<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="3122" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/3122?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-21T15:52:14-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="2204">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/24/3122/2157-2174-1-PB.pdf</src>
      <authentication>7a457213b499981192b8581f038ec50a</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="36324">
                  <text>BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS À LUZ DA ACESSIBILIDADE:
REFLEXÕES ACERCA DA ADEQUAÇÃO DAS BIBLIOTECAS AOS
DEFICIENTES VISUAIS

Suelen Oliveira Campos (PMVV) - suelenoc@gmail.com
Maria Aparecida de Mesquita Calmon (Instituição - a informar) - maria cidamcalmon@hotmail.com
João Coutinho Coutinho Junior (UFES) - coutinhojunior.yan@gmail.com
Resumo:
O presente estudo apresenta algumas reflexões sobre a importância das bibliotecas
universitárias adequarem-se às necessidades e limitações das pessoas com deficiência visual.
Para tanto, aborda questões direcionadas à participação das bibliotecas no contexto da
sociedade inclusiva, refletindo acerca do papel social do bibliotecário nesse contexto e os
serviços biblioteconômicos prestados em prol da inclusão. Caracteriza a Biblioteca
Universitária como ambiente de acolhimento, demonstrando a redefinição dos serviços, com
base nos preceitos legais sobre acessibilidade. Por meio de pesquisa bibliográfica em livros e
artigos da área, foi possível constatar que a questão da acessibilidade é uma temática bastante
discutida nos últimos tempos. Grande parte dos estudos realizados até então destacam
barreiras e omissões quanto à adequação das bibliotecas universitárias às necessidades dos
deficientes visuais. Constata-se que alguns esforços já vêm sendo empreendidos, como a
tradicional disponibilização da informação em Braille, o auxílio de ledores, o uso de
tecnologias assistivas e, principalmente, a adoção de softwares e hardwares de acessibilidade.
Palavras-chave: Cidadania. Acessibilidade. Biblioteca Universitária. Pessoas com deficiência
visual.
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.
Eixo temático 2: Ninguém fica para trás
Introdução
A questão da acessibilidade vem sendo discutida em várias instâncias e
segmentos sociais, permeando desde contextos locais até níveis nacionais e
internacionais. Em grande parte, a preocupação com essa causa tem sido incluída
nas agendas e planos governamentais, demonstrando que a sociedade evoluiu no
que tange à inclusão das pessoas com necessidades especiais.
Essa ocorrência é fruto, na maioria das vezes, da institucionalização de
normas jurídicas a favor das pessoas com necessidades especiais, que,
atualmente, o Estado e a sociedade devem oferecer condições para a adequação
desses indivíduos, pois, eles são cidadãos como os demais, contribuintes de
impostos e que precisam ter suas necessidades atendidas em face de limitações
físicas e/ou psicológicas.
Trata-se, na verdade, de fomentar um aspecto relacionado à igualdade das
pessoas, assim como garantido pela Constituição Federal quando dispõe que
todos são iguais perante a lei independente das diferenças pessoais, sociais,
culturais e políticas. Presume-se que as adequações em favor dos deficientes
representam o dever do Estado em propor políticas públicas voltadas para esse
público, haja vista consolidar o exercício pleno da cidadania (MELO, 2009).
Segundo esse documento, as bibliotecas devem oferecer condições
adequadas para que o portador de necessidades visuais, como qualquer outro
cidadão, complemente suas atividades educativas. Reza o referido documento
que as bibliotecas precisam satisfazer “[...] as necessidades dessa comunidade
distinta com pessoas incapazes de utilizar material impresso e oferecer serviços
em diferentes tipos de instituições, como escolas e abrigos para idosos [...]”
(RELATÓRIO PROFESSIONAL Nº 86, MANISFESTO IFLA/UNESCO, 2009, p.
29).
Constata-se, por meio deste manifesto, a consolidação do papel social do
profissional da informação que, para Ribas e Zibiani (2007), deve atuar com as
novas tecnologias na prestação de serviços educacionais e culturais, no intuito de
tornar a sociedade cada dia mais inclusiva.
Se existe o compromisso social do bibliotecário, certamente as unidades nas
quais desempenham seu trabalho também devem aderir a essa causa. As
bibliotecas, por manifestarem-se como um espaço difusor de informação, cultura e
conhecimento, devem, acima de tudo, estarem preparadas para acolher a maior
diversidade de público possível “[...] para as suas atividades, com instalações
adequadas às diferentes necessidades e em conformidade com as diferenças
físicas, antropométricas e sensoriais da população” (FERRÉS, 2006, p. 21).
Trazendo essas reflexões iniciais para o âmbito das bibliotecas universitárias,
nota-se que a adequação deve ser feita conforme as necessidades da

