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                  <text>Percepções sobre privilegiados e excluídos em bibliotecas
européias

Priscila Machado Borges Sena (UFSC) - priscilasena.ufsc@gmail.com
Ursula Blattmann (UFSC) - ursula.blattmann@ufsc.br
José Antonio MOREIRO González (UC3M) - moreiro_jose@hotmail.com
Resumo:
Objetiva-se descrever e refletir acerca dos privilegiados e excluídos em nossa sociedade, a
partir da relação com as características das bibliotecas visitadas na Europa entre os meses de
setembro de 2018 e abril de 2019, do mundo do acesso aberto à informação e aos
conhecimentos. Espera-se que a reflexão possa somar às discussões sobre a atuação das
bibliotecas para a promoção da equidade na cultura do privilégio em nossa sociedade. Dessa
forma, este relato pode ser caracterizado como descritivo e qualitativo por meio de
observações diretas e indiretas, informações disponíveis nos websites das bibliotecas, e
diálogo com os e/ou as profissionais destas instituições.
Visitar as bibliotecas foi mais que números, pois suas peculiaridades repercutem e ressoarão
muito nas reflexões sobre o papel dos(as) profissionais da Biblioteconomia e informação como
um todo, bem como sobre o papel das bibliotecas, dos arquivos, das unidades de informação,
documentação e memória em geral.
Palavras-chave: Bibliotecas européias; Privelegiados e excluídos em bibliotecas; Acesso e uso
da informação.
Eixo temático: Eixo 3: Cultura do privilégio

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.
Eixo 3: Cultura do privilégio
Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência
Videografia: ( ) Sim (X) Não

Percepções sobre privilegiados e excluídos em bibliotecas
européias
1 Introdução
Em 12 de setembro de 2018 cheguei à Espanha para o cumprimento de um
ano de estudos intitulado Doutorado Sanduíche relacionada a minha pesquisa de
tese Fontes de Informação no Ecossistema de Startups de Florianópolis: segmento
de tecnologia e inovação. Junto com o entusiasmo em adquirir informações e
conhecimentos profundos e pertinentes para a pesquisa de tese em
desenvolvimento, também estava a inquietude de ir além, a partir de outras
experiências a serem compartilhadas com meus colegas da área da Biblioteconomia,
Arquivologia, Documentação e Ciência da informação.
Decidi, incentivada por minha orientadora no Brasil e por meu orientador na
Espanha, buscar em cada viagem que realizasse nesse período, conhecer ao menos
uma biblioteca, arquivo e/ou museu. Assim o fiz, e neste relato abordo um pouco das
sensações em conhecer distintas bibliotecas na Europa.
Visitei até a data de elaboração deste relato (16 de abril de 2019) o total de 18
bibliotecas distribuídas em 12 cidades de sete países. As quais serão detalhadas na
seção 2 Bibliotecas do meu caminho. Objetiva-se descrever e refletir acerca dos
privilegiados e excluídos em nossa sociedade, a partir da relação com as
características das bibliotecas visitadas, do mundo do acesso aberto à informação e
aos conhecimentos.
Espera-se que a reflexão possa somar às discussões sobre a atuação das
bibliotecas para a promoção da equidade na cultura do privilégio em nossa
sociedade. Dessa forma, este relato pode ser caracterizado como descritivo e

