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                  <text>O ACESSO À INFORMAÇÃO PARA DEFICIENTES VISUAIS EM
BIBLIOTECAS PÚBLICAS E INSTITUIÇÕES ESPECIALIZADAS DE
ARACAJU

Isabel de Jesus Roque (UFS) - isabelufs2014@gmail.com
Telma de Carvalho (UFS) - carvalhotel@gmail.com
Resumo:
Este trabalho foi desenvolvido com a finalidade de identificar como os deficientes visuais são
assistidos pelas bibliotecas públicas da cidade de Aracaju/SE e por instituições especializas no
acesso à informação. Buscou verificar se as tecnologias assistivas disponíveis nas bibliotecas e
nestas instituições atendem às suas necessidades informacionais e quais produtos e serviços
são oferecidos a esta comunidade para favorecer o desenvolvimento pessoal e cultural. A
metodologia utilizada baseia-se em questionário e em entrevista, tratando-se de pesquisa
descritiva e exploratória, com abordagem qualitativa. As bibliotecas públicas participantes da
pesquisa foram a Biblioteca Pública Epifânio Dórea (BPED) e a Biblioteca Pública Municipal
Clodomir Silva (BPMCS) e as instituições foram a Associação de Deficientes Visuais de Sergipe
(ADEVISE) e a Coordenadoria de Apoio Educacional às Pessoas com Deficiência (COEPD). Os
resultados demonstraram carência nas bibliotecas públicas no que diz respeito ao acesso a
informação direcionada a pessoa com deficiência visual. As instituições especializadas estão
aparelhadas para ampliar o acesso a informação, leitura e tecnologias assistivas. Considera-se,
portanto que as bibliotecas e as instituições especializadas têm finalidades diferenciadas entre
si, mas tentam promover o estímulo à leitura. Há necessidade, especialmente nas bibliotecas
públicas, de capacitação de pessoal para atendimento ao público de deficientes visuais bem
como tecnologias assistivas para facilitar o acesso à informação.
Palavras-chave: Tecnologia assistiva; Deficientes visuais; Inclusão social; Lei Brasileira de
Inclusão; Cidadania
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Videografia: (

) Sim

(X) Não

INTRODUÇÃO

As bibliotecas, no sentido de disseminadoras da informação, têm a função
de prover recursos informacionais a todos que dela se utilizem. Nesse sentido, é
importante destacar o surgimento dos serviços e de métodos apropriados
direcionados aos deficientes visuais de forma a facilitar o acesso à informação e
proporcionar a utilização de recursos e ferramentas que auxiliem na ampliação do
conhecimento deste público específico.
Kavanagh e Skold (2009, p. 14) ressaltam que “muitas bibliotecas para
deficientes visuais cresceram em agências de reabilitação, servindo os cegos e
pessoas com limitação visual, ou como um reforço na reabilitação de veteranos de
guerra cegos”. Isso resultou na maior independência por parte das pessoas com
deficiência visual e, a ação de pessoas interessadas em se dedicar e contribuir para
o acesso à informação e ampliação do conhecimento para este público, tornaram-nos
mais confiantes para tomar suas próprias iniciativas relacionadas ao conhecimento
adquirido.
Neste sentido o objetivo geral desta pesquisa foi verificar como os
deficientes visuais têm acesso à informação nas bibliotecas públicas de Aracju e em
instituições especializadas no atendimento desse público. Os objetivos específicos
buscaram: verificar as principais barreiras encontradas pelo deficiente visual no
acesso à informação, identificar os serviços e as atividades disponíveis para os
deficientes visuais e identificar se as bibliotecas públicas de Aracaju dispõem de
tecnologias assistivas para acesso e recuperação da informação.

