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                  <text>ASPECTOS TECNOLÓGICOS DA BIBLIOTECA PARQUE
VILLA-LOBOS

Larissa Rosa de Oliveira (UFG) - larissa.nef@gmail.com
Sabrina De melo Queiroz (Ufg) - sabrinamqz@gmail.com
Ohana Francielly Dos Santos (UFG) - hana.francielly@hotmail.com
Emily Mendonça Oliveira (UFG) - emily.oliveiramo@hotmail.com
Patricia Tormin Mesquita (UFG) - ptormin9@gmail.com
Resumo:
Discorre sobre a existência de itens tecnológicos ou voltados para a inserção digital dos
usuários dentro da Biblioteca Parque Villa-Lobos. Aborda o conceito de biblioteca parque,
passando desde sua origem nas bibliotecas de Medellín até a criação da biblioteca Villa-Lobos
na cidade de São Paulo. Objetiva avaliar a situação tecnológica da mesma, em especial ao
analisar se ela se aproxima do ideário tecnológico instituído para esse tipo de biblioteca. Trata
metodologicamente do assunto como pesquisa qualitativa, pautada em revisão bibliográfica
sobre a temática em livros, artigos e sites institucionais sobre as bibliotecas parque. Aborda
também os resultados obtidos em um formulário enviado para a instituição acerca dos
equipamentos lá existentes e como a existência ou não deles resulta nos conceitos estudados
na pesquisa. Conclui que a Biblioteca Parque Villa-Lobos atende os requisitos sobre presença
de tecnologia e utilização da mesma por seus usuários através dos equipamentos
disponibilizados aos usuários, itens de acessibilidade e ações de estímulo à programação e
desenvolvimento científico infantil.
Palavras-chave: Biblioteca. Tecnologia. Ideário tecnológico em bibliotecas. Biblioteca Parque.
Eixo temático: Eixo 4: A expansão desenfreada das tecnologias

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Introdução:
Bibliotecas são essenciais para o desenvolvimento e a formação de leitores,
podendo ser públicas, escolares, especializadas, universitárias ou parques. Cada
uma delas possui especificidades e públicos distintos, embora objetivem o mesmo:
disseminar informação de qualidade e estimular a leitura como ferramenta para
produção de conhecimento.
O Sistema Nacional de Biblioteca Públicas (SNBP), determina em seu site as
funções de cada tipo de biblioteca. Um deles é a Biblioteca Pública, que objetiva
atender toda a comunidade, com acervo diversificado e voltado para todos os
públicos (SISTEMA NACIONAL DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS, 201[?]). A partir
delas, tem-se o conceito das bibliotecas parque (BP), “uma nova vertente das
bibliotecas públicas, um novo molde, um novo desenho” (SANTOS; ANDRADE,
2016, p. 2).
As BP são espaços voltados para o conhecimento, obtido em todos os meios,
formatos e suporte, desde a utilização de computadores até a disponibilização de
material em múltiplos formatos. A tecnologia é um aspecto sempre presente nessa
era e as bibliotecas precisam acompanhar esse fluxo, já que o desenvolvimento
dessas competências de acesso à informação em todos os formatos é essencial
(BRITO; VALLS, 2017, p. 78).
A pesquisa se justifica pelo interesse em avaliar a situação tecnológica das
bibliotecas em nosso país, utilizando como campo inicial de pesquisa a Biblioteca
Parque Villa-Lobos (BVL), localizada em São Paulo. Assim, é possível se questionar
sobre o uso das tecnologias nas bibliotecas e como ofertar isso aos usuários e à
comunidade em geral na era da Sociedade da Informação. Desse modo, a pesquisa

�objetiva conceituar a tipologia da biblioteca parque, ao mesmo tempo em que
apresenta a situação tecnológica real de uma delas em comparação com a corrente
teórica vigente.

