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                  <text>MEMÓRIAS DA BIBLIOTECA COMUNITÁRIA DA ASCALIXO, NA
CIDADE DO RIO GRANDE, NO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL:
leituras na biblioteca que se formou do que vem do lixo.

Claudio Renato MORAES DA SILVA (FURG) - claudiusrenato@gmail.com
Renata Taveira Munhoz (FURG) - renataveiramunhoz@hotmail.com
Resumo:
Este trabalho se propôs a relatar as memórias da biblioteca comunitária da Associação de
Catadores de Lixo - ASCALIXO, localizada na cidade do Rio Grande, no estado do Rio Grande
do Sul, no Sul do BRASIL. As memórias foram relatadas através da história oral dos gestores e
comunidade local, na qual averiguou-se os motivos que resultaram no fechamento desta. Teve
como metodologia adotada a história oral, através de pesquisa qualitativa e entrevista
semiestruturada. Por fim, concluindo a importância da biblioteca comunitária da ASCALIXO
para a comunidade e apresenta o seu fechamento para a associação e para a comunidade.
Palavras-chave: Biblioteca comunitária. ASCALIXO. Memórias. Leitura: Lixo. História Oral.
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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MEMÓRIAS DA BIBLIOTECA COMUNITÁRIA DA ASCALIXO, NA CIDADE
DO RIO GRANDE, NO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL:
leituras na biblioteca que se formou do que vem do lixo.
SILVA, C.R.M1.
MUNHOZ, Renata Taveira2
RESUMO
Este trabalho se propôs a relatar as memórias da biblioteca comunitária da Associação
de Catadores de Lixo - ASCALIXO, localizada na cidade do Rio Grande, no estado do
Rio Grande do Sul, no Sul do BRASIL. As memórias foram relatadas através da
história oral dos gestores e comunidade local, na qual averiguou-se os motivos que
resultaram no fechamento desta. Teve como metodologia adotada a história oral,
através de pesquisa qualitativa e entrevista semiestruturada. Por fim, concluindo a
importância da biblioteca comunitária da ASCALIXO para a comunidade e apresenta o
seu fechamento para a associação e para a comunidade.
Palavras chave: Biblioteca comunitária. ASCALIXO. Memórias. Leitura: Lixo.
História Oral.

INTRODUÇÃO
Através da leitura, contamos histórias, mudamos nossas vidas, nossos
pensamentos, nossas interlocuções, nossos argumentos, nossos pontos de
vista, de ideias, de opiniões, enfim, nos permitimos redefinir ou mesmo
redimensionar nossa maneira de agir e ser, a partir do livro, por exemplo, a
sorrir, a chorar, a amar, a sonhar e até a viajar no tempo, em lugares, em
qualquer estação, da vida ou de muitas vidas. As memórias são a essência
que conduziu a pesquisa, que estudou que ouviu e retratou a importância que
são as bibliotecas e, sobretudo, pela importância social inclusiva, afetiva e pelo
modo diferenciado que esses espaços comunitários representam apropriação –
pertencimentos. Em especial e especificamente essa pesquisa transitou na
estrada que levava até a Biblioteca Comunitária da Associação dos Catadores
e Recicladores de Lixo – ASCALIXO, na cidade do Rio Grande, RS. Um
amontoado de lixos a ser reciclado. Um amontoado de livros a ser reciclado –
redimensionados e resignificados como biblioteca. - livros advindos do lixo, e
torna-se uma biblioteca – um lugar para a leitura.
Para a cidade do Rio Grande, RS era um espaço pouco conhecido e
pouco divulgado para a sociedade, mas contribuiu, incentivou e, inclusive foi
uma instituição que fez doações de livros para outras escolas da cidade,
compondo e desenvolvendo pequenos acervos de bibliotecas da rede escolar.
A pesquisa seguiu na trajetória das memórias da Biblioteca
Comunitária iniciada em 1991: memórias da biblioteca e da comunidade do
entorno da Associação dos Catadores e Recicladores de Lixo - ASCALIXO,
tendo como principal investigação a memória histórica da extinta biblioteca.
Questões norteadoras:
1

Pós-Doutor em Educação: Comunicação, autor, Docente na Universidade Federal do Rio Grande –
FURG, Curso de Biblioteconomia, Rio Grande, Rio Grande do Sul, BRASIL, E-mail
claudiusrenato@gmail.com
2
Bibliotecária, Pesquisadora autora principal, egressa da Universidade Federal do Rio Grande – FURG,
Curso
de
Biblioteconomia,
Rio
Grande,
Rio
Grande
do
Sul,
BRASIL,
E-mail
renataveiramunhoz@hotmail.com

