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                  <text>Praler - Prazeres da Leitura
Pierre André Ruprecht (Instituição - a informar) - pierre@spleituras.org
Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas (SisEB) - siseb@spleituras.org
Giovanna Carvalho Sant'Ana (SP Leituras) - giovanna@spleituras.org
Vanessa Pereira de Sousa (Instituição - a informar) - vanessasousa@spleituras.org
JULIANA BORGHETI DE FIGUEIREDO (SP LEITURAS) - julianafigueiredo@spleituras.org
Resumo:
O Praler – Prazeres da Leitura, criado em 2008 pela Secretaria da Cultura e Economia Criativa
do Estado de São Paulo, é um programa que tem como finalidade promover e desenvolver o
gosto pela leitura em populações potentes que vivem em territórios que apresentam
características de vulnerabilidade social. O Praler tem a SP Leituras – Associação Paulista de
Bibliotecas e Leitura, organização social de cultura, como parceira em seu planejamento,
execução, monitoramento e avaliação.
O objetivo é que a literatura, os livros e a leitura apoiem processos individuais de recuperação
e de resgate da autoestima. Uma vez realizada a ação, a ideia é compartilhar com a
organização parceira um aprendizado sobre o uso da leitura como instrumento para a
promoção social, cultural e de cidadania. O programa prevê a doação de um acervo de
publicações variadas e a realização de uma série de intervenções conduzidas por profissionais
e atores locais com experiência em diversas formas de mediação de leitura.
Suas atividades são voltadas a pessoas abrigadas em espaços públicos como asilos, hospitais,
albergues, casas de saúde e presídios, além de organizações dedicadas à educação não formal.
O envolvimento da comunidade e das organizações é fundamental para a continuidade das
ações após o término das intervenções do programa. Somente o empoderamento dos atores
sociais em seus respectivos territórios é capaz assegurar a autonomia e a sustentabilidade das
ações de mediação de leitura e programação cultural por meio de pessoas que se apropriam e
aprimoram estratégias conforme as necessidades de cada comunidade.
Palavras-chave: Leitura, Literatura, Biblioteca Viva, Território, Vulnerabilidade Social.
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�XVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da
Informação
1º a 4 de outubro de 2019
Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência
Eixo 2: Ninguém fica para trás

Resumo expandido
O Praler – Prazeres da Leitura, criado em 2008 pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa
do Estado de São Paulo, é um programa que tem como finalidade promover e desenvolver o
gosto pela leitura em populações potentes que vivem em territórios que apresentam
características de vulnerabilidade social. O Praler tem a SP Leituras – Associação Paulista de
Bibliotecas e Leitura, organização social de cultura, como parceira em seu planejamento,
execução, monitoramento e avaliação.
O objetivo é que a literatura, os livros e a leitura apoiem processos individuais de recuperação
e de resgate da autoestima. Uma vez realizada a ação, a ideia é compartilhar com a
organização parceira um aprendizado sobre o uso da leitura como instrumento para a
promoção social, cultural e de cidadania. O programa prevê a doação de um acervo de
publicações variadas e a realização de uma série de intervenções conduzidas por
profissionais e atores locais com experiência em diversas formas de mediação de leitura.
Geralmente suas atividades são voltadas a pessoas abrigadas em espaços públicos como
asilos, hospitais, orfanatos, albergues, casas de saúde e presídios, além de organizações
dedicadas à educação não formal.
O envolvimento da comunidade e das organizações é fundamental para a continuidade das
ações após o término das intervenções do programa. Somente o empoderamento dos atores
sociais em seus respectivos territórios é capaz assegurar a autonomia e a sustentabilidade
das ações de mediação de leitura e programação cultural por meio de voluntários que se
apropriam e aprimoram estratégias conforme as necessidades de cada comunidade.
Palavras-chave: Leitura, Literatura, Biblioteca Viva, Território, Vulnerabilidade Social.

