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                  <text>Fontes de informação online para população LGBT+
Mariene Alves do Vale (PGCIN/UFSC) - marieneavale@gmail.com
Elizete Vieira Vitorino (UFSC) - elizete.vitorino@ufsc.br
Resumo:
O estudo visa atender necessidades de informação do público LGBT+, com foco nas áreas de
educação, especificamente de capacitação educacional, e cuidados pessoais, considerando, em
ambos os casos, aulas e atividades gratuitas ou de baixo custo. Para isso, aborda o conceito de
competência em informação, seu processo de desenvolvimento e sua importância na interação
do indivíduo com fontes de informação. São descritas a organização da informação e os
recursos disponíveis em fontes de informação online e apresentadas as avaliações de cada
uma delas, a partir da análise de critérios de qualidade difundidos na Ciência da Informação.
Palavras-chave: Fontes de informação. Competência em informação.
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�Introdução

Na década de 1970 foi formulado um conceito que viria a abarcar um conjunto
de elementos e práticas relacionados à busca, seleção, uso e partilha da informação.
Trata-se do conceito information literacy (ZURKOWSKI, 1974), então voltado para as
habilidades técnicas, considerando a utilização de recursos informacionais com o
objetivo de solucionar problemas relacionados às necessidades de informação.
Em documento da International Federation of Library Associations and
Institutions (IFLA) é considerado competente em informação, “seja um estudante, um
profissional ou um trabalhador, [aquele] capaz de reconhecer suas necessidades de
informação, [que] sabe como localizar a informação necessária, identificar o acesso,
recuperá-la, avaliá-la, organizá-la e utilizá-la” (LAU, 2007, p. 8).
No contexto brasileiro, o trabalho de Vitorino e Piantola (2011) foi um
importante marco para a área, ao abordar a competência em informação como um
conjunto de dimensões que abarcam aspectos técnicos, estéticos, políticos e éticos.
De acordo com Uribe Tirado (2010), a competência em informação envolve a
mediação de um profissional e de uma instituição educativa, assim como estratégias
didáticas e ambientes de aprendizagem. Infelizmente, nem todos possuem acesso a
esse tipo de ambiente, geralmente, devido a barreiras socioeconômicas.
A população LGBT+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Travestis,
Transgêneros e demais identidades) está sujeita a tais barreiras, pois preconceitos
ainda existentes na sociedade concorrem para que o acesso dessa população a
determinados recursos seja dificultado. No Brasil, um homicídio de pessoa LGBT+
acontece a cada 26 horas e cerca de 70% dos estudantes LGBT+ brasileiros já
sofreram com discriminação em suas instituições de ensino (TODXS, 2018).
Nesta perspectiva, o presente trabalho objetiva descrever fontes de
informações que atendam necessidades da população LGBT+, com foco em
educação e cuidados pessoais.

Percurso metodológico

Utilizou-se uma abordagem qualitativa e que agrega as vantagens das
pesquisas bibliográfica e documental, com a consulta a sites e portais disponíveis na
Web.

�Graças aos avanços tecnológicos, a informação pode ser produzida,
armazenada e compartilhada mais facilmente. Assim, os usuários “querem informação
que possibilite o acesso rápido e a estruturação concisa, porém confiável e relevante”
(TOMAÉL; ALCARÁ; SILVA, 2016, p. 17), sendo os critérios para avaliação da
qualidade da informação baseados em indicadores extrínsecos, relacionados a
características externas e funcionais, e intrínsecos, relativos a conteúdos das fontes
de informação no ambiente virtual.
O conteúdo aqui apresentado se refere a necessidades de informação da
população LGBT+, com foco em duas grandes áreas: educação, por meio da
utilização do site da TV Escola, e cuidados pessoais, por meio da página do Projeto
Práticas Corporais, oferecido pelo Centro de Desportos (CDS) da Universidade
Federal de Santa Catarina (UFSC). Os acessos para análise das fontes de informação
foram realizados no primeiro semestre de 2018.
Fontes de Informação
A informação, segundo Lau (2007, p. 6) “é um recurso que tem diferentes
definições, de acordo com o formato e o meio utilizado para o seu armazenamento e
transferência e a área que a define”. Fachin e Blattmann (2016) expõem que as fontes
de informação podem ser ou não estruturadas, possuir acesso gratuito ou pago,
atender a diversas finalidades e públicos.
As fontes de informação analisadas neste trabalho possuem informações
originais, produzidas e disponibilizadas pelos próprios autores, ou seja, pelos
responsáveis pelos conteúdos dos sites.

A TV Escola como fonte de informação à população LGBT+

A TV Escola está disponível na Web por meio do link &lt;https://tvescola.org.br/&gt;,
que disponibiliza a transmissão do canal ao vivo e congrega recursos para o estudo
de conteúdos tanto da educação básica, quanto dos mais variados assuntos.
Uma das opções que pode ser de maior interesse para a população LGBT+
que demanda cursos preparatórios é a Hora do ENEM, pois o usuário pode assistir ao
programa da TV, fazer simulados, elaborar planos de estudos, etc. A página

