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                  <text>A disseminação de informação e o papel social da biblioteca
pública: relato do curso de Alfabetização Digital para Mulheres na
Biblioteca Pública do Espírito Santo

Aline da Silva Moreira (BPES) - asm-ufes@hotmail.com
Lara Vitória Pinto Espíndola (UFES) - vitoria_lara@outlook.com
Resumo:
O artigo expõe por meio de um relato de experiência, o projeto social ministrado na Biblioteca
Publica do Espírito Santo, de Alfabetização Digital para Mulheres, onde é abordado o
empoderamento digital embasado na Agenda 2030 da Unesco. Apresentando a origem e
estrutura do curso, e como este está operando na vida das alunas. Conclui que a importância
da atuação de bibliotecas públicas em projetos sociais que visam o empoderamento feminino,
resaltando a importância que essa ação exerce na vida das mulheres participantes e corrobora
a missão da biblioteca publica em atuar em prol da transformação social.
Palavras-chave: Alfabetização Digital; Empoderamento Feminino;
Transformação Social; Protagonismo Jovem
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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Biblioteca

Pública;

�Introdução
Com o decorrer do tempo as funções do bibliotecário se alteraram
acompanhando a sociedade que está em seu entorno. Um exemplo é a
biblioteca de Alexandria, que não tinha em meio às suas funções o zelo com
a sociedade em sua volta, mas destinava-se a servir para o cultivo e
aprimoramento do conhecimento da época. Já nos tempos atuais as
bibliotecas têm se preocupado muito mais do que só com a preservação e
disseminação de conhecimento, elas vêm acompanhando a perspectiva
social, ou seja, expandindo seus cuidados além dos livros e chegando até os
leitores, que não são mais somente uma classe acadêmica.
Devido a esse novo parâmetro social na Biblioteconomia, coube ao
bibliotecário usar a informação para melhorar a sociedade no entorno da
biblioteca na qual atua, usando da informação, que antes era privilégio, para
atribuir conhecimento a todos os demais. Projetos sociais, oficinas, cursos e
palestras são alguns dos meios de que se utilizam para essa disseminação
de conhecimento em meio à população.
A Biblioteca Pública do Espírito Santo apresenta esse viés de perfil
social, já que desenvolve inúmeros projetos para amparar socialmente a
comunidade em sua adjacência, um deles, por exemplo, é o Curso de
Alfabetização Digital para Mulheres, no qual os integrantes do Coletivo
Jovem Iepê, que atuam em prol do desenvolvimento dessa unidade de
informação, são voluntários para ministrar as aulas do curso, com a
supervisão da equipe da BPES, ajudando as mulheres das comunidades em
torno da biblioteca a ter um conhecimento tecnológico de forma gratuita e
certificada.
Relato da Experiência
O início dessa experiência na Biblioteca Pública Estadual “Levy Curcio
da Rocha” começou com a vinda da atual diretora, em abril de 2018. Com
sua vivência como gestora em outra unidade de informação, no município de
Domingos Martins (ES), ela apresentou à equipe da biblioteca um modelo de
gestão pautada nos objetivos da Agenda 2030 da Unesco. Baseado nessa
apresentação e nos resultados das pesquisas de opinião dos usuários ativos
e/ou inativos da biblioteca, surgiu uma demanda para cursos que envolvem
a tecnologia, capacitação profissional, dentre outras solicitações, bem como
as propostas de atuação para a nova gestão da BPES. A partir daí o Coletivo
Jovem Iepê foi formado.
Depois de ricos encontros e reuniões, com o coletivo Bibliotecamentes,
da Biblioteca Pública Municipal Madeira de Freitas, Cariacica (ES), e a
equipe da BPES, houve condições para firmar o coletivo. Sua estruturação
(com os integrantes, suas funções a ser desempenhadas, dentre outros) só
ocorreu em julho de 2018. Em meados de outubro do mesmo ano, a diretora
apresentou ao Coletivo Jovem Iepê o projeto de Alfabetização Digital para
Mulheres executado na Biblioteca Municipal Argentina Lopes Tristão,
localizada no município de Domingos Martins (ES).

