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                  <text>Construção do plano de ação de acessibilidade da Rede de
Bibliotecas pela Paz do Recife

Amanda Rodrigues Deodato Silva (PCR) - amandarsdeodato@gmail.com
Ana Letícia Nascimento de Coimbra (Prefeitura do Recife) - leticia.coimbra@recife.pe.gov.br
Rebecca Nascimento de Coimbra (Compaz - SESEG) - rebecca.coimbra@recife.pe.gov.br
Tereza Cristina Marinho (Prefeitura do Recife) - terezamarinho@recife.pe.gov.br
Deborah Echeverria Martins (Prefeitura do Recife) - deborah.echeverria@recife.pe.gov.br
Resumo:
A partir dos anos 90, começa a ser evidenciada a necessidade de atuação na transformação
das instituições para que sejam espaços que incluam todas as pessoas e respondam às
necessidades individuais, aceitando suas diferenças e peculiaridades. Desse modo, a Rede de
Bibliotecas pela Paz - projeto vinculado à Secretaria de Segurança Urbana do Recife, que
oferta oportunidades de cultura, educação e lazer em comunidades periféricas - no intento de
cumprir a missão de inclusão de todos os cidadãos nas ações e oportunidades oferecidas pelas
suas bibliotecas, cria o Grupo de Trabalho em Acessibilidade. O Grupo, composto pelas
gestoras das bibliotecas, sociedade civil e representantes de várias entidades e instâncias do
Poder Público, objetiva propor um plano de ação em acessibilidade e inclusão de pessoas com
deficiência, mobilidade reduzida, transtorno global do desenvolvimento e altas
habilidades/super dotação. Portanto, realizou diagnóstico das condições de acessibilidade das
bibliotecas; identificou a existência de pessoas com deficiência nos espaços; e definiu eixos
norteadores para execução em curto, médio e longo prazo relativos às ações em
acessibilidade. Algumas sensibilização aconteceram em decorrência destas pesquisas. Por fim,
deve ser elaborado o levantamento dos custos para as aquisições, formações e mudanças
necessárias para que as bibliotecas sejam acessíveis, bem como o estabelecimento dos prazos.
A partir do plano de ação, a Rede assume o propósito de redimensionar seus espaços e
serviços, atendendo às demandas do público com deficiência e tornar possível oferecer
acessibilidade nas bibliotecas, cumprindo seu papel social como espaço de inclusão e
formação para a cidadania.
Palavras-chave: Rede de Bibliotecas pela Paz. Pessoas com deficiência. Espaços inclusivos.
Acessibilidade. GT de Acessibilidade.
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�1 INTRODUÇÃO
A Rede de Bibliotecas Públicas Pela Paz da Cidade do Recife, vinculada à Secretaria
de Segurança Urbana foi criada em 2016, é um organismo que tem como objetivo diminuir o
espaço para a violência e ampliar o potencial e as oportunidades para as maiores vítimas da
criminalidade: os jovens; também de ofertar para as crianças, atividades no contra turno
escolar que contribuam para o seu desenvolvimento intelectual e humano, favorecendo a
formação de futuros leitores. Fazem parte da Rede as Bibliotecas Populares de Afogados e de
Casa Amarela e as Bibliotecas dos Compaz (Centros Comunitários da Paz) Biblioteca Afrânio
Godoy, instalada no Compaz Governador Eduardo Campos, no Alto Santa Terezinha e
Biblioteca Jornalista Carlos Percol, instalada no Compaz Escritor Ariano Suassuna. A Rede é
entendida como um forte agente de prevenção de violência, por isso está vinculada à
Secretaria de Segurança Urbana, da Prefeitura da Cidade do Recife.
A Filosofia destes equipamentos foi inspirada nas experiências bem sucedidas das
Bibliotecas Parque de Medellín e Bogotá, cidades colombianas que se tornaram sinônimos
mundiais do tráfico e criminalidade por muito tempo e que hoje apostam e investem em
Políticas Públicas voltadas à convivência urbana e melhoria dos Espaços comuns como
praças, parques e Bibliotecas.
Segundo a Federação Internacional de Associações de Bibliotecários e Bibliotecas
(IFLA), apresentando a Biblioteca Pública, afirma que, esse equipamento cultural:

[...] proporciona acesso ao conhecimento, à informação, à educação permanente e às
obras da imaginação por meio de uma variedade de recursos e serviços, e se coloca à
disposição, de modo igualitário, a todos os membros da comunidade, independente de
raça, nacionalidade, idade, gênero, religião, língua, dificuldade física, condição
econômica e escolaridade (FEDERAÇÂO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE
BIBLIOTECÁRIOS E BIBLIOTECA, 2012, p.2)

No intuito de cumprir plenamente a missão de inclusão de todos os cidadãos nas ações
e oportunidades oferecidas pelas bibliotecas que compõem a Rede, foi criado em 2018 o GT
de Acessibilidade da Rede de Bibliotecas pela Paz, composto por pessoas de entidades
municipais, estaduais, federais e da sociedade civil, diretamente envolvidas nos esforços de
expandir o acesso à educação e à cultura às pessoas com deficiências sensoriais (visual e
auditiva), intelectuais, físicas e com altas habilidades/superdotação, favorecendo a construção
coletiva de um Plano de Ação. Com isto entramos em consonância com a Agenda 2030 para

�o Desenvolvimento Sustentável (Agenda 2030), objetivo 16, que nos impulsiona a pensar,
estudar e executar ações que viabilizem esta missão no dia a dia de funcionamento destes
espaços.

