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                  <text>Biblioteca como espaço de inclusão de pessoas com deficiência no
mercado de trabalho: estudo de caso da contratação da APAE-DF
pela Biblioteca do Ministério da Justiça

Gabriela GOMES DE OLIVEIRA DOS SANTOS (MJSP) - gabi.unb@gmail.com
André Sousa de Sena (MJSP) - andresena1512@gmail.com
Luciene Maria Sousa (Instituição - a informar) - luciene.sousa@mj.gov.br
Adriana da Silva Macedo (MJSP) - adriana.macedo@mj.gov.br
Danielle Monteiro do Amaral (MJSP) - danielle.amaral@mj.gov.br
Resumo:
O presente trabalho é um relato de experiência sobre a inclusão de alunos da APAE-DF –
Associação de Paes e Amigos dos Excepcionais do Distrito Federal para desenvolverem
trabalho remunerado na Biblioteca do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Entende-se
que é função da biblioteca atuar na construção de uma sociedade plural, a qual contribua para
o desenvolvimento de uma mentalidade coletiva em prol da mitigação das diferenças. Por mais
que as políticas de inclusão das pessoas com necessidades especiais físicas e mentais tenham
avançado no país, a inclusão destas no mercado de trabalho é insuficiente. Diante do exposto,
a Biblioteca do Ministério da Justiça e Segurança Pública, no ano de 2018, contratou a APAE
para realizar o trabalho de higienização e pequenos reparos de seu acervo, em especial o de
Obras raras e Coleções Especiais, permitindo, de fato, a inclusão dos alunos da APAE-DF no
mercado de trabalho. Assim, graças a parceria com a APAE-DF, a Biblioteca do Ministério da
Justiça e Segurança Pública tornou concreta a inclusão da pessoa com necessidade especial
cognitiva no ambiente de trabalho.
Palavras-chave: Pessoa com deficiência,
Biblioteconomia Social

Inclusão

social,

Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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mercado

de

trabalho,

�Videografia: () Sim (x) Não
Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência
Resumo expandido
O presente trabalho é um relato de experiência sobre a inclusão de alunos da APAE-DF
– Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Distrito Federal para
desenvolverem trabalho remunerado na Biblioteca do Ministério da Justiça e Segurança
Pública. Entende-se que é função da biblioteca atuar na construção de uma sociedade
plural, a qual contribua para o desenvolvimento de uma mentalidade coletiva em prol da
mitigação das diferenças. Por mais que as políticas de inclusão das pessoas com
necessidades especiais físicas e mentais tenham avançado no país, a inclusão destas no
mercado de trabalho é insuficiente. Diante do exposto, a Biblioteca do Ministério da
Justiça e Segurança Pública, no ano de 2018, contratou a APAE para realizar o trabalho
de higienização e pequenos reparos de seu acervo, em especial o de Obras raras e
Coleções Especiais, permitindo, de fato, a inclusão dos alunos da APAE-DF no
mercado de trabalho. Assim, graças à parceria com a APAE-DF, a Biblioteca do
Ministério da Justiça e Segurança Pública tornou concreta a inclusão da pessoa com
deficiência intelectual e múltipla no ambiente de trabalho.
Introdução: Em decorrência das constantes atualizações que a Ciência da Informação,
desde a explosão da informação até os dias atuais, é notório que as Bibliotecas e os
bibliotecários possuem papéis relevantes nesse contexto, conforme enfatizado por Burke
(2014 apud LINDEMANN, 2016). Para o autor, a aquisição e acumulação do
conhecimento não é apenas uma história, mas deve ser um construto, vez que é um
fenômeno social. Nós, enquanto profissionais da informação, devemos atuar frente às
diversas mudanças sociais que ocorrem mundialmente. Rover e Dziekaniak (2012 apud
LINDEMANN, 2016) destacam que os governos precisam se engajar no processo de
inclusão, por meio de políticas públicas destinadas ao desenvolvimento social e
econômico da nação. Nesse contexto, Lindemann (2016) faz os seguintes
questionamentos:
Qual a importância da Biblioteconomia para a sociedade atualmente? Qual a
contribuição da Biblioteconomia para o desenvolvimento social e econômico
da nação? Como a biblioteca pode ser um agente de transformação social e
ajudar na inclusão de todos?

