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                  <text>Acessibilidade do Catálogo em Linha para Usuário com Deficiência
Visual

Laysse Noleto Balbino Teixeira (IFB) - layssenoleto@gmail.com
Ivette Kafure (UnB) - ivettekead@gmail.com
Resumo:
A criação do Catálogo Público de Acesso em Linha (OPAC) possibilitou ao usuário o acesso
direto a informação. Esse avanço permitiu, também, que pessoas com deficiência visual
pudessem recuperar informações com maior autonomia e independência, por meio do uso da
Tecnologia Assistiva. O presente trabalho consiste em um estudo de usuários, com propósito
descritivo, de concepção pragmática com o objetivo de verificar a acessibilidade digital do
OPAC para o usuário com deficiência visual. Foi realizado no Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB). A avaliação da acessibilidade do catálogo – SIABI, foi
realizada por meio da percepção dos usuários e do Avaliador e Simulador de Acessibilidade
para Sítios (ASES). Com abordagem qualitativa, os dados foram coletados por meio de
entrevista e observação. Participaram da pesquisa oito pessoas que apresentaram
características sócio demográficas heterogêneas. A maior parte delas apresentou baixa visão e
apenas uma apresentou cegueira. A partir das entrevistas, verificou-se que os participantes
possuem pouco contato com o catálogo, apesar de reconhecer a sua importância para o
desenvolvimento das atividades acadêmicas. Os respondentes avaliaram o catálogo e
relataram algumas dificuldades para navegação, mas o classificaram como satisfatório,
atribuindo uma nota média de 7,42. As dificuldades relatadas foram confirmadas durante a
observação. O resultado da avaliação pelo validador automático ASES-Web indicou um
percentual de 70,72%. O estudo apontou que o catálogo se mostra parcialmente acessível e
tem sido pouco utilizado pelos participantes, indicando a possível necessidade de ações que
ampliem a divulgação do sistema.
Palavras-chave: acessibilidade digital; catálogo em linha; estudo de usuários; OPAC; usuário
com deficiência visual
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�Introdução: O avanço tecnológico tem possibilitado a disponibilização, a
divulgação, a disseminação e o acesso à informação em diversos suportes,
formatos e dispositivos de maneira rápida e facilitada. Os sistemas de informação
representam este avanço no âmbito das bibliotecas, como o catálogo público de
acesso em linha (online public access catalog, OPAC), que segundo Cunha e
Cavalcanti (2008) consiste em um catálogo automatizado que possibilita o acesso
direto ao usuário com a utilização de interfaces de fácil uso.
Dessa forma, o OPAC se tornou um importante sistema de informação no âmbito
das bibliotecas, pois possibilita a busca ao acervo pelo usuário
independentemente do tempo e do local onde este se encontra. Porém, muito tem
se questionado quanto à maneira em que as informações estão dispostas para os
usuários. Disponibilizar a informação não é suficiente, é preciso que ela esteja
acessível visando garantir que o usuário alcance seus objetivos sem excesso de
tempo e de esforços. E isso se estende também às pessoas com deficiência. Como
está sendo o acesso dessas pessoas à informação? Partindo desta ideia, surgiu a
questão de pesquisa deste trabalho, mais especificamente voltado para as pessoas
com deficiência visual: como o OPAC atende o usuário com deficiência visual?
Visando responder esta questão, objetivou-se verificar a acessibilidade digital do
OPAC para o usuário com deficiência visual. E para tanto, foram traçados cinco
objetivos específicos: OE1: Identificar o perfil do usuário; OE2: Descrever e
avaliar o OPAC; OE3: Investigar a percepção que o usuário tem do OPAC; OE4:
Avaliar a interação entre o usuário e o OPAC; OE5: Investigar a percepção do
usuário após interação com o OPAC.
Segundo Malheiros (2009), as pessoas com deficiência ficaram durante muito
tempo às margens da sociedade, porém, as questões sobre deficiência têm
ganhado cada vez mais espaço. As pesquisas realizadas na Ciência da Informação,
sobretudo na área de estudo de usuários com deficiência, ainda são escassas. No
entanto, estas pesquisas estão surgindo juntamente com a mudança na sociedade
proporcionando meios para a inclusão dessas pessoas na sociedade da
informação e do conhecimento. Dessa forma, é preciso ampliar o campo das
pesquisas com usuários com deficiência visual, principalmente, em relação ao
OPAC.
Lazzarin e Sousa (2015) afirmam que os estudos voltados para a acessibilidade
digital, para usuários com deficiência visual, no âmbito das bibliotecas
universitárias, especificamente nos catálogos em linha, considerando também o
campo da Ciência da Informação, não foram suficientemente explorados.
Assim, torna-se necessário um número maior de investigações direcionadas para
estas questões, visando identificar melhor como se dão estas indagações
relacionadas aos usuários com deficiência visual no âmbito da Ciência da
Informação.