�universidade e de sua comunidade, atendendo o tripé: pesquisa, ensino e
extensão. Conforme defendido por Fialho e Silva (2012, p. 153), essas unidades
“[...] precisam ser acessíveis, para que possam atender às necessidades
informacionais diversas do público que as procura, tais como os deficientes visuais
[...]”.
Defendem as referidas autoras, que as bibliotecas universitárias fazem parte
do processo de desenvolvimento acadêmico do estudante com deficiência visual,
cumprindo sua função primordial de apoiarem as pesquisas e promoverem o
acesso à informação. Para que essa adequação aconteça, deve haver uma
preocupação, por parte das universidades, com a adaptação e estrutura voltada
para atender esse tipo de usuário.
Com o avanço tecnológico, a viabilização da acessibilidade tem se tornado
um objetivo ainda mais fácil e prático. Isso porque, com o desenvolvimento das
tecnologias assistivas, outras possibilidades de serviços e produtos são
disponibilizadas ao portador de deficiência visual, como o áudio-livro, o qual
ampliam as vantagens até então proporcionadas pelos recursos tradicionais, como
o livro em Braille (SILVA; BARBOSA, 2011).
Método da pesquisa
Como objetivos específicos, delinearam-se os seguintes: descrever questões
direcionadas à participação das bibliotecas no contexto da sociedade inclusiva;
refletir acerca do papel social do bibliotecário nesse contexto e os serviços
biblioteconômicos prestados em prol da inclusão; caracterizar a biblioteca como
ambiente de acolhimento, demonstrando a redefinição dos serviços, com base nos
preceitos legais sobre acessibilidade; e, por fim, discorrer acerca da adequação da
Biblioteca Universitária quanto às pessoas portadoras de necessidades especiais.
A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica em livros e artigos que
abordam a temática em apreço. Os livros foram recuperados de um acervo
impresso de Biblioteca Universitária e os artigos a partir da consulta às bases de
dados da Biblioteca Scielo e do Google Acadêmico.
Acreditamos que este estudo é pertinente, pois reflete as novas exigências
e recomendações de órgãos superiores voltados para a o acesso à informação.
Por meio desse acesso, demonstram-se a necessidade e a importância de se
estruturar e adequar os espaços de informação, conforme as necessidades e
limitações das pessoas com deficiência visual, práticas essenciais na construção
de uma sociedade mais inclusiva.
Discussão
Na sociedade atual, a partir da institucionalização dos ideais democráticos e
dos princípios de cidadania, assiste-se a configuração de direitos sociais,
sustentados por meio de práticas cidadãs, as quais garantem os direitos e deveres
aos indivíduos que pertencem a uma nação.
Ser cidadão e pertencer a um Estado Democrático representa um status que
assegura a participação política, assim como o uso de produtos e serviços

�gerenciados pelos órgãos públicos e disponibilizados à população. O conjunto de
leis que regem os direitos sociais permite que as pessoas tenham acesso às
condições básicas e dignas de sobrevivência no meio social, independente de
quaisquer diferenciações existentes entre os cidadãos.
No âmbito das bibliotecas públicas, percebe-se que essas unidades devem
constituir-se como ambientes sociais, em que preze pela democratização, acesso
e uso das informações armazenadas nessas instituições. Qualquer tentativa ou
indício de exclusão ou preferência na oferta dos serviços bibliotecários ao
diversificado público deve ser integralmente abolida. Assim, consideramos que a
biblioteca seja
[...] uma tentativa de inclusão social que se configura como ambiente
democrático independente da condição social, pois a informação exerce
papel fundamental no grau de consciência que cada cidadão tem dos
seus direitos e deveres como membros de uma sociedade (PIMENTEL,
2006, p. 22).

