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                  <text>AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA BIBLIOTECAS PÚBLICAS NO
BRASIL

Eduardo Santos Rocha (UFMG) - erocha.eci@gmail.com
DALGIZA ANDRADE OLIVEIRA (ECI/UFMG) - dalgizamg@gmail.com
Resumo:
O presente estudo aborda a biblioteca pública como um espaço democrático e de livre acesso
à cultura e à informação. Apresenta o conceito de biblioteca pública, seu histórico, e algumas
das principais políticas públicas voltadas para as bibliotecas públicas brasileiras, a partir da
instituição do Instiuto Nacional do Livro (INL) em 1937. Discute ainda o papel do bibliotecário
enquanto protagonista no processo de mediação de leitura. Por fim, analisa a eficiência das
políticas públicas realizadas no âmbito das bibliotecas públicas brasileiras e seus impactos na
implementação e desenvolvimento de tais equipamentos culturais. Conclui que é necessário o
compremetimento do Poder Público enquanto responsável pela implementação e
desenvolvimento das bibliotecas públicas e reafirma a necessidade de investimentos públicos
neste segmento.
Palavras-chave: Políticas Públicas. Biblioteca Pública
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS BIBLIOTECAS
PÚBLICAS NO BRASIL
Eixo Temático 2: ninguém devemos deixar ninguém para trás
INTRODUÇÂO
A biblioteca pública é por natureza um espaço democrático e aberto à
comunidade. Para a FBN (1999, p. 19) “a biblioteca pública tem como princípio a
igualdade de acesso para todos, independentemente de idade, raça, sexo,
religião, nacionalidade, língua ou status social”. Neste sentido, a atuação do Poder
Público, no que concerne ao desenvolvimento de políticas públicas no âmbito das
bibliotecas públicas brasileiras, vem cada vez mais sendo entendida como uma
prática fundamental para a criação de novas bibliotecas públicas, bem como para
a manutenção e desenvolvimento destas instituições. O presente estudo teve
como objetivo identificar as principais políticas públicas realizadas no âmbito das
bibliotecas públicas brasileiras partindo do pressuposto de que tais políticas vêm
sendo tratadas com parcimônia pela agenda governamental do Governo Federal
brasileiro.
Método da pesquisa
A metodologia utilizada no presente estudo consistiu da análise da produção
científica sobre as políticas públicas realizadas no âmbito das bibliotecas públicas
brasileiras. A seleção das publicações foi realizada através de análise de
conteúdo. Para tanto foram realizadas buscas em bases de dados das áreas da
Biblioteconomia, Ciência da Informação e áreas correlatas. O estudo foi realizado
com ênfase nos trabalhos desenvolvidos por Barroso (1973), Lemos (2015),
Machado (2014), Paiva (2008) e Ramos (2017).
Resultados:
Foram identificadas 13 políticas públicas voltadas para as bibliotecas públicas
brasileiras, realizadas pelo Governo Federal, entre os anos de 1937 e 2018,
conforme verifica-se no gráfico abaixo:

�Fig. 1: distribuição das políticas públicas realizadas nas bibliotecas públicas brasileiras por década.
6
5
4
3
2
1
0

5
3
2

2
Series1

1

Década Década Década Década Década
de 1930 de 1980 de 1990 de 2000 de 2010
Fonte: dados da pesquisa.

A partir da análise dos dados conclui-se que houve um aumento de
aproximadamente 60% no quantitativo de políticas públicas entre as décadas de
1990 e 2000.
A próxima figura apresentará as políticas públicas para as bibliotecas públicas
brasileiras, identificadas pelo presente estudo, em ordem cronológica:
Fig. 2: apresentação das políticas públicas para as bibliotecas públicas brasileiras em ordem
cronológica

Instituto
Nacional do Livro
(1937)

Programa Arca das
Letras (2003)

Lei Sarney (1986)

Programa Livro
Aberto (2004)

Fundação
Nacional PróLeitura (1987)

SNBP (1992)

Programa Fome de
Livro (2005)

PROLER (1992)

VIVALEITURA
(2005)

Programa Uma
Biblioteca em
Cada Município
(1993)