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O que aconteceu com essa biblioteca comunitária?
Quais são as suas lembranças, hoje vivendo na casa da(s)
memória(s)?
Para responder essas questões e ao objetivo geral que tratou a
pesquisa - relatar as memórias da biblioteca, abordando as dificuldades
encontradas que fizeram a ASCALIXO desativar a biblioteca comunitária;
fomos a campo conhecer entender e ouvir a comunidade idealizadora
promotora e usuária da biblioteca.
REVISÃO DA LITERATURA
Na obra Leitura: o mundo além das palavras (2010) encontraram-se
afirmações a partir de pesquisas e da literatura que nos diz:
Costumeiramente elegemos a escola – ambiente da educação formal,
para ensinar e estimular a prática da leitura significativa e contextualizada. No
entanto, é lá em casa onde pela primeira vez as leituras são apresentadas –
muito prazer, eu sou a leitura!
A biblioteca comunitária numa sociedade é muito importante, pois não só
fornece a informação e o conhecimento, como aproxima as pessoas da
comunidade, prestam trabalhos voluntários, cursos profissionalizantes, aulas
de reforço as crianças em idade e fase escolar, hora do conto, sarau literário,
educação sexual, enfim, torna-se uma referência na comunidade ; passa a ser
um local onde as pessoas são acolhidas e de acordo com seus
gestores/bibliotecários ou mesmo o responsável, bem recebidas e estimuladas
a retornar.
Segundo Almeida Júnior (1997):
A origem do termo Bibliotecas Comunitárias está relacionada
com a proposta de integração entre biblioteca pública e
biblioteca comunitária. Neste caso, seu objetivo seria modificar
a atuação da biblioteca pública, com vistas a torná-la mais
“popular”, sem com isso alterar suas concepções básicas. Ou
seja, muitas vezes, bibliotecas públicas recebem a
denominação de “Populares” ou “Comunitárias” unicamente
com o intuito de semear o ideal de proximidade com a
comunidade ao redor, mas em nada diferenciam seus serviços.
(ALMEIDA JÚNIOR, 1997, p. 93).

Através dessas bibliotecas, a comunidade tem acesso a informações e
conhecimentos que dificilmente encontrará em outro lugar, pois estes espaços
contribuem de forma a elevar a autoestima de cada um, assim como o
conhecimento próprio, transformando vidas.
A comunidade, que é a grande favorecida neste espaço, acaba colhendo
frutos do próprio trabalho que realiza na biblioteca, pois esta presta serviços
voluntários em prol de todos e para todos, contribuindo para o bem estar
coletivo.
Nesse espírito, atuando e desenvolvendo ações no seu âmbito de
conhecimento, ainda que tímido frágil ou não formal encontra-se a extinta
Biblioteca Comunitária da ASCALIXO.
Entende-se que nesse lugar da revisão da literatura consultada, cabe
também tecer e representar as falas das catadoras e dos catadores da
ASCALIXO, para melhor entender-se a concepção de criar a biblioteca
comunitária na associação. Foi a partir dos muitos livros encontrados no lixo,

