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                  <text>REDES DE COLABORAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E A
COMUNIDADE: a relevância das ações de mediação da leitura na
extensão universitária

Ingrid Paixão de Jesus (UFBA) - ingridpaixao191@gmail.com
Henriette Ferreira Gomes (UFBA) - henriettefgomes@gmail.com
Raquel do Rosário Santos (UFBA) - quelrosario@gmail.com
Resumo:
Buscou investigar, a partir da produção científica da Ciência da Informação, como a
universidade e demais ambientes sociais, culturais e informacionais, podem, por meio da
construção de redes de colaboração, proporcionar o enriquecimento cultural, social e
cognitivo, seja a um público específico ou a qualquer sujeito social, favorecendo o
desenvolvimento de competências e atitudes, entre elas de leitura, que auxiliem seu
desenvolvimento na sociedade da informação. Objetivo: analisar, por meio da literatura
científica da Ciência da Informação, onde e quais ações de mediação da leitura, de formação
de leitores e/ou mediadores de leitura têm sido realizadas a partir de projetos de extensão de
universidades
brasileiras.
Metodologia:
pesquisa
descritiva,
com
abordagem
qualitativa-quantitativa, utiliza método bibliográfico e técnicas da bibliometria e análise de
conteúdo, a partir do universo de artigos identificados na Base de Dados Referenciais de
Artigos de Periódicos em Ciência da Informação (Brapci), publicados entre 2014 e 2019.
Resultados: mesmo de maneira tímida, quando as universidades desenvolvem esses projetos,
potencializam o crescimento e o fortalecimento dos sujeitos e da comunidade científica. Outro
resultado identificado foram os diversos ambientes sociais contemplados por meio dos projetos
de extensão, entre os quais: associações, casas de abrigo, penitenciárias, bibliotecas
comunitárias, escolas, praças e feiras públicas. Conclusões: destaca-se a relevância da
continuidade desses projetos de extensão que interferem e resultam em mudanças sociais
substanciais, além da garantia que, por meio da leitura, os sujeitos possam se conhecer e
reconhecer outras possibilidades de “vida”- de condutas e práticas sociais, sejam profissionais,
econômicas, políticas, entre outras.
Palavras-chave: Leitura – Projetos de extensão. Mediação da leitura. Projeto de extensão –
Mediação da leitura.
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

1 INTRODUÇÃO
A universidade, enquanto ambiente de construção do conhecimento, que
se desenvolve de maneira sistêmica, possui quatro pilares - ensino, pesquisa,
extensão e inovação – que devem estabelecer, por meio de seus agentes discentes, docentes, técnicos e administrativos- uma cooperação, interação e
crescimento mútuo, ressignificando o seu papel e contribuindo com a sociedade.
As bases de uma universidade se fortalecem entre seus muros, mas também
expandem as possibilidades de contato, significação e fortalecimento de relações
e aprendizagem, para além desses muros, quando têm correspondência com as
necessidades e expectativas sociais. Assim, a universidade e demais ambientes
sociais, culturais e informacionais, podem, por meio da construção de redes de
colaboração, proporcionar o enriquecimento cultural, social e cognitivo.
Neste contexto, justificou-se a realização desta pesquisa que buscou
analisar a produção científica sobre ações de extensão universitária que tiveram
como objetivo o incentivo a leitura, a formação de leitores e/ou mediadores da
leitura, que tenha sido publicada e indexada na Base de Dados Referenciais de
Artigos de Periódicos em Ciência da Informação (Brapci), no período de 2014 a
2019. A questão norteadora da pesquisa foi se a produção científica da Ciência da
Informação tem apresentado ações de mediação da leitura, desenvolvidas a partir
de projetos de extensão de universidades brasileiras em ambientes sociais? A
partir desta questão formulou-se como objetivo geral: analisar, por meio da
literatura científica da Ciência da Informação, onde e quais ações de mediação da
leitura têm sido realizadas, assim como aquelas voltadas à formação de leitores

