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                  <text>DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMO DESAFIO PARA A
GESTÃO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS

Geisa Meirelles Drumond (UFF) - gmdrumond@gmail.com
Jussara Moore de Figueiredo (UFF) - jussaramoore@id.uff.br
Resumo:
As bibliotecas devem incluir práticas sustentáveis em seu planejamento, sendo o
desenvolvimento sustentável um desafio para a gestão. Sendo assim, o objetivo deste estudo é
identificar práticas sustentáveis nas bibliotecas universitárias das Instituições Federais de
Ensino Superior (IFES), localizadas no estado do Rio de Janeiro, tendo como parâmetros os
relatórios de gestão das IFES e as práticas de sustentabilidade identificadas na literatura.
Neste estudo, adotou-se a pesquisa exploratória e documental como abordagem metodológica.
As fontes principais de consulta foram a base Scopus e os relatórios de gestão de 2017. Após
análise dos resultados, evidenciou-se que as IFES têm se empenhado em desenvolver
programas de sustentabilidade socioambiental, porém a participação das bibliotecas no
desenvolvimento desses programas ainda é pouco expressiva. Espera-se que as bibliotecas
assumam papeis mais atuantes nesse processo e incluam em seu planejamento práticas
sustentáveis, tendo como referência os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) da
agenda 2030.
Palavras-chave: Bibliotecas sustentáveis. Desenvolvimento Sustentável. Gestão de bibliotecas
universitárias. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�Introdução
A sustentabilidade nas bibliotecas é o desafio para a gestão, tendo em vista o
surgimento de novas tecnologias e de novas demandas. As bibliotecas precisam se modernizar
e considerar em seu planejamento a oferta de novos serviços e produtos que atendam as
necessidades da sociedade da informação.
As coleções digitais e serviços de redes, além de exigirem apoio técnico, humano e
financeiro, resultam em custos crescentes. Contudo, a facilidade de acesso aos recursos
bibliográficos e a entrega de serviços personalizados, com o uso de tecnologias modernas, são
inovações trazidas pelas bibliotecas. “As tecnologias no âmbito da inovação em bibliotecas
abrem um mundo de possibilidades” (MARCIAL, 2016, p. 51).
Cada vez mais, o espaço das bibliotecas deve se tornar um ambiente promotor de
aprendizagem colaborativa, onde os usuários aprendem, trocam ideias e produzem
conhecimento. As bibliotecas devem oferecer um ambiente que propicie a convivência e o uso
equilibrado dos recursos naturais e fontes de energia, demonstrando, com isso, uma
preocupação com a questão ambiental.
Além dos desafios ambientais, os prédios das bibliotecas também precisam se adaptar
aos novos usuários e serviços. Os usuários com deficiência deixam de ser usuários potenciais
para serem usuários reais nas bibliotecas. Portanto, é preciso equipá-las com tecnologias
apropriadas para atender as suas necessidades, além de garantir um ambiente de qualidade e
acessível a todos.
Diante desses desafios, como garantir a sustentabilidade nas bibliotecas, considerando
as novas demandas e as implicações econômicas, sociais e ambientais que elas trazem?
A literatura internacional indica que a criação de bibliotecas verdes faz parte de um
movimento que agrega várias instituições, que estão preocupadas com os impactos ambientais
gerados pelas bibliotecas. O conceito de bibliotecas verdes expressa o caminho percorrido
pelas bibliotecas para tornar-se sustentáveis, por meio de estratégias e políticas sustentáveis
com foco na circulação eficiente de coleções, na preservação do patrimônio cultural, no
aumento da consciência ambiental e na organização de eventos sobre questões ambientais
(SAHAVIRTA, 2012).
O custo na construção de bibliotecas verdes também é acessível, uma vez que prevê o
uso mais equilibrado das fontes de energia e dos recursos. Porém, como as bibliotecas, de um
modo geral, contam com recursos escassos em seu orçamento e limitações em termos de
espaço, essa mudança de design pode não ser tão fácil (JONES; WONG, 2016).
Como exemplo, a biblioteca de Hong Kong criou, em 2014, um jardim orgânico no
telhado como parte do novo design da biblioteca, sendo considerada uma das iniciativas de
conscientização mais bem sucedidas. O novo design da biblioteca resultou do projeto de
extensão do seu edifício a partir da integração de princípios sustentáveis (JONES; WONG,

