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                  <text>A criança na biblioteca universitária: relato de inclusão na PUCPR
Nadia Ficht (PUCPR) - nadia.ficht@pucpr.br
Kely Comin Grigoletto (PUCPR) - kely.comin@pucpr.br
Resumo:
O estudo em questão é um relato de caso, com pesquisa descritiva qualitativa. O qual
apresenta ações culturais realizadas nas bibliotecas da PUCPR Campus Londrina e Toledo,
com crianças de 6 a 16 anos em situação de vulnerabilidade social. Com intuito de inovar seus
serviços e abrir à universidade a sociedade, essas ações são transformadoras do papel social
da biblioteca na comunidade. As atividades realizadas, incentivam a leitura, reflexão além de
despertar os senso critico dos participantes.
Palavras-chave: Inclusão social. Crianças. Biblioteca Universitária
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.
Eixo Temático: 2 – Ninguém fica para trás
1 INTRODUÇÃO

Biblioteca, local onde são guardados os livros. Esta conceituação pode ser vista
como uma das mais atribuídas por leigos, no que tange a este ambiente. É de fato
verídica, se observarmos a definição da palavra dada por Houaiss (2009, p. 284), que
descreve biblioteca como “edifício ou recinto onde ficam depositadas, ordenadas e
catalogadas diversas coleções de livros, periódicos e outros documentos [...].”
Se analisada de maneira mais abrangente, a biblioteca pode ser descrita também
como uma coleção de informações e/ou conhecimento, pois é o local utilizado para
estudos, pesquisas e outras atividades. As bibliotecas podem ser divididas em escolares,
públicas, especializadas, universitárias e outras, no entanto cada uma com suas
particularidades e público especifico.
É no contexto de descrições que Murakami (2008) aponta a Biblioteca como “um
ambiente de transformação social, pois provê serviços que possibilitam a transformação
do indivíduo.” Se associarmos a menção do autor a uma Biblioteca Universitária, de fato
ocorre uma “transformação do indivíduo”, pois o acadêmico leigo ao adentrar na
universidade, e por fim na conclusão de curso, obtêminúmeras informações e
conhecimentos,apreendidos neste ambiente.
O universo da biblioteca pode ser explorado de diferentes maneiras, além da
disponibilização de suas obras aos usuários pode contribuir com atividades e serviços a
comunidade externa. De que forma a biblioteca universitária pode colaborar com a
inclusão social de crianças e adolescentes?Este questionamento torna-se o problema em
questão e a alavanca deste relato.
O objetivo deste trabalho é descrever a ação cultural de inclusão social de
crianças e adolescentesde 6 a 16 anos, de comunidades carentes, realizadas nas
bibliotecas da PUCPR Campus Londrina e Toledo.

�O estudo em questão é um relato de caso, com pesquisa descritiva a qual,
“observa, registra, analisa e correlaciona fatos ou fenômenos sem manipulá-los” (CERVO;
BERVIAN; SILVA, 2007, p. 61), com procedimentos qualitativos.
A ação cultural em bibliotecas universitárias, pode contribuir para o acesso da
comunidade nas Instituições de Ensino Superior - IES, sejam elas públicas ou privadas. A
universidade tem participação no desenvolvimento cientifico social, econômico e cultural
de um pais ou determinada região.
As atividades abertas à comunidade, advindas de IES aproximam as pessoas de
diferentes etnias e condições sociais. Sobre esta pratica social/cultural Rosa (2009, p.373)
discorre que é importante “pela contribuição educativa que a mesma produz e seu caráter
transformador na realidade social, onde os indivíduos tornam-se sujeitos da cultura e
criação de novos conhecimentos.”
Ainda neste cenário Coelho (1989), explica que a ação cultural não pode ser vista
meramente como ‘projeto social’, mas como um conjunto de atividades que afetam várias
ordens, desde ao cultural até o social. O autor ainda ressalta que “ação cultural com
propriedade é quando as instituições [...] passam a preocupar-se mais com as pessoas
que entram em contato [...],“ (COELHO, 1989, p.40) ou seja, a atenção é voltada para um
grupo de pessoas ou comunidade.
2 RELATO DE EXPERIENCIA

A Pontifícia Universidade Católica do Paraná, foifundada em 1959, é uma
universidade católica privada sem fins lucrativos “orientada por princípios éticos, cristãos
e maristas que atua como promotora do desenvolvimento regional e inclusão
social.”(PUCPR, 2019). A IES além da formação acadêmica de seus alunos, opera
também no contexto social, por meio de ações junto à comunidade. São diversas
parcerias com estabelecimentos carentes, como creches e casas de idosos.
Neste contexto as bibliotecas setoriais do campus Londrina e Toledo,
desenvolveram ações que buscavam incluir crianças e adolescentes de comunidades
carentes na Universidade. Brito Filho (2011, p.27) discorre que neste cenário a biblioteca
transpõe de “depositária de acervo cultural para um centrocultural vivo, passando a
proporcionar cultura através de uma dinâmica de ações culturais efetivas, para se tornar
um espaço prazeroso, atraente, dinâmico, de livre acesso à leitura e ao conhecimento.”

