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                  <text>O diagnóstico das bibliotecas setoriais da Universidade Federal de
Viçosa: a acessibilidade em questão

Alejandro de Campos Pinheiro (UFV) - alejandrocampos29@gmail.com
Resumo:
As pessoas com deficiência têm ocupado devidamente o seu espaço na sociedade com base na
lei brasileira da inclusão (13.146/2015), lei de cotas para deficientes e pessoas com deficiência
(8213/91), que asseguram os seus direitos e colaboram para o exercício da sua cidadania.
Constata-se uma evolução em relação a inclusão social da pessoa com deficiência, porém,
ainda há muito a ser realizado para que de fato eles possam ser respeitados como cidadãos. O
campus de Viçosa, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), possui 14 bibliotecas setoriais,
que se encontram divididas nos diversos departamentos da instituição. É preciso repensar se
elas estão adequadas para receber e atender a pessoa com deficiência, o que exigirá
habilidades da equipe de colaboradores da biblioteca. O objetivo desse trabalho é verificar se
as bibliotecas setoriais da UFV possuem condições em receber, atender e satisfazer as
necessidades informacionais do usuário que possui mobilidade reduzida e deficiência visual.
Foi realizado visita in loco nas bibliotecas setoriais para conhecer e avaliar o espaço em
relação a sua acessibilidade para deficientes físicos e visuais. Utilizou-se a NBR 9050 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas de 2015 para verificar questões de acesso,
mobilidade, localização e leiautes das estantes das bibliotecas. Por meio deste estudo
constatou-se que, a maioria das bibliotecas setoriais não atendem as necessidades de
mobilidade e de informação das pessoas com deficiência. Observa-se a urgência de mudança
de vários itens desde a instalação de rampas, piso tátil, elevadores nas unidades de
informação e em todo o campus universitário.
Palavras-chave: Acessibilidade; Bibliotecas universitárias;
Universidade Federal de Viçosa
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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Pessoas

com

deficiência;

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Introdução:
O indivíduo na sociedade atual, se encontra cercado de diversas fontes de
informação (periódicos, jornais, televisão, sites, etc.) facilitado ainda com o
advento e disseminação do acesso à internet. É notório na conjuntura recente, que
o acesso a informação popularizou-se contribuindo para uma autonomia e
independência do sujeito no processo de busca e uso da informação. Entretanto,
quando se aborda sobre sociedade é preciso refletir, que a mesma é composta
por pessoas que apresentam pensamentos convergentes, divergentes, diferentes
níveis sócio-econômicos e que necessitam de aspectos básicos como saúde,
emprego, lazer, moradia para atingir o nível mínimo da dignidade humana. Assim,
para que se alcance uma sociedade mais justa e igualitária é preciso que haja
também a inclusão daqueles indivíduos que possuem limitações em aprender,
ouvir ou se locomover, ou seja, as pessoas com deficiência.
As pessoas com deficiência fazem parte de um público que vem ocupando
devidamente o seu espaço na sociedade como base na lei brasileira da inclusão
(13.146/2015), lei de cotas para deficientes e pessoas com deficiência (8213/91),
que asseguram os seus direitos e colaboram para o exercício da sua cidadania.
Segundo dados obtidos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio
Teixeira (INEP) (2017) houve um aumento de 40% de estudantes que ingressaram
no ensino superior, que possuem algum tipo de deficiência em relação aos dados
de 2012. Nesse sentido, constata-se uma evolução em relação a inclusão social
da pessoa com deficiência, porém, ainda há muito a ser realizado para que de fato
eles possam ser respeitados como cidadãos. Para isso acontecer é necessário
repensar aspectos relacionados a mobilidade urbana, infraestrutura dos espaços
públicos e privados e em relação a busca, acesso e uso da informação em
arquivos, museus e bibliotecas.
A Universidade Federal de Viçosa possui três campus situados nas cidades
de Florestal, Rio Paranaíba e Viçosa no interior do Estado de Minas Gerais. No
campus de Viçosa há existência de 14 bibliotecas setoriais, que se encontram
divididas nos diversos departamentos da instituição. São consideradas bibliotecas
especializadas, pois possuem acervo específico de acordo com as áreas de
conhecimento das Ciências Agrárias, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências
Exatas e Tecnológicas e Ciências Humanas, Letras e Artes. Ainda que sejam
distintas nos aspectos de acervo, infraestrutura, produtos e serviços podem ser
semelhantes quando o assunto é acessibilidade. É preciso repensar se elas estão