PNLL (2011)

Lei do Livro
(2003)

PNLE (2018)

Fonte: dados da pesquisa

Discussão
A primeira política de Estado voltada para o fortalecimento das bibliotecas públicas
brasileiras que se tem notícia surgiu em 1937, com a criação do Instituto Nacional
do Livro (INL). Barroso (1973, p. 45) definiu p INL como um “Órgão do Ministério

�da Educação e Cultura, criado pelo Decreto-Lei 93, de 21 de dezembro de 1937,
tendo, entre outras atribuições, a função de incentivar a organização e auxiliar na
manutenção de bibliotecas públicas em todo o território nacional”. No entanto,
Milanesi (2003) reconhece que o INL surgiu no bojo do Estado Novo,
considerando o Instituto como uma política de caráter autoritário, voltada para a
doação de livros para as bibliotecas públicas, cujos títulos eram escolhidos de
acordo com a visão dos responsáveis que ditavam as normas a serem seguidas
pelo programa. De acordo com Moraes Jr. (2010, p. 5) Em 1987, o INL e a BN,
através da Lei nº 7.624, passam a integrar a Fundação Nacional Pró-Leitura que
em 1990, por meio da Lei nº 8.029, foi extinta e suas atribuições transferidas para
a Biblioteca Nacional.
Oliveira (1994) esclarece que em 1986 a Lei n. 7.505/1986, conhecida como Lei
Sarney, assumiu um importante papel no sentido de fomentar a cultura nacional,
dando continuidade às ações do INL. Neste período, foram realizadas ações
pontuais para o desenvolvimento das bibliotecas públicas brasileiras no sentido de
adequar seus acervos ao interesse da comunidade.
Entende-se que outra importante política pública voltada para as biblioteca
públicas brasileiras foi a instituição da Fundação Nacional Pró-Leitura, criada pela
Lei 7.624, de 5 de novembro de 1987. (BRASIL, 1987). No entanto, para Milanesi
(2003) a Fundação possuía caráter limitado, uma vez que não houve inovações
em relação ao antigo INL, pois “mesmo com tantas mudanças políticas e tantas
alterações na sociedade a partir das transformações tecnológicas, o padrão básico
dos programas não escapou da ideia persistente de distribuir livros” (MILANESI,
2003, p. 120).
Ainda no contexto das políticas públicas realizadas no âmbito das bibliotecas
públicas brasileiras, o ano de 1992 foi marcado pela criação do Sistema Nacional
de Bibliotecas Públicas (SNBP), por meio do Decreto Presidencial nº. 520, de 13
de maio de 1992. Machado (2014, p. 123), por sua vez destaca a importância da
articulação das bibliotecas públicas com os Sistemas Estaduais de Bibliotecas
Públicas, uma vez que “é determinante que os bibliotecários que atuam em
bibliotecas públicas se articulem com os Sistemas Estaduais de Bibliotecas
Públicas, os quais trabalham em acordo com o Sistema Nacional de Bibliotecas
Públicas e com as políticas da área”.
Outra importante política pública voltada para as bibliotecas públicas, entende-se,
foi o Programa Nacional de Incentivo à Leitura (PROLER), Criado pelo Decreto nº
519 de 13 de maio de 1992. De acordo com Machado (2010, p. 100), “o PROLER
surgiu como uma ação do Ministério da Cultura voltada à formação de leitores, nos

