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                  <text>BIBLIOTERAPIA PARA IDOSOS: A LEITURA FAZ BEM AOS OLHOS
E AO CORAÇÃO

Edna Gomes Pinheiro (UFPB) - ednagomespi@yahoo.com.br
Eliane Bezerra Paiva (Instituição - a informar) - paivaeb@gmail.com
Marynice Medeiros Matos Autran (UFPB) - marynice.autran@gmail.com
Rosa Zuleide Lima de Brito (UFPB) - rosazuleide@hotmail.com
Resumo:
Reconhecendo o valor da velhice e o potencial do idoso, e que a população brasileira esta
envelhecendo, encontramos razões significativas para desenvolver essa pesquisa,
compreendendo que ao agir, o homem interage com o seu contexto e consegue modificar a
própria vida. Todavia, para que essa transformação se concretize,é preciso recorrer a
ações/fenômenos que possam garantir a integridade humana.
Acreditamos que a Biblioterapia com o papel de cuidar
do ser, se constitui
em
ações/fenômenos dessa natureza, porque atribui sentidos à vida do idoso, na medida que
oferece informações inerente ao saber envelhecer com qualidade, ao saber conquistar a
cidadania e a inclusão social. Aborda as seguintes questões de pesquisa: Qual a dimensão da
Biblioterapia na práxis bibliotecária? Onde reside a capacidade da leitura em fazer bem ao
coração?
Tem como objetivo geral: analisar as práticas biblioterapêuticas desenvolvidas com os idosos
na Associação Metropolitana de Erradicação a Mendicância (AMEM), em João Pessoa-PB. A
Metodologia está calcada nas orientações do método biblioterapêutico, aplicado com os
sujeitos da pesquisa - 23 idosos residentes na AMEM .
Conclui, que o valor da leitura como função terapeutica está na possibilidade de oportunizar a
catarse de conflitos/emoções/agressividade. A crença dada a Biblioterapia como leitura
terapêutica se revela na construção da autonomia do idoso, para reconhecer a alteridade,
desenvolver o auto respeito/respeito pelo outro, e na responsabilidade sobre as próprias
decisões.
Palavras-chave: Biblioterapia. Leitura terapêutica. Idoso
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.
EIXO TEMÁTICO 6 - Gestão de Bibliotecas
INTRODUÇÃO
A concepção e visão de organização com foco na necessidade de mudança de padrões e
enfoques, trazendo como consequência fundamental a valorização do seu staff tem se
tornado uma realidade a partir da década de 1980 (JURAN, 1992). Assim sendo, as
Bibliotecas na busca de compreender melhor as mudanças de paradigmas decorrentes
do surgimento das tecnologias de informação e comunicação, e das exigências do mundo
do trabalho, não podem prescindir do que Barbier (1993; 1998), denomina de escuta
sensíva, visto que os bibliotecários precisam captar as necessidades dos usuários,
precisam ter a habilidade da escuta para fazerem uma análise e intepretação dos
desejos e necessidades informacionais dos usuários da biblioteca.
Assim, a significância do ato de escutar, de saber ouvir com respeito se torna um valor
relevante nas relações interpessoais, dentro das bibliotecas, haja vista a necessidade de
ouvir e ser aceito, de ouvir e ser compreendido.
Nesse viés, o bibliotecário deve sentir o universo afetivo, o imaginário e o cognitivo dos
usuários, para entender a razão de dispensar a atenção a eles. Conhecer suas atitudes,
seus comportamentos e necessidades de informação é a melhor forma de instaurar um
espaço de acolhimento e de segurança para conquistar e manter usuários (internos e
externos). Esse espaço, ajuda os usuários expressarem suas necessidades, angústias,
anseios, a fim de tornar significativo o cotidiano vivido.
Face ao exposto, justificamos a realização dessa pesquisa, na crença de que uma escuta
atenta, instituída nas bibliotecas, pode apresentar um efeito capaz de perceber além dos
detalhes, dos olhares e da posturas, as necessidades informacionais e os desejos dos
usuários.
À luz dessas considerações, a temática despertou em nós o desejo de averiguar como a
praxis bibliotecária está articulada aos valores da escuta sensível na arte de ouvir, nas
bibliotecas, haja vista a constatação de que o ato de escutar com respeito, está cada vez
mais escasso dentro das organizações. Outro motivo, não menos importante, para justificar
a realização dessa pesquisa, diz respeito ao fato da escuta sensível ser um assunto,
ainda incipiente na área da Biblioteconomia e da Ciência da Informação.
Para os propósitos desta pesquisa, fizemos recortes balizados, contemplando quatro
unidades de informação sediadas em João Pessoa-PB-Brasil, a saber: Sistema de Biblioteca
da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); Biblioteca da Faculdade Internacional da
Paraíba (FPB); Biblioteca Pública Juarez Gama Batista (na Fundação Espaço Cultural
e Biblioteca Nilo Peçanha) e; do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
da Paraíba (IFPB).