�O objetivo foi realizar atividades culturais dentro das bibliotecas da PUCPR, de
forma que as crianças e adolescentes se sentissem parte do ambiente, ou seja, que a
Universidade os acolha e que possam usufruir de sua estrutura física como a biblioteca
por exemplo.
Como mencionado à biblioteca pode ser vista como geradora de novos
conhecimentos, a ambientalização de crianças e adolescentes neste setor incentiva o
acesso, desmitifica que é local apenas para estudo e concentração, fazendo que seu uso
se torne prazeroso e agradável.
O universo da pesquisa são crianças e adolescentes de vulnerabilidade social, da
cidade de Londrina e Toledo, participantes de duas instituições parceiras da PUCPR. Em
Toledo foi selecionado o Centro Assistencial da Diocese de Toledo – Casa de Maria e em
Londrina o Centro Comunitário da Legião da Boa Vontade, ambas as instituições atuam
com crianças de 6 a 16 anos.
As duas bibliotecas setoriais da PUCPR optaram em realizar atividades lúdicas
que envolvessem os colaboradores do setor, acadêmicos e principalmente a comunidade
vizinha da IES.
Em Toledo, é realizado o Clube do Livro, onde participam aproximadamente 60
crianças e adolescentes. A dinâmica consiste em um dos adolescentes da Casa de Maria
apresentar aos demais um livro que tenha realizado a leitura, os outros participantes,
discutem e relatam suas opiniões acerca do assunto abordado na obra.
O Clube do Livro foi fundado em 2013 na IES, a principio as atividades ocorriam
com acadêmicos de todos os campi, e partir de 2017 em Toledo estendeu-se a
comunidade externa.
A Figura 1 apresenta uma das sessões ocorrida em 2017, com 25 crianças, onde
foi tratado o livro “A culpa é das estrelas”, a obra aborda o câncer em adolescentes,
gerando um produtivo bate papo entre os participantes. A atividade em questão acontece
3 vezes no ano, as crianças e adolescentes são levadas a PUCPR pela própria entidade
social.
Com a realização dessa experiência comprovou-se que a ação atingiu os objetivos
de integrar a comunidade à Universidade, bem como instigar o hábito da leitura pelas
crianças e adolescentes.
Em Londrina é realizado o cineteca, que se refere a cinema na biblioteca. O intuito
é inserir as crianças no ambiente cinema, (algo não acessível a algumas destas) além de
realizar debates em torno do assunto apresentado no filme. Desta forma, o público

�desenvolve senso critico por meio da observação dos fatos e relatos dos acontecimentos
mais atrativos, apontado suas justificativas.
Ao todo são 160 participantes entre 6 e 15 anos, os quais foram divididos em seis
grupos por idade, assim os filmes são selecionados de forma a respeitar a censura por
faixa etária. As sessões de cineteca ocorrem mensalmente, com grupo diferente de
crianças e adolescentes, desta forma, atende os 160 participantes ao longo do ano, sendo
que cada grupo fará duas visitas a PUCPR.
Figura 1 – Clube do Livro

Fonte: Biblioteca Câmpus Toledo, 2017

Figura2: Cineteca

Fonte: Biblioteca Campus Londrina, 2019

A figura 2 apresenta a primeira sessão de filme em 2019, foram 25 participantes
com idade de 6 a 8 anos, a PUCPR ofereceu ônibus para buscar e levar as crianças.A
atividade gerou deslumbramento das crianças, ao chegar na IES e no auditório preparado
para filme. Foi selecionado o “Touro Ferdinando”, que ressalta importância da amizade, o
cuidado com a natureza e que existem diferenças entre uns e outros as quais devem ser
respeitadas. Terminando o filme, as crianças relataram as situações que mais gostaram e
porque, citaram outras que acharam tristes ou erradas, gerando debates e diferentes
apontamentos.
A biblioteca é um espaço de informação, e por meio de atividades diversificadas
propicia aos indivíduos estímulos para refletir, aprender e discutir novas idéias e
experiências.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

As ações realizadas nas duas bibliotecas atenderam os objetivos propostos de
inclusão, onde crianças e adolescentes de diferentes contextos sociais, vivenciam

�atividades dentro da Universidade. Além da inserção social, o projeto incentiva a leitura, o
uso da biblioteca, auxilia na integração e participação do público em eventos culturais.
As bibliotecas por sua vez devem inovar seus serviços, esquivando-se do trivial.
Cavalcanti (2015, p.22) relata que a ação cultural vem tendo um valor representativo na
contribuição para um novo paradigma de biblioteca moderna, dinâmica e criativa em
direção as gerações futuras.
Essas ações aos poucos vão transformando o espaço da biblioteca, em um local
de diálogos, oficinas, teatro, cinema e outros migrando meramente do “deposito de livros”
para um ambiente dinâmico e articulado.
REFERÊNCIAS

BRITO FILHO, Ednilson Medeiros de. Ação cultural em bibliotecas universitárias: (in)
visibilidade na web. 2011. 36f. Monografia (Graduação em Biblioteconomia) - Centro de
Ciências Sociais Aplicadas – Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa: UFPB,
2011.
CAVALCANTI, Ivanilda Bezerra; ARAÚJO, Claudialyne Silva; DUARTE,
EmeideNóbrega.O bibliotecário e as ações culturais: um campo de atuação.Biblionline,
João Pessoa, v. 11, n. 1, p. 21-34, 2015.
CERVO, Amado L; BERVIAN, Pedro A.; DA SILVA, Roberto. Metodologia cientifica. 6.
ed. São Paulo: Pearson, 2007.
COELHO, Teixeira. O que é ação cultural? São Paulo: Brasiliense, 1989. (Coleção
Primeiros Passos)
HOUAIS, Antonio. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva,
2009.
MURAKAMI, Tiago. Por uma definição de biblioteca. 2008. Disponível em:&lt;
https://bsf.org.br/2008/12/30/por-uma-definicao-de-biblioteca/&gt;. Acesso em: 16 abr. 2019.
ROSA, Anelise Jesus Silva da. A prática de ação cultural em bibliotecas. Revista ACB:
Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v.14, n.2, p.372-381, jul./dez. 2009.

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