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                  <text>AS TECNOLOGIAS ASSISTIVAS COMO INICIATIVAS DE
ACESSIBILIDADE PARA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO
AMBIENTE DAS BIBLIOTECAS

Tatiane Lemos Alves (IF SERTÃO-PE) - tatyanelemos@gmail.com
Renato Marques Alves (Instituição - a informar) - renamarkalves@gmail.com
Resumo:
O cenário nem sempre foi favorável as pessoas deficientes, ou seja, em alguns momentos eles
foram totalmente excluídos das redes educacionais. No entanto as recomendações de melhoria
da qualidade de ensino estabelecidas pelas declarações internacionais possibilitaram as
mudanças vislumbradas no nosso país. Assim ao logo dos anos, o Brasil construiu e aprovou
um conjunto de leis bastante avançadas, apoiadas nas Convenções mundiais e coesas com os
princípios da educação inclusiva, fundamentais para a garantia do direito de todos à educação.
No entanto, um desses desafios é possibilitar a acessibilidade em todas as esferas
institucionais, inclusive na biblioteca. Assim esta pesquisa teve como objetivo apontar
iniciativas para alcançar a acessibilidade no ambiente das bibliotecas, dando destaque às
tecnologias assistivas. Para tanto utilizou a pesquisa bibliográfica para coleta de informações
nas diversas fontes disponíveis na literatura. Como resultados indicamos a utilização de
recursos e serviços das tecnologias assistivas que podem ser adaptadas para as bibliotecas.
Por fim, entendemos que para a biblioteca assegurar a inclusão dos usuários é preciso
formação adequada, estabelecimento de parcerias com órgãos especializados, além da
utilização das tecnologias citadas.
Palavras-chave: Tecnologias assistivas; Acessibilidade; Bibliotecas.
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

1. INTRODUÇÃO
Ao longo dos anos, a relação entre a sociedade e as pessoas com deficiência foi se
modificando, sendo influenciada por fatores sociais, religiosos, culturais, econômicos e
políticos. No que diz respeito à educação, o cenário nem sempre foi favorável a esses
indivíduos, ou seja, em alguns momentos eles foram totalmente excluídos das redes de
ensino, em outras épocas tiveram acesso parcial à educação, o qual se dava a partir dos
modelos de segregação ou integração.
No entanto na década de 90 com as recomendações de melhoria da qualidade de ensino
estabelecidas pela Declaração Mundial sobre Educação para Todos, na Tailândia, houve
redefinições da política educacional visando reduzir e aliviar a pobreza. Em 1994, houve
outro marco importante na educação inclusiva que foi a Declaração de Salamanca, que
estabeleceu princípios, políticas e práticas na área das necessidades educativas
especiais.
No que se refere aos dispositivos legais brasileiros, o Brasil tem buscado cumprir, ao
longo das últimas décadas, as metas agendadas mundialmente. O país construiu e
aprovou um conjunto de leis bastante avançadas, apoiadas nas Convenções mundiais e
coesas com os princípios da educação inclusiva, fundamentais para a garantia do direito
de todos à educação. Em 1988, a Constituição Federal, no seu artigo 208, garante o
atendimento educacional especializado preferencialmente na rede regular de ensino. Mais
recentemente no Plano Nacional de Educação (2014-2024), a Educação Inclusiva é
contemplada como uma das metas a serem alcançadas, visando
universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou
superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional
especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de
sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes,
escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados. (Brasil, 2014)

�No entanto, as inegáveis e relevantes vitórias, convivem com grandes desafios. Um
desses desafios é possibilitar a acessibilidade em todas as esferas institucionais.
Entende-se como acessibilidade a
possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia,
de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes,
informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de
outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de
uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou
com mobilidade reduzida. (Brasil, 2015)

A acessibilidade é fundamental para a inclusão, pois prevê a eliminação de barreiras
presentes no ambiente físico e social que impedem ou dificultam a plena participação das
pessoas com e sem deficiência em

diferentes contextos. Tais como: arquitetônica,

comunicacional, atitudinal, programática, metodológica, instrumental, dentre outras.
Dentre as iniciativas para alcançar a acessibilidade no contexto educacional estão o
atendimento educacional especializado (AEE), que tem como objetivo eliminar
barreiras no processo de ensino-aprendizagem e garantir o pleno acesso e participação
desses alunos na escola regular, as tecnologias assistivas (TA), que são ferramentas
criadas utilizadas para compensar os impedimentos de uma pessoa auxiliando-as na
mobilidade, e o desenho universal, considera a diversidade humana buscando garantir
a acessibilidade para todos.
O AEE é conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados
institucional e continuamente, prestado de forma complementar para estudantes com
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e de forma suplementar para
estudantes com altas habilidades ou superdotação. (BRASIL, 2011) As tecnologias
assistivas são conjunto de produtos, serviços, técnicas, aparelhos e procedimentos que
contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com
deficiência e, consequentemente, promover a inclusão e uma vivência autônoma.
(DIVERSA, 2019). Entende-se por desenho universal, a concepção de produtos,
ambientes, programas e serviços a serem usados por todas as pessoas, sem
necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia
assistiva. (Brasil, 2015)
Diante da contextualização anterior e pensando no ambiente das bibliotecas e demais
unidades de informação, nos concentraremos nas tecnologias assistivas que visam dar