�Os fatos mencionados, além de pontos norteadores para a escolha do tema de pesquisa,
serviram como fonte de inspiração para constatarmos se a escuta sensível faz parte
do habitual e do cotidiano dessas bibliotecas, quando buscamos respostas precisas e
necessárias para contemplar os objetivos estabelecidos
Com esse pensamento entramos em sintonia com a problemática de pesquisa: Os
bibliotecários gestores - sujeitos da pesquisa - se apropriam da escuta sensível na busca da
melhoria no desempenho profissional da equipe? De que forma a escuta sensível pode
contribuir para um melhor entendimento e relacionamento entre bibliotecário-gestor e sua
equipe? O Bibliotecário-gestor está voltado para a cultura da escuta sensível em seu
ambiente de trabalho?
Diante desses questionamentos, inferimos o objetivo geral da pesquisa: analisar a arte de
ouvir entre o staff das Biblioteca Central da Universidade Federal da Paraíba; Biblioteca
da Faculdade Internacional da Paraíba; Biblioteca Pública Juarez Gama Batista e;
Biblioteca do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba. Partindo do
objetivo geral da pesquisa, elencamos os seguintes objetivos específícos: constatar a
concepção de escuta sensível na ótica do bibliotecário-gestor; identificar os benefícios
da escuta sensível no ambiente de trabalho, junto a equipe; verificar se a cultura
organizacional das bibliotecas pesquisadas propícia a escuta sensível, na relação
bibliotecário x usuário.
Método da pesquisa
Evidenciamos, que o percurso metodológico está ancorado nos princípios da escuta
sensível, enquanto instrumento metodológico, apóia-se na escuta científico-clínica
como fase diagnóstica e realiza-se também através de um eixo de vigilância, sustentado em
três tipos de imaginários: o pessoal-pulsional ; o social-instituciona (BARBIER, 1993;
1998). É uma pesquisa exploratória, descritiva com destaque na abordagem qualitativa
(GIL, 2010). Utilizamos como técnicas de coleta dos dados, a entrevista semiestruturada
apoiada na escuta sensível articulada harmonicamente em dois tipos de escuta, a saber:
a) Escuta autônoma – momento que o pesquisador procura sentir o universo afetivo,
imaginário e cognitivo do entrevistado, para poder compreender de dentro de suas
atitudes, comportamentos e sistemas de ideias e de valores, de forma sensível.
b) Escuta de si - momento em que o pesquisador destaca que as narrativas podem
oportunizar espaços, nos quais o sujeito seleciona suas idéias, possibilita a reconstrução de
sua experiência de vida, e numa visão auto-reflexiva busca compreender a trajetória de si
e do (s) outro (s) sem perder de vista as próprias itinerâncias formativas.

Ressaltamos, que os sujeitos da pesquisa foram cinco (05) Bibliotecários gestores,
assim caracterizados: três(03) de biblioteca universitária federal; um (01) de biblioteca
universitária privada e; um (01) de biblioteca pública. As entrevistas realizadas com
esse contigente deram forma e contorno a pesquisa, posto que os gestores tomam as
decisões que envolvem a identificação de problema, bem como analisam, escolhem
alternativas e verificam a eficácia das decisões.