�adequadas para receber e atender a pessoa com deficiência, o que exigirá
habilidades distintas da equipe de colaboradores da biblioteca. Logo, o objetivo
desse trabalho é verificar se as bibliotecas setoriais da Universidade Federal de
Viçosa (UFV) possuem condições em receber, atender e satisfazer as
necessidades informacionais do usuário que possui mobilidade reduzida e
deficiência visual.
Método da pesquisa:
Foi realizado visita in loco nas bibliotecas setoriais da UFV para conhecer e
avaliar o espaço em relação a sua acessibilidade para deficientes físicos e visuais.
Utilizou-se como instrumento norteador a NBR 9050 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas de 2015 para verificar questões de acesso, mobilidade,
localização e leiautes das estantes das bibliotecas. Além disso, foi questionado
aos servidores responsáveis pelas respectivas bibliotecas setoriais, se há obras
disponíveis no formato Braille ou áudio para usuários que apresentam deficiência
visual.
Discussão e Resultados:
Para uma maior visibilidade, análise e comparação dos dados coletados foi
elaborado um quadro de diagnóstico de acessibilidade das bibliotecas setoriais da
UFV.
Quadro 1 – Diagnóstico de acessibilidade para as bibliotecas setoriais da
UFV
Biblioteca Setorial
Arquitetura
Urbanismo

e

Biologia Animal

Biologia Geral

e

Comunicação Social

e

Mobilidade

Mobiliário

Não possui material
no formato Braille ou
áudio.

Rampa.
Ausência de piso tátil.

Não possui material
no formato Braille ou
áudio.

Elevador.
Ausência
de piso tátil.
Biblioteca localizada
no 4º andar.
Elevador.
Biblioteca
localizada
no
4º
andar.
Ausência de piso tátil.
Rampa.
Biblioteca localizada
no térreo.
Ausência de piso tátil.
Rampa.
Biblioteca localizada
no térreo.
Ausência de piso tátil.
Rampa.

Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.
Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.
Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.
Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.
Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.
Altura do balcão

Não possui material
no formato Braille ou
áudio.

Ciências Exatas
Tecnológicas

Dança

Acervo

Ciências

Não possui material
no formato Braille ou
áudio
Não possui material
no formato Braille ou
áudio.
Não possui material

de
um
de
um
de
um
de
um
de
um
de

�Sociais

Economia Doméstica

Economia Rural

no formato Braille ou
áudio.
Não possui material
no formato Braille ou
áudio.
Não possui material
no formato Braille ou
áudio.

Educação

Possui
livro
em
formato Braille, mas
não possui em áudio.

Engenharia Florestal

Não possui material
no formato Braille ou
áudio.

Fitopatologia

Letras

Nutrição e Saúde

Solos

Não possui material
no formato Braille ou
áudio.
Não possui material
no formato Braille ou
áudio.
Não possui material
no formato Braille ou
áudio.
Não possui material
no formato Braille ou
áudio.

Biblioteca localizada
no térreo.
Ausência de piso tátil.
Elevador.
Biblioteca localizada
no 2º andar.
Ausência de piso tátil.
Rampa.
Há um projeto de
instalação
de
elevador.
Ausência de piso tátil.
Não possui elevador e
nem rampa.
Biblioteca localizada
no 2º andar.
Ausência de piso tátil.
Rampa.
Biblioteca localizada
no térreo.
Ausência de piso tátil.
Rampa.
Biblioteca localizada
no térreo.
Ausência de piso tátil.
Rampa.
Biblioteca localizada
no térreo.
Ausência de piso tátil.
Elevador.
Biblioteca localizada
no 5º andar.
Ausência de piso tátil.
Não possui rampa e
nem elevador.
Biblioteca localizada
no 2º andar.
Ausência de piso tátil.

atendimento
inadequado para
cadeirante.
Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.
Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.

um
de
um
de
um

Altura do balcão de
atendimento
adequada para um
cadeirante.
Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.
Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.
Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.
Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.
Altura do balcão
atendimento
inadequado para
cadeirante.

de
um
de
um
de
um
de
um
de
um

Fonte: Elaborado pelo autor (2019).