Ainda segundo Lindemann (2016) a Biblioteconomia tem sua responsabilidade social.
Consequentemente os bibliotecários precisam se interessar mais pela população, em
especial aos que almejam fontes confiáveis de informação. Por isso, é preciso
disseminar a obrigação social da Biblioteconomia a todos os profissionais da
informação. Nessa mesma linha, Moraes e Lucas (2012, p.114 apud LINDEMANN,
2016) explicam que:

�A responsabilidade social é uma postura que deveria perpassar as atividades
de quaisquer profissionais, entre elas, a do bibliotecário. A discussão acerca
da responsabilidade social do bibliotecário não é recente, ela surge em
concomitância com as discussões acerca da responsabilidade social
empresarial, ou seja, na década de 1950 [...]. Se a discussão não é recente, a
prática da responsabilidade social do bibliotecário o é menos ainda, haja vista
que, historicamente, a responsabilidade do profissional da informação, em
específico, do bibliotecário, estava voltada aos cuidados do acervo. Essa
visão permaneceu na prática dos bibliotecários e no imaginário popular
durante muito tempo, todavia, o que se percebe é que a prática desse
profissional vem mudando e tomando novas configurações na
contemporaneidade, no sentido de promover a mediação e o acesso às
informações.

Destaca-se que, sob a ótica da inclusão de pessoas com deficiências, as Bibliotecas
devem ser atores chaves no processo de mediação da informação. Por isso, fornecer
informação confiável, acessível e inclusiva deve ser uma prática constante aos
profissionais da informação para permitir a entrada destes no mercado de trabalho.
O Estado por meio de várias políticas públicas para inclusão de pessoas com deficiência
criou a Lei nº 13.146 de 2015 que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência, que
enfatiza:
Art. 34. A pessoa com deficiência tem direito ao trabalho de sua livre escolha
e aceitação, em ambiente acessível e inclusivo, em igualdade de
oportunidades com as demais pessoas.
Art. 35. É finalidade primordial das políticas públicas de trabalho e emprego
promover e garantir condições de acesso e de permanência da pessoa com
deficiência no campo de trabalho.

A inclusão de pessoas com deficiência nas equipes vai além da responsabilidade social
das empresas, é uma questão legal. De acordo com Perlin (2016), o Brasil possui cerca
de 46 milhões de pessoas com deficiência, sendo que a maioria apresenta problemas de
inclusão social, e uma consequente dificuldade de se inserir no mercado de trabalho.
Para Keeler (2002, apud PERLIN 2016) quando as organizações se balizam pela
responsabilidade social – como a contratação de pessoas com deficiência – passam a ter
retornos como melhor acesso ao capital, minimização de despesas gerais, melhoria na
imagem e melhores relações entre colaboradores.
Relato da experiência: A Biblioteca do Ministério da Justiça e Segurança Pública,
especializada na área jurídica, possui um acervo que abrange todas as áreas do Direito,
composto por cerca de 100 mil documentos em formato impresso, multimeios e digitais.
O acervo da biblioteca é composto, também, pelas coleções especiais Goethiana,
Affonso Penna Júnior e Obras raras. Todas de valor inestimável, visto sua antiguidade e
raridade. Estas abrangem vastas áreas do conhecimento, por isso não é um acervo
especializado. As coleções especiais são compostas por edições literárias raras
produzidas ao longo dos séculos XIV ao XIX; obras de autores brasileiros e estrangeiros
editadas até 1860; primeiras edições; segundas edições até 1869; edições de luxo;