�Resultados
Os resultados alcançados corroboraram para instigar a realização de futuras pesquisas
sobre a arte de ouvir com respeito no contexto bibliotecário, especialemente, as articuladas
a competência informacional. Os achados da pesquisa nos remete, ainda, a uma reflexão
sobre as relações entre o fazer dos bibliotecários e a mediação implícita da informação.
Sinalizam, também, que, após uma revisão de literatura, a escuta sensível não tem
sido adequadamente discutida à luz da Biblioteconomia e da Ciência da Informação
(CI), apesar dessas ciências sofrerem influências das teorias relativas ao dialogismo, ao
enunciado, à produção de sentidos e a autoria, que ajudam a pensar os acontecimentos que
permeiam as práticas dialógicas e informacionais. Possibilitou, ainda, observar que
um mundo novo abriu-se para os gestores, envolvidos na pesquisa, apesar das
difíceis escolhas que têm de fazer e das dificuldades a serem enfrentadas. A vivência em
uma biblioteca, convivendo em novas relações interpessoais, oportuniza aos gestores,
multiplas leituras e experiências inovadoras na arte de ouvir os usuários e colaboradores
desse lócus acadêmico - chamado biblioteca – e reconhecido como espaço . privilegiado
do saber e do conhecicimento.
Discussão
A análise e interpretação dos resultados obtidos, á luz da literatura publicada sobre a tema
da pesquisa, revelou que os princípios da escuta sensível possibilitaram escutar os
sujeitos envolvidos, na partilha de experiências e construção de conhecimentos no
cotidiano das bibliotecas. Nos levou a crer que, não é fácil preludiar-se a ouvir,
principalmente porque ouvir significa compreender o outro a partir do olhar alheio,
da lógica alheia. Significa concentração para ouvir com consciência e aprender a
silenciar o próprio pensamento no momento da escuta. É uma escuta do dito, do não
dito, do silêncio, da hesitação, de tudo que não audivel.
Nessa perspectiva focamos as analises e as dissurssões no olhar dos sujeitos da pesquisa,
no tocante a escutá-los. Todos os entevistados, acham que é de extremo valor a prática da
escuta sensivel nas bibliotecas. Perce bemos, que os sujeitos da pesquisa chamam a
atenção para o fato dos bibliotecários não cairem na mecanicidade. Devem estar atentos
as práticas de contato humanizado. O bibliotecário ao organizar informação, tem a
função de fazer a ponte entre a informação e quem dela necessita. Portanto, para que
isso aconteça de forma satisfatória, é necessário fazer o uso das práticas de
escuta sensível. Corroborando, nessa direção Juran (1992) salienta que: a qualidade
é a adequação ao uso, através da percepção das necessidades dos usuários, ou seja,
é a capacidade de promover a satisfação de uma necessidade de forma adequada às
preferências dos usuário
Considerações finais
Constatamos, diante dos achados da pesquisa, a relevancia de o bibliotecário estar
atento ao que usuário não diz, ou seja, ouvir as entrelinhas, saber interpretar o não
evidente, pois é imprescindível que a escuta seja feita de maneira atenta, de forma
que os gestos,também, sejam observados e o usário seja atendido de forma digna e
humanaizada. Isso fortalece o pensamento de Oliveira (2014, p. 29) quando ressalta.

�Atender o usuário “Não é responder as perguntas com frase de efeitos. É ficar atento aos
mínimos detalhes, olhando-o nos olhos, deixando-o que se manifeste em relação ao que
está sendo dito”.
Ressaltamos, que a pesquisa evidencia a necessidade de uma maior interação entre
bibliotecário e usuário, pois os resultados revelam que raro foram os momentos de
diálogos nessa interação, fato que, nos remete a complexidade da profissão e do perfil
exigido ao profissional Bibliotecário, na dificil arte de escutar o usuário com respeito.
A pesquisa ao constatar descobertas inerentes a importância de motivar, compreender
e ouvir, sensivelmente, as pessoas, mais precisamente, usuários de bibliotecas, nos leva a
considerar que a pratica da escuta sensível tem efeitos positivos e geram resultados
satisfatórios nos relacão bibliotecário x usuário.
Enfim, a análise das categorias delineadas nessa pesquisa permitiu alguns achados,
acerca da escuta sensível como perspectiva de investigação e como elemento relevante na
formação do bibliotecário.
A defesa expressa nessa pesquisa, destanca a escuta sensivel como prática imprencidivel
na práxis bibliotecária, aponta que os bibliotecários, também, precisam ser escutados,
enxergados e acolhidos. Escutados quando reivindicam melhorias nas condições de
trabalho. Enxergados e acolhidos, quando desempenham suas funções com ética e
compromisso, quando lutam por salário digno, por políticas e estratégias de formação
continuada.
Sugerimos que os bibliotecários atentem, de modo singular, para as necessidades e desejos
dos usuários, tentando saná-las, porque isso se torna uma ligação essencial na vivência e
na convivência no ambiente da biblioteca.
Posto isso, almejamos que o estudo possa inspirar novas pesquisas sobre a escuta
sensível do bibliotecário nos diversos tipos de bibliotecas. Se faz notório, que uma prática
em que se coloca o respeito à frente de quaisquer conteúdos tem o poder de transformar,
não somente a realidade das bibliorecas, mas também, contribuir para a constituição
de um bibliotecário sensível às necessidades e a atenção do usuário.

Referências
BARBIER, R. A escuta sensível em educação. Cadernos ANPED, v. 5, p. 86–
216, 1993.
BARBIER, R. A escuta sensível na abordagem transversal. In: BARBOSA, Joaquim
(Coord.). Multirreferencialidade nas ciências e na educação. São Carlos: Editora da
UFSCar, 1998, p. 168-99.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido.- Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2010.

�JURAN, J. M. Planejamento para a qualidade. São Paulo: Pioneira, 1992.
OLIVEIRA, N. C. O voo da borboleta: escuta sensível, respeito e cuidado na
relação pedagógica em mutação na educação infantil. Brasília: UNB, 2014.

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