Não há como negar, sobretudo na sociedade brasileira, haver um diferencial
entre as pessoas que têm acessibilidade aos meios de informação - uma pequena
parcela da população - e as que não têm (BARRETO; PARADELLA; ASSIS, 2008).
Assim, segundo esses autores, as bibliotecas públicas devem democratizar o
acesso e o uso da informação junto às comunidades e segmentos sociais alijados
da participação em sociedade.
Na visão do autor acima mencionado, entende-se que o papel da biblioteca
pública é atender à comunidade na qual está inserida e, para isso, é preciso que
ela esteja preparada para lidar, inclusive, com o portador de deficiência física.
Assim como todo indivíduo, o deficiente físico possui necessidades informacionais.
É responsabilidade da biblioteca pública tornar o espaço fisicamente acessível,
bem como utilizar toda tecnologia disponível para permitir o acesso à informação
por parte do deficiente, independente de qual seja sua limitação física.
No âmbito brasileiro, os portadores de deficiência têm seus diretos
garantidos pela Constituição e pelo Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com
Deficiência (PNDPD, 2013). Esse plano garante aos portadores de deficiência
usufruírem de condições adequadas que permitam sua inserção em ambientes
educacionais e de informação (BRASIL, PNDPD, 2013).
Assim, as bibliotecas, em diferentes instâncias e contextos, devem
democratizar o acesso à informação, sendo necessário para essa democratização,
oferecer condições de infraestrutura, acomodação, quanto de disponibilização de
tecnologias apropriadas para que esse acesso seja facilitado.
Nesse contexto de democratização da informação e das exigências legais,
as bibliotecas tornam-se verdadeiros ambientes de inclusão social. Elas devem
contemplar “[...] atividades para o desenvolvimento cultural do cidadão, sem
discriminar ou eleger seu usuário. Neste sentido, faz-se necessário aumentar as
possibilidades para universalizar o seu uso, adequando-a aos portadores de
deficiências [...]” (SOUZA, 2013, p. 33).

�Para esse autor, a biblioteca deve estar preparada para receber, acolher e
oferecer serviços especializados aos deficientes físicos, principalmente àqueles
que possuem necessidades visuais. A biblioteca na contemporaneidade deve
deixar-se de ser unicamente pública para se tornar inclusiva; para tanto, faz-se
necessário, a priori, o rompimento de barreiras físicas, sociais, culturais e
relacionais.
As bibliotecas devem tornar-se inclusivas por serem ambientes democráticos
e por estarem imbuídas em uma sociedade também democrática e inclusiva. Essa
sociedade manifesta-se como aquela em que todas as pessoas,
independentemente do sexo, idade, crença, etnia, raça, orientação sexual ou
deficiência sejam, necessariamente reconhecidas como cidadãs e a todas sejam
facultados os direitos econômicos, sociais, civis e culturais, eliminando quaisquer
formas de discriminação (AVANÇOS..., 2008).
O termo “biblioteca inclusiva” é recente na literatura, no entanto, a
adequação dos espaços de informação é uma tentativa que já possui uma extensa
trajetória. O que define a característica dessa modalidade de biblioteca é a
tendência em oferecer serviços diferenciados conforme os perfis e limitações
existentes. Assim, discute-se que a
Biblioteca inclusiva não é aquela biblioteca específica, por exemplo, para
deficientes visuais com todo acervo disponível em Braille, mas sim aquela
que atende toda a demanda da população de maneira igualitária, onde
seus usuários possam acessar e utilizar os serviços e acervos, conforme
suas especificidades (CONEGLIAN; SILVA, 2006, p. 7).

Considerações Finais
Através deste estudo, constatou-se a necessidade e importância das
bibliotecas, sobretudo as universitárias, adequarem os espaços e serviços
informacionais de acordo com as necessidades e limitações dos usuários
portadores de deficiências, principalmente a deficiência visual.
No contexto universitário, devido à diversidade de usuários que a biblioteca
atende, atreladas às necessidades de pesquisa demandadas nessas instituições,
entende-se que a redefinição constante dos serviços para atender esses usuários
constitui uma obrigatoriedade, de acordo com os preceitos instituídos por leis e,
também representa uma estratégia a fim de inserir a biblioteca na sociedade
inclusiva.
Por fim, confirma-se que, a proposta de inserir a biblioteca na sociedade
inclusiva constitui a confirmação dos direitos dos cidadãos em ter acesso aos
serviços informacionais de forma adequada, atendendo as limitações dos
portadores de deficiências. Embora, segundo a literatura, muito ainda tem que ser
feito, percebe-se que, ao menos, um caminho já foi iniciado.
Referências

