente; Apresentar em
nova janela; Permitir
download; Permitir
impressão.
2.d.) Publicar Tarefa:
Nomear com poucas
palavras; Destacar como
recente; Adicionar às
instruções, orientações
para casos de problemas
previsíveis; Apresentar na
mesma janela (embutida);
Eliminar distrações (omitir
opções funcionais da
esquerda e opções
informativas à direita da
tela); Limitar tempo e
tentativas.

Fonte: elaborado pela autora.

5. DISCUSSÃO
Frente ao problema sobre “Quais requisitos devem ser considerados no
projeto e implementação de interfaces digitais para usuários de AVAs,
compreendendo que estas interfaces realizam a mediação e auxiliam na
apropriação da informação pelo usuário (aluno/aprendiz)?”, o guia apresentado
na Figura 2 é uma proposta para a criação de uma interface de AVA, considerando
que esta interface deve emergir das mediações, favorecendo o uso social das
potencialidades técnicas que o sistema oferece, valorizando o sentido e o significado
da informação para o usuário. Estas mediações consideram a contemporaneidade dos
alunos, suas competências culturais e seu cotidiano, tendo como base o conceito
abordado por Martín-Barbero (2015), e provocam uma melhoria na relação usuárioAVA, de forma que, intensifica a interface como elemento mediador no processo de
aprendizagem. Assim, as interfaces terão partido do contexto de uso e qualificações
do usuário norteando a oferta dos conteúdos informacionais e serviços de informação,
auxiliando na apropriação da informação pelo usuário, a partir da aplicação dos
requisitos para o projeto dessas interfaces.

�6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Constata-se que este trabalho propiciou a compreensão do processo de
aprendizagem via AVA na perspectiva da CI e a identificação do usuário e seu
contexto. O estudo de caso –– como método escolhido para se investigar os desafios
presentes na apropriação da informação a partir de interfaces digitais, em ambientes
de ensino-aprendizagem –– possibilitou aplicar técnicas de coletas, observar os
fenômenos, os elementos do processo e dificuldade/barreiras enfrentadas pelo
usuário no processo de busca e apropriação da informação. Com a análise dos dados
coletados foram identificados os elementos e requisitos para projeto de uma interface
que valoriza o contexto do usuário, dando origem à proposta apresentada que foi
sintetizada em um “Guia para projeto e implementação de interfaces digitais para
usuários de AVAs”. Este estudo limitou-se à caracterização (plataforma, curso e
amostra da população) e as condições específicas do caso estudado. Estudos futuros
voltados ao desenho universal de interfaces, ou sobre interfaces para recursos
educacionais abertos em AVAs, poderão contribuir dar continuidade a este trabalho.
REFERÊNCIAS
ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Estudos de usuários da informação: comparação
entre estudos de uso, de comportamento e de práticas a partir de uma pesquisa
empírica. Informação em Pauta, Fortaleza, v.1, n.1, p.61-78, jun. 2016.
BARRETO, Aldo de Albuquerque. O tempo e o espaço da ciência da informação.
Transinformação, Jun 2002, vol.14, no.1, p.17-24. ISSN 0103-3786
CRESWELL, John; CLARK, Vicki Plano. Pesquisa de métodos mistos. Tradução
Magda França Lopes. 2. ed. Porto Alegre, Penso, 2013. 288 p.
CURY, Lucilene; BARBOSA, Alexandre. Em pauta: O jornalismo do futuro. In: Cury, L.
(Org.). Tecnologias digitais nas interfaces da comunicação/educação desafios e
perspectivas. São Paulo: CRV, 2012. p. 75-85.
GONZÁLEZ-TERUEL, Aurora. Los estudios de necesidades y usos
de la información: fundamentos y perspectivas actuales. Gijón, Trea, c2005.
181p. Biblioteconomía y administración cultural.
GUINCHAT, Claire; MENOU, Michel. Introdução geral às ciências e técnicas da
informação e documentação. Brasília: IBICT, 1994.
LE COADIC, Yves-François. A ciência da informação. Tradução de Maria Yêda F. S.
de Filgueiras Gomes. 2 ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.
MARTÍN-BARBERO, Jesus. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e
hegemonia. Prefácio de Néstor García Canclini. Tradução de Ronald Polito, Sérgio
Alcides. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: UFRJ, 2015.
QUIROZ VELASCO, Maria Teresa Quiroz. Tecnologias digitales:
para la educación y la comunicación. In: Cury, Lucilene. (Org.). Tecnologias digitais
nas interfaces da comunicação/educação desafios e perspectivas. São Paulo:
CRV, 2012. p. 17-27.
SANZ CASADO, Elías. Manual de estúdios de usuários. Madrid: Pirámide, 1994.
SENGUPTA, Souvik; DASGUPTA, Ranjan. Architectural design of a LMS with LTSAconformance. Education and Information Technologies, v. 22, n. 1, p. 271-296,
2017.
SIGNATES, Luiz. Estudo sobre o conceito de mediação. Novos Olhares, São Paulo,
p. 37-49, dec. 1998. ISSN 2238-7714.
YIN, Robert K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. Bookman editora, 2015.

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Documentação&#13;
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              <text>Em função do amplo e diversificado uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs) em processos de ensino-aprendizagem, os ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs) constituem instrumentos essenciais para disponibilização de conteúdos informacionais aos alunos dos cursos (usuários). Entretanto, a apropriação da informação representa uma tarefa crítica, sobretudo em práticas de ensino mediado por TICs, uma vez que não se tem a presença física de um professor. Na perspectiva da Ciência da Informação, dentre outros, na oferta de conteúdos informacionais, deve-se considerar os atributos de forma, conteúdo e acessibilidade. Assim, considerando que os conteúdos são disponibilizados aos alunos por meio de interfaces digitais, neste trabalho, objetivou-se identificar e sistematizar os requisitos para implementação de interfaces digitais em AVAs, de modo que estas interfaces ofereçam um espaço de mediação que promova a apropriação da informação pelos usuários. Como principal resultado, tem-se um guia para orientar a concepção de interfaces de AVAs, favorecendo a apropriação dos conteúdos.</text>
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