�edições com tiragem aproximada de 300 exemplares; obras autografadas por autores
renomados; obras de personalidades de projeção política, científica, literária e religiosa;
obras abonadas de próprio cunho, ou reunidas em coletâneas.
Os acervos bibliográficos não são imunes a ação do tempo. Eles são compostos
orgânicos e desde o momento da sua criação inicia-se o processo de degradação em
decorrência da ação de agentes externos. Microrganismos, mamíferos, insetos e outras
pragas (orgânicas ou inorgânicas) estão em constante ação nos acervos. Fatores físicos e
ambientais também interferem na vida útil do acervo. Por isso, a fim de evitar tais
processos de deterioração e prolongar o ciclo de vida dos de materiais bibliográficos
existe a necessidade de organizar uma rotina de higienização.
Convencer os gestores da Pasta sobre a importância, o valor e a necessidade de
preservação do acervo é tarefa altamente complexa. De fato, não envolve apenas
conhecimento técnico biblioteconômico, mas, também, a capacidade de negociação, a
habilidade de gerenciamento de projetos, o conhecimento sobre elaboração de editais de
licitação e a habilidade de recrutar equipe especializada em prol de um objetivo comum.
A junção desses conhecimentos, habilidades e atitudes permitiu que em 2017 os
servidores da Biblioteca do Ministério da Justiça e Segurança Pública fossem
autorizados a contratar a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais no DF (ApaeDF) para realizar as atividades de higienização e pequenos reparos nas obras.
Face a necessidade latente de preservação do acervo bibliográfico, a Biblioteca do
MJSP buscou, por meio de visitas técnicas, conhecer a realidade de outros órgãos a fim
de encontrar alguma alternativa para a preservação do acervo. Por meio de
Benchmarking realizado em órgãos públicos, tais como: Senado Federal, Câmara dos
Deputados, Ministério das Relações Exteriores e Instituto Nacional de Pesquisas em
Educação, verificou-se que todos compartilhavam dos mesmos problemas de
preservação do acervo. O maior impedimento era a falta de pessoal qualificado para
executar uma rotina de higienização das obras. Para contornar a situação, os
responsáveis pelos acervos concluíram que os serviços da APAE-DF eram os que mais
atendiam a necessidade das bibliotecas.
A Apae-DF é uma organização não governamental sem fins lucrativos, de caráter
cultural, assistencial e educacional, que promove a educação profissional e o
encaminhamento de jovens e adultos com deficiência intelectual e múltipla para o
mercado de trabalho. Dentre os projetos desenvolvidos pela Apae-DF está a
higienização e pequenos reparos de bens culturais. Os integrantes da equipe são
treinados pela Instituição, em parceria com a Biblioteca Central da Universidade de
Brasília e realizam o trabalho com o acompanhamento de um apoiador, profissional
especializado cuja principal atribuição é organizar e coordenar a execução das tarefas.
Os benefícios alcançados com a contratação transitam pela concretização do encargo
coletivo de amparo, auxílio e inclusão de pessoas com deficiência e a preservação dos
acervos bibliográficos do MJSP, que tanto carecem de intervenção.

�Cumpre destacar que a contratação vai ao encontro da política estatal de inclusão da
pessoa com deficiência, preconizada pela Lei nº 7.853/1989, que estabelece no seu art.
2º:
Art. 2º Ao Poder Público e seus órgãos cabe assegurar às pessoas portadoras
de deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive dos
direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à previdência social, ao
amparo à infância e à maternidade, e de outros que, decorrentes da
Constituição e das leis, propiciem seu bem-estar pessoal, social e econômico.
Parágrafo único. Para o fim estabelecido no caput deste artigo, os órgãos e
entidades da administração direta e indireta devem dispensar, no âmbito de
sua competência e finalidade, aos assuntos objetos esta Lei, tratamento
prioritário e adequado, tendente a viabilizar, sem prejuízo de outras, as
seguintes medidas:
(...)
III - na área da formação profissional e do trabalho:
a) o apoio governamental à formação profissional, e a garantia de acesso aos
serviços concernentes, inclusive aos cursos regulares voltados à formação
profissional;
b) o empenho do Poder Público quanto ao surgimento e à manutenção de
empregos, inclusive de tempo parcial, destinados às pessoas portadoras de
deficiência que não tenham acesso aos empregos comuns;
c) a promoção de ações eficazes que propiciem a inserção, nos setores
públicos e privado, de pessoas portadoras de deficiência;
d) a adoção de legislação específica que discipline a reserva de mercado de
trabalho, em favor das pessoas portadoras de deficiência, nas entidades da
Administração Pública e do setor privado, e que regulamente a organização
de oficinas e congêneres integradas ao mercado de trabalho, e a situação,
nelas, das pessoas portadoras de deficiência;