�qualitativo por meio de observações diretas e indiretas, informações disponíveis nos
websites das bibliotecas, e diálogo com os e/ou as profissionais destas instituições.
2 Bibliotecas do meu caminho
Para iniciar esta seção, necessita-se explicar o porquê de chamá-la de
“Bibliotecas do meu caminho”. Esta denominação deve-se ao fato de como aprendi
a registrar memórias dos locais que conheço a partir da apresentação de suas
bibliotecas. Dessa forma, as bibliotecas visitadas encontram-se na sequência de
visitação.
As bibliotecas européis visitadas no mês de setembro de 2018 foram as da
Universidad Carlos III de Madrid que compõem um serviço central da universidade
que totaliza cinco unidades, das quais foram visitadas três: 1 Biblioteca de Ciencias
Sociales y 2 Jurídicas e Biblioteca de Humanidades, Comunicación y
Documentación, Campus de Getafe, no qual encontro-me em estudos do Doutorado
Sanduíche; e 3 Biblioteca del Campus Madrid-Puerta de Toledo. A primeira
biblioteca do serviço trata-se da Biblioteca de Ciencias Sociales y Jurídicas, fundada
em 1989. Nota-se que esta e as demais têm uma arquitetura acolhedora, com
diferenças arquitetônicas em razão da época que foram construídas. A primeira, das
áreas de ciências sociais e jurídicas passou a sensação de um ambiente mais
compenetrado. A segunda me trouxe mais liberdade de expressão e reflexão. A
terceira me fez sentir em uma biblioteca especializada do mundo empresarial, fato
que talvez se deva por sua localização em um campus específico de pós-graduação.
Ressalva-se que, embora suas características peculiares, todas as bibliotecas e
funcionários sempre se mostraram solícitos e amáveis a atender minhas
necessidades informacionais.
Em outubro de 2018 visitei a Biblioteca Nacional do Reino Unido estabelecida
em 1973, 4 British Library em Londres, simplesmente fantástica. Por mais que
imaginemos e sonhemos em estar em uma biblioteca que tenha sua importância
notada, estar ali me mostrou o quanto isso é magnifico. Vi uma mescla de pessoas
com distintos objetivos em um só local. Antigo e moderno juntos em prol da
organização e disseminação da informação e conhecimento às comunidades
acadêmicas, empresariais, de pesquisa e científicas.
Enquanto a 5 Biblioteca Națională a României, em Bucareste visitada em
dezembro de 2018 deixou-me curiosa, pois infelizmente não consegui adentrá-la
devido ao horário de funcionamento, pois era sábado e a mesma fechava às 17h e
cheguei um pouco depois. No entanto, me encantou por sua imponência
arquitetônica e localização. Sua história vincula sua origem em uma das bibliotecas
mais antigas e representativas da Romênia - a Biblioteca do St. Sava College em
Bucareste. Após passar por algumas transições em decorrência da política Romena,
em 1901 recebeu o status da biblioteca nacional.