�disponibiliza conteúdo relativo ao ENEM do ano corrente e é possível acessar os
vídeos dos anos anteriores.
Além disso, há vídeos sobre universidades e carreiras, entrevistas com
especialistas de diferentes áreas e com estudantes relatando o processo de escolha
profissional, as experiências de estudo e preparação para as provas, assim como
boletim com notícias relacionadas ao exame. O canal também disponibiliza conteúdos
em Libras, possibilitando que usuários surdos usufruam dos materiais.
Tendo em vista os critérios para avaliação de uma fonte de informação
eletrônica listados por Fachin e Blattmann (2016), considera-se que a fonte possui: a)
credibilidade, pois a equipe responsável pelos conteúdos é composta por
especialistas nas áreas de conhecimento; b) interoperabilidade, pois os recursos
estão sempre disponíveis para acesso e, alguns deles, ainda podem ser visualizados
diretamente no YouTube; c) bom layout, pois as informações são organizadas de
forma clara e podem ser acessadas com facilidade; d) domínio simples
(tvescola.org.br); e) acesso gratuito, com cadastro necessário, igualmente gratuito,
apenas para alguns recursos; f) campo de busca na parte superior central da tela,
facilmente visualizável; g) acessibilidade; h) dados auxiliares, que facilitam a
compreensão do que é a TV Escola.
Considerando os parâmetros de avaliação para fontes de informação digital
sugeridos por Tomaél, Alcará e Silva (2016, p. 30), o site da TV Escola apresenta boa
qualidade, tendo em vista que estão presentes na fonte os aspectos extrínsecos e
intrínsecos, como acessibilidade, clareza e atualização; a credibilidade; os aspectos
contextuais, como adequação e facilidade de manuseio; e a representação.

Projeto Práticas Corporais do Centro de Desportos (CDS) da UFSC como fonte de
informação às pessoas da comunidade LGBT+
A segunda fonte – que responde ao cuidado pessoal, em específico à
necessidade de aulas gratuitas ou de baixo custo ‒ é o Projeto Práticas Corporais.
Trata-se de um projeto de extensão que oferece atividades físicas abertas à
comunidade, tais como desenvolvimento humano e saúde; dança; musculação;
natação para pessoas com deficiência; voleibol e yoga.
As informações sobre o projeto são disponibilizadas no portal do CDS e
atualizadas semestralmente, acompanhando o calendário acadêmico da UFSC, na

�página Extensão - Atividades Físicas para a Comunidade, disponível por meio do link
&lt;http://portalcds.ufsc.br/extensao-atividades-fisicas-para-a-comunidade/&gt;.
A página no portal do CDS reúne os arquivos e links referentes às orientações
e aos procedimentos de inscrição. Ao clicar no link do cronograma e edital, a página
direciona para o arquivo em PDF, que contém as orientações para a realização da
inscrição, com os nomes das práticas e as respectivas datas. Já o link com a lista de
turmas especifica quantas serão oferecidas para cada prática, com os respectivos
horários, quantidade de vagas, valor da taxa semestral, dentre outras informações.
Por sua vez, o link de inscrições direciona para outra página Web na qual são listadas
as atividades. Ao clicar no código da turma desejada, é exibida a página com o
formulário para inscrição. Por fim, a página do Projeto Práticas Corporais disponibiliza
ainda um link para emitir a segunda via do boleto e da confirmação de inscrição, que
são originalmente gerados quando se efetua a inscrição.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, “diversos fatores podem colocar
em risco a saúde mental dos indivíduos; entre eles, rápidas mudanças sociais,
condições de trabalho estressantes, discriminação de gênero, exclusão social, estilo
de vida não saudável, violência e violação dos direitos humanos” (ORGANIZAÇÃO
MUNDIAL DE SAÚDE, 2016, grifo nosso). Acredita-se que a participação em uma das
atividades ofertadas pelo Projeto Práticas Corporais beneficia as pessoas LBGT+, não
somente no aspecto físico como também no mental.
Considerando os critérios de avaliação de Fachin e Blattmann (2016), a fonte
em questão deixa a desejar em alguns deles, como layout e, principalmente,
informações auxiliares, que auxiliem na compreensão da proposta do projeto.

Considerações Finais

O presente trabalho apresentou fontes de informação online para o
atendimento a necessidades de pessoas LGBT+, descrevendo a organização da
informação e os recursos disponíveis, bem como a avaliação de cada uma das fontes.
A busca de fontes considerou o ambiente Web, a partir de dispositivos móveis,
como os smartphones pessoais, a partir de qualquer local com acesso à internet e a
qualquer momento, facilitando assim o acesso às fontes analisadas.
De modo geral, as fontes apresentadas e avaliadas conforme parâmetros
estabelecidos por autores da área são confiáveis e pertinentes às necessidades de

�informação da população LGBT+. O site da TV Escola atende de maneira satisfatória
os critérios considerados para avaliação, proporcionando diversos recursos aos
usuários. A página do Projeto Práticas Corporais expõe os links de forma objetiva,
porém os arquivos em PDF, com as informações completas para inscrição, poderiam
ser redigidos com mais uniformidade, menos poluição visual, resultando em um
documento mais harmônico e claro para a visualização do usuário. Em acesso
recente, observou-se que melhorias foram realizadas.
Sendo assim, as fontes abordadas podem ser compartilhadas com a população
LGBT+, e com outras pessoas que tenham interesse nos serviços oferecidos,
auxiliando no esperado desenvolvimento da competência em informação.
Referências
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BLATTMANN, Úrsula; VIANNA, William Barbosa. (Orgs.). Inovação em escolas
com bibliotecas. Florianópolis: Dois Por Quatro, 2016, p. 197-206.
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Descripción y categorización según los niveles de integración de ALFIN. Caso
Universidad de Antioquia. Revista Interamericana de Bibliotecología, Medellín, v.
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VITORINO, Elizete Vieira; PIANTOLA, Daniela. Dimensões da competência
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priorities. Related paper nº 5. Washington, DC: National Commission of Libraries
and Information Science, 1974.

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