�e/ou mediadores de leitura desenvolvida a partir de projetos de extensão de
universidades brasileiras.
2 REVISÃO DE LITERATURA
A universidade fomenta discussões que impulsionam o sujeito a colaborar
com o meio em que vive. Refletindo sobre isso, pode-se estabelecer uma relação
com o pensamento de Freire (1996) ao afirmar que a transformação do mundo
também é possível por meio da educação e que essa muda as pessoas, as quais
transformam a sociedade. Assim, ratifica-se a participação das universidades, por
meio da formação consciente dos sujeitos que a integra.
Neste sentido, a extensão pode ser compreendida como conjunto de ações
realizadas pela comunidade acadêmica, que se fundamentam na prática do
ensino-aprendizagem e na pesquisa. Garrafa (1988, p. 109) compreende a
extensão como "[...] um processo educativo, cultural e científico que articula o
ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora
entre universidade e sociedade." Deste modo, a conexão que se estabelece entre
esses dois polos é uma relação de troca, onde a universidade por meio da
pesquisa e do ensino oferece subsídios para um crescimento intelectual do sujeito,
enquanto a comunidade contribui com seus valores e cultura, além de ser um
espaço favorável para as práticas informacionais.

3 METODOLOGIA
A partir dos artigos disponibilizados na Base de Dados Referenciais de
Artigos de Periódicos em Ciência da Informação (Brapci), publicados entre 2014 e
2019, cujos títulos, resumos e palavras-chave apresentavam os descritores projeto
de extensão, extensão universitária e leitura, pode-se alcançar o objetivo geral de
analisar onde e quais dessas ações vem sendo desenvolvidas em projetos de
extensão universitária, e também os objetivos específicos:
a) mapeando os artigos científicos sobre mediação de leitura, formação de
leitores e/ou mediadores de leitura, realizadas a partir de projetos de
extensão universitária;

�b) identificando os tipos de ambientes sociais contemplados por tais
projetos de extensão universitária;
c) mapeando as universidades brasileiras que têm investido nessas ações.
A pesquisa se caracterizou como descritiva, com abordagem qualitativaquantitativa e adoção do método bibliográfico e das técnicas da bibliometria e
análise de conteúdo. Na primeira fase da pesquisa, durante o levantamento
bibliográfico foram excluídos artigos que tinham por objetivo apenas discussões
teóricas, sem apresentar a práxis informacional. Nesse percurso metodológico
foram alcançados os resultados apresentados e discutidos na próxima seção.
4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
Na análise dos conteúdos dos nove (9) artigos que compuseram a amostra,
pode-se observar relatos e resultados que apontam avanços dos sujeitos que
viveram as experiências proporcionadas pelos projetos de extensão quanto ao
entendimento da leitura, passando a tomar consciência quanto a força e
importância da leitura, para além da mera decodificação dos signos. Esses
projetos tem conseguido colaborar no sentido de que esses leitores mudem suas
percepções quanto a leitura, interpretação da palavra escrita relacionando-a à
realidade, transformando sua visão do mundo, o que pode interferir na sua
condição de sujeito social ativo.
Também foi possível observar que ações como contação de histórias e
rodas de leitura são atividades realizadas constantemente pelos projetos descritos
nos artigos analisados, como afirma Gomes (2008, p. 7) “A dialogia é fundamental
na produção de sentido pela condição de elo pelo qual trafegam as ideias e se
estabelece o contato fundamental para o ato de conhecer.” Por outro lado,
verificou-se que a ação voltada à dramatização e à produção de desenhos e
pinturas, com suas respectivas exposições precisam ser fortalecidas e
expandidas, já que apenas um (1) projeto a desenvolve. Acredita-se que os
projetos de extensão universitária também podem incentivar a manifestação
artística.

