<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="3108" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/3108?output=omeka-xml" accessDate="2026-08-18T01:35:45-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="2190">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/24/3108/2143-2160-1-PB.pdf</src>
      <authentication>14402d796dd7441dc61e3b094fdee208</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="36162">
                  <text>ACESSIBILIDADE FÍSICA EM BIBLIOTECA: desafios para a
inclusão de pessoas com deficiência

Cleuza Diogo Antunes (IFRO) - cleuzadiogo@yahoo.com.br
Jussara Santos Pimenta (UNIR) - jussara.pimenta@unir.br
Resumo:
Esse texto aborda a acessibilidade física em biblioteca, sendo parte da pesquisa de mestrado
"Acessibilidade e inclusão na biblioteca do Instituto Federal de Rondônia" realizada no ano de
2017. O objetivo da pesquisa foi avaliar as condições de acessibilidade da biblioteca e
contribuir para a construção de uma proposta de melhorias para o acesso de usuários com
deficiência à biblioteca. Foi realizada uma pesquisa-ação com a colaboração de 3 estudantes
com deficiência física, 1 com baixa visão e 8 servidores colaboradores e 1 pai de aluno com
deficiência. Os dados foram obtidos por meio de observação participante, formulário de
avaliação e entrevista com os estudantes. Foram identificadas diversas barreiras físicas desde
o entorno da biblioteca, atingindo a entrada principal mal sinalizada, setor de atendimento
com balcão muito alto, móveis que não permitem aproximação com cadeira de rodas e espaços
internos sem pintura contrastante, que limitam a participação do público alvo nesse local.
Estas barreiras foram tema de discussões entre os servidores colaboradores em quatro
reuniões, nas quais foram elaboradas propostas de melhorias para cada barreira identificada.
Embora se reconheça os esforços dedicados até o momento, a persistência de barreiras requer
atenção especial de bibliotecários e gestores para as adaptações necessárias para que estes
estudantes se sintam acolhidos na biblioteca e tenham condições equitativas de acesso aos
conteúdos para complementação de seu aprendizado.
Palavras-chave: Acessibilidade física. Inclusão escolar. Pessoas com deficiência
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

ACESSIBILIDADE FÍSICA EM BIBLIOTECA: desafios para a inclusão de
pessoas com deficiência
Eixo Temático 2: Ninguém fica para trás
Introdução
A disponibilidade de bibliotecas acessíveis é condição primordial para o êxito e
permanência de estudantes com deficiência no Ensino Técnico e Superior
ofertado pelo IFRO-Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de
Rondônia. Traz um recorte dos resultados da pesquisa “ACESSIBILIDADE E
INCLUSÃO NA BIBLIOTECA DO INSTITUTO FEDERAL DE RONDÔNIA”,
realizada no ano de 2017, que retrata a realidade da biblioteca da instituição, no
Campus Ji-Paraná, quanto à acessibilidade arquitetônica para pessoas com
deficiência (ANTUNES, 2017). O objetivo foi avaliar as condições de
acessibilidade e colaborar para a construção de uma proposta de melhorias para o
acesso de usuários com deficiência à Biblioteca.
As bibliotecas educacionais são espaços de mediação no processo de ensino e
aprendizagem oferecendo recursos informacionais para dar sustentação às
práticas docentes, ao aprendizado dos estudantes, à pesquisa e à extensão. Visto
por este ângulo, a influência da biblioteca é decisiva para o êxito de todos os
sujeitos envolvidos no ensino, cabendo à mesma organizar seus espaços, suas
práticas profissionais, seus produtos e serviços de informação, pautados na
diversidade de usuários existentes nos espaços educacionais.
A pesquisa se justifica pela necessidade ainda persistente de ampliar as
possibilidades de inclusão das pessoas com deficiência no Instituto Federal de
Rondônia no tocante à eliminação de barreiras físicas nos espaços de ensino da
instituição.
Método da pesquisa
Foi realizada uma pesquisa-ação no Campus que contou com a participação de
pessoas com deficiência física ou sensorial, da qual resultou um relatório com

