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                  <text>O ESTADO DA ARTE DE BIBLIOTECA COMUNITÁRIA NO BRASIL:
COMO A LITERATURA DEFINE ESTE CONCEITO

Patrícia Mallmann S. P. (UFRJ) - patriciamall@facc.ufrj.br
Gabriel José Teixeira da Silva (UFRJ) - gabrielteixeira831@gmail.com
Resumo:
Apresenta o panorama da produção científica sobre biblioteca comunitária no Brasil nas áreas
de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Tem como objetivo analisar o campo de estudos
de biblioteca comunitária, a fim de estabelecer seu estado da arte, no âmbito brasileiro, sendo
posteriormente expandido para os demais países da América Latina e Caribe. Para tanto,
utilizou as bases de dados: Google Acadêmico, BRAPCI e Portal de Periódicos da CAPES.
Foram recuperados 60 artigos brasileiros, sendo o primeiro datado de 1979. Os resultados
revelam que grande parte da produção brasileira é fruto de pesquisas empíricas (51 artigos), o
que sugere um comprometimento com a construção do conhecimento científico a partir da
realidade das bibliotecas comunitárias. Na década de 2010, concentra-se a maior parte da
produção, revelando um campo de estudos novo e com seus preceitos ainda em construção;
percebe-se também um aumento significativo das experiências práticas de bibliotecas
comunitárias nas duas últimas décadas. Considera-se que esse campo de estudos, apesar de
estar ganhando força recentemente, está amadurecendo na última década.
Palavras-chave: Biblioteca comunitária.
Informação. Brasil.

Estado

da

Arte.

Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

Biblioteconomia.

Ciência

da

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Introdução
Nos últimos anos, tem sido possível observar o aumento da experiência prática com
bibliotecas comunitárias no Brasil, motivado pela carência de bibliotecas públicas,
assim como de outros espaços de leitura e informação, em regiões
socioeconomicamente desfavorecidas. No contexto da discussão e das ações para
a redução das desigualdades socioeconômicas e culturais, a biblioteca comunitária
surge como importante ferramenta. No entanto, ao passo que essas experiências
caminham, suas concepções teóricas vão sendo construídas. Da mesma forma,
percebe-se na literatura a tentativa de relacionar as bibliotecas comunitárias com
uma emancipação social das comunidades locais nas quais são instaladas. No
entanto, se faz necessário buscar essa relação nos estudos empíricos, além de
estabelecer um panorama a respeito das discussões acerca desse campo de
estudos, no que diz respeito às influências, percurso, construtos e resultados
práticos, possibilitando o direcionamento de novos estudos.
O trabalho apresenta os primeiros resultados de uma pesquisa em andamento que
objetiva analisar o campo de estudos de biblioteca comunitária, a fim de estabelecer
seu estado da arte, no âmbito do Brasil e, posteriormente, de outros países da
América Latina e Caribe. O foco desta comunicação é a discussão acerca da
definição de biblioteca comunitária. Foram utilizadas as seguintes bases de dados:
Google Acadêmico, Base de Dados Referenciais de Artigos de Periódicos em
Ciência da Informação (BRAPCI) e o Portal de Periódicos da Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A busca foi realizada em
março de 2019, de forma simples e com a utilização do termo “biblioteca
comunitária”, sendo considerados título, resumo e palavras-chave. Foram
descartados os artigos que citavam o termo, mas não o possuíam como central na
discussão. Foram recuperados 60 artigos, sendo que o primeiro data de 1979.

�Estado da arte de biblioteca comunitária no Brasil
Dos sessenta artigos brasileiros recuperados, 51 apresentam resultados de
pesquisas empíricas e nove expõem uma discussão teórica. Percebe-se que a
grande maioria da produção se situa na década de 2010, conforme apresenta a
Tabela 1, o que revela ser este um campo de estudos recente e ainda em
construção.
Tabela 1 – Quantidade de artigos publicados no Brasil sobre biblioteca comunitária,
por ano e tipo de abordagem (teórica, empírica ou revisão de literatura)
ARTIGOS
ANO

TEÓRICOS EMPÍRICOS TOTAL

2018
1
2017
0
2016
0
2015
0
2014
0
2013
1
2012
1
2011
0
2010
3
2009
1
2008
0
2006
0
2005
0
2004
0
2003
0
1987
1
1984
1
1983
0
1979
0
TOTAL
9
Fonte: Os autores (2019).

10
7
2
5
3
0
2
6
5
2
2
1
2
1
1
0
0
1
1
51

11
7
2
5
3
1
3
6
8
3
2
1
2
1
1
1
1
1
1
60

O corpus de pesquisa demonstra que a discussão conceitual é bastante recorrente.
As primeiras publicações, em sua maioria, trazem experiências práticas de
bibliotecas comunitárias, sendo que as definições ainda estão em construção. As
únicas exceções até o ano de 2008, inclusive, são o artigo de Dumont (1984), que
apresenta uma revisão de literatura sobre bibliotecas de dupla finalidade; e o texto
de Suaiden (1987), em que o autor aborda os problemas das bibliotecas públicas e
populares na América Latina, com especial atenção ao Brasil, fazendo uma relação
das bibliotecas públicas brasileiras com a comunidade. Nesse período, a literatura

�acerca de bibliotecas públicas é utilizada para fundamentar a discussão, tendo em
vista a escassa produção.
Em 2009, Machado (2009) publica o artigo denominado “Uma discussão acerca do
conceito de biblioteca comunitária”, em que diferencia biblioteca comunitária de
biblioteca pública e popular, considerando-a um novo tipo de biblioteca. A autora
define biblioteca comunitária como:
[...] um projeto social que tem por objetivo, estabelecer-se como
uma entidade autônoma, sem vínculo direto com instituições
governamentais, articuladas com as instâncias públicas e privadas
locais, lideradas por um grupo organizado de pessoas, com o
objetivo comum de ampliar o acesso da comunidade à informação,
à leitura e ao livro, com vistas a sua emancipação social.