�O presente estudo se justificou por contribuir com investigações sobre as
questões relacionadas ao acesso à informação, à acessibilidade da informação, ao
uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e da Tecnologia
Assistiva (TA), ao uso dos sistemas de informação, mais precisamente aos OPACs,
e ao estudo de usuários com deficiência visual.
Método da pesquisa: Esta pesquisa consistiu em um estudo de usuários, com
propósito descritivo, de concepção pragmática. A sua abordagem metodológica
foi a qualitativa. Este trabalho teve por natureza a pesquisa aplicada e buscou a
sua realização em um ambiente natural. O seu horizonte temporal pode ser
considerado o transversal, pois se caracterizou como um estudo a ser realizado
apenas uma vez em determinado período. Para as técnicas de coleta de dados,
visando atingir os objetivos específicos, foram utilizadas as entrevistas
semiestruturadas, a observação participante, análise descritivas e materiais
audiovisuais.
A análise dos dados foi baseada na estratégia analítica geral de descrição do caso
de Yin (2001), pois buscou desenvolver uma estrutura descritiva a fim de
organizar o estudo de caso, associada à estratégia analítica específica de
construção da explanação, que tem por objetivo analisar os dados do estudo de
caso construindo uma explanação sobre este.
Dessa forma, foram realizados os seguintes procedimentos: realização de uma
primeira entrevista com o intuito de identificar o perfil do usuário (OE1) e a
percepção que o usuário possui do OPAC (OE3), com base no modelo mental
apresentado por Kafure (2004). Posteriormente, foi realizada a observação da
tarefa com o intuito de avaliar a interação entre o usuário e o OPAC (OE4),
também com base no modelo de Kafure (2004), que diferencia tarefa e atividade,
sendo a primeira a intenção do usuário e a última o que realmente aconteceu. Por
último, foi realizada uma segunda entrevista visando investigar a percepção do
usuário quanto à acessibilidade digital do OPAC (OE5). A utilização de várias
técnicas, como nesta pesquisa, pode ser considerada como triangulação
metodológica, a qual Figaro (2014) trata como uma alternativa capaz de construir
coerência e coesão nas pesquisas empíricas.
Resultados: Participaram da pesquisa oito pessoas, dos dezoito estudantes e
servidores que se declararam como pessoa com deficiência visual, em sete das dez
unidades do Instituto Federal de Brasília, no segundo semestre de 2017. Os
participantes apresentaram características sócio demográficas heterogêneas,
com idade de 20 a 56 anos, matriculados em cursos desde o ensino médio a pósgraduação. Em relação a condição visual, a maior parte apresentou baixa visão e
apenas uma apresentou cegueira. A partir das entrevistas, verificou-se que os
participantes possuíam pouco contato com o catálogo, apesar de reconhecerem a
sua importância para o desenvolvimento das atividades acadêmicas. Os
respondentes avaliaram o catálogo após a realização de uma tarefa proposta e
relataram algumas dificuldades para navegação, mas o classificaram como