�Outro resultado identificado foram os diversos ambientes sociais
contemplados por meio dos projetos de extensão, entre os quais: associações,
casas de abrigo, penitenciárias, bibliotecas comunitárias, escolas, praças e feiras
públicas. Após a identificação da diversidade de locais nos quais os projetos de
extensão voltados à mediação da leitura e na formação de mediadores da leitura,
constata-se a riqueza de possibilidades de ambientes a partir dos quais as
universidades podem contribuir socialmente com o desenvolvimento de sujeitos
leitores e agentes promotores da leitura. Além disso, observa-se que, com todas
as carências de recursos nossas universidades têm trabalhado nessa perspectiva
e alcançando resultados positivos, reafirmando sua natureza inclusiva e sua
missão social.
Observou-se que esses projetos de extensão são desenvolvidos
exclusivamente por universidades federais, localizadas nas regiões Norte,
Nordeste, Sul e Sudeste. Esse resultado também sinaliza a importância das
universidades da região centro-oeste investirem nesse tipo de ação. No entanto,
pondera-se que pode ainda haver um número maior de projetos em
desenvolvimento em outras universidades, mas cujos responsáveis pela
experiência não publicizaram a experiência e os resultados alcançados. Neste
sentido, esta é uma recomendação importante, a de que docentes, pesquisadores
e discentes envolvidos em projetos de extensão devem produzir relatos de
experiências, pesquisas em torno delas, produzindo comunicações científicas,
visando o compartilhamento do conhecimento desenvolvido nessas experiências.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Enfatiza-se a importância da continuidade e até maior aprofundamento de
pesquisas que ampliem as camadas de investigação em torno da temática deste
estudo, visando compreendem com maior profundidade as repercussões de
projetos desse tipo, tanto no âmbito da universidade quanto da comunidade
externa atendida por eles. Também destaca-se a relevância da continuidade
desses projetos de extensão, e de expansão de projetos desse tipo, que
interferem e contribuem com mudanças sociais substanciais, na medida que, por

�meio da leitura, os sujeitos envolvidos passam conhecer outras possibilidades de
“vida”, outras condutas e práticas sociais, têm a possibilidade do autoconhecimento, abrindo possibilidades de mudanças profissionais, econômicas,
políticas, entre outras.
REFERÊNCIAS
ALENCAR, Lucídio Lopes de. Bibliotecários como promotores de ações culturais:
um relato de experiência da 1ª festa literária da univasf: a Festa Literária do Vale
do São Francisco. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v.
11, n. Especial, p. 128-146, 2015. Disponível em:
http://www.brapci.inf.br/index.php/res/v/4266. Acesso em: 30 mar. 2019.
CAVALCANTE, Kátia Viana; LOPES, Felipe Vlaxio; TASHIRO, Mayara Mota.
Ludicidade na sala de leitura como forma de inclusão para as crianças da Casa
VHIDA em Manaus/AM. Revista Brasileira de Educação em Ciência da
Informação, n. 1, v. 4, p. 184-198, 2017. Disponível em:
http://www.brapci.inf.br/index.php/res/v/71603. Acesso em: 23 mar. 2019.
COLARES, Leni Beatriz; LINDEMANN, Catia Rejane. Implantação da Biblioteca no
Cárcere: desafios e possibilidades. Informação &amp; Sociedade: Estudos, n. 3, v.
25, p. 205-215, 2015. Disponível em:
http://www.brapci.inf.br/index.php/res/v/92634. Acesso em: 23 mar. 2019.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: paz e Terra, 1996, p. 67. (Coleção Leitura).
GARRAFA, V. (org.). Extensão: a universidade construindo saber e cidadania:
relatório de atividades, 1988.
GOMES, Henriette Ferreira. A mediação da informação, comunicação e educação
na construção do conhecimento. Datagramazero [Rio de Janeiro], v. 9, n. 1, fev.
2008. Disponível em: http://dgz.org.br/fev08/F_I_art.htm. Acesso em: 1 mar. 2019.
SILVA, Elieny do Nascimento. A responsabilidade social da biblioteconomia
nas ações de extensão universitária. 2017. 250f. Tese (Doutorado) – Programa
de Pós-Graduação em Ciência da Informação, Universidade Federal da Bahia
(UFBA), Salvador, 2017. Disponível em:
https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/25357. Acesso em: 6 fev. 2019
AGRADECIMENTOS
O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de
Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001.

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