�AVANÇOS E DESAFIOS NA CONSTRUÇÃO DE UMA SOCIEDADE INCLUSIVA.
Belo Horizonte: Sociedade Inclusiva, 2008. Disponível em: &lt;http://proex.pucmina
s.br/sociedadeinclusiva/arquivos/avancosedesafiosnaconstrucaodeumasociedadei
nclusiva.pdf&gt;. Acesso em: 25 jan. 2019.
BARRETO, Angela Maria; PARADELLA, Maria Dulce; ASSIS, Sônia. Bibliotecas
públicas e telecentros: ambientes democráticos e alternativos para a inclusão
social. Ci. Inf., v. 37, n. 1, p. 27-36, 2008. Disponível em: &lt;http://www.scielo.br/p
df/ci/v37n1/03.pdf&gt;. Acesso em: 24 jan. 2019.
CONEGLIAN, André Luís Onório; SILVA, Helen de Castro. Biblioteca inclusiva:
perspectivas internacionais para o atendimento a usuários com surdez. In:
Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação, 7., [2006], Marília (SP).
Anais... Marília (SP): ANCIB, [2006]. Disponível em: Acesso em: 20 jan 2019.
MELO, Gardênia Lúcia Val de. Pessoas com deficiência: conquistando direitos,
construindo cidadania. Teresina: SEID, 2009.
RELATÓRIO PROFESSIONAL Nº 86. Manifesto Bibliotecas para cegos na era da
informação. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2009.
Disponível em: &lt;http://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/ebooks/343463.pdf&gt;.
Acesso em: 15 jan 2019.
RIBAS, Cláudia; ZIVIANI, Paula. O profissional da informação: rumos e desafios
para uma sociedade inclusiva. Inf. &amp; Soc.:Est., João Pessoa, v.17, n.3, p.47-57,
set./dez. 2007. Disponível em: &lt;http://www.ies.ufpb.br/ojs/index.php/ies/article/vi
ew/638/1614&gt;. Acesso em: 15 jan 2019.
SILVA, Hugo Oliveira Pinto; BARBOSA, Josué Sales. A relação deficiente visual
e biblioteca universitária: a experiência do Centro de Atendimento ao Deficiente
Visual –
CADV da Universidade Federal de Minas Gerais. Múltiplos Olhares em Ciência da
Informação, v.1, n.1, mar.2011. Disponível em: &lt;http://www.portal.ufpr. br/Aces
sibilidade/A%20relacao_deficiente_visual_e_biblioteca_universitaria.pdf&gt;. Acesso
em: 15 jan 2019.
PIMENTEL, Maria das Graças. Biblioteca pública e Inclusão digital: desafios e
perspectivas na era da informação, Brasília, UNB, 2006 (Dissertação de
Mestrado).
PLANO NACIONAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Secretaria
de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR): SDH-PR/SNPD,
2013. Disponível em:
&lt;http://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/a2sitebox/arquivo s/do
cumentos/633.pdf&gt;. Acesso em: 25 jan. 2019.
PUPO, Deise Tallarico; MELO, Amanda; FERRÉS, Sofia. Acessibilidade:
discurso e prática no cotidiano das bibliotecas. Campinas, SP : UNICAMP, 2006.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="24">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26064">
                <text>CBBD - Edição: 28 - Ano: 2019 (Vitória/ES)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26065">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26066">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26067">
                <text>2019</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26068">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26069">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26070">
                <text>Vitória (Espírito Santo)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36313">
              <text>BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS À LUZ DA ACESSIBILIDADE: REFLEXÕES ACERCA DA ADEQUAÇÃO DAS BIBLIOTECAS AOS DEFICIENTES VISUAIS</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36314">
              <text>Suelen Oliveira Campos</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="36315">
              <text>Maria Aparecida de Mesquita Calmon</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="36316">
              <text>João Coutinho Coutinho Junior</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36317">
              <text>Vitória (Espírito Santo)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36318">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36319">
              <text>2019</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36321">
              <text>Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36322">
              <text>O presente estudo apresenta algumas reflexões sobre a importância das bibliotecas universitárias adequarem-se às necessidades e limitações das pessoas com deficiência visual. Para tanto, aborda questões direcionadas à participação das bibliotecas no contexto da sociedade inclusiva, refletindo acerca do papel social do bibliotecário nesse contexto e os serviços biblioteconômicos prestados em prol da inclusão. Caracteriza a Biblioteca Universitária como ambiente de acolhimento, demonstrando a redefinição dos serviços, com base nos preceitos legais sobre acessibilidade. Por meio de pesquisa bibliográfica em livros e artigos da área, foi possível constatar que a questão da acessibilidade é uma temática bastante discutida nos últimos tempos. Grande parte dos estudos realizados até então destacam barreiras e omissões quanto à adequação das bibliotecas universitárias às necessidades dos deficientes visuais. Constata-se que alguns esforços já vêm sendo empreendidos, como a tradicional disponibilização da informação em Braille, o auxílio de ledores, o uso de tecnologias assistivas e, principalmente, a adoção de softwares e hardwares de acessibilidade.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36323">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="67004">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="17">
      <name>cbbd2019</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