Método da pesquisa:
Como procedimentos metodológicos, tem-se o uso de abordagem qualitativa,
com pesquisa de caráter teórico, pautada em revisão de literatura e que discorre
sobre os conceitos de biblioteca, biblioteca parque e tecnologia em bibliotecas. Para
avaliar sobre a inserção da BVL no meio tecnológico, foi enviado um questionário
para o e-mail disponibilizado no site da instituição, contendo 19 (dezenove)
perguntas. Essas questões compreendiam desde a aceitação da instituição para a
realização da pesquisa até informações sobre a estrutura física e tecnológica da
biblioteca, tendo sido respondidas pela gerente de acervo da instituição.
Resultados e Discussão:
As bibliotecas parque se originaram a partir do conceito criado em Medellín,
na Colômbia, sendo consideradas atualmente como referência em todo o mundo. A
partir das pesquisas realizadas, observou-se que sua existência veio para dar uma
nova dimensão ao exercício público das bibliotecas. Foram criadas para atender a
todos, sem distinção de raça, gênero ou condição financeira. São consideradas
tesouros sociais, que atendem múltiplos meios e tipos de usuários.
Como espaços de multiplicidade, as BP precisam acompanhar o fluxo de
mudança informacional e atender a necessidade de informação dos usuários. Para
tanto, autores como Brito e Valls (2017) discutiram algumas tendências
informacionais para as necessidades de bibliotecas em geral, conforme aponta o
trecho a seguir:
Cursos híbridos, blended learning ou b-learning; Objetos de aprendizagem
(OA); Ambientes Pessoais de Aprendizagem (APAs); Massive Open Online
Courses (MOOCs); Aprendizagem móvel ou m-learning, Realidade
Aumentada (BRITO; VALLS, 2017, p. 80)

Cada uma dessas tendências objetiva unir as funcionalidades obtidas através
da tecnologia com as necessidades informacionais dos usuários. A meta é
transformar a biblioteca num espaço que atenda às necessidades do usuário, desde

�espaço físico até acesso à informação em todos os níveis. Para isso, é necessário
pensar num novo conceito, no conceito de Biblioteca 2.0, onde se deve:
Propor mudanças para ampliar o poder de alcance da biblioteca com a
finalidade de melhor atender os usuários dos tempos atuais [...] Outro
ponto que merece destaque no foco da biblioteca 2.0 são os ambientes
criados para formar grupos e/ou agregar pessoas em um espaço, fazendo
uma analogia a sala de aula, por exemplo (DA SILVA; RUFINO, 2016, p.
22)

A partir disso, é necessário pensar numa biblioteca dinâmica, antenada, com
acesso a redes sociais e que interaja de fato com seu usuário. Para tanto, é
necessário o uso de equipamentos e serviços tecnológicos, um software adequado,
disponibilização da informação ao usuário de forma independente, contemplando
“as novas tendências bibliotecárias: aumentar a presença virtual, adaptar seu
espaço e novas demandas e engajar visitantes com projetos de alfabetização e
empreendedorismo” (IDOETA, 2013).
Pensando nisso é que surgem espaços como a BVL, um projeto baseado no
conceito das Bibliotecas Parque utilizadas no Chile e na Colômbia. A BVL foi
inaugurada em 20 de dezembro de 2014, pelo governo do Estado de São Paulo,
onde pessoas de todas as classes sociais podem utilizar o espaço, acompanhar as
atividades culturais, e, caso possuam comprovante de residência, realizar
empréstimos domiciliares.
Segundo dados solicitados através de questionário via e-mail para a
instituição, a BVL conta em seu acervo com 27.829 itens, pautados no inventário de
2017, contendo livros impressos, revistas em quadrinhos (HQ’s), DVD’s, jogos, CD’s
de jogos, revistas, jornais, livros em versão braile, livros falados e audiolivros. A
biblioteca oferece vários serviços, como: empréstimo, devolução, reserva e
solicitação de títulos para compra. Além disso, o site da instituição apresenta vasta
programação cultural, atualizada todas as semanas pela BVL.
A biblioteca conta com 4.000 m² divididos em três pisos, e sua estrutura
tecnológica interna conta com 21 (vinte e um) microcomputadores voltados para o
setor administrativo, gerência e áreas de referência. Sua estrutura tecnológica
também conta com equipamentos voltados para a acessibilidade e inclusão, como:
“diversos aparelhos de tecnologia assistiva, como folheador de páginas, mesa