Com base nos dados apresentados no QUADRO 1, em relação ao acervo,
verifica-se que apenas a biblioteca setorial do departamento de Educação
apresenta acervo em formato Braille. Em formato áudio nenhuma biblioteca possui
esse tipo de material. Acredita-se que a ausência de uma impressora em Braille e
o seu alto custo pode estar diretamente relacionado com falta desse tipo de
material no acervo das bibliotecas setoriais. Segundo Coutinho e Silva (2012, p.
15) “falta de materiais especializados: custos elevados para aquisição de materiais
específicos para cada tipo de deficiência implica, muitas vezes, na ausência
desses serviços como por exemplo o Método Braille”.
Em relação a mobilidade para um deficiente visual constata-se a ausência
de piso tátil em todas as bibliotecas setoriais, o que dificulta a acessibilidade
desse usuário. Pessoas com a deficiência supracitada costumam utilizar a bengala
como instrumento de auxílio para a sua locomoção, porém a mesma apresenta

�funcionalidade ideal, se for usada conjuntamente em um local que tenha o piso
tátil. Ressalta-se que, apenas a instalação de piso tátil na biblioteca setorial é
insuficiente para garantir a locomoção do usuário com deficiência visual, uma vez
que é preciso percorrer antes um trajeto para chegar nesse espaço. Avalia-se
então, a necessidade de sensibilização e conscientização das chefias
responsáveis dos órgãos da universidade para a implantação do piso tátil em toda
a sua extensão. Mazzonni et al. (2001, p. 31) afirmam que
Dentro da estrutura de uma biblioteca universitária, a acessibilidade
envolve tantos aspectos urbanísticos (estacionamento, caminhos de
acesso etc.), como aspectos arquitetônicos (iluminação, ventilação,
espaço para circulação entre ambientes, banheiros, rampas adequadas
etc.

Em relação ao usuário que possui mobilidade reduzida, as bibliotecas
localizadas no térreo apresentam rampas e as que se encontram em outros
andares possuem elevador, com exceção das bibliotecas setoriais do
Departamento de Educação e Departamento de Solos. A falta de acessibilidade
impede que esse usuário usufrua as funcionalidades, produtos e serviços que
essas bibliotecas tem a oferecer. Logo, repensar a arquitetura desses ambientes
para torná-lo inclusivo é fundamental, pois contribuirá na autonomia e
independência desse usuário transitar livremente no ambiente. Segundo Pupo,
Melo e Ferrés (2006, p. 18) “acessibilidade arquitetônica: não deve haver barreiras
ambientais físicas nas casas, nos edifícios, nos espaços ou equipamentos
urbanos e nos meios de transportes individuais ou coletivos”.
Quando se refere ao mobiliário, a altura do balcão de atendimento é apenas
adequada na biblioteca do Departamento de Educação, de acordo com a NBR
9050 de 2015. Um espaço adequado deve ser planejado de forma a atender todos
os tipos de pessoas com ou sem deficiência. Nesse sentido, o desenho universal
tem como proposta em pensar em um ambiente em que possa ser usado por
todos e não criar espaços exclusivos para pessoas com deficiência (MAZZONI et
al, 2001). Com base nessa perspectiva há uma reflexão de um espaço inclusivo e
que colabora para o exercício de cidadania desse usuário com habilidades
peculiares.
Os leiautes de todas as bibliotecas setoriais da Universidade Federal de
Viçosa não atendem as exigências da NBR 9050 de 2015, o que dificulta ações de
acesso, localização, busca e recuperação da informação comprometendo assim, o
atendimento e a satisfação das necessidades dos usuários com deficiência.
Considerações Finais:
A biblioteca universitária é um espaço de intermediação entre o usuário e
as suas necessidades informacionais de modo também a contribuir com os
processos de ensino, pesquisa e extensão da universidade. Nesse sentido, ela
precisa buscar soluções para atender as demandas e expectativas do seu público
constituído por indivíduos das mais diversas faixas etárias, níveis sócioeconômicos e com as mais variadas características físicas, com ou sem
limitações, como as pessoas com deficiência.