�maior acessibilidade a pessoas com deficiências visando incluí-las no mundo
informacional atual.
2. MÉTODO
Foi adotada nesta investigação a pesquisa de carácter exploratório, tendo em vista que se
“tem como propósito proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a
torná-lo mais explícito. ”GIL (2010, p. 27) Como forma de atingir os objetivos propostos,
utilizou-se a pesquisa bibliográfica como forma de coleta das informações necessárias.
A pesquisa bibliográfica foi realizada em livros, bases de dados e sites institucionais e foi
utilizada visando localizar o que já foi pesquisado em diversas fontes, confrontando seus
resultados, identificando na literatura disponível as contribuições científicas sobre o tema
específico. (MALHEIROS, 2011)
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
3.1 TECNOLOGIAS ASSISTIVAS (TA)
Segundo Brasil (2009) a Tecnologia Assistiva é
Uma área do conhecimento, de características interdisciplinar, que engloba
produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam
promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com
deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia,
independência, qualidade de vida e inclusão social.

As tecnologias assistivas podem se apresentar tanto como recursos, ou seja, como
equipamentos, produtos, sistemas ou como serviços que auxiliem as pessoas com
deficiências. Dentre os recursos e serviços disponíveis citaremos alguns que podem ser
utilizados nas bibliotecas para torná-las mais inclusivas.
3.1.1 Recursos de tecnologias assistivas
Agnol, Sonza e Carniel (2015, p. 109) elucidam que “os recursos de TA buscam resolver
com criatividade os problemas funcionais de pessoas com deficiência de modo a
encontrar alternativas para que as mesmas tarefas do cotidiano sejam realizadas de outro
modo.” Dessa maneira, quando tratamos de bibliotecas as categorias mais expressivas
são: a) CAA – comunicação aumentativa e alternativa: pranchas de comunicação com
símbolos, os vocalizadores, etc; b) recursos de acessibilidade ao computador:
teclados alternativos, mouses alternativos, acionadores, leitor de tela, ampliadores de tela,
Hand talk (plataforma de tradução do português para LIBRAS), Rybená (tradutor para

�LIBRAS e ler em voz alta); c) projetos arquitetônicos para acessibilidade: são
adaptações estruturais utilizando as diretrizes da NBR 9050.
3.1.2 Serviços de tecnologias assistivas
No caso das bibliotecas, os serviços de tecnologias assistivas deverá buscar resolver
problemas dos usuários de maneira colaborativa de forma interdisciplinar com os
profissionais especializados, além da participação da família (se possível) e do próprio
usuário. Dentre os serviços que podem ser ofertados estão, a formação de usuários para
conhecimento e uso da TA.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Pensando nas bibliotecas na perspectiva inclusiva, devemos assegurar a inclusão dos
usuários, favorecendo a diversidade na medida em que visa acolher as diferenças,
quebrando as barreiras e ampliando a acessibilidade.
Ao se tratar de tecnologias assistivas nas bibliotecas o objetivo primordial é proporcionar
uma busca e acesso a informação mais independente e autônoma para as pessoas com
deficiências ou com alguma limitação.
Contudo para ter sucesso na utilização e divulgação dessas tecnologias, é preciso
estabelecer parcerias com Núcleos inclusivos, Organizações não governamentais,
Instituições e empresas e profissionais especializados, formando assim uma ação
integrada de diversas áreas do conhecimento tendo como objetivo atender o usuário de
forma satisfatória.
Além disso, a formação das pessoas que trabalham na biblioteca visando aprender mais
sobre inclusão é essencial, tanto no conhecimento dos termos, conceitos e terminologias
utilizadas quanto na compreensão das deficiências, limitações, barreiras que podem
dificultar o acesso à informação e recursos que podem tornar as unidades informacionais
mais inclusivos para atender a estes usuários.
REFERÊNCIAS
AGNOL, Anderson Dall; SONZA, Andréa Polleto; CARNIEL, Everaldo. Recursos de
tecnologia assistiva e sua aplicabilidade pedagógica. In: SONZA, Andréa Polleto ;

�SALTON, Bruna Polleto; STRAPAZZON, Jair Adriano (org.) O uso pedagógico dos
recursos de tecnologia assistiva. Porto Alegre: CORAG, 2015. p.107- 164.
BRASIL. Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Tecnologia Assistiva. – Brasília: CORDE, 2009. 138 p
BRASIL. Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial,
o atendimento educacional especializado e dá outras providências. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/d7611.htm . Acesso em:
17 de mar. 2019.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino.
Planejando a próxima década: conhecendo as 20 metas do Plano Nacional de
Educação. Brasília: MEC, 2014.
BRASIL. Lei 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da
Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm . Acesso em 20 jul
2017.
DIVERSA. Conceitos fundamentais. Disponível em: https://diversa.org.br/educacaoinclusiva/por-onde-comecar/conceitos-fundamentais/#-strong-tecnologias-assistivas--tas--strong- Acesso em: 18 abr. 2019.
GIL. Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MALHEIROS, Bruno. Metodologia da pesquisa em educação. São Paulo: LTC, 2011.

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