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                  <text>Trabalhando Gênero e Sexualidade em Bibliotecas: contribuições
para uma formação cidadã

Hugo Avelar Cardoso Pires (IFPR) - hugo.pires@ifpr.edu.br
Telma Mariá Viola de Souza (IFPR) - telma.souza@ifpr.edu.br
Resumo:
Discute-se a função da biblioteca enquanto colaboradora na formação de uma sociedade mais
crítica, inclusiva e igualitária e das/os profissionais bibliotecárias/os quanto ao seu papel social
de promotoras/es da cidadania. Desta forma, apresenta relato de experiência acerca do I
Seminário de Gênero e Sexualidade (SEGEX) realizado na biblioteca do Instituto Federal do
Paraná - Campus Foz do Iguaçu, entre os dias 14 e 15 de agosto de 2018. A avaliação
realizada após o evento demonstrou a boa recepção por parte da comunidade acadêmica,
ressaltando a necessidade e a importância da discussão dessas temáticas dentro da biblioteca.
Assim, salienta-se que a biblioteca é muito mais do que somente um espaço físico para a
realização eventos, mas uma colaboradora na construção social dos indivíduos.
Palavras-chave: Gênero - Sexualidade - Cidadania - Relato de experiência
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

1. Introdução
A temática de gênero e sexualidade vem sendo incluída nas discussões das ciências
sociais e da educação, sobretudo a partir do século XX. Tais discussões visam demonstrar
que o gênero é uma categoria socialmente construída e que as relações de gênero
influenciam diretamente os mais diversos setores do cotidiano, gerando e alimentando
assimetrias e desigualdades entre as pessoas.
Em uma sociedade marcada pelo machismo, as relações d​e gênero s​e inserem num
contexto de poder que o sexo masculino exerce sobre o feminino. ​Qualquer indivíduo ​que
fuja de uma normativa socialmente preestabelecida ​e que não exerça os papéis que se
espera tende a sofrer discriminações, preconceitos e violências. Gays, lésbicas, bisexuais,
transexuais e intersexuais vêm sofrendo constantes ataques nos mais diversos meios,
sobretudo nos últimos tempos, evidenciando que a LGBTI+fobia é um problema social e
que deve ser discutida e combatida como tal. Em reportagem, Souto (2018) mostra que o
Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTI+ no mundo.
Nesse sentido, o presente relato busca mostrar como as bibliotecas podem e devem
atuar enquanto promotoras no acesso à informações sobre o assunto, contribuindo, dessa
forma, para a diminuição das desigualdades, discussão, formação e transformação social.
Diante disso, relata-se a organização de um evento de Gênero e Sexualidade realizado no
Instituto Federal do Paraná (IFPR) - Campus Foz do Iguaçu.

2. Os Institutos Federais e suas bibliotecas
Criados em 2008 pela Lei 11.892, os Institutos Federais pertencem à Rede Federal

�de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, e se caracterizam como “instituições de
educação superior, básica e profissional, pluricurriculares e multicampi, especializados na
oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino”
(BRASIL, 2008).
Quanto ao público a ser atendido, os Institutos seguem a Lei 12.711/2012 a qual
garante que 80% das vagas ofertadas nessas instituições sejam reservadas para alunas/os em
vulnerabilidade social. Nesse sentido, é urgente a necessidade das bibliotecas que compõem
a Rede desenvolverem propostas para esse público, como a oferta de eventos e atividades
que promovam formas de integração e inclusão de minorias sociais.
As bibliotecas pertencentes à Rede Federal de Educação, Ciência e Tecnologia,
também chamadas de bibliotecas multiníveis (VEIGA, PIMENTA; SILVA, 2018) tem
como característica central atender a uma comunidade que possui níveis educacionais
bastante distintos. No caso específico do IFPR - câmpus de Foz do Iguaçu, a realidade do
público atendido pela biblioteca corresponde a discentes de cursos técnicos subsequentes e
integrados ao ensino médio, cursos superio​res, na ​modalidade presencial e a distância.
Dessa forma, essa unidade de informação soma características de bibliotecas universitária,
escolar, especializada e pública, ao mesmo tempo que não pertence exclusivamente a
nenhum desses grupos.
Para atuar em um ambiente tão diversificado, com demandas educacionais e
informacionais tão distintas, as/os profissionais bibliotecárias/os devem ter clareza que seu
papel vai muito além de um mero organizador da informação, mas passa pela chamada
responsabilidade social bibliotecária. Segundo Moraes (2018, p.60),
[...] é esta postura, a de um bibliotecário mais crítico e consciente de que seu
trabalho envolve algo muito além da organização e administração dos materiais de
informação; de que, na realidade, ele é um mediador, um educador do acesso e do
uso da informação. [...] O bibliotecário e as bibliotecas estão inseridos na
sociedade e ela deve influenciar essa sociedade e ter um impacto positivo na sua
atuação e não de neutralidade, passando a ser esse profissional um mediador e não
apenas um ordenador documental.

