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                  <text>DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO, ACESSIBILIDADE EM
AMBIENTES DIGITAIS E CIDADANIA: INTERCONEXÕES

Cláudia Pereira de Jesus Carvalho (UNESP) - claudia.pjc@yahoo.com
Resumo:
O artigo discute, através de pesquisa bibliográfica, os conceitos e as relações entre a
cidadania, a acessibilidade em ambientes digitais e a disseminação da informação. Destaca-se
o papel do bibliotecário enquanto agente com poder de intervenção social.
Palavras-chave: Disseminação da informação. Acessibilidade. Ambientes digitais. Cidadania.
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�1 Introdução
O mundo digital se inseriu em praticamente todas as atividades humanas. No
mundo educacional, profissional, nas comunicações, no entretenimento, em casa, na
rua, na igreja, no cenário urbano e rural, nas instituições públicas e privadas, em
todos os níveis econômicos, sociais, independente da situação, as pessoas estão
conectadas na web. A cultura digital alcança uma função cada vez maior, sua
importância é ascendente.
A tecnologia tem modificado a maneira como fazemos uma série de
atividades, ela facilita várias particularidades da vida cotidiana, elimina diversas
barreiras existentes no mundo físico. Não promover o acesso de todas as pessoas
aos ambientes digitais é excluir um ser humano, com direitos iguais a qualquer outro,
de aspectos fundamentais da vida na sociedade atual. Os projetos de inclusão digital
não devem apenas ensinar a utilizar máquinas. Dessa forma, a inclusão não é
apenas digital, mas social (CORRADI, 2011).
2 Metodologia
Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, visitando autores que abordam os
temas explorados para formar um entendimento global sobre os mesmos e formular
conclusões a partir de análise crítica.
3 Acessibilidade e Cidadania
Em 2015 foi instituída a lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência
que busca “assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos
direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua
inclusão social e cidadania” (BRASIL, 2015). De acordo com a lei em questão,
pessoa com deficiência é aquela que “tem impedimento de longo prazo de natureza
física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais
barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade
de condições com as demais pessoas” (BRASIL, 2015).
A lei também traz a definição de acessibilidade como
possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e
autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos,
edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus
sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações
abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto
na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com
mobilidade reduzida (BRASIL, 2015)

Resguardada a importância e necessidade da lei, consideramos que o
conceito e a aplicação da acessibilidade não deve se limitar aos deficientes, mas ser
estendido a toda e qualquer pessoa, é um direito social, é assegurar o acesso, em

�igualdade de oportunidades. Existem pessoas com limitações e necessidades
especiais, mas que não são consideradas deficientes.
Portanto, a acessibilidade não se restringe à limitações decorrentes de
patologias, há uma diversidade de contextos onde programas inclusivos podem ser
aplicados, não única e exclusivamente aos deficientes físicos, auditivos e visuais.
Muitas pessoas têm uma limitação, uma dificuldade, mas que não provém de uma
deficiência propriamente dita (OLIVEIRA; OMOTE; GIROTO, 2008).
A cidadania é formada por direitos, deveres e atitudes de uma pessoa dentro
de uma sociedade, é uma espécie de contrato coletivo e pode envolver uma
participação ativa ou passiva (BARROS, 2003). O direito à informação faz parte da
cidadania, o cidadão informado possui melhores condições de conhecer e acessar
direitos essenciais (CGU, 2011).
Como afirma Barros (2003), o acesso à informação ajuda a pessoa a usufruir
de seus direitos, a tomar decisões mais fundamentadas, a superar dificuldades,
ajuda a combater erros, discriminações, ele instrumentaliza o indivíduo, possibilita
transformar conhecimento em ações.
A W3C (2014) define acessibilidade como
“possibilidade e condição de alcance, percepção, entendimento e interação
para a utilização, participação e contribuição, em igualdade de
oportunidades, com segurança e autonomia, do meio físico, do transporte,
da informação e da comunicação, inclusive dos sistemas e tecnologias de
informação e comunicação, bem como de outros serviços e instalações por
qualquer indivíduo, independentemente de sua capacidade motora, visual,
auditiva, intelectual, cultural ou social, a qualquer momento, em qualquer
local e em qualquer ambiente físico ou computacional e a partir de qualquer
dispositivo de acesso”.

Mariana Loiola (2004), explica que a acessibilidade possui seis dimensões:
arquitetônica, comunicacional, metodológica, instrumental, programática e atitudinal.
Todas as esferas são fundamentais, a ausência de uma compromete a outra.
Corradi, Norte e Vidotti (2008, p. 71) afirmam que no contexto digital, a
acessibilidade é caracterizada pela “flexibilidade de apresentação da informação e
pela interação ao respectivo suporte informacional” permitindo assim o seu uso por
pessoas com “diferentes habilidades e condições sensoriais, bem como seu uso em
diferentes ambientes e situações, por meio de vários equipamentos ou
navegadores.”.
Discutir a acessibilidade digital, conforme indica Cusin (2010), implica abordar
também a inclusão informacional e a inclusão digital, pois é a primeira que
possibilitará a efetivação das outras duas, as iniciativas de acessibilidade digital são
elaboradas para garantir a inclusão, para assegurar a igualdade de acesso a todo e
qualquer usuário, incluindo os que possuem necessidades especiais, mas não
somente eles.
No contexto da Sociedade da Informação torna-se essencial possibilitar uma
web acessível. Necessita-se de uma Arquitetura da Informação que, através dos