�Voltando a Espanha, ainda em dezembro de 2018, precisamente em uma
cidade com status de Patrimônio da Humanidade, visitei a 6 Biblioteca
Universitária da Universidade de Alcalá, fundada em 1999. Esta biblioteca também
me trouxe a agradável sensação de acolhimento. Fato que talvez se relacione com sua
excelência em termos de qualidade, premiada com o Selo de Excelência Europeia
500+, em 2017.
E quando achava que tinha conhecido bibliotecas encantadoras, chega 2019.
Em janeiro de 2019, foi quando adentrei as estruturas das bibliotecas francesas na
cidade de Paris, e por sorte uma nacional e uma pública. A 7 Bibliothèque Nacionale
de France proporcionou-se uma sensação sem descrição, bem parecida com a da
British Library. Biblioteca originada na biblioteca real fundada no Palácio do Louvre
por Carlos V, em 1368, teve como primeiro bibliotecário de registro Claude Mallet,
criado de quarto do rei, que fez uma espécie de catálogo, Inventoire des Livres du
Roy nostre Seigneur estans au Chastel du Louvre. A atual, incrível e acolhedora
arquitetura foi projetada por Labrouste. Como missão a biblioteca visa sob a
supervisão do Ministério da Cultura, constituir coleções, especialmente os
exemplares de trabalhos publicados na França. Além disso, a biblioteca produz um
catálogo de referência, coopera com outros estabelecimentos nacionais e
internacionais, e participa de programas de pesquisa.
Como biblioteca pública visitar a 8 Bibliothèque Publique d'Information foi
maravilhoso. Uma biblioteca pública que agrega todos sem distinção, localizada no
interior do Centre Pompidou, no centro de París. Esta proporciona visitas que
permite ao público descobrir e familiarizar-se com os locais e serviços oferecidos. Na
composição de seu nome, há um curioso adicional “informação”, para esclarecer que
dissemina informações disponíveis em diversos suportes, além dos livros.
Também em janeiro de 2019 percorri bibliotecas de Portugal. A primeira foi
a 9 Biblioteca Nacional de Portugal em Lisboa, fundada em 1796, localizada na
Cidade Universitária de Lisboa e depositária do maior património bibliográfico de
Portugal. Embora grandiosa não senti tanto acolhimento em suas instalações, pois
foi visível para mim ao menos, que o acesso existe, mas não sem distinção.
Distinta sensação da incrível 10 Biblioteca Pública de Évora, fundada em
1805 pelo arcebispo D. Frei Manuel do Cenáculo, representante de vulto do
Iluminismo Português. Esta é considerada uma das mais antigas e mais ricas
bibliotecas de Portugal pelo conjunto e conteúdo de suas coleções, que compreende
atualmente 664 incunábulos e 6.445 livros impressos do século XVI, para além de
diversos núcleos de documentos manuscritos, de cartografia, partituras e mais de
20.000 títulos de publicações periódicas. Adentrar esta biblioteca foi como sentir a
história me envolver por meio da sua construção, servidores e população orgulhosos.
Ainda em Portugal houve a oportunidade de conhecer mais duas bibliotecas
em Coimbra. A 11 Biblioteca Joanina inaugurada em 1717 revela a grandiosidade por
meio do objetivo de sua construção, o de exaltar o monarca e a riqueza do império,

�provinda do Brasil, além de uma esplendorosa combinação de materiais exóticos,
um verdadeiro cofre forte de livros. Não foi fácil conter a emoção ao adentrar essa
biblioteca tão rica em memória. Sentir como as bibliotecas representaram poder e
castigo ao longo da visitação tornou-se arrepiante. Ainda na Universidade de
Coimbra tentei visitar um pouco mais de perto a 12 Biblioteca da Universidade
inaugurada em 1723, no entanto não obtive sucesso e sai com a sensação de não ser
privilegiada para adentrar aquele espaço, mesmo com a apresentação da
documentação de estudante de doutorado.
Em fevereiro de 2019 foi a vez de conhecer duas bibliotecas alemãs.
Totalmente distintas, mas igualmente impactantes. A 13 Philologische Bibliothek,
uma biblioteca filológica localizada no campus principal da Freie Universität Berlin,
projetada pelo arquiteto internacionalmente conhecido Norman Foster, Barão
Foster do Banco Thames. Inaugurada em 2005, possui uma arquitetura na forma de
um cérebro humano. Por essa arquitetura creio que já seja possível ter a dimensão
da sensação que senti, de contato com o conhecimento em cada curva e cada olhar
acolhedor por onde passei.
Na 14 Bibliothek - Gedenkstätte und Museum Sachsenhausen, uma biblioteca
em conjunto com um arquivo de um museu campo de concentração, a sensação foi
também de acolhimento, porém com dor por acessar tantas informações
componentes de uma fase tão dolorosa da história da humanidade. O ponto positivo,
foi o fato da visualização da junção de instituições tão importantes em um espaço.
Nesse mesmo mês, tive a oportunidade de conhecer mais três bibliotecas em
Praga na República Checa. A 15 Klementinum Library vale pela sua arquitetura e
história. De origem barroca foi inaugurada em 1722 como parte da universidade
jesuíta baseada em Klementinum. Contem mais de 20.000 volumes de literatura
teológica estrangeira, entrando no Klementinum desde o início do século 17 até
tempos recentes. Livros com espinhos pintados de branco e marcas vermelhas estão
na biblioteca desde a época dos jesuítas. No entanto, o máximo que se consegue é
chegar até a porta. Lamentável que não seja possível caminhar por ela.
Ainda bem que depois tive a sorte de conhecer outras duas bibliotecas
incríveis em Praga. A 16 Knihovna encantadora e acolhedora, impossível não querer
passar horas dentro dela. Provavelmente essa sensação é devido a seu sentido de
existência, como uma biblioteca universal pública que todos possam acessar e usar.
Sua missão visa adquirir, processar, armazenar e fornecer informações, literatura e
outros valores culturais. Sua ênfase especial está nos serviços para pais com filhos,
jovens e estudantes, serviços para idosos, pessoas socialmente desfavorecidas e
deficientes. Afirma que existe para todos que querem desenvolver, ensinar, estudar
e se divertir a sua escolha.
Quanto a 17 Knihovna Národního archivu, Biblioteca do Arquivo Nacional,
maior biblioteca pública de arquivos da República Tcheca, de acordo com o fato de
preservar mais de 500.000 volumes. Disponibiliza unidades de bibliotecas internas