1

�PRALER – PRAZERES DA LEITURA
Autores
Pierre André de Ruprecht. SP Leituras – Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura –
pierre@spleituras.org
Erlon Marcos Kirst. SP Leituras – Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura –
marcoskirst@spleituras.org
Giovanna Carvalho Sant’Ana. SP Leituras – Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura –
giovanna@spleituras.org
Vanessa Pereira de Sousa. SP Leituras – Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura –
vanessasousa@spleituras.org
Juliana Borgheti de Figueiredo. SP Leituras – Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura –
julianafigueiredo@spleituras.org

Introdução
"A literatura confirma e nega, propõe e denuncia, apoia e combate,
fornecendo a possibilidade de vivermos dialeticamente os problemas. Por
isso é indispensável tanto a literatura sancionada quanto a literatura proscrita;
a que os poderes sugerem e a que nasce dos movimentos de negação do
estado de coisas predominante." (CANDIDO, 2004, p. 175)

A cultura, a leitura e a literatura são direitos e princípios de cidadania. É com base nessas
premissas que o programa Praler – Prazeres da Leitura contribui para incentivar a leitura e a
formação de público leitor, bem como garantir, como coloca Botelho (2016), a “democracia
cultural” em locais que não sejam especificamente destinados para tal fim, como hospitais,
unidades básicas de saúde, organizações comunitárias, asilos, abrigos, albergues, unidades
prisionais, entre outros.
“Uma sociedade justa pressupõe o respeito dos direitos humanos, e a fruição da arte e da
literatura em todas as modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável." (CANDIDO,
2004, p. 191). Em concordância com a afirmação de Candido, o programa cumpre seu papel
pela doação de livros, pela realização de intervenções de mediação de leitura em diferentes
formatos, tais como contação de histórias, leitura coletiva, interpretação de textos, exercícios
de escrita criativa e outros, e pela capacitação de profissionais que atuam como
multiplicadores das práticas desenvolvidas.
Como contrapartida, as organizações parceiras devem ter equipes interessadas, potencial
para manter ações permanentes de leitura, além de área destinada à prática da leitura.
Uma das principais características do Praler é a flexibilidade de adaptação às demandas tanto
da organização como do público a ser atendido. Seus formatos ajustam-se para que todos os
públicos possam ter acesso à leitura. Tal proposta é corroborada por Botelho (2016):
“Assim, se queremos definir o caráter geral de uma política cultural para a
democracia, ela deve investir na produção de arranjos institucionais de tal
forma que eles proporcionem a expressão dos interesses substantivos dos
indivíduos e dos grupos que compõe a sociedade.” (BOTELHO, 2016, p. 47)
2

�O ritmo das intervenções também pode ser acelerado ou retardado para alcançar os objetivos
definidos de comum acordo pelas organizações envolvidas. Os mediadores são selecionados
conforme as necessidades de cada grupo, das características da organização parceira ou da
dinâmica a ser desenvolvida.
Relato da experiência
O Praler – Prazeres da Leitura está estruturado para atuar nos seguintes eixos: a) atender
públicos potentes em situação de vulnerabilidade social, desassistidos por outros programas
de acesso ao livro e à leitura; b) por meio de parcerias com organizações interessadas em
implantar e/ou ampliar ações de leitura junto a seus públicos; c) pela aplicação de um “saber
fazer” que vem sendo consolidado em experiências realizadas em diferentes organizações e
públicos de perfis variados.
“A democracia cultural pressupõe a existência de vários públicos, no plural,
com suas necessidades, suas aspirações próprias e seus modos particulares
de consumo e fruição, tanto na cultura local quanto naquela que pertence a
um universo mais amplo, nacional ou internacional.” (BOTELHO, 2016, p.45)