�vários espaços sociais, e ao oferecer formação para bibliotecários de bibliotecas
públicas contribuiu indiretamente para apoiar essa instituição”.
Em 1993 surgiu o Programa Uma Biblioteca em Cada Município. De acordo com
Machado (2010, p. 100), o programa tinha como objetivo “distribuir estantes, livros
e oferecer capacitação para o gerenciamento dessas bibliotecas. Um típico
exemplo de política elaborada no estilo tradicional, ou seja, universalista,
centralizada e tecnocrática”.
Em 2003 foi criada a Lei do Livro, cuja ementa institui a Política Nacional do Livro,
por meio da Lei n° 10.753, de 30 de outubro de 2003. O objetivo central do Plano
era o de assegurar ao cidadão o pleno exercício do direito de acesso e uso do
livro (Brasil, 2003).
Em 2003, o Ministério da Reforma Agrária implementou o Programa Arca das
Letras com o objetivos de criar bibliotecas públicas na zona rural. De acordo com
Machado (2010, p. 101) o Programa também tinha por objetivo “formar agentes de
leitura locais para atuar nesses espaços”.
Há que se destacar também a institucionalização o “Programa Livro Aberto” por
iniciativa do Governo Federal em 2004. Ramos (2017, p. 42) informa que o
programa “durante seu período de vigência foram criadas 1.075 novas bibliotecas
e modernizadas 682”. Também em 2004, foi criado pelo Governo Federal, o
Programa Fome de Livro.
Também no ano de 2005 o Governo Federal criou o Prêmio VIVALEITURA. De
acordo com Rösing (2005), o objetivo do VIVALEITURA é dar visibilidade a tudo
que se faz em prol da democratização da leitura em diferentes regiões do país.
Neste contexto, o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) foi aprovado pelo
Decreto Presidencial n° 7.559, de 01 de setembro de 2011. Suas diretrizes foram
voltadas para “a necessidade de formar uma sociedade leitora como condição
essencial e decisiva para promover a inclusão social de milhões de brasileiros no
que diz respeito a bens, serviços e cultura” (Brasil, 2010, p. 2).
Em 2018 foi instituída a Lei n° 13.696, de 12 de julho de 2018, denominada
Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE) (BRASIL, Lei n° 13.696, de 12 de
julho de 2018). Dentre os objetivos do PNLE, o fortalecimento institucional das
bibliotecas de acesso público, com qualificação de espaços, acervos, mobiliários,
equipamentos, programação cultural, atividades pedagógicas, extensão
comunitária, incentivo à leitura, capacitação de pessoal, digitalização de acervos,
empréstimos digitais, entre outras ações, representam um importante avanço para
o desenvolvimento de políticas públicas no âmbito das bibliotecas públicas.

�Considerações Finais
A partir da revisão de literatura realizada pelo presente estudo, entende-se que a
atuação do Poder Público no que concerne ao desenvolvimento de políticas
públicas no âmbito das bibliotecas públicas é uma prática fundamental para o
desenvolvimento destas instituições. No entanto, é fundamental que assuma seu
compromisso com estas instituições, proporcionando à estas instituições seu
papel junto às comunidades nas quais estão inseridas, contribuindo para a
formação de cidadãos conscientes de seu papel na sociedade por meio do acesso
à cultura e à informação.
Palavras-Chave: biblioteca pública. Políticas públicas
REFERÊNCIAS

BARROSO, Maria Alice. Instituto Nacional do Livro. Revista Brasileira de
Biblioteconomia e Documentação, v. 1, n. 1/3, p. 45-63, 1973.
BRASIL. Lei nº 7.624, de 5 de novembro de 1987. Autoriza a instituição de
fundações e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília, 5 de
novembro de 1987. Disponível em: &lt; http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/19801987/lei-7624-5-novembro-1987-367604-publicacaooriginal-1-pl.html&gt;. Acesso
em: 28 fev. 2019.
LEMOS, Antônio Agenor Briquet de. De bibliotecas e biblioteconomias: percursos.
Brasília: Briquet de Lemos, 2015.
MACHADO, Elisa; ELIAS JUNIOR, Alberto; ACHILLES, Daniele. A biblioteca
pública no espaço público: estratégias de mobilização cultural e atuação sóciopolítica do bibliotecário. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 19, p. 115-127,
2014. Disponível em: &lt;http://www.brapci.inf.br/index.php/res/v/35853&gt;. Acesso
em: 26-nov.-2018.
MILANESI, Luís. Biblioteca. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2003.
PAIVA, Marília de Abreu Martins de. Bibliotecas Públicas: políticas do Estado
brasileiro de 1990 a 2006. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 13, n. 3, p.
251-251, 2008.
RAMOS, Marília Cossich. Marcos regulatórios para as bibliotecas públicas no
Brasil. 2017.
Agências financiadoras

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