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                  <text>A Biblioteca Pública Benedito Leite e suas relações com o
patrimônio, a memória e identidade de São Luís, Maranhão

Maurício José Morais Costa (UFMA) - mauricio.jmc@outlook.com
klautenys guedes cutrim (UFMA) - kdguedes@gmail.com
Valdirene Pereira da Conceição (UFMA) - cvaldireneufma@gmail.com
Resumo:
Estudo acerca das relações da Biblioteca Pública Benedito Leite (BPBL) com o patrimônio
cultural, a memória e a identidade de São Luís, Maranhão. Objetiva discutir as relações da
BPBL com a apropriação cultural, mediação da informação e preservação da memória no
Maranhão, bem como refletir acerca da ressignificação de suas práticas junto ao patrimônio
cultural na capital ludovicense. Trata de um estudo exploratório e descritivo, que faz uso da
pesquisa bibliográfica e documental para discutir categorias teóricas como patrimônio
cultural, memória e identidade, a partir de autores como Halbwachs (2004), Pollak (1992),
Nora (1993), Silveira (2012), Gomes (2014), Le Goff (2013), Marques e Rodrigues (2014),
dentre outros. Discute o papel das bibliotecas públicas na preservação da memória e como
espaços voltados para a reflexão dos bens culturais por elas são preservados. Ressalta a BPBL
enquanto espaço de memória, cujo arquivamento do patrimônio material e imaterial possibilita
o diálogo entre o passado e o presente, servindo de inspiração, conservação e preservação
daquilo que individualiza a identidade local, de modo a reforçar os domínios que mantêm e
circunscrevem sua existência. Afirma que domínios como memória, identidade e patrimônio
cultural estão interligados, uma vez que resultam das práticas humanas, tais como
preservação, circulação, recuperação e apropriação de sabres, fazeres, dentre outros. Finaliza
destacando que a BPBL se constitui como principal lócus e mecanismo para que interações,
representações e símbolos puramente maranhenses sejam reconhecidos e compreendidos.
Palavras-chave: Biblioteca Pública Benedito Leite (BPBL). Memória e Identidade. Patrimônio
cultural maranhense. Bibliotecas públicas.
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�A BIBLIOTECA PÚBLICA BENEDITO LEITE E SUAS RELAÇÕES COM O
PATRIMÔNIO, A MEMÓRIA E IDENTIDADE DE SÃO LUÍS, MARANHÃO
Eixo 2 – Ninguém fica para trás

1 INTRODUÇÃO

As bibliotecas públicas enquanto instituições culturais, aglutinam importantes
papéis que vão além da guarda de documentos. Historicamente, tais aparelhos trazem
consigo significações que se relacionam tanto como a memória, quanto com os
aspectos identitários da sociedade. Logo, tornam-se importantes espaços de
salvaguarda do patrimônio cultural, fortalecendo, assim o seu papel de mediadora no
processo de apropriação cultural, favorecendo a disseminação de bens culturais em
suas mais distintas expressões e manifestações (GOMES, 2014).
Diante de seu papel de gestora e mediadora do patrimônio cultural em São
Luís, evidencia-se a Biblioteca Pública Benedito Leite (BPBL), que com o passar dos
anos, consolidou-se como um importante aparelho responsável pela apropriação
cultural, preservação da memória e da identidade do povo maranhense.
Partindo disso, o presente estudo tem como objetivo geral discutir as relações
da BPBL com a apropriação cultural, mediação da informação e preservação da
memória no Maranhão, bem como refletir acerca da ressignificação de suas práticas
junto ao patrimônio cultural na capital ludovicense.

2 MÉTODO DA PESQUISA

Toda é qualquer pesquisa científica pressupõe o detalhamento de seu percurso
metodológico (TORRES, 2010). Desse modo, o presente estudo quanto aos seus
objetivos consiste em uma pesquisa exploratória e descritiva, pois parte da “[...]
associação entre variáveis [...]” (PRODANOV; FREITAS, 2013, p. 53), com vistas a
descrever os aspectos característicos de determinado fenômeno e suas relações. De
abordagem qualitativa, discute e reflete acerca das significações e relações entre a
BPBL e categorias como Memória, Identidade e Patrimônio Cultural (FACHIN, 2017).
Para tanto, o estudo faz uso da pesquisa bibliográfica e documental como
instrumentos de fundamentação, uma vez que serão utilizados materiais previamente

�elaborados que tratam de bibliotecas públicas, patrimônio cultural, bem como autores
que contribuem para a reflexão acerca das bibliotecas públicas enquanto organismos
responsáveis pela preservação da memória e da identidade (FACHIN, 2017; GIL,
2008).

3 RESULTADOS: as bibliotecas públicas e a preservação da memória

O papel das bibliotecas se expandiu, e sua função moldou-se no decorrer do
tempo e do espaço, face às necessidades das distintas civilizações, com o intuito de
representar a memória coletiva, bem como para fins individuais (HALBWACHS, 2004;
POLLAK, 1992). Segundo Battles (2003) as bibliotecas são instituições responsáveis
por representar a memória coletiva, constituindo-se como “lugar