2 RELATO DE EXPERIÊNCIA
Ao longo da história, as pessoas com deficiência foram segregadas, sem direito à
convivência, como os demais. O preconceito, a exclusão e até o abandono marcaram suas
vidas. A partir dos anos 90 do século XX, leis internacionais são publicadas com o intuito de
trazer à luz condições mais igualitárias e tornar o mundo mais justo. A Rede de Bibliotecas
pela Paz reconhece a necessidade de atuação na transformação das suas Bibliotecas para que
sejam espaços que incluam todas as pessoas, que apoiem a aprendizagem, respondam às
necessidades individuas, aceitando suas diferenças.
De acordo com o art. 2º da Lei Brasileira de Inclusão (LBI):
Considera-se pessoa deficiente aquela que tem impedimento de longo prazo de
natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou
mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em
igualdade de condições com as demais pessoas (BRASIL, 2015)

Uma unidade de informação inclusiva passa, necessariamente, pelo conceito de
biblioteca acessível, que respeita as singularidades de cada indivíduo e visa o pleno
atendimento a todos os cidadãos. As bibliotecas públicas devem atuar com base na igualdade
de acesso para todos, sem distinção. Devem disponibilizar serviços e materiais específicos
para atender às demandas das diferentes deficiências e cumprir seu papel, perante a sociedade,
de ofertar um espaço sociocultural, que dispõe de serviços e produtos informacionais para
toda comunidade.
Portanto, em agosto de 2018, foi constituído o Grupo de Trabalho, tendo na sua
coordenação a gerência geral da Rede e como membros, as gestoras das bibliotecas e
representantes de várias entidades e instâncias do Poder Público, com o objetivo de estudar
estes espaços e construir uma agenda de capacitações, projetos e melhorias.
Dia 22 de outubro do mesmo ano foi publicada em Diário Oficial do Município a
portaria Nº 034, de 2018,, em que o Secretário de Segurança Urbana da Cidade do Recife, no
uso de suas atribuições legais, instituiu o Grupo de Trabalho para construção coletiva de um
Plano de Ação a fim de tornar acessíveis as bibliotecas que compõem a Rede de Bibliotecas
pela Paz (RECIFE, 2018, p.2).

�A fim de proporcionar maior acesso à informação e à cultura aos usuários com
deficiência, num ambiente adequado, a Rede de Bibliotecas pela Paz da cidade do Recife,
assumiu o propósito de redimensionar seus espaços e serviços, atendendo às demandas do
público com deficiência, para tornar possível oferecer acessibilidade a uma biblioteca para
todos e cumprir seu papel social como espaço de inclusão e formação para a cidadania.
O objetivo é propor ao Município do Recife um plano de ação em acessibilidade e
inclusão de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, transtorno global do
desenvolvimento, altas habilidades/super dotação na Rede de Bibliotecas pela Paz.
Para atingir tal objetivo, as seguintes etapas fizeram-se necessárias:
• Realização de diagnóstico das condições de acessibilidade na Rede de Bibliotecas
pela Paz: foi elaborado um instrumento para mapeamento das condições de acessibilidade de
cada Biblioteca. Considerando a Acessibilidade Arquitetônica, Comunicacional, Atitudinal,
Digital/Tecnológica e do Mobiliário/Equipamentos, vários itens de verificação foram
formulados. Em seguida, as gestoras das Bibliotecas responderam os formulários que são
imprescindíveis para o plano de ação.
• Mapeamento de pessoas com deficiências usuárias do espaço da Rede de
Bibliotecas pela Paz e do Compaz: levantamento realizado com base em pessoas inscritas
nas atividades permanentes (atividades regulares que necessitam de inscrição) que declararam
possuir alguma deficiência e participantes de atividades esporádicas. É importante salientar
que muitos não declaram ter deficiência. A Rede atendeu, até hoje, aproximadamente 400
pessoas com deficiência. Entre inscritos nas atividades, participantes de eventos entre outros.
• Elaboração de um programa de sensibilização e formação com base na demanda
apresentada pelas gestoras e funcionários das Bibliotecas e Compaz: o programa está em
construção, mas mesmo antes de sua finalização, os primeiros encontros de sensibilização
foram realizados em 22 de outubro de 2018 e em 05 de novembro de 2018. Consistiu em uma
roda de conversa sobre inclusão com quase 200 funcionários da Rede de Bibliotecas e dos
COMPAZ, coordenada por um Professor de Atendimento Educacional Especializado.
Já no dia 26 de abril de 2019 aconteceu a roda de conversa: Compartilhando Saberes e
Experiências sobre o Transtorno do Espectro Autista. O evento sugere uma tarde de troca de
saberes e experiências sobre a temática para os gestores das bibliotecas, artes-educadores,
professores de Educação Física, agentes sociais, professores de Educação Básica, familiares e
demais servidores dos Equipamentos; com o intento de refletir sobre a inclusão e possíveis
acomodações para melhor atender os usuários com TEA nas atividades oferecidas pelos
Equipamentos.