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alguns muitos em bom estado de conservação, também passaram a receber
doações – sob a forma de “faxinas em casas” que nasce a biblioteca, não
primeiramente por necessidade. Soube-se que a intenção sempre era de
utilizar todo o material papel, para vender à reciclagem. No entanto,
perceberam que os livros poderiam ajudar a própria comunidade do entorno da
associação, permitindo a essas pessoas o acesso a informação, o contato com
livros e principalmente as crianças em idade escolar. Nos relatos disseram que
entre todo o material arrecadado na catação e pelas doações, havia uma vasta
coleção de HQs, “muitos livrinhos de historinhas infantis que era o xodó da
gurizada, de uns marmanjos também”. (EDSON, 2016, 68 anos).
Assim identificamos os gestores da extinta biblioteca – catadores de
lixo; uma comunidade potencial a utilizar o acervo.
A biblioteca comunitária da ASCALIXO recebia visitas de escolas,
usuários que utilizavam o espaço para ler, para realizar trocas e empréstimos
de livros, pessoas que sabiam do acervo da biblioteca, algumas vezes
procuravam títulos e autores para compras de livros, especialmente coleções e
livros antigos e em bom estado.
Os livros, como eram pesados, valiam dinheiro, compravam
comidas, pagavam contas e auxiliavam na educação e nos medicamentos de
crianças e adultos, assim relatavam.
A biblioteca comunitária funcionou por mais de vinte anos, prestando
serviços de informação a comunidade do Bairro Dom Bosquinho, em Rio
Grande, RS, no intuito de colaborar com uma sociedade mais igualitária e mais
informada.
Então, entre o final de 2014 e no ano de 2015 a Associação dos
Catadores de Lixo tomou a decisão do fechamento da biblioteca comunitária
naquela associação. A partir de 2015, todos os livros que chegam na
ASCALIXO, são encaminhados para o descarte final.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
O presente trabalho teve como método de pesquisa a história oral,
utilizando-se a ferramenta depoimentos, sendo a pesquisa qualitativa,
referindo-se a relação entre investigador e sujeito da pesquisa. A memória, que
foi a fonte de pesquisa, referindo-se a relação entre investigador e sujeito da
pesquisa.
Na coleta dos dados informacionais utilizou-se entrevistas realizadas
com os gestores da ASCALIXO e moradores vizinhos da mesma. As
entrevistas foram realizadas através de visitação na associação, na qual se
realizou entrevistas semiestruturadas, ou seja, com respostas relativamente
livres. Conforme conceitua Appolinário (2012):
Uma entrevista é um procedimento de coleta de dados que
envolvem o encontro de duas pessoas – entrevistador e
entrevistado. Trata-se de um procedimento relativamente
comum nas investigações sociais, podendo se realizado face a
face ou a distância (telefone, chat, etc). Na entrevista
semiestruturada, há um roteiro previamente estabelecido, mas
também há um espaço para a elucidação de elementos que
surjam de forma imprevista ou informações espontâneas dadas
pelo entrevistado. (APPOLINÁRIO, 2012, p.138).

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Através da história oral, escutamos depoimentos, descobrimos sonhos,
realidades, histórias de vidas impressionantes, história oral é realidade, é vida,
é o contato real e direto com pessoas. Com a história oral, escutamos
memórias e lembranças reais. A memória nos conecta com o passado e
presente, pois a partir das informações guardadas na memória, nos remete a
experiências e experimentos afetivos culturais e intelectuais. Essa pesquisa
buscou memorizar e revelar na forma de história oral, como foi o
funcionamento dessa biblioteca comunitária durante mais de duas décadas, o
que proporcionou em termos de informação, de conhecimento, de recreação e
lazer aos seus usuários, na maioria jovem, muitos em idade escolar, mas
também muitos adultos e idosos, inclusive a biblioteca funcionou como sala de
aulas para alfabetização de adultos e adolescentes.
E continuam as falas... “nóis vinha aqui no início sem nem diferença as
letras, e muitos saíram escrevendo o nome e lendo placa”. (CARMEN, 2016, 58
anos).
ANÁLISE DOS DADOS
A contribuição social na formação dessas pessoas ficou revelada no
mosaico de falas que a pesquisa costurou. Cidadãos, através de livros
encontrados no lixo.
E ouve-se a fala: “é uma biblioteca boa da gente ficar.” (GILMAR, 2016,
48 anos)
A Biblioteca que vem do lixo traz consigo uma estima que se faz
transfigurar e representar em cada prateleira abarrotada de livros, em cada
estante cheia de livros, em cada amontoado de livros sobre as mesas, e assim
se faz - biblioteca comunitária da comunidade. No entanto, e como,
costumeiramente acontecem, essas ações proponentes se desgasta e se
desconstroem no e pelo abandono do poder público, ator de sustento na ponta
final da cadeia dinâmica da Associação dos Catadores e Recicladores de Lixo
– ASCALIXO – catar, beneficiar e vender o lixo reciclado. Esses espaços
desmoronam e junto levam melhores dias; “dias de boas influencias aqui na
gente que costumava viver aqui pela biblioteca.” (CRIS, 2016, 27 anos).
Influência direta ou indiretamente de forma positiva a fomentação ou
descoberta de hábitos de leitura, leitores de todas as idades.
Pelas falas do Sr. Honorino (2016), que na época da pesquisa, era o
presidente da ASCALIXO, relatou que os livros que chegavam à associação
através de doações da comunidade e a maior parte através dos catadores de
lixo pela cidade, a maioria chegava em ótimo estado de conservação... “dava
uma pena de bota esses livrinhos pra picotar ou mesmo pra vende; acho que
ali nasceu a biblioteca, mas sem muita noção do que deveria sê.” (ONORINO,
2016, 74 anos).
A biblioteca recebia constantes visitas escolares, no qual os professores
levavam seus alunos para prestigiar a biblioteca.
A senhora Noeli, a responsável pelos materiais que chegam a
recicladora, nos disse que: “ Eu gostava muito quando tinha a biblioteca,
porque vendia muitos livros.” (NOELI, 2016, 69 anos).
Para Fabiane (2016) “a biblioteca servia até de lugar para estudos”.
Conheci a biblioteca, frequentava inclusive, pois procurava vros
didáticos para dar aulas particulares e a dona Noeli, ajudou
muito, mesmo sendo analfabeta, pois não queria colocar os