�sistemas de organização, navegação, rotulagem e busca, contemple elementos de
acessibilidade para qualquer usuário, sem exceção.
Define-se Arquitetura da informação como
conjunto de procedimentos metodológicos que visa estruturar
ambientes hipermídia digitais flexíveis e customizáveis de modo a
possibilitar ao usuário a busca, seleção, produção e interligação de
documentos digitais, tendo no próprio usuário o elemento ativo e
capaz de representar e inter-relacionar as informações segundo seus
caminhos de exploração e de descoberta. (​CUSIN; VIDOTTI, 2009, p.
52​)

De acordo com Torres, Mazzoni e Alves ( 2002, p. 85) a acessibilidade digital
é garantida
combinando-se a apresentação da informação de formas múltiplas,
seja através de uma simples redundância, seja através de um
sistema automático de transcrição de mídias, com o uso de ajudas
técnicas (sistemas de leitura de tela, sistemas de reconhecimento da
fala, simuladores de teclado etc.) que maximizam as habilidades dos
usuários que possuem limitações associadas a deficiências.

Para ​Vechiato e Vidotti (2012, p 2-3) a acessibilidade diz respeito “ao
provimento de elementos, recursos e serviços de informação que sejam utilizados
equitativamente, adequando-se aos princípios do desenho universal.”
Resumidamente, acessibilidade web significa que indivíduos com
necessidades especiais podem utilizar qualquer recurso da web de maneira efetiva
(navegar, compreender, interagir e contribuir). Isso implica ainda a promoção da
autonomia, independência, qualidade de vida e participação social efetiva (​CUSIN;
VIDOTTI, 2009​).
E​xecutar a acessibilidade digital é integrar todas as possíveis diversidades de
usuários, com ou sem necessidades especiais, de acordo com suas capacidades,
visando “uma melhor usabilidade das interfaces, além de atender às exigências
legislativas, padrões e recomendações nacionais e internacionais que envolvem as
condições de acesso e de uso adequados em ambientes informacionais.” (​CUSIN;
VIDOTTI, 2009, ​p. 61).
Os autores supracitados elencam também alguns componentes necessários
para tornar a web acessível, dentre os quais destacamos: tecnologias assistivas, em
alguns casos – leitores de tela, teclados alternativos etc.; desenvolvimento com a
participação de pessoas com necessidades especiais e usuários que possam
contribuir para o conteúdo; ferramentas de avaliação/validação da acessibilidade
web.
Conforme destacam Miranda e Mendonça (2006, p. 57) “Investir na inclusão
digital, portanto, não significa apenas alfabetizar tecnologicamente os indivíduos, as
famílias e comunidades, mas também inserir conteúdos, avaliar seus processos de
recepção e mediação, tendo como finalidade a aplicabilidade social desses

�conteúdos trabalhados”.
4 Considerações finais
Acreditamos ter demonstrado a importância da interconexão dos três
elementos abordados neste trabalho: a disseminação da informação, a cidadania e a
acessibilidade digital, a efetivação de um está condicionado à existência do outro.
Assim, destaca-se a importância de um ambiente digital que viabilize ​a
navegação, o entendimento e a comunicação de toda e qualquer pessoa, sem
depender do auxílio de outras pessoas para isso, apesar de suas limitações,
dificuldades ou necessidades especiais. ​Outro fator que vem a tona ao se falar em
acessibilidade é o direito de acesso à informação, visto que os meios digitais são
imprescindíveis fontes de informação.
Dessa forma, é essencial a conscientização do poder de intervenção social do
bibliotecário, através da promoção do acesso igualitário e qualitativo a todos os
cidadãos em busca de informações.
REFERÊNCIAS
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uma introdução à Lei 12.527, de 18 de novembro de 2011. Brasília: CGU, 2011.
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http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13146.htm. Acesso
em: 21 jul. 2019.
BARROS, M. H. T. C. ​Disseminação da informação​: entre a teoria e a prática.
Marília: [s. n.], 2003.
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https://www.w3.org/Translations/WCAG20-pt-br/. Acesso em: 24 abr 2019.
CORRADI, J. A. M. ​Acessibilidade em ambientes informacionais digitais​: uma
questão de diferença. São Paulo: Editora UNESP, 2011.
CORRADI, J. A. M.; NORTE, M. B.; VIDOTTI, S. A. B. G. Aspectos jurídicos e éticos
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CUSIN, C. A. ​Acessibilidade em ambientes informacionais digitais​. 2010. Tese
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�CUSIN, C. A.; VIDOTTI, S. A. B. G. R. Inclusão digital via acessibilidade web. ​Liinc
em revista​, v. 5, n. 1, p. 45-65, 2009. Disponível em:
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MIRANDA, A.; MENDONÇA, A. V. M. Informação e desenvolvimento em uma
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OLIVEIRA, A. A. S.; OMOTE, S.; GIROTO, C. R. M. ​Inclusão escolar​: as
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