�Por meio deste estudo constatou-se que, a maioria das bibliotecas setoriais
da Universidade Federal de Viçosa não atendem as necessidades de mobilidade e
de informação das pessoas com deficiência. Observa-se a urgência de mudança
de vários itens desde a instalação de rampas, piso tátil, elevadores nas unidades
de informação e em todo o campus universitário.
A modificação do leiaute e a adequação da altura do balcão de
atendimentos das bibliotecas é de fundamental importância de modo a facilitar a
circulação de usuários cadeirantes e com isso ter acesso aos produtos e serviços
que elas possam oferecer. “A biblioteca universitária que atender a estas
especificações estará garantindo a qualidade, a segurança e satisfação dos seus
usuários, bem como a oferta de produtos e serviços de qualidade” (COUTINHO;
SILVA, 2012, p. 10).
Salienta-se também a importância da realização de cursos de capacitação
para os colaboradores das bibliotecas setoriais, para que os mesmos saibam
como proceder quando uma pessoa com deficiência procurar os produtos e
serviços desses espaços. “Os funcionários devem ser solícitos no momento do
atendimento, permitindo a acessibilidade (FIALHO; SILVA, 2012, p. 155)”.
Referências:
COUTINHO, J. F. P.; SILVA, A. L. A. Analisando as condições de acessibilidade
para usuários com deficiência física numa biblioteca universitária em João Pessoa.
Biblionline, João Pessoa, v. 8, n. esp., p. 3-17, 2012. Disponível em:
&lt;http://www.brapci.inf.br/index.php/res/download/100781&gt;. Acesso em: 13 abr.
2019.
FIALHO, J.; SILVA, D. O. Informação e conhecimento acessíveis aos deficientes
visuais nas bibliotecas universitárias. Perspectivas em Ciência da Informação,
Belo Horizonte, v. 17, n. 1, p.153-168, jan./mar. 2012. Disponível em:
&lt;http://www.scielo.br/pdf/pci/v17n1/a09v17n1.pdf &gt;. Acesso em: 13 abr. 2019.
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO
TEIXEIRA. Sinopse Estatística da Educação Superior 2017. Brasília: Inep, 2018.
Disponível em:&lt; http://inep.gov.br/sinopses-estatisticas-da-educacao-superior&gt;.
Acesso em: 13 abr. 2019.
MAZZONI, A. A.; et al. Aspectos que interferem na construção da acessibilidade
em bibliotecas universitárias. Ci. Inf., Brasília, v. 30. n. 2, p. 29-34, maio/ago.
2001. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ci/v30n2/6209. Acesso em: 12 abr.
2019.
PUPO, D. T.; MELO, A. M.; FERRÉS, S. P. (Orgs.). Acessibilidade: discurso e
prática no cotidiano das bibliotecas. Campinas: Unicamp, 2006.

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              <text>As pessoas com deficiência têm ocupado devidamente o seu espaço na sociedade com base na lei brasileira da inclusão (13.146/2015), lei de cotas para deficientes e pessoas com deficiência (8213/91), que asseguram os seus direitos e colaboram para o exercício da sua cidadania. Constata-se uma evolução em relação a inclusão social da pessoa com deficiência, porém, ainda há muito a ser realizado para que de fato eles possam ser respeitados como cidadãos. O campus de Viçosa, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), possui 14 bibliotecas setoriais, que se encontram divididas nos diversos departamentos da instituição. É preciso repensar se elas estão adequadas para receber e atender a pessoa com deficiência, o que exigirá habilidades da equipe de colaboradores da biblioteca. O objetivo desse trabalho é verificar se as bibliotecas setoriais da UFV possuem condições em receber, atender e satisfazer as necessidades informacionais do usuário que possui mobilidade reduzida e deficiência visual. Foi realizado visita in loco nas bibliotecas setoriais para conhecer e avaliar o espaço em relação a sua acessibilidade para deficientes físicos e visuais. Utilizou-se a NBR 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas de 2015 para verificar questões de acesso, mobilidade, localização e leiautes das estantes das bibliotecas. Por meio deste estudo constatou-se que, a maioria das bibliotecas setoriais não atendem as necessidades de mobilidade e de informação das pessoas com deficiência. Observa-se a urgência de mudança de vários itens desde a instalação de rampas, piso tátil, elevadores nas unidades de informação e em todo o campus universitário.</text>
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