�2016). Outras práticas adotadas pela biblioteca de Hong Kong dão ênfase a: reciclagem de
papel descartado; serviços de digitalização; coleções eletrônicas; economia de energia; gestão
de resíduos.
No entanto, deve-se salientar que a adoção de práticas sustentáveis nas bibliotecas não
se restringe apenas a construção de edifícios verifica-se, também, a necessidade de fomentar a
educação ambiental, os programas de reciclagem, o uso racional de papel e energia, bem
como evitar o desperdício de material e realizar o descarte correto dos equipamentos
eletrônicos (AULISIO, 2013). Na visão desse autor, as bibliotecas podem ser líderes de
sustentabilidade nas universidades, promovendo práticas sustentáveis que alcancem
estudantes, funcionários, professores e a comunidade local. Os bibliotecários podem
promover atividades, cursos, palestras e workshops que tenham como terma a sustentabilidade
(AULISIO, 2013).
Isto posto, o objetivo deste estudo é identificar práticas sustentáveis nas bibliotecas
universitárias das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), localizadas no estado do
Rio de Janeiro, tendo como parâmetros os relatórios de gestão das IFES nos quais se incluem
os seus sistemas de bibliotecas e as práticas de sustentabilidade identificadas na literatura.

Método de Pesquisa
Neste estudo, adotou-se a pesquisa exploratória e bibliográfica como abordagem
metodológica. A base Scopus foi a escolhida para realizar a busca na literatura, usando a
combinação de palavras-chave: “Sustainable Libraries” OR “Green Libraries”. Os artigos
encontrados foram selecionados, considerando a sua aderência ao objetivo deste estudo e
atualidade. Além da pesquisa em bases de dados, foram consultados sites especializados e
relatórios de gestão de 2017, produzidos pelas IFES do estado do Rio de Janeiro que estão
disponíveis para consulta pública.

Resultados
Conforme a análise da literatura, identificou-se um conjunto de práticas sustentáveis
adotadas por bibliotecas acadêmicas, tais como: reciclagem de papel descartado; uso racional
de papel; serviços de digitalização; coleções eletrônicas; economia de energia; gestão de
resíduos; descarte correto de equipamentos eletrônicos; educação de usuários voltada para
questões sociais e ambientais; uso de tecnologia da informação e comunicação para inclusão
digital, social e melhoria da qualidade de vida e promoção de atividades, cursos, palestras e
workshops que tem como tema a sustentabilidade.

�A pesquisa documental teve como base os relatórios de gestão de 2017 de três IFES1
(CEFET/RJ, UFF e UNIRIO) nos quais se incluem os seus sistemas de bibliotecas. Com base
nesses relatórios de gestão, verificou-se que:
 No CEFET/RJ, ainda não foi instituída uma política de sustentabilidade ambiental
institucional, contudo a instituição tem trilhado os caminhos necessários nesse sentido,
o que pode ser verificado por meio da elaboração do seu Plano de Gestão de Logística
Sustentável (PLS), que estabelecerá uma estrutura mais consistente para a gestão
ambiental da instituição. Espera-se que o sistema de bibliotecas se torne um parceiro
ativo nesse processo.
 Na UNIRIO foi criada, em 2015, uma Comissão Permanente de Sustentabilidade
Institucional visando cumprir as políticas de sustentabilidade da instituição,
acompanhar as ações e atender a legislação vigente, além de atuar como comissão
gestora do Plano de Gestão de Logística Sustentável (PLS). Nesse contexto, as
bibliotecas devem construir suas ações, bem como publicizá-las, demonstrando
engajamento com a agenda sustentável da universidade. Nesse sentido, vale destacar a
ampliação do uso de escaner no autoatendimento das bibliotecas da UNIRIO e ações
de conscientização dos alunos visando a redução de papel e impressos.
 Na UFF, através do Relatório de Gestão 2017 do SDC - orgão coordenador do sistema
de bibliotecas, percebeu-se a preocupação com o tema, através da participação e
envolvimento, não só na Comissão Plano de Logística Sustentável- PLS, (que tem o
objetivo de apoiar e consolidar políticas de sustentabilidade voltadas a todos os campi
da UFF) como também no Projeto de Sustentabilidade UFF, que através do seu
Laboratório de Conservação e Restauração de Documentos – LACORD, procedeu o
recolhimento de mais de 1 tonelada de resíduos sólidos, proporcionando a
universidade uma redução na conta de luz.
Outrossim,

seu quadro de “Ações positivas realizadas pela SDC em 2017”

(UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE, 2018, p. 35) sinaliza algumas
atividades voltadas para a pratica da sustentabilidade, tais como: ações inclusivas
como políticas de acessibilidade; avaliação de documentos para descarte; aumento do
volume de publicações digitalizadas disponíveis; apoio ao Programa de Ações
voluntárias; estabelecimento de parcerias junto a empresas privadas.