A Lei de licitações permite a dispensa de licitações para contratação de entidades sem
fins lucrativos. Nesse sentido, realizou-se o processo para a contratação permeando a
legalidade e comprovação da vantajosidade para União.
A contratação promove a inclusão social, por meio da geração de trabalho e renda, de
pessoas com deficiência intelectual e múltipla que necessitam ser integradas à
sociedade.
Assim, considerando a função social inerente aos contratos administrativos, o ajuste
entre esta Pasta e uma Associação de portadores de deficiência possibilita a obtenção de
serviços que são de interesse público, bem como a promoção da inclusão social, ao
passo que possibilita a inclusão dessas pessoas com deficiência no mercado de trabalho
especializado.
Atualmente o contrato já está em seu 1º termo aditivo. A seguir demonstramos alguns
números relacionados ao 1º ano de contrato:
- Inclusão de 6 pessoas com deficiência no mercado de trabalho, com carteira assinada e
direitos trabalhistas garantidos, aumentando o número de pessoas com deficiência que
trabalham no MJSP, que antes da contratação era de apenas 17 pessoas em um universo
de 1380 colaboradores;

�- Mais de 1000 livros higienizados folha a folha;
- Quase 1 milhão de páginas higienizadas;
- 50 livros raros restaurados;
- 2 Exposições realizadas.
A experiência com a contratação de pessoas com deficiência demonstra-se satisfatória,
afinal outras unidades do Ministério da Justiça e Segurança Pública planejam contratar
outras associações de pessoas com deficiência para consecução de suas atividades.
Considerações Finais: Restou claro que desde o campo das ideias - fase antecessora a
todo o planejamento da contratação - até o aceite da alta gestão, existe um enorme
esforço de sensibilização de todos os atores responsáveis pela tomada de decisão.
Assim, é extremamente satisfatório apresentar os resultados alcançados nas ações de
higienização e pequenos reparos do acervo da biblioteca do MJSP à sociedade.
Defender a inclusão de pessoas com deficiência nos órgãos públicos é uma ação de alto
impacto social, principalmente para as bibliotecas, as quais necessitam cada vez mais
ressignificar o seu papel de agente propulsor do conhecimento.
Ademais, não basta apenas incluir a pessoa com deficiência no mercado de trabalho. É
preciso socializá-la e inseri-la de maneira plena no ambiente para lhe permitir o
convívio harmônico com todas as pessoas da organização durante a realização das
atividades.
Referências:
BRASIL. Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989. Disponível
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7853.htm. Acesso em: 09 abr. 2019.
BRASIL.

em:

Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13146.htm. Acesso em: 23
jul. 2019.
Lei

nº

13.146,

de

6

de

julho

de

2015.

LINDEMANN, Catia; SPUDEIT, Daniela; CORRÊA, Elisa Cristina Delfini. Por uma
biblioteconomia mais social: interfaces e perspectivas. Revista Acb: Biblioteconomia
em Santa Catarina, Florianópolis, v. 21, n. 22, p.707-723, ago. 2016. Disponível em:
https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/1211 . Acesso em: 09 abr. 2019.
PERLIN, Ana Paula. Et al. Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de
Trabalho. Um Estudo em uma Empresa do Setor Cerâmico. Desenvolvimento em
Questão.
Disponível
em:&lt;http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=75244834008&gt; Acesso em: 23 jul. 2019.
RIBEIRO, Anna Carolina Mendonça Lemos Organizadora; FERREIRA, Pedro
Cavalcanti Gonçalves Organizador. Bibliotecário do Século XXI: pensando o seu
papel na contemporaneidade. 2018.

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              <text>O presente trabalho é um relato de experiência sobre a inclusão de alunos da APAE-DF – Associação de Paes e Amigos dos Excepcionais do Distrito Federal para desenvolverem trabalho remunerado na Biblioteca do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Entende-se que é função da biblioteca atuar na construção de uma sociedade plural, a qual contribua para o desenvolvimento de uma mentalidade coletiva em prol da mitigação das diferenças. Por mais que as políticas de inclusão das pessoas com necessidades especiais físicas e mentais tenham avançado no país, a inclusão destas no mercado de trabalho é insuficiente. Diante do exposto, a Biblioteca do Ministério da Justiça e Segurança Pública, no ano de 2018, contratou a APAE para realizar o trabalho de higienização e pequenos reparos de seu acervo, em especial o de Obras raras e Coleções Especiais, permitindo, de fato, a inclusão dos alunos da APAE-DF no mercado de trabalho. Assim, graças a parceria com a APAE-DF, a Biblioteca do Ministério da Justiça e Segurança Pública tornou concreta a inclusão da pessoa com necessidade especial cognitiva no ambiente de trabalho.</text>
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