�propostas de melhorias para a acessibilidade na biblioteca. Os participantes foram
3 alunos com deficiência física e 1 aluno com baixa visão, identificados como E1,
E2, E3, E4. Na fase de discussões participaram 9 servidores dentre os quais 2
auxiliares de biblioteca, 7 membros do Núcleo de Atendimento à Pessoas com
Necessidades Educacionais Específicas e 1 pai de estudante com deficiência,
identificados como C1, C2, C3, C4, C5, C6, C7, C8, C9.
Os instrumentos que nortearam a pesquisa foram: a observação indireta,
formulário de acessibilidade, entrevista e grupo cooperativo. A frequência dos
estudantes na biblioteca foi identificada por meio da observação indireta. Para o
diagnóstico da dimensão de acessibilidade física e arquitetônica foi utilizado o
formulário de avaliação baseado na norma brasileira ABNT 9050/2015, adaptado
de Nicoletti (2010). O olhar dos estudantes participantes sobre a presença de
barreiras arquitetônicas na biblioteca foi percebido por meio da entrevista
semiestruturada.
Resultados e Discussão
Com a observação participante foi possível constatar que os alunos com
deficiência física e baixa visão apresentavam baixa frequência na biblioteca, no
entanto, na entrevista todos eles afirmaram que a biblioteca é muito importante
para o seu desempenho acadêmico, sendo que a garantia de participação em
espaços de ensino como as bibliotecas está claro no Decreto nº 5.296 (BRASIL,
2004). A despeito das garantias legais a realidade observada permite inferir que
estes estudantes não se sentem acolhidos neste espaço, pois não encontram ali
condições de acesso aos conteúdos e serviços oferecidos.
Foram estabelecidos 88 critérios da NBR 9050/2015 aplicáveis para avaliar as
condições de acessibilidade física e arquitetônica, abrangendo desde o entorno da
Biblioteca até os seus espaços internos. Desse total a Biblioteca atende a 35, o
que corresponde a menos de 50% dos critérios. As principais barreiras apontadas
nas entrevistas, discussões e na avaliação de acessibilidade foram:
Entorno da Biblioteca – Não há transporte coletivo adaptado; as calçadas são
disformes e não há sinalização na entrada da instituição. Estas barreiras foram
apontadas por E3 que é cadeirante:
Dependo de outras pessoas pra me trazer todos os dias, pois não temos
transporte coletivo. Não pude mais usar a cadeira motorizada, porque
não pode ser desmontada pra colocar no porta-malas do carro
(ENTREVISTA, 2017).

Seu depoimento demonstra que estes são aspectos cruciais para a sua
permanência na instituição, já que mora distante e depende de familiares e

�conhecidos para se deslocar até o Campus. Esta realidade se contrapõe à
legislação e ao que é defendido por Ferrés (2006, p. 23), quando afirma que:
“Tanto o transporte público como a urbanização circundante da biblioteca deve ser
acessível.” Nas discussões do grupo de servidores, os mesmos afirmaram que a
falta de acessibilidade é notória já no entorno do Campus e que embora já tenham
sido emitidos documentos solicitando transporte adaptado e melhorias na rua e
calçadas, não houve retorno dos órgãos competentes.
Vagas reservadas no estacionamento – Vagas reservadas para pessoas com
deficiência sem cobertura e mal sinalizadas. Segundo E3:
No estacionamento só tem uma vaga pra cadeirante e não é coberta, no
tempo da chuva até sair do carro, tirar a cadeira, passar do carro pra
cadeira, já tomei aquele banho. Tinha que ter pelo menos uma vaga
coberta (E3, Entrevista, 2017).