De acordo com essa perspectiva, ao optar por trabalhar temas como gênero e
sexualidade dentro do seu espaço físico, as bibliotecas passam a exercer sua função social​,
atuando como agentes ativos, oferecendo aos suas/seus usuárias/os a possibilidade de se

�desenvolverem enquanto indivíduos e cidadãos, conscientes de seu papel dentro de sua
realidade, e tornando a biblioteca um instrumento e um espaço de inclusão.
Ao se falar sobre bibliotecas inclusivas, entende-se que esses espaços deverão
prover o acesso à informação, de forma ampla e irrestrita, a toda e qualquer pessoa,
independente de raça, gênero, limitações, orientação sexual ou classe social. A Educação,
de forma geral, não pode se abster de discutir assuntos sobre temas transversais, e é dever
das/os bibliotecárias/os, enquanto educadoras/es que são, contribuir com a formação de
seus usuários, auxiliando no processo de capacitação para o desenvolvimento de um
pensamento crítico. Somente atuando dessa maneira as bibliotecas poderão ser vistas como
verdadeiros agentes de transformação social.

3. O Seminário de Gênero e Sexualidade (SEGEX)
A iniciativa para a organização do I Seminário de Gênero e Sexualidade (SEGEX)
do IFPR - Campus Foz do Iguaçu partiu da observação por parte de alunas/os,
professoras/es e servidoras/es da instituição sobre a necessidade de discussão dos temas na
instituição. Desta forma, buscou-se promover o contato das/os participantes com as
discussões científicas sobre os conceitos de gênero e sexualidade, além da conscientização
a respeito dos tipos de discriminações sofridas pela população LGBTI+.
O evento ocorreu durante 14 e 15 de agosto de 2018, na biblioteca do campus e foi
direcionado a toda a comunidade acadêmica, com foco sobretudo nas/os alunas/os do
Ensino Médio. A programação buscou discutir o conceito de gênero e sexualidade, a
violência contra a população LGBTI+ no Brasil e como esta violência se dá também no
espaço da internet. Foram desenvolvidas oficinas com palestrantes externos sobre gênero,
equidade e direitos humanos e rodas de conversa com transexuais - incluindo alunas/os da
instituição -, além de apresentações musicais nos intervalos das atividades. Por se tratar de
um evento científico, o SEGEX foi devidamente registrado no Comitê de Pesquisa e
Extensão da instituição e todas/os as/os participantes e palestrantes receberam certificado
de participação.
Após a realização do seminário, foi solicitado as/aos participantes que

�respondessem a um questionário para que avaliassem o evento e sugerissem temas que
poderiam ser trabalhados nas próximas edições. De forma geral, o SEGEX foi bem
recebido pela comunidade, onde 87% das/os respondentes disseram que o evento foi
excelente; 90,1% responderam que o evento contribui totalmente ou muito para sua
formação e 73,9% disseram que conseguiram perceber como as relações de gênero estão
presentes no dia-a-dia de cada um. Esses dados demonstram a carência das/os alunas/os e a
urgência que se tem em tratar temas como esses, principalmente entre jovens em processo
de formação.