�• Definição dos eixos norteadores para execução em curto, médio e longo prazo
relativo às ações em acessibilidade na Rede de Bibliotecas pela Paz: sendo a
Acessibilidade Arquitetônica, Comunicacional, Atitudinal, Digital/Tecnológica e do
Mobiliário/Equipamentos os eixos norteadores, várias ações e atividades começaram a ser
pensadas para que tenhamos bibliotecas acessíveis e inclusivas para pessoas com deficiência
visual; deficiência auditiva; intelectual/cognitiva; física/motora; deficiência múltipla;
Transtorno

do

Espectro

Autista;

surdocegueira

e

altas

habilidades.

As ações foram dispostas nas planilhas do plano de ação, juntamente com o nome do
responsável, recursos necessários, início e previsão de término, término real, status e
observações. As ações perpassam desde formação para funcionários em Libras, sinalização,
adaptação das estantes, instalação de softwares até aquisição de lupas e impressora.
• Indicação e levantamento dos custos para aquisição de equipamentos de
tecnologia assistiva: o último momento consiste no levantamento dos recursos financeiros
necessários, esta etapa será desempenhada pela gerência e gestoras da Rede em parceria com
o financeiro da Secretaria de Segurança Urbana. Isto feito, o plano de ação será finalizado e
inicia a busca pela execução de cada ação nele descrito.
A estimativa inicial de duração do GT foi de seis meses, porém seu prazo foi
prorrogado e está ativo atualmente, com previsão de encerramento no mês de junho de 2019.
Como metodologia de trabalho, foram estabelecidas reuniões mensais nas bibliotecas
da Rede, com encaminhamentos e discussões que definiram objetivos, eixos norteadores e
prazos. No total, nove encontros aconteceram até a data, além de dois eventos de
sensibilização.
As metas prioritárias de execução das ações iniciam ainda no ano de 2019, tendo
continuidade nos anos subsequentes.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
As barreiras que a acessibilidade precisa transpor são variadas, Sassaki (2009) entende
que a acessibilidade deve ser atendida em sua forma plena a partir de macro dimensões:

[...] acessibilidade arquitetônica - sem barreiras físicas; comunicacional - sem
barreiras na comunicação entre pessoas; metodológica sem barreiras nos métodos e
técnicas de lazer, trabalho, educação; instrumental - sem barreiras nos instrumentos,
ferramentas, utensílios; programática - sem barreiras embutidas em políticas
públicas, legislações, normas; e atitudinal - sem preconceitos, estereótipos, estigmas

�e discriminações nos comportamentos da sociedade para pessoas com deficiência
(SASSAKI, 2009, p. 2).

Dessa forma, a Rede de Bibliotecas pela Paz tem urgência em cumprir o seu papel de
instituição totalmente acessível e inclusiva, oportunizando a convivência e fruição de todos
em seus espaços. É fundamental ir além da discussão e implementar ações efetivas para
acolher as pessoas com deficiência, enxergando-as como indivíduos com direitos legítimos
com base na legislação vigente e oportunizando a convivência de todos dentro do mesmo
recinto, sem que ninguém fique para trás.
Sendo assim, a criação do GT de Acessibilidade na Rede de Bibliotecas pela Paz,
indubitavelmente, está sendo um movimento inicial de extrema importância para a
transformação das Bibliotecas da Rede em espaços realmente inclusivos, e possivelmente
conseguirá abranger outros ambientes de convivência, aumentando o número de lugares
acessíveis em nossa sociedade.

REFERÊNCIAS
BRASIL. Lei Nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa
com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Brasília, DF, 6 jul. 2015. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 17 abr.
2019.
FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS E
BIBLIOTECAS. Diretrizes da IFLA para Bibliotecas Públicas. Brasília: Briquet de Lemos,
2012.
NAÇÕES UNIDAS DO BRASIL. A Agenda 2030. Disponível em:
https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/. Acesso em: 18 jul. 2019
RECIFE (PE). Portaria nº 034, de 22 de outubro de 2018. Constitui Grupo de Trabalho de
Acessibilidade da Rede de Bibliotecas pela Paz. Diário Oficial do Recife, Recife, n. 119, p.2,
23 out. 2018.
SASSAKI, R. K. Inclusão: acessibilidade no lazer, trabalho e educação. Revista Nacional de
Reabilitação (Reação), São Paulo, Ano XII, mar./abr. 2009.

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