Embora a existência de vagas cobertas não seja uma exigência da norma, isto
facilitaria o deslocamento dos estudantes em cadeira de rodas. Outros
participantes afirmaram desconhecer a existência de vagas reservadas, devido à
falta de sinalização. Pouco tempo depois de conceder a entrevista a E3 desistiu
dos estudo e quando procurada apontou que as dificuldades encontradas levaram
à desistência. Tal situação alerta para a urgência que o IFRO tem de estabelecer
parceria com a Prefeitura e demais órgãos responsáveis para dirimir as barreiras
físicas e de transporte que impedem o exercício do direito à educação e
informação pelas pessoas com deficiência.
Entrada principal – Em relação à entrada, a falta de sinalização adequada nas
portas de vidro e dificuldade de abertura são os mais graves. Isso foi identificado
também na afirmativa da E4: “Acho meio difícil, porque tipo eu tenho meio que
pânico de vidro, tipo eu chego ali na porta e a porta tá fechada, Senhor da Glória!”
A fala desta estudante, que possui baixa visão congênita, ao identificar as
barreiras que dificultam a sua entrada na Biblioteca, demonstra a gravidade da
situação que tem passado despercebida pelos servidores. O mesmo ocorre com
um dos alunos cadeirantes, pois a dificuldade em abrir a porta impede sua
autonomia afastando-o deste espaço. É inequívoca a perspectiva de deficiência
defendida pela Convenção sobre os Direitos das pessoas com Deficiência (ONU,
2006) destacada no Manual Orientador (MINC, 2017, p.13) que: “[...] coresponsabiliza o ambiente, o espaço, as pessoas, as práticas sociais, entre outros,
pela introdução de barreiras à plena inclusão das pessoas com deficiência nos
diferentes âmbitos da vida e da sociedade.”
Balcão de atendimento – O balcão com 1,10 m de altura, não dispõe de um
espaço com altura de até 0,90 cm para atendimento a pessoas de baixa estatura

�ou em cadeira de rodas. Não há nenhum espaço ao longo do balcão adaptado
para a aproximação de cadeira de rodas. Persiste aí a omissão às orientações
sobre acessibilidade, conforme aponta o Manual Orientador do Ministério da
Cultura: “[...] O balcão de atendimento precisa ter altura que não inviabilize o
contato visual entre o funcionário da biblioteca e o usuário [...]” (MINC, 2017, p. 3).
Disposição do acervo nas estantes - fica acima da altura recomendada de no
máximo 1,20 m de altura do chão, impedindo que pessoas de baixa estatura ou
em cadeira de rodas alcance os livros dispostos na última prateleira das estantes.
Embora considerem isso uma barreira, dois dos estudantes cadeirantes não
reconhecem que a biblioteca deva tomar providências para eliminá-la, pois exigiria
muito esforço. “Algumas pessoas com deficiência ainda se veem como cidadãos
com menos direitos que a maioria e como não-pertencentes a determinados
ambientes [...]” (MINC, 2017, p. 58). Nas discussões do grupo ao conceituar
acessibilidade um dos colaboradores afirma que:
Acessibilidade ela envolve toda a questão arquitetônica e também a
questão das boas vindas as pessoas... acessibilidade é isso, é uma coisa
que todo mundo sabe que pode ir lá, pode participar, pode pegar, pode
manusear, se você não sente que você é aquela pessoa, não está
acessível pra você (C1, Pesquisa, 2017).

Estas afirmações se aplicam a todos os aspectos, inclusive à disposição dos livros
nas estantes.
Altura das mesas de estudo fora dos padrões – A altura livre do piso até o
tampo das mesas não atende o mínimo 0,73 m recomendado pela norma. Foi
observado pela pesquisadora que uma das alunas em cadeira de rodas ao realizar
uma tarefa na biblioteca, não conseguiu se aproximar da mesa o suficiente para
apoiar o caderno na mesa para escrever, pois o braço da cadeira batia no tampo
da mesa. Os colaboradores ao discutirem os depoimentos, reconheceram o que é
apontado por Ferrés (2006, p. 6) quando afirma que o ambiente hostil dificulta a
“[...] capacidade e eficiência da realização das atividades cotidianas, ou seja, o
ambiente” age “ como gerador de exclusão”.
Considerações Finais ou Conclusões
A avaliação realizada por meio dos instrumentos de pesquisa comprovou a
existência de uma expressiva quantidade de barreiras físicas e arquitetônicas que
impedem a participação com autonomia de pessoas com deficiências físicas na
biblioteca pesquisada. Fica evidente a necessidade de adaptações em todos os
espaços para que estes estudantes consigam complementar seus estudos por
meio do acesso ao acervo e serviços da biblioteca.