�Para a extensão desse curso, no município de Vitória (ES), foram
providenciados pelo Coletivo Jovem Iepê materiais de divulgação, inscrição
das alunas, treinamentos com os monitores e iniciação da primeira turma no
dia 21 de novembro de 2018. Houve 19 matrículas, todas as alunas
apresentavam níveis diferentes de alfabetização digital. Os monitores do
curso eram constituídos pela própria equipe que já atua na BPES,
integrantes do Coletivo Jovem Iepê (três estagiários de biblioteconomia, um
estagiário de jornalismo, um estagiário de nível médio e um bibliotecário),
com aulas no turno da manhã e da tarde em diferentes horários.
Na primeira turma, foram 10 dias seguidos de curso, somando ao total
de 16 horas de carga horária. As aulas são ministradas no Setor Multimídia
da BPES, que é equipada com 14 computadores com acesso a Internet
oferecendo um dispositivo a cada aluna. É dividido em aulas que expõe o
conteúdo teórico e exercícios práticos para fixação.
A segunda turma iniciou no dia 19 de março de 2019, composta por 28
alunas, e sua organização se deu conforme as diretrizes da anterior. Porém
com algumas alterações: dias e horários estabelecidos a duas vezes por
semana, auxílio de apostila criada pelo coletivo - contendo os conteúdos de
informática básica, Pacote Office Básico (Word, PowerPoint e Excel) e
orientações na utilização de smartphones - que foi entregue às alunas;
realização de um curso à parte da Plataforma Recode, movimento do qual a
Biblioteca Pública participa.
O quadro dos monitores foi modificado para cinco estagiários de
biblioteconomia, um estagiário de nível médio, um bibliotecário e um
servidor da área de comunicação. Atualmente, a segunda turma está em
curso e será finalizada no mês de maio de 2019. Na formatura é realizada
uma palestra com o apoio de um servidor que trabalha na Delegacia de
Crimes Cibernéticos no município de Vitória (ES), da Polícia Civil, em que
fala sobre os perigos que existem na Internet e como preveni-los. Nessa
ocasião é feita a entrega do certificado de conclusão do curso paras as
alunas. Uma nova turma terá início no mês de junho de 2019.
Considerações finais
O curso de Alfabetização Digital para Mulheres tem como foco principal
o objetivo 5.b da Agenda 2030 da Unesco, ou seja, “aumentar o uso de
tecnologias de base, em particular as tecnologias de informação e
comunicação, para promover o empoderamento das mulheres”. A Biblioteca
Pública do Estado do Espírito Santo, juntamente com o Coletivo Jovem Iepê,
estão atuando em benefício desse cumprimento nesse eixo e provando que
ninguém fica para trás. Basta querer, pois há um mundo de realizações com
o esforço e a disponibilidade em aprender algo novo.
Para bibliotecários e graduandos de biblioteconomia, ter projetos que
fomentem o desenvolvimento social, por meio da biblioteca, é essencial para
o crescimento e fortalecimento dessas instituições. Para Suaiden (2011,
p.38):
Ao assumir seu papel perante sua comunidade, a biblioteca pública
reconhecerá sua função social e incorporará, além do seu objetivo

�primordial, que é preservar e difundir o conhecimento, fazendo isto,
principalmente no que se refere à cultura local, mas, incorporará, também,
a própria comunidade do seu entorno, as suas funções e atribuições,
sendo reconhecida e legitimada pela sociedade, uma vez que a biblioteca
pública (SUAIDEN, 1995, p.20), dentre todos os tipos de bibliotecas, é a
única que possui realmente características de uma instituição social, tanto
pela amplitude de seu campo de ação quanto pela diversificação de seus
usuários.

Pois a missão da Biblioteca Pública do Espírito Santo “Levy Curcio da
Rocha” é garantir a guarda e a preservação da memória e dos bens
simbólicos representados por seus acervos e coleções, bem como promover a
igualdade de oportunidades e de livre acesso à informação e ao
conhecimento nas mais diversas áreas da criação humana e da cultura.
Este projeto, em sua segunda turma, não manteve o enfoque somente
na alfabetização digital, pois aborda a economia criativa, visto que muitas
alunas estão no trabalho informal e têm a oportunidade de profissionalizar
os serviços prestados com as informações obtidas. Segundo Rosa (2009, p.
373):
A importância da prática da ação cultural nas unidades de informação
explica-se pela contribuição educativa que a mesma (sic) produz e seu
caráter transformador da realidade social, onde os indivíduos tornam-se
sujeitos da cultura e criação de novos conhecimentos.

Ter a interação social com outras pessoas e vivenciar um choque de
gerações que apresentam culturas diversificadas são dois dos diversos
pontos positivos que o curso proporciona às alunas, já que é ministrado por
jovens. O fato de que as alunas muitas das vezes têm idades superiores a de
seus monitores faz com que ocorra naturalmente a troca de experiência de
vida entre alunas e monitores, fomentando o respeito entre gerações
diversas, e dando suporte a essas mulheres com informações sobre
autoestima, taxas de feminicídio, violência contra a mulher e segurança na
Internet, pois infelizmente o Estado do Espírito Santo se encontra entre os
primeiros no ranking nacional sobre esses assuntos.
Em contrapartida a essas estatísticas, a biblioteca vem atuando e se
fortalecendo socialmente contra o combate das injustiças abordadas junto
com as demais bibliotecas capixabas para a diminuição desses vergonhosos
índices.
Ao final das turmas nem todas as alunas se mantiveram, mas as que se
dedicaram a permanecer foram transformadoras de suas próprias vidas, pois
investiram em si mesmas com conhecimento e autoestima, podendo a partir
desse novo conhecimento ser independentes no mundo digital. Até o
momento 47 mulheres foram tocadas pelo curso.
No decorrer do curso, foram captados vários comentários, mensagens
por e-mail, pelas redes sociais, e em conversas feitas ao decorrer do curso, e
tudo isso dá um feedback dos monitores e das alunas que frequentam as
aulas:

�“O projeto, além de oferecer a alfabetização digital também influencia
em como essas mulheres se veem perante a sociedade, pois esse novo
conhecimento as torna independentes e mais otimistas sobre o mercado de
trabalho atual”.
[Lara Vitória Pinto Espíndola, 20 anos, integrante do coletivo e
graduanda em biblioteconomia]
“É perceptível que com o decorrer das aulas elas se mostram mais
confiantes em si mesmas, e com perspectivas que antes não achavam
possível. Sendo esse projeto muito mais que um disseminador de
conhecimento e sim um disseminador de confiança e novos objetivos para a
vida das mulheres envolvidas”.
[Ana Carolina Vilela Cerqueira, 20 anos, integrante do coletivo e
graduando em biblioteconomia]
“Esses professores, além de atenciosos, faz a gente se desafiar cada dia
mais. Porque quando eu falo que não sei, não vou conseguir, eles falam
assim: você consegue sim. Vamos fazer juntos e vai pegando na minha mão
até eu entender”.
[Aluna 1]
“Essa biblioteca mudou muito, agora tem várias coisas para aprender
aqui. São muitas oficinas que não perco por nada, só quando acontece
alguma coisa mesmo que não tem como participar. E eu divulgo para todo
mundo da minha rua, da igreja e da família. Sempre que venho trago minha
neta, para quando ela crescer já sabendo que mulher é independente. Faz o
que ela quiser”.
[Aluna 2]
[...] Nossa, chorei quando conversei com minha filha que mora na Itália.
As meninas me mostraram como é que faz ligação do WhatsApp. Eu vi
minha filha lá, já fazia anos que não a via, nem sabia como era a casa dela.
Quando falava com ela, precisava de alguém para fazer a ligação que era
normal. Agora não, é diferente, eu ligo para ela direto, não dependo de
ninguém mais. Fico me perguntando como não aprendi isso antes. Meus
outros filhos tentaram me ensinar, mas, como tinha medo do celular, nem
mexia. Elas me fizeram perder esse medo. Eu tinha um medo bobo (risos),
como no livro.
[Aluna 3]
“Meu marido que falou do curso para mim. Saí da Serra e vim me
inscrever. Para não deixar minha filha sozinha em casa, ela me acompanhou
o curso inteiro. [...] No final, foi a melhor coisa, pois eu aprendi a fazer
currículo e digito bem melhor e agora envio tudo pelo e-mail, e minha filha
conseguiu um estágio, graças às meninas que orientaram ela a se inscrever
pelo computador”.
[Aluna 4]

�“Agora eu não tenho vergonha de abrir meu e-mail na faculdade. Antes
não sabia e ficava com vergonha de perguntar aos outros alunos. Isso me
ajudou bastante, até minhas notas”.
[Aluna 5]
Referências
BERNADINO, M. C. R.; SUAIDEN, E. J. O papel social da biblioteca pública na interação
entre informação e conhecimento no contexto da ciência da informação. Perspectivas em
Ciência da Informação, Belo Horizonte, MG, v. 16, n. 4, p.29-41, out/dez. 2011. Disponível
em: http://www.scielo.br/pdf/pci/v16n4/v16n4a04.pdf. Acesso em: 23 de abril de 2019.
RECODE. Plataforma Recode: empoderamento digital para transformar. [Rio de
Janeiro], c2016. Disponível em: https://plataforma.recode.org.br/. Acesso em: 15 de abril
de 2019.
ROSA, Anelise Jesus Silva da. A prática de Ação cultural em bibliotecas. Revista ACB:
Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 14, n. 2, p. 372-381, jul./dez., 2009.
Disponível em: file:///C:/Users/vitor/Downloads/675-3026-1-PB.pdf. Acesso em: 20 de
abril de 2019.
ESPÍRITO SANTO (Estado). Secretária de Cultura. Biblioteca Pública do Espírito Santo
(BPES). Disponível em: https://secult.es.gov.br/biblioteca-publica-do-espirito-santo-bpes.
Acesso em: 20 de abril de 2019.
SUAIDEN, E. J. Biblioteca pública e informação à comunidade. São Paulo: Global, 1995.
Transformando o nosso mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável
Disponível
em:https://nacoesunidas.org/wp-content/uploads/2015/10/agenda2030-ptbr.pdf. Acesso em:10 de abril de 2019.

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