�METODOLOGIA

Esta pesquisa retrata os aspectos levantados em um trabalho de conclusão
de curso do Curso de Biblioteconomia e Documentação da UFS defendido em 2018
que utilizou a pesquisa bibliográfica para a recuperação da literatura, questionário
semiestruturado e entrevista, constituindo-se em pesquisa descritiva e exploratória,
com abordagem qualitativa. Como sujeitos de pesquisa participaram os gestores da
Biblioteca Pública Epifânio Dória (BPED) e da Biblioteca Pública Municipal Clodomir
Silva (BPMCS) além de instituições sem fins lucrativos que têm por finalidade a
prestação de serviços à comunidade de deficiente visual do Estado de Sergipe, mais
especificamente a Associação de Deficientes Visuais de Sergipe (ADEVISE) e a
Coordenadoria de Apoio Educacional às Pessoas com Deficiência (COEPD). Para as
bibliotecas públicas o questionário foi encaminhado por e-mail e para os gestores das
instituições foram realizadas visitas locais, o que possibilitou a execução de
entrevistas.

RESULTADOS

Os resultados obtidos na BPED apontam que: em relação às atividades
desenvolvidas para a promoção do cego, a biblioteca oferece cursos de braile, de
Soroban, de Ledor, rodas de leitura, promoção de oficinas de capacitação para leitura
em braile, acesso ao acervo, exposições e palestras, além de apoiar e de participar
dos eventos da Rede de Leitura Inclusiva de Sergipe. Entretanto, não possui
tecnologias assistivas para facilitar o acesso à informação do deficiente visual, mas
dispõe de uma sala com acervo em braile e áudio livros, com aproximadamente 700
obras. Por sua vez, a BPMCS informou que, face ao roubo de equipamentos do setor
de braile, a biblioteca não tem atuado como desejaria nas ações para o deficiente
visual tendo, atualmente, apenas uma média de 50 Cd’s com áudio books e de 300
exemplares de obras em braile. Também não tem tecnologia assistiva.
As entrevistas realizadas na ADEVISE e na COEPD trouxeram os
seguintes dados: a ADEVISE atua com um coral composto por 17 membros, promove
curso de pintura, de português, curso de informática básica, aula para uso do soroban,
curso de braile com a utilização do reglete. Para acesso à internet, os sócios se

�orientam através das teclas do computador que têm identificador de braile, e softwares
como o Dosvox, NVDA ou JAWS contém orientações através de voz indicando os
passos que o usuário deseja pesquisar. É dessa forma que a pesquisa é realizada e
as informações são obtidas facilitando o acompanhamento, entendimento e o acesso
nas redes sociais. A instituição tem uma média de 70 associados.
A COEPD oferece: leitura em escrita braile, pois para ter acesso à leitura e
ao conhecimento, de acordo com a diretora do local, esse aprendizado é importante
para a base da alfabetização das crianças deficientes visuais, ao favorecer uma
formação letrada; soroban, que são cálculos matemáticos essenciais para quem está
estudando; a informática que possibilita a conexão com o mundo; orientação e
mobilidade, enfocando a prática de ir e vir, apesar das dificuldades que existem na
cidade; aulas de música, teclado e violão; musicografia em braile; educação física
adaptada e estimulação precoce para as crianças com atendimento educacional
especializado.
Em termos de tecnologia assistiva utilizam o Dosvox e NVDA e possuem 4
(quatro) computadores com estes softwares instalados sendo utilizados pelos alunos
que se conectam com leitor de voz. Os alunos têm, também, aplicativos no celular
onde acessam e-mails, redes sociais e grupos de WhatsApp. Com relação à área
destinada à leitura e atividades inclusivas foi informado que existe um grupo de leitura
que acontece todas as quartas-feiras, onde os alunos aprendem a leitura em braile e
precisam treinar para praticar os códigos e se familiarizarem com a combinação dos
pontos. A partir do conhecimento de leitura e escrita em braile os alunos terão
facilidade na escrita, da forma correta, aplicando esse conhecimento no momento do
acesso às tecnologias assistivas e da digitação no teclado, portanto, agregando-se o
conhecimento da leitura em braile e do acesso às tecnologias assistivas, a pessoa
com deficiência visual terá mais aptidão para lidar com as informações recebidas e se
comunicar de forma apropriada.