�e externas, especialmente no campo da arquivística, história da administração e
direito, história e ciências históricas auxiliares. Destaco o fato de estar dentro de um
complexo incrível de arquivos, em que todas e todos podem acessar. Depois os
servidores e servidoras empáticos e prontos a ajudar. E neste ponto é válido relatar
que a bibliotecária responsável pela biblioteca foi incrível reabrindo as portas que já
estavam fechadas só para nos apresentar o espaço, uma vez que seu horário de
funcionamento durante a semana é até às 16h e cheguei um pouco depois.
Para fechar o mês de fevereiro de 2019 a escolhida para visitação foi a 18
Biblioteca Nacional de España em Madrid, fundada por Felipe V em de 1711, e
inaugurada em março de 1712 como Real Biblioteca Pública. Sendo que, foi em 1836
que deixou de ser propriedade da coroa e passou a depender do Ministério do
Governo, onde recebeu o nome de Biblioteca Nacional. Se detiver apenas na
arquitetura essa biblioteca já ocupa o espaço de uma das mais grandiosas, mas além
disso trata-se de uma instituição aberta ao público com todas as suas distinções. E
ainda, proporciona serviços especiais aos profissionais da informação, o que para
mim representa respeito e valorização à nossa área.
3 Considerações Finais
Com o objetivo de descrever sensações ao conhecer algumas bibliotecas na
Europa, visei refletir acerca dos privilegiados e excluídos em nossa sociedade, a
partir da relação com as características das bibliotecas visitadas. Por meio deste
relato de experiência foi possível verificar que quanto às categorias das bibliotecas,
estas variaram entre universitárias, públicas, nacionais e especializadas.
Nota-se que entre as bibliotecas nacionais, as bibliotecas da França e
Inglaterra foram as que mostraram maior receptividade aos diferentes públicos. Em
relação às bibliotecas públicas, todas se mostraram acolhedoras, cumprindo seus
papéis. Quanto às bibliotecas universitárias, essas variaram entre receptivas e
elitizadas, questão importante para pensar o futuro da nossa educação universitária
em nossa sociedade. Quanto às bibliotecas especializadas, talvez por serem públicas
mostraram preocupação em acolhedor os interessados em seus conhecimentos
específicos.
Concluo com a certeza do quão importante é ampliarmos nossos horizontes
além da nossa expertise em um assunto específico. Visitar essas bibliotecas
representou muito mais que um quantitativo para mim, pois suas peculiaridades
repercutem e ressoarão muito nas reflexões sobre o papel dos(as) profissionais da
Biblioteconomia e informação como um todo, bem como sobre o papel das
bibliotecas, dos arquivos, das unidades de informação, documentação e memória em
geral.
Agências financiadoras
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

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