O programa tem dois públicos-alvo: 1) público final – cidadãos em situação de vulnerabilidade
social, de diferentes faixas etárias, sendo: crianças e jovens no contraturno escolar, famílias
desabrigadas, albergados, moradores de rua, grupos de Terceira Idade, pacientes de clínicas
psiquiátricas, grupos de dependentes químicos, internos em estabelecimentos prisionais,
refugiados e outros grupos similares; 2) público-meio – equipes de profissionais que atuam
nas organizações parceiras que são capacitados para assumir a continuidade do programa
após o encerramento do seu ciclo de intervenções, sendo: educadores, arte-educadores e
auxiliares de educação, bibliotecários, assistentes sociais e profissionais que trabalham em
organizações parceiras que atendem cidadãos em situação de risco social.
Botelho (2016, p. 45) ainda nos lembra do desafio de entender a população não apenas como
receptoras das ações culturais, mas também como “participante ativa”. O que surge como
desafio no campo do processo cultural, na verdade ressurge das demandas e orientação
dadas pela sociedade civil, que se reconhece como mediadora, artista, produtora e validadora
da cultura. Com base nesse entendimento é que que o Praler se (re)orienta para compartilhar
e construir com seus públicos-participantes e não apenas ofertar projetos e atividades. Assim:
“O leitor crítico será, então, aquele, que, na leitura, se afirma e reconhece
como parte do processo de produção de sentido. Ele não toma impunemente
a palavra alheia e a reproduz, mas sim, mesmo quando concorda com o autor
do texto, dirige a ele – texto, autor – sua contrapalavra, assumindo
conscientemente para si o que foi enunciado por outro. Caso contrário, ele se
faz como sujeito, se aliena da vida e do conhecimento.” (BRITTO, 2015, p.
81)

Desde 2017, o programa desenvolve um projeto experimental em parceria com a Fundação
Santo André para a formação e consolidação da Rede Beija-flor de Pequenas Bibliotecas
Vivas de Santo André, composta por quatro bibliotecas comunitárias, duas bibliotecas
públicas municipais e duas bibliotecas escolares.
3

�Iniciado com dotação orçamentária da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado
de São Paulo, esse projeto foi ampliado com o investimento de US$9,300 (nove mil e trezentos
dólares) obtidos do edital Iberbibliotecas 2018, em prol do livro e leitura nos países ibéricos,
programa do Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e o Caribe, das
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Cerlalc / Unesco).
Essa conquista permitiu desdobramentos inovadores e a capacitação de um expressivo grupo
de lideranças comunitárias dos bairros Cata Preta e Sacadura Cabral do município de Santo
André, educadores, voluntários e estudantes do curso de Pedagogia da Fundação Santo
André, além de ampliar a oferta de acervos para as oito bibliotecas e a realização de
programação cultural que incluiu encontros com escritores renomados, contações de
histórias, saraus, intervenções artísticas de dança, música e circo, capacitações sobre leitura
e literatura, e outras atividades similares. Em concomitância a esse conjunto de atividades,
são regularmente realizadas ações de mediação de leitura pelos atores locais.
“[...] o iniciador ao livro desempenha um papel-chave: quando um jovem vem
de um meio em que predomina o medo do livro, um mediador pode autorizar,
legitimar, um desejo inseguro de ler ou aprender, ou até mesmo revelar esse
desejo. E outros mediadores poderão em seguida acompanhar o leitor, em
diferentes momentos de seu percurso.
Esse mediador é com frequência um professor, um bibliotecário ou, às vezes,
um livreiro, um assistente social ou um animador voluntário de alguma
associação, um militante sindical ou político, até um amigo ou alguém com
quem cruzamos.” (PETIT, 2008, p. 148-149)

Em conformidade com o projeto vivenciado nesses dois territórios, Petit (2009, p. 122 e p.
151) ainda afirma que “nada pode ser considerado definitivamente ganho, sobretudo em
contextos tão conflagrados, onde a segregação social é tão violenta. E o mediador só pode
dar o que ele tem, não pode reparar as desordens e as desigualdades do mundo, nem lá nem
aqui” e que “[...] a despeito da realidade tão difícil que eles conhecem: a literatura não é uma
experiência separada da vida; a literatura, a poesia e a arte estão também na vida; é preciso
prestar atenção.”
Para todas as intervenções do programa, são realizadas avaliações com os usuários e
gestores de cada organização parceira com a finalidade de aferir e monitorar os resultados e
aprimorar o programa. As avaliações quantitativas e qualitativas servem para consolidar o
modelo e suas caraterísticas de flexibilidade para atender demandas que surgem durante as
intervenções. As observações das organizações parceiras e dos públicos são fundamentas
para o processo de mútuo aprendizado.