Discussão dos resultados
A agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável trouxe uma perspectiva para o
futuro ao propor 17 objetivos globais que direcionam as ações para um caminho sustentável.
1

Nesse estudo, não foram utilizados os relatórios de gestão da UFRJ a que se teve acesso, por serem muito
abrangentes e não fornecerem informações sobre as ações desenvolvidas pelo sistema de bibliotecas,
inviabilizando a análise conforme o objetivo de estudo.

�Esses objetivos abrangem vários temas como: pobreza, fome, qualidade de vida, educação
inclusiva, igualdade de gênero, água e saneamento, energia, crescimento econômico
sustentável, conservação dos recursos naturais e meio ambiente, segurança, consumo e
produção sustentáveis, trabalho decente para todos, acesso à justiça e a paz (ONU, 2015).
Diante de tantos dilemas ambientais, econômicos e sociais, os dados da IFLA (2017)
sobre a contribuição das bibliotecas para a Agenda 2030 da ONU mostram como bibliotecas
de vários países têm contribuído para mitigar os problemas existentes. Entre as bibliotecas
retratadas no documento da IFLA, algumas pertencem a países menos desenvolvidos que
enxergam nos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) a oportunidade e justificativa
para as suas ações, buscando um desenvolvimento sustentável. Além disso, verifica-se que as
bibliotecas de países desenvolvidos reafirmam o seu compromisso com o desenvolvimento
global a partir da formulação de ações sustentáveis, que focam, principalmente, o acesso à
informação.
A análise dos relatórios de gestão também demonstrou uma preocupação com o
desenvolvimento sustentável, ao propor ações que estão alinhadas com os ODS da Agenda
2030. No entanto, em alguns dos sistemas de bibliotecas das IFES, percebe-se uma
participação ainda pouco expressiva nos programas e projetos socioambientais desenvolvidos.

Considerações finais
Conforme análise dos relatórios de gestão, evidenciaram-se algumas boas iniciativas
na área de sustentabilidade socioambiental nas IFES, porém elas demandam mais
protagonismo, envolvimento e participação tanto da comunidade acadêmica quanto
administrativa. Cabe ressaltar aqui o momento histórico (social, político e econômico) pelo
qual passa o nosso país, onde podemos destacar: a aceleração do sucateamento das
universidades públicas, a diminuição de verbas nos orçamentos destinados a Educação e a EC
95/2016 que limita por 20 anos os gastos públicos, o que obriga os sistemas de bibliotecas a
sobreviverem de recursos cada vez mais escassos.
Sendo assim, as bibliotecas dessas instituições têm como desafio incluir ações
socioambientais em seu planejamento, contribuindo, desse modo, para a sustentabilidade
institucional e sua própria sobrevivência. Para isso, elas contam com um grande aliado, que
são as tecnologias de informação e comunicação que permitem o acesso à informação em
rede.
Os programas desenvolvidos nas bibliotecas podem contribuir para a diminuição da
desigualdade social; melhoria da educação e da saúde, promoção do desenvolvimento das
cidades e a preservação do meio ambiente. Isso demonstra a importância dos ODS para as
bibliotecas como norteadores de práticas sustentáveis.
Referências

�AULISIO, G.J. Green libraries are more than just buildings. Electronic Green Journal, v. 1,
n. 35, p. x-y, 2013.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA
FONSECA - CEFET/RJ. Relatório de gestão do exercício de 2017. Rio de Janeiro, 2018.
IFLA. Acesso e oportunidade para todos. Como as bibliotecas contribuem para a agenda
de 2030 das Nações Unidas. 2017.
JONES, L.; WONG, W. More than just a green building: Developing green strategies at the
Chinese University of Hong Kong Library. Library Management, v. 37, n. 6-7, p. 373-384,
2016.
MARCIAL, V. F. Inovação em bibliotecas. In: RIBEIRO, A. C. M. L.; FERREIRA, P. C. G.
Biblioteca do século XXI: desafios e perspectivas. Brasília: Ipea, 2016. p. 43-59.
ONU. Transformando nosso mundo: a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.
Preâmbulo. 2015. Disponível em: https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/. Acesso: 10
nov. 2017.
SAHAVIRTA, H. Showing the green way: Advocating green values and image in a Finnish
public library. IFLA Journal, v. 38, n. 3, p. 239-242, 2012.
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Superintendência de Documentação.
Relatório de gestão 2017. Niterói, jan. 2018.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Plano de gestão de
logística sustentável. Rio de Janeiro, 2016.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Relatório de gestão
2017. Rio de Janeiro, 2018.

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