�satisfatório, atribuindo uma nota média de 7,42. As dificuldades relatadas foram
confirmadas durante a observação da execução da tarefa. O resultado da
avaliação por meio do Avaliador e Simulador de Acessibilidade em Sítios (ASESWeb) indicou um percentual de 70,72%, demonstrando consonância com a
avaliação dos usuários. Por fim, o estudo apontou que o catálogo se mostra
parcialmente acessível. O OPAC tem sido pouco utilizado pelos participantes,
indicando a possível necessidade de ações que ampliem a divulgação do sistema.
Além disso, foram indicadas possibilidades de melhorias a partir da experiência
realizada pelos usuários.
Discussão: O grau de satisfação foi identificado como satisfatório, porém houve
participante que indicou não se sentir motivado a utilizar o catálogo outras vezes.
Para Nielsen e Loranger (2007), nas avaliações subjetivas de satisfação os
usuários tendem a atribuir avaliações generosas mesmo quando têm grandes
dificuldades para utilizar um sítio, primeiro porque é um desejo humano geral de
ser gentil e aceito e, segundo, porque os usuários frequentemente não sabem ao
certo como foi o seu desempenho ao utilizar o sítio, se os usuários encontrarem
informações para o seu problema acreditam que o sítio foi útil e acabam por não
perceber que poderiam contar informações muito mais relevantes que não foram
disponibilizadas para eles.
De acordo com Bush (2011), para que uma informação seja útil ela precisa ser
consultada. Por isso, o seu acesso é fundamental. A acessibilidade digital é que
vai proporcionar às pessoas com deficiência o acesso à informação requisitada.
Assim, é imprescindível que seja garantida a acessibilidade do OPAC visando
garantir o acesso à informação pelas pessoas com deficiência. No caso desta
pesquisa, para as pessoas com deficiência visual. Dessa forma, é preciso
desenvolver sistemas acessíveis e efetuar manutenções da acessibilidade através
de avaliações periódicas, o que exige necessariamente a participação do usuário
com deficiência, pois as suas percepções são fundamentais para uma efetiva
acessibilidade digital. Segundo Araújo (2003), é preciso incluir os indivíduos nos
estudos sobre a informação, assim como suas interações cotidianas, formas de
expressão e linguagem, ritos e processos sociais. Visto que a Ciência da
Informação é uma ciência social.
Considerações Finais ou Conclusões: O OPAC foi considerado um sistema
com acessibilidade digital até certo ponto, tendo ainda alguns aspectos para
melhorar e vir a ser um sistema que atenda às boas práticas de acessibilidade,
como recomendado pelo Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG). Sendo assim, sugere-se que sejam levadas em consideração as diretrizes e
recomendações de acessibilidade, de modo particular, as recomendações
apresentadas pelo e-MAG, por tratar especificamente de sítios brasileiros, assim
como a realização de manutenções da acessibilidade, com avaliações periódicas
ou sempre que houver alguma atualização ou modificação no sistema ou seus
conteúdos, considerando também as indicações de Vieira e Baptista (2010)

�quanto ao desenvolvimento de funcionalidades que enriqueçam o OPAC e
proporcionem espaços mais interativos e colaborativos, como o Social OPAC
(SOPAC). Que seja possibilitado também ao usuário fazer um passeio pelo sítio a
fim de conhecê-lo e dessa maneira explorar melhor seu conteúdo e utilizar melhor
os seus recursos.
Quanto ao alcance dos objetivos específicos, concluiu-se que para o OE1 pode-se
oferecer o perfil dos usuários participantes da pesquisa com base nos dados
sociodemográficos e sobre as suas necessidades de informação; para o OE2 foi
possível fazer a descrição detalhada da interface do OPAC e também a avaliação
da sua acessibilidade por meio do validador automático ASES-Web; para o OE3
possibilitou a investigação da percepção dos usuários referente ao catálogo e
também sobre a biblioteca e seus recursos; para o OE4 ofereceu um contraste com
as informações passadas pelos participantes sobre a interação com o OPAC
proporcionando a avaliação da interação entre o usuário e o catálogo; e para o
OE5 possibilitou a investigação da percepção que os usuários tiveram da
interação com o catálogo. Dessa forma, considerou-se que o objetivo geral de
verificar a acessibilidade digital do catálogo em linha foi alcançado.
Referências:
ARAÚJO, C. A. A. A Ciência da Informação como ciência social. Ciência da Informação, v.32, n.3,
p.21-27, set./dez. 2003. Disponível em: http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/985/1026.
Acesso em: 23 jul. 2019.
BUSH, V. Como podemos pensar. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, São
Paulo, v. 14, n. 1, p. 14-32, mar. 2011. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/rlpf/v14n1/02.pdf. Acesso em: 23 jul. 2019.
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Briquet de Lemos Livros, 2008.
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trabalho. Revista Fronteiras: estudos midiáticos, São Leopoldo, RS, v. 16, n. 2, p. 124-131,
maio/ago. 2014. Disponível em:
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KAFURE, I. Usabilidade da imagem na recuperação da informação no catálogo público de
acesso em linha. 2004. 311 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – Faculdade de
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LAZZARIN, F. A.; SOUSA, M. R. F. Aspectos que interferem no acesso à informação e interação
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Informação, v. 20, n. 1, p. 75-91, jan./mar. 2015. Disponível em:

�http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-99362015000100075&amp;script=sci_arttext. Acesso
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Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Gestão Universitária) – Faculdade de
Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação,
Universidade de Brasília, Brasília, 2009. Disponível em: http://bdm.unb.br/handle/10483/701.
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NIELSEN, J.; LORANGER, H. Usabilidade na Web. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
VIEIRA, D. V.; BAPTISTA, S. G. Uma análise do perfil de um Social OPAC presente na Biblioteca
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2010. Anais... Rio de Janeiro: ANCIB, 2010. 9 p. Disponível em:
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YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 2. ed. São Paulo: ArtMed, 2001.

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