4

�Considerações finais
“Se a literatura pode nos fazer caminhar para um mundo de mais
entendimento, resta saber. O que é possível, e isso sem dúvidas, é acreditar
que a palavra, em sua dimensão mais estética e simbólica, pode ser
redentora e ressignificadora do próprio lugar no mundo. Um lugar de encontro
e de superação da imediata realidade, especialmente quando ela é muito
menos do que se deseja e muito mais do que se suporta.” (PEREIRA, 2018,
p. 117)

Em complementação a Pereira (2018), Yunes (2019, p. 35) enfatiza que a “a literatura, como
as artes (o cinema, a canção popular, a fotografia, etc), amplamente, pode dar a ver outras
dimensões de si mesmo e do outro, assim como da vida em comum.”
O programa, seu conjunto de ações e as parcerias estratégicas atuam para apoiar processos
individuais de recuperação e resgate de autoestima tendo o livro, a leitura e a literatura como
instrumentos de promoção social, cultural e de cidadania. Esses objetivos têm sido
alcançados. De 2012 a 2018 foram realizadas 280 ações, com 8.915 participações, em 54
diferentes instituições, de quatro municípios do Estado de São Paulo.
Agências financiadoras
Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo – Unidade de Difusão
Cultural, Bibliotecas e Leitura – Contrato de Gestão nº 3/2016

REFERÊNCIAS
BOTELHO, Isaura. Dimensões da cultura – Políticas culturais e seus desafios. Edições Sesc
São Paulo, São Paulo, 2016.
BRITTO, Luiz Percival Leme. Ao revés do avesso – Leitura e formação. Ed. Pulo do Gato,
São Paulo, 2015.
CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. Vários Escritos. Ed. Ouro sobre Azul, Rio de
Janeiro, 2004.
PEREIRA, Ana Vieira. À margem – experiências de literatura com pessoas encarceradas.
Revista Estudos Avançados. Universidade de São Paulo. Instituto de Estudos Avançados,
São

Paulo,

vol.

32,

n.

93,

p.

107-119,

mai./ago.

2018.

Disponível

em

http://www.scielo.br/pdf/ea/v32n93/0103-4014-ea-32-93-0107.pdf. Acesso em: 22 jun. 2019.
PETIT, Michèle. A arte de ler: ou como resistir à adversidade. Ed. 34, São Paulo, 2009.
PETIT, Michèle. Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Ed. 34, São Paulo, 2008.
YUNES, Eliana. A leitura e a literatura como direitos e princípios de cidadania. Mediação:
cultura, leitura e território. Cadernos Notas de Biblioteca, Secretaria de Cultura e Economia
Criativa do Estado de São Paulo, São Paulo, 2019.

5

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              <text>O Praler – Prazeres da Leitura, criado em 2008 pela Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, é um programa que tem como finalidade promover e desenvolver o gosto pela leitura em populações potentes que vivem em territórios que apresentam características de vulnerabilidade social. O Praler tem a SP Leituras – Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura, organização social de cultura, como parceira em seu planejamento, execução, monitoramento e avaliação.O objetivo é que a literatura, os livros e a leitura apoiem processos individuais de recuperação e de resgate da autoestima. Uma vez realizada a ação, a ideia é compartilhar com a organização parceira um aprendizado sobre o uso da leitura como instrumento para a promoção social, cultural e de cidadania. O programa prevê a doação de um acervo de publicações variadas e a realização de uma série de intervenções conduzidas por profissionais e atores locais com experiência em diversas formas de mediação de leitura.Suas atividades são voltadas a pessoas abrigadas em espaços públicos como asilos, hospitais, albergues, casas de saúde e presídios, além de organizações dedicadas à educação não formal.O envolvimento da comunidade e das organizações é fundamental para a continuidade das ações após o término das intervenções do programa. Somente o empoderamento dos atores sociais em seus respectivos territórios é capaz assegurar a autonomia e a sustentabilidade das ações de mediação de leitura e programação cultural por meio de pessoas que se apropriam e aprimoram estratégias conforme as necessidades de cada comunidade.</text>
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