�ergonômica, leitora autônoma, reprodutor de áudio, régua braille, teclado e mouse
adaptados, computadores com leitor de tela, mouse e teclado adaptados”
(BIBLIOTECA PARQUE VILLA-LOBOS, 2014).
A BVL não oferece tutoriais ou cursos de capacitação para seus usuários
com relação às bases de dados e não oferece serviços específicos de disseminação
seletiva da informação, possuindo apenas uma Newsletter para anunciar as
novidades adquiridas para o acervo e para a programação cultural. O espaço
oferece a seus usuários jogos eletrônicos e acesso a oficinas culturais no modelo
“maker”.
No que se refere à catalogação, a instituição não informa em suas redes
sociais e website qual o sistema de catalogação que utiliza, nem utiliza repositórios
de objetos de aprendizagem. Como aparelho tecnológico para atendimento dos
usuários citado nas respostas, tivemos a máquina de auto empréstimo, que permite
que o usuário possa ser independente no seu empréstimo.
Por fim, utiliza como marketing principal a divulgação online em seu website e na
página do Facebook, onde anunciam eventos, novas aquisições para o acervo e
programações culturais, que incluem análises literárias, espaço para crianças, exibição de
filmes e pinturas.
Considerações Finais:
Através de todas essas atividades e serviços oferecidos, percebe-se que a
BVL trabalha de forma interessante a informação e a tecnologia informação, já que
utiliza seu site e suas redes sociais como fonte de informação para o usuário ao
mesmo tempo em que produz conteúdo que o interesse e o atraia para visitar o
espaço físico.
Quando relacionamos a BVL ao conceito inicial de biblioteca parque,
percebemos que ela ainda está no começo. Apesar da estrutura e das interações
criadas, a BVL ainda trabalha pouco com a questão tecnológica, em parte pelo tipo
de usuários que possui, e em parte pela falta de interesse em realizar atividades do
gênero, como a DSI ou um serviço eficaz de referência online.

�Entretanto, ainda é um modelo a ser seguido, pois observa-se a interação
com os usuários, o uso de mídias sociais e o reconhecimento do papel essencial do
usuário dentro da biblioteca. São provas do que uma biblioteca pública deve
oferecer aos seus usuários, como espaços multifuncionais e democráticos e
voltadas para o atendimento das comunidades que a cercam.
Uma possibilidade para se analisar futuramente é a comparação entre as
situações tecnológicas das bibliotecas parque da Colômbia e BVL, analisando como
o Brasil desenvolveu o conceito da biblioteca parque no estado de São Paulo em
comparativo com as bibliotecas de Medellín.
.
Referências:
BIBLIOTECA PARQUE VILLA-LOBOS. A biblioteca. São Paulo, 2014. Disponível
em: &lt;https://bvl.org.br/sobre/&gt;. Acesso em: 20 mar. 2019.
BRITO, Regina Garcia; VALLS, Valéria Martin. O papel das bibliotecas no contexto
das Tecnologias Digitais e novas formas de aprendizagem. Revista Brasileira de
Biblioteconomia e Documentação. São Paulo, v. 13, n. especial, p. 77-110,
jan./jul. 2017.
DA SILVA, Márcio Bezerra; RUFINO, Fernanda Maciel. A Web 2.0 na
informatização de bibliotecas: um estudo propositivo. PontodeAcesso, Salvador,
v.10, n.2, p.17-38, ago. 2016.
IDOETA, Paula Adamo. Na berlinda, bibliotecas se reinventam no Brasil e no
mundo. BBC Brasil. São Paulo, Jan. 2013. Disponível em:
&lt;ttp://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/01/130122_bibliotecas_1_tendencia
s_pai.shtml&gt; Acesso em: 15 mar. 2019.
TIPOS de Bibliotecas. Disponível em: &lt;http://snbp.culturadigital.br/tipos-debibliotecas/&gt; Acesso em: 04 abr. 2019.

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