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livros para reciclagem. Sinto falta da biblioteca, pois ela
ajudava as crianças que precisavam de reforço escolar
[...].(Transcrição de entrevista, FABIANE, 2016).

Para Marlene (2016):
Conhecia a biblioteca e também doava livros didáticos e pra
mim foi muito importante a biblioteca, pois ali eu pesquisava as
atividades referentes ao meu estágio. Vinham alunos de
escolas distantes para visitar a biblioteca. [...]. (Transcrição de
entrevista, MARLENE, 2016).

A biblioteca comunitária da ASCALIXO encerrou suas atividades que
por mais de duas décadas contribuiu para uma comunidade mais esclarecida e
informada, através de conhecimentos adquiridos na biblioteca, agregando
valores pessoais em cada leitor, transformando ideias e pensamentos.
CONCLUSÃO
Através da análise da história oral e das entrevistas, foram viáveis em
relação ao objetivo geral desta pesquisa, que foi o de relatar as memórias da
biblioteca comunitária da ASCALIXO. A referente pesquisa atendeu as
expectativas, conseguiu-se recolher e transcrever as memórias da extinta
biblioteca. O legado dessa biblioteca como indignação da Associação dos
Catadores e Recicladores de Lixo – ASCALIXO, sob forma de exigir e pleitear
apoio público para rever essa situação.
Pela trajetória das falas, a sua existência ficou pautada pela real
democracia do uso acesso e acessibilidade das fontes de informação – acervo
advindo do lixo.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFIA
ALMEIDA JÚNIOR, Oswaldo Francisco de. Bibliotecas públicas e bibliotecas
alternativas. Londrina: Editora UEL, 1997.
APPOLINÁRIO, Fabio. Metodologia da ciência: filosofia e prática da pesquisa.
São Paulo: Cengage Learning, 2012.
LEITURA: o mundo além das palavras. Organizado por Ana Gabriela Simões
Borges, Andressa Grilo Assagra e Clarice López de Alda. Curitiba: Instituto
RPC, 2010.
Disponível em
http:// http://www.institutogrpcom.org.br/clientes/irpc/portal/Files/News/file/livroleitura.pdf Acesso em: 16 jul. 2016.
MACHADO, Elisa Campos, VERGUEIRO, Waldomiro. Bibliotecas comunitárias
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Disponível em: http://revistacrb8.org.br/index.php/crbdigital/article/vew/44/45.
Acesso em: 24/05/2016
RODRIGUES, Márcia Carvalho. Bibliotecas como lugares de memória: o
caso sul–rio-grandense. São Paulo. UNESP, v.10, n.1, p.68-83, jan – jun, 2016.
SILVEIRA, Fabrício José Nascimento da Biblioteca, memória e identidade
social. Perspectivas em Ciência da Informação. Belo Horizonte, v.15, n.3, p.
67-86, set./dez., 2010.
Disponível em: &amp;lt;bit.ly/1cNazMo &amp;gt;
Acesso em: 07/11/2016

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              <text>Este trabalho se propôs a relatar as memórias da biblioteca comunitária da Associação de  Catadores de Lixo - ASCALIXO, localizada na cidade do Rio Grande, no estado do Rio Grande do Sul, no Sul do BRASIL. As memórias foram relatadas através da história oral dos gestores e comunidade local, na qual averiguou-se os motivos que resultaram no fechamento desta. Teve como metodologia adotada a história oral, através de pesquisa qualitativa e entrevista semiestruturada. Por fim, concluindo a importância da biblioteca comunitária da ASCALIXO para a comunidade e apresenta o seu fechamento para a associação e para a comunidade.</text>
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