�Esta realidade instiga os profissionais bibliotecários e gestores da instituição a
refletirem sobre a inclusão de pessoas com deficiência no IFRO. A simples oferta
de vagas não é suficiente para que a inclusão aconteça, a instituição precisa
equiparar as condições de acesso a todos os seus espaços, para que todos os
estudantes, independente de suas condições físicas ou sensoriais alcancem êxito
no seu processo de ensino e na formação acadêmica almejada. Para cada critério
avaliado, foram sugeridas melhorias de acordo com a Norma de Acessibilidade
NBR 9050/2015. O relatório com as propostas foi entregue à direção do Campus
para que sejam incluídas no planejamento anual.
Referências
ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 9050. Rio de Janeiro,
2015.
ANTUNES, Cleuza Diogo. Acessibilidade e inclusão na Biblioteca do Instituto
Federal de Rondônia. Orientadora: Jussara Santos Pimenta. 2017. 162 f.
Dissertação (Mestrado Profissional em Educação Escolar) - Programa de PósGraduação em Educação Escolar - UNIR, Porto Velho, 2017.
BRASIL. Decreto Nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004. Brasília, DF: Planalto da
Casa Civil, 2004. Disponível em: &lt;https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato20042006/2004/Decreto/D5296.htm&gt;. Acesso em: 3 jun. 2016.
FERRÉS, Sofia Pérez. Acessibilidade física. In: PUPO, Deise Tallarico; MELO,
Amanda Meincke; FERRÉS, Sofia Pérez (org.). Acessibilidade: discurso e prática
no cotidiano das Bibliotecas. Campinas: UNICAMP, 2006. Disponível em: &lt;
www.todosnos.unicamp.br:8080/lab/producao/livro_acessibilidade_Bibliotecas.pdf
&gt;. Acesso em: 2 set. 2017.
MINC. Ministério da Cultura. Fortalecimento de Bibliotecas acessíveis e
inclusivas: Manual orientador. 1. ed. São Paulo: Mais Diferenças, 2016.
Disponível em: &lt;http://www.cultura.gov.br&gt; Acesso em: 2 set. 2017.
NICOLETTI, Tamini Farias. Checklist para Bibliotecas: um instrumento para
todos. 2010. 99 f. Trabalho de conclusão de curso (Graduação) – Faculdade de
Biblioteconomia e Comunicação, UFRGS, Porto Alegre, 2010. Disponível em: &lt;
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/77001/000895399.pdf?sequenc
e=1&gt;. Acesso em: 10 set. 2015.
Agências financiadoras
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia e Universidade
Federal de Rondônia.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="24">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26064">
                <text>CBBD - Edição: 28 - Ano: 2019 (Vitória/ES)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26065">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26066">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26067">
                <text>2019</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26068">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26069">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26070">
                <text>Vitória (Espírito Santo)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36152">
              <text>ACESSIBILIDADE FÍSICA EM BIBLIOTECA: desafios para a inclusão de pessoas com deficiência</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36153">
              <text>Cleuza Diogo Antunes</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="36154">
              <text>Jussara Santos Pimenta</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36155">
              <text>Vitória (Espírito Santo)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36156">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36157">
              <text>2019</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36159">
              <text>Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36160">
              <text>Esse texto aborda a acessibilidade física em biblioteca, sendo parte da pesquisa de mestrado "Acessibilidade e inclusão na biblioteca do Instituto Federal de Rondônia" realizada no ano de 2017. O objetivo da pesquisa foi avaliar as condições de acessibilidade da biblioteca e contribuir para a construção de uma proposta de melhorias para o acesso de usuários com deficiência à biblioteca. Foi realizada uma pesquisa-ação com a colaboração de 3 estudantes com deficiência física, 1 com baixa visão e 8 servidores colaboradores e 1 pai de aluno com deficiência. Os dados foram obtidos por meio de observação participante, formulário de avaliação e entrevista com os estudantes. Foram identificadas diversas barreiras físicas desde o entorno da biblioteca, atingindo a entrada principal mal sinalizada, setor de atendimento com balcão muito alto, móveis que não permitem aproximação com cadeira de rodas e espaços internos sem pintura contrastante, que limitam a participação do público alvo nesse local. Estas barreiras foram tema de discussões entre os servidores colaboradores em quatro reuniões, nas quais foram elaboradas propostas de melhorias para cada barreira identificada. Embora se reconheça os esforços dedicados até o momento, a persistência de barreiras requer atenção especial de bibliotecários e gestores para as adaptações necessárias para que estes estudantes se sintam acolhidos na biblioteca e tenham  condições equitativas de acesso aos conteúdos para complementação de seu aprendizado.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="36161">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66990">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="17">
      <name>cbbd2019</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
