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                  <text>A EDUCAÇÃO CONTINUADA E O PROTAGONISMO DA MULHER NA
BIBLIOTECONOMIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA OFICINA
“MULHERES NA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E
BIBLIOTECONOMIA”

Nathália Lima Romeiro (PPGCI/IBICT- UFRJ) - ntromeiro91@gmail.com
FRANCIELE CARNEIRO GARCÊS DA SILVA (PPGCI-UFMG) - francigarces@yahoo.com.br
Resumo:
Resumo: Este relato apresenta a experiência docente da oficina “Mulheres na Ciência da
Informação e Biblioteconomia” ministrada no 36º Painel Biblioteconomia em Santa Catarina,
no ano de 2018. Esta abordagem tinha como objetivo discutir a formação e atuação
profissional com enfoque nas contribuições de mulheres na Biblioteconomia e Ciência da
Informação. Como aporte teórico, no que diz respeito à problematização da cultura patriarcal,
foram citadas autoras como Heleieth Saffioti (2002), Teresinha Souza (2013), Simone Bevouir
(2014) e Djamila Ribeiro (2017) e como autor, Pierre Bourdieu (2002). Além da abordagem da
cultura patriarcal, foram apresentadas as três fases do movimento feminista e os pensamentos
das autoras Audre Lorde (1984), Judith Butler (2003) e bell hooks (2013) sobre o assunto. A
metodologia foi composta de aula expositiva e dialogada com dinâmica com enfoque na
percepção dos/as participantes sobre a mulher na Biblioteconomia e Ciência da Informação.
Palavras-chave: Biblioteconomia. Gênero. Mulheres na Biblioteconomia. Patriarcado. Oficina.
Eixo temático: Eixo 3: Cultura do privilégio

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

A EDUCAÇÃO CONTINUADA E O PROTAGONISMO DA MULHER NA
BIBLIOTECONOMIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA OFICINA “MULHERES NA
CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA”
Resumo: Este relato apresenta a experiência docente da oficina “Mulheres na
Ciência da Informação e Biblioteconomia” ministrada no 36º Painel Biblioteconomia
em Santa Catarina, no ano de 2018. Esta abordagem tinha como objetivo discutir a
formação e atuação profissional com enfoque nas contribuições de mulheres na
Biblioteconomia e Ciência da Informação. Como aporte teórico, no que diz respeito
à problematização da cultura patriarcal, foram citadas autoras como Heleieth Saffioti
(2002), Teresinha Souza (2013), Simone Bevouir (2014) e Djamila Ribeiro (2017) e
como autor, Pierre Bourdieu (2002). Além da abordagem da cultura patriarcal, foram
apresentadas as três fases do movimento feminista e os pensamentos das autoras
Audre Lorde (1984), Judith Butler (2003) e bell hooks (2013) sobre o assunto. A
metodologia foi composta de aula expositiva e dialogada com dinâmica com
enfoque na percepção dos/as participantes sobre a mulher na Biblioteconomia e
Ciência da Informação.
Videografia: ( ) Sim ( x) Não
Introdução
Entende-se que a profissão bibliotecária foi e ainda é compreendida como
uma área essencialmente feminina (WALTER; BAPTISTA, 2007) que se caracteriza
por haver uma visão em sociedade do estereótipo do que seria uma mulher
feminina, ou seja, com funções sociais esperadas pela condição de ser mulher. Este
estereótipo foi induzido no imaginário social e atribui funções às mulheres atreladas
ao cuidado, à maternidade e à subserviência a um indivíduo do sexo masculino.

�Justificamos esta afirmativa, devido à construção epistemológica do
conhecimento na Biblioteconomia visibilizar majoritariamente as contribuições
científicas de homens do que mulheres, como por exemplo, o ensino sobre os
sistemas de organização do conhecimento (classificação bibliográfica) serem
especialmente referentes a códigos propostos por homens (PIRES; DUMONT,
2016a).
Nesta perspectiva, repensar os estereótipos sobre a mulher, bem como o seu
protagonismo na construção e disseminação do conhecimento científico na
Biblioteconomia corrobora para que as estudantes se sintam representadas tanto
na produção do conhecimento como nos cargos de liderança no mercado de
trabalho.
Pensando nisso, este trabalho possui como objetivo apresentar uma
experiência de aplicação de oficina que visou discutir a formação e atuação
profissional com enfoque nas contribuições de mulheres na Biblioteconomia e
Ciência da Informação. Como aporte teórico, no que diz respeito à problematização
da cultura patriarcal foram citadas autoras como Helleieth Safiotti (2002), Teresinha
Souza (2013), Simone Bevouir (2014) e Djamila Ribeiro (2017) e como autor, Pierre
Bourdieu (2002). Além da abordagem da cultura patriarcal, foram apresentadas as
três fases do movimento feminista e os pensamentos das autoras Audre Lorde
(1984), Judith Butler (2003), bell hooks (2013) sobre o assunto.
Relato da experiência
A oficina aconteceu durante o 36º Painel Biblioteconomia em Santa Catarina
no dia 02 de agosto de 2018. Esta abordagem tinha como objetivo discutir a
formação e atuação profissional com enfoque nas contribuições de mulheres na
Biblioteconomia e Ciência da Informação. A oficina contou com a participação de 20
pessoas, com cerca de 90% de mulheres e 10% de homens.
A primeira atividade proposta na oficina foi uma dinâmica em relação às
referências bibliográficas onde foi exposto na apresentação algumas obras sem
revelar a identidade de autoras e autores, como no exemplo abaixo:

�BENTO, B. Homem não tece dor: queixas e perplexidades
masculinas. Natal: EDUFRN, 2013.

Perguntamos às pessoas participantes, como seria a pessoa que
imaginavam ter escrito esta e outras obras. Especificamente sobre a referência
exemplificada, a maioria das pessoas imaginaram se tratar de uma produção de um
homem cisgênero branco. Após as respostas, revelamos que a obra foi escrita pela
pesquisadora Berenice Bento.
Este tipo de dinâmica é importante para que, enquanto docentes e discentes
de Biblioteconomia, se reflita sobre a supressão do nome das autoras e autores nas
referências. Ressalta-se que existe a Norma ABNT 6023/2018 para referências e
esta permite que seja escrito o nome e sobrenome completo dos autores e das
autoras (ABNT, 2018). Quando são visibilizados os nomes das pessoas nas
referências, é possível perceber o gênero naquela produção bibliográfica.
Após esta dinâmica inicial, foram apresentadas as razões para que esse tipo
de estereótipo do homem como principal produtor de conhecimento ainda persista,
bem como foram abordados conceitos como o patriarcado (SAFFIOTI, 2002;
SOUZA, 2013) e a dominação masculina (BOURDIEU, 2002) dentro dos contextos
global e brasileiro. Feito isso, foram visibilizadas as produções que formam uma
resistência ao patriarcado, como os estudos feministas (primeira, segunda e terceira
onda) e estudos de gênero (LORDE, 1984; BUTLER, 2003).
A segunda dinâmica da oficina objetivou visibilizar o protagonismo das
mulheres na Biblioteconomia. Foi solicitado às pessoas participantes que citassem
cinco homens importantes para a Biblioteconomia e foram citados nomes como:
Paul Otlet, John Dewey, Shiyali Ramamrita Ranganathan e Charles Ammi Cutter.
Neste caso, não houve dificuldade por parte das pessoas participantes de buscar
na memória esses nomes.
Foi realizado o mesmo questionamento em relação às mulheres na
Biblioteconomia e percebeu-se que não houve a mesma rapidez nas respostas. As
pessoas que participaram do evento sequer citaram as professoras que impactaram
na sua formação. Com base nisso, acreditamos que a formação do imaginário
referente ao protagonismo da mulher na área ainda precisa ser fortalecida, haja

�vista que a área é caracterizada como uma área majoritariamente feminina (PIRES;
DUMONT, 2016b)
Como uma forma de visibilizar o protagonismo das mulheres na
biblioteconomia também foram apresentadas as contribuições de:
a) Suzanne Briet: bibliotecária e documentalista francesa;
b) Carla Heyden: primeira mulher negra a ocupar o cargo de bibliotecária do
Congresso estadunidense;
c) Doris de Queiroz: criadora do sistema de classificação DORIS;
d) Miriam Albuquerque de Aquino:

ex-professora e pesquisadora da

Universidade Federal da Paraíba (UFPB) sobre a temática afro-brasileira na
Biblioteconomia;
e) Maria Aparecida Moura: professora e pesquisadora da Escola de Ciência da
Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (ECI-UFMG),
f)

Cátia Lindemann: bibliotecária e ativista pelas bibliotecas prisionais;

g) Francilene Cardoso: bibliotecária, ativista escritora do livro “O negro na
biblioteca”;
h) Dandara Baçã: bibliotecária e ativista nas questões relacionadas a
diversidade étnico-racial nas bibliotecas;
i)

Leyde Klébia Rodrigues da Silva: professora e pesquisadora da Universidade

Federal da Bahia (UFBA);
j)

Elizangela Gomes: bibliotecária e pesquisadora sobre literatura negra; e

k) Dávila Feitosa: bibliotecária escolar, feminista negra ativista no grupo de
Mulheres Negras do Cariri.
Considerações Finais
Como considerações, esta oficina trouxe reflexões sobre a capacitação
bibliotecária, visto que a mesma ainda não incorpora a temática de gênero na
formação e capacitação de profissionais de Biblioteconomia. A prática profissional
ainda necessita ser repensada no que concerne à representação das mulheres na
sociedade. Incentiva-se a realização de cursos, oficinas e outras formas de
capacitação para que as reflexões sobre o papel social da mulher e da mulher

�bibliotecária sejam multiplicadas em outros espaços de atuação profissional
visando, assim, a consolidação de uma sociedade mais equânime.
Referências
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Norma ABNT NBR 6023:
Informação e documentação — Referências — Elaboração. 2. ed. Rio de Janeiro,
2018.
BOURDIEU, Pierre. A dominação masculina. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2002. 160 p.
BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão de identidade. Rio
de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
BEAUVOIR, Simone de. O Segundo sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.
LORDE, Audre. Sister Outsider: Essays and Speeches. New York: The Crossing
Press, 1984.
PIRES, Hugo Avelar Cardoso; DUMONT, Lígia Maria Moreira. Relações de Gênero
e Biblioteconomia: o que move o sexo masculino a ingressar em um curso
majoritariamente feminino. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM
CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO (XVII ENANCIB), 17. Anais... Salvador, 2016a.
PIRES, Hugo Avelar Cardoso; DUMONT, Lígia Maria Moreira. Relações de género
e a profissão bibliotecária no Brasil. Cadernos BAD, n. 1, p. 157-171, jan-jun,
2016b.
RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento, Justificando,
2017.
SAFFIOTI, Heleieth. Violência contra a mulher e violência doméstica. In:
BRUSCHINI, Cristina; UNBEHAUM, Sandra G. (Org.). Gênero, democracia e
sociedade brasileira. São Paulo: Editora 34; Fundação Carlos Chagas, 2002.
SOUZA, Terezinha Martins dos Santos. Patriarcado e capitalismo: uma relação
simbiótica. Temporalis, v. 15, n. 30, p. 475-494, 2016.
WALTER, Maria Tereza Machado Teles; BAPTISTA, Sofia Galvão. A força dos
estereótipos na construção da imagem profissional dos bibliotecários. Informação
&amp; Sociedade: Estudos, v. 17, n. 3, p. 27-38, set./dez. 2007.
Agências financiadoras
As autoras agradecem à bolsa de pós-graduação oferecida pela Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

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