DISCUSSÃO

Em se tratando dos serviços oferecidos pelas bibliotecas a UNESCO (1994,
p. 2) comenta que: “os serviços devem ser fisicamente acessíveis a todos os membros
da comunidade”. Isto requer que além do prédio da biblioteca estar bem localizado,

�com instalações corretas para leitura e estudo, deve possuir tecnologias adequadas
e horários de funcionamento conveniente aos usuários.
De acordo com a afirmação acima, entende-se que as bibliotecas
pesquisadas carecem de preparo, tanto em termos estruturais quanto em relação à
prestação de serviços, para melhor atenderem às demandas dos deficientes visuais.
As tecnologias assistivas também são importantes nas bibliotecas no intuito
de facilitarem o acesso ao conteúdo das publicações e, nesse sentido, o Art. 3o da LBI
(2015, p. 20) considera as tecnologias assistivas como:
produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias,
práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade relacionada a
atividade e participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade
reduzida visando autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão
social”.

Uma biblioteca que oferece tecnologias assistivas ao usuário e procura
disseminá-las, contribui de forma positiva para o desenvolvimento de um público que
poderá fazer novas descobertas e ser, também, formador de opinião. Faz-se,
portanto, necessário que as bibliotecas se adequem aos recursos e equipamentos
necessários com vistas a atender com qualidade o deficiente visual.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Considera-se, em relação às bibliotecas públicas de Aracaju, a
necessidade de incremento de ações no sentido de atenderem às necessidades de
informação dos usuários com deficiência visual. Apesar de algumas iniciativas para
promoção da leitura, faltam equipamentos e tecnologias assistivas para darem
suporte às melhores condições de atendimento.
As instituições analisadas dispõem de equipamentos com softwares onde
os deficientes visuais podem acessar e interagir com redes sociais e participar de
projetos - incluindo leitura em braile - que contribuem para o aprendizado e,
consequentemente, para o aumento do conhecimento e da informação. As duas
instituições especializadas (ADEVISE e COEPD) são comprometidas e se empenham
para oferecer ao deficiente visual o melhor, contribuindo, dessa forma, para o

�crescimento informacional de seus membros e usuários, tanto na parte educacional
como na parte pessoal, física e mental com atividades apropriadas e funcionais.
Com isso, percebe-se que as finalidades das bibliotecas e das instituições
especializadas diferem entre si, mas há, em ambas, a preocupação com promoção da
leitura para os usuários deficientes visuais e, especialmente nas bibliotecas, há muito
a ser melhorado, principalmente em termos de recursos tecnológicos e de pessoal
capacitado no sentido de atender plenamente às necessidades informacionais desse
público específico.

REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO DOS DEFICIENTES VISUAIS DE SERGIPE. Inclusão social,
Aracaju, 2013. Disponível em: &lt;http://www.inclusaosocial.com/adevise/&gt;. Acesso
em: 6 set. 2017.
BIBLIOTECA PÚBLICA EPIFÂNIO DÓRIA. Grupo Epifânio Dória. Disponível em:
&lt;https://grupoepifaniodoria.wordpress.com/institucional/quemsomos/?blogsub=confir
ming#subscribe-blog&gt;. Acesso em: 28 jul. 2018.
BRASIL. Lei n.º 13.146, de 6.07.2015. Lei brasileira de inclusão da pessoa com
deficiência: estatuto da pessoa com deficiência. Brasília, 2015. Disponível em:
&lt;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm&gt;. Acesso
em: 14 ago. 2018.
KAVANAGH, Rosemary; SKOLD, Beatrice Christesen (ed.). Bibliotecas para cegos
na era da informação: diretrizes de desenvolvimento. São Paulo: Imprensa Oficial
do Estado de São Paulo, 2009. 99p.
MEMORIAL CLODOMIR SILVA. Clodomir Silva: um sergipano a serviço da
cultura. Disponível em:
&lt;http://bibliotecaclodomirsilva.blogspot.com/p/memorialclodomir-silva.html &gt;. Acesso
em: 28 jul. 2018.
UNESCO. Manifesto da UNESCO sobre bibliotecas públicas. 1994. Disponível
em: &lt;https://www.ifla.org/files/assets/public-libraries/publications/PLmanifesto/plmanifesto-pt.pdf &gt;. Acesso em: 13 set. 2018.

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