Nos anos seguintes, o artigo de Machado passou a ser repetidamente citado, tanto
para concordar com sua definição, como complementar ou apresentar
discordâncias. A produção desta década foi avançando, com estudos trazendo
debates mais amplos sobre alternativas para bibliotecas comunitárias, a busca de
um maior entendimento de como funciona esse fenômeno no Brasil e como
trabalhar para melhorar sua atuação e impacto social.
Blank e Sarmento (2010) apresentam uma discussão objetivando buscar uma
definição para o termo “biblioteca comunitária”, a partir de seu histórico, objetivos,
gestão, usuários e acervo, com base em autores que discutem também biblioteca
pública. As autoras concordam com a definição proposta por Machado (2009),
especialmente em relação às características de autonomia, flexibilidade e
articulação local, e da atuação ser mais voltada à ação cultural.
Prado (2010) acrescenta a importância do caráter memorialístico da biblioteca
comunitária, considerando uma de suas atribuições a construção e guarda da
memória local. No ano seguinte, Bastos, Almeida e Romão (2011) também discutem
a questão conceitual, corroborando em grande parte com as concepções de
Machado (2009) e Prado (2010), e argumentam que:
[...] as bibliotecas comunitárias abrem janelas de oportunidade para
a construção de alguns aspectos da cidadania - não sendo a
solução para os problemas de exclusão social, mas contribuem na
organização dos indivíduos e grupos sociais para enfrentá-los.

Em 2011, Bastos, Almeida e Romão (2011, p. 96) ressaltam a “[...] ausência de
textos sobre a temática na literatura especializada brasileira, visto que essas
instituições [bibliotecas comunitárias] têm ocupado um espaço interessante de
discussão no campo midiático.”, fato também observado em outros artigos. Bastos,
Gali e Romão (2013) partem da perspectiva do bibliotecário como insumo para
construção da biblioteca comunitária em conformidade com o desejo da
comunidade. Os autores (2013, p. 7) afirmam:
[...] biblioteca não é apenas aberta e colocada ali, ela é desejada,
forjada com as forças daquela comunidade, seja através de um

�pensar coletivo, de um sujeito que faz parte dela ou alguém que está
fora dela. Assim, a biblioteca comunitária se constitui e passa a
integrar o pensar daqueles sujeitos de maneira efetiva.

Nos últimos anos, falou-se mais de identidade cultural e memória local, além de
diferentes segmentos das bibliotecas comunitárias, tais como rurais, escolares,
infantis, para idosos e outros. Em relação à esfera das política públicas, interessanos o debate destas por meio de ações extensionistas possibilitadas pela
universidade pública como possibilidade para construção de bibliotecas
comunitárias (TEIXEIRA; PEREIRA; COUTINHO, 2017).

Considerações finais
O campo de estudos sobre biblioteca comunitária ainda busca maior solidificação
conceitual, embora seja possível observar aspectos comuns nas definições
utilizadas pelos artigos recuperados neste estudo, como a ênfase em ações
culturais e a preocupação memorialística nesse segmento de biblioteca, assim
como a importância da profissão bibliotecária na implantação e manutenção de
bibliotecas comunitárias.
Pode-se destacar o aumento considerável na produção nos dois últimos anos, com
18 artigos publicados entre 2017 e 2018. Liga-se isso ao fato de se tratar de debate
conceitual relativamente recente e com impacto emergencial no atual contexto
nacional. As definições são construídas e colocadas à prova na medida em que as
experiências práticas se efetivam. Por fim, ressalta-se uma forte ligação da
biblioteca comunitária com ações referentes à extensão universitária como forma
de política pública para implantação de bibliotecas em conjunto com as
comunidades.
Reconhece-se a importância de busca de consolidação conceitual para o campo de
estudos de biblioteca comunitária, a partir das experiências existentes no país. Além
disso, é importante que também se construa o que se quer de uma biblioteca
comunitária brasileira.

Referências
BASTOS, G. G.; ALMEIDA, M. A.; ROMÃO, L. M. S. Bibliotecas comunitárias:
mapeando conceitos e analisando discursos. Informação &amp; Sociedade: Estudos,
v. 21, n. 3, 2011.
BASTOS, G. G.; GALLI, F. C. S.; ROMÃO, L. M. S. Discursividades sobre o
bibliotecário. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 18, n. 1, p. 2-14, 2013.
BLANK, C. K.; SARMENTO, P. S. Bibliotecas comunitárias: uma revisão de
literatura. Biblionline, v. 6, n. 1, 2010.

�DUMONT, M. M. V. Bibliotecas escolares comunitárias: uma revisão bibliográfica.
Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, v. 13, n. 2, 1984.
PRADO, G. M. A biblioteca comunitária como agente de inclusão/ integração do
cidadão na sociedade da informação. Inclusão Social, v. 3, n. 2, 2010
MACHADO, E. C. Uma discussão acerca do conceito de biblioteca comunitária.
Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 7, n.
1, p. 80-94, jul./dez. 2009.
TEIXEIRA, G.; PEREIRA, P. M. S.; COUTINHO, L. R. S. A extensão como prática
política e pedagógica das universidades em bibliotecas comunitárias: o caso do
projeto biblioteca comunitária na vila residencial da UFRJ. Revista Brasileira de
Biblioteconomia e Documentação, v. 13, p. 2090-2103, 2017.
SUAIDEN, E. Biblioteca pública e comunidade. Revista Interamericana de
Bibliotecología, Medellín, v. 10, n. 1, 1987.

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