4. Considerações Finais
“A biblioteca não foi, não é e nunca será neutra” (ALMEIDA JR., 1997, p.53). Ao
optar por trabalhar um evento sobre gênero e sexualidade dentro de uma biblioteca o que se
pretende mostrar é que este local não se limita ao fornecimento de materiais para apoio às
atividades de ensino e pesquisa. A biblioteca é um espaço vivo de interação, onde os
sujeitos podem se construir como indivíduos. Tratar, através de um evento científico, temas
muitas vezes relegados à informalidade, proporciona uma ampla compreensão e discussão
do mundo que nos rodeia, permitindo reflexão, diálogo e um olhar crítico acerca das
diferenças que permeiam a socieda​de.
É importante ressaltar que a biblioteca em questão não possui um anfiteatro
adequado para receber qualquer tipo de evento, e que ações como essa ocorrem mediante
alterações no ​layout​, com a remoção das mesas de estudos, que dão lugar à estrutura do
evento. A gestão da biblioteca não vê como prejuízo a interrupção das atividades rotineiras
no setor para dar lugar a esse tipo de acontecimento, pois acredita que a promoção de temas
como esse contribuem para a concepção de biblioteca enquanto local de formação cidadã.
A boa recepção do SEGEX por parte das/os participantes evidencia a importância e
a necessidade de realização de discussões sobre a temática de gênero e sexualidade. Neste
sentido, a biblioteca foi muito mais do que somente o espaço físico utilizado para a
realização do evento, mas se tornou um canal de promoção da cidadania, de redução das
desigualdades e colaboradora para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

�5. Referências
ALMEIDA JÚNIOR, O. F. de. ​Sociedade e biblioteconomia​. São Paulo: Polis : APB,
1997. 129p.
BRASIL. Congresso Nacional. ​Lei n. 11.892 de 29 de dezembro de 2008.​ Institui a Rede
Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de
Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11892.htm​. Acesso em: 29 mar.
2019.
BRASIL. Congresso Nacional.​ Lei n. 12.711 de 29 de agosto de 2012.​ Dispõe sobre o
ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível
médio e dá outras providências. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12711.htm​ ​Acesso em: 29 mar.
2019.
KAUFMAN, Michael. Los hombres, el feminismo y las experiencias contradictorias del
poder entre los hombres. In: LEON, Magdalena; VIVEROS, Mara. ​Género e identidad:
ensayos sobre lo femenino y lo masculino. Bogota; TM; U.N.Facultad de Ciencias
Humanas, 1995. 123-146
MORAES, Marielle Barros de. Responsabilidade social bibliotecária (rsb): o que significa
em tempos de rupturas democráticas? In: SPUDEIT, Daniela; MORAES, Marielle.
Biblioteconomia social:​ epistemologia transgressora para o século XXI. São Paulo:
ABECIN, 2018. Disponível em:
http://abecin.org.br/data/documents/E-Book_Biblioteconomia_Social.pdf​ Acesso em: 29
mar. 2019.
SOUTO, Luiza. Assassinatos de LGBT crescem 30% entre 2016 e 2017, segundo relatório.
O Globo​, Rio de Janeiro, 17. jan. 2018. Disponível em:
https://oglobo.globo.com/sociedade/assassinatos-de-lgbt-crescem-30-entre-2016-2017-segundo-rela
torio-22295785​ ​Acesso em: 29 mar. 2019.

TRANSGENDER EUROPE. Transrespeto versus transfobia en el mundo. Berlim, 2018.
Disponível em
https://transrespect.org/wp-content/uploads/2018/11/TvT_TMM_TDoR2018_Tables_ES.pdf

Acesso em 29 mar. 2019.
VEIGA, M. S.; PIMENTA, J. S.; SILVA, L. S. O desafio educacional do bibliotecários nas
bibliotecas multiníveis da rede federal de educação profissional, científica e tecnológica.
Biblionline​, v. 14, n. 4, p. 49-64, 2018. Disponível em:
http://www.brapci.inf.br/index.php/res/v/109095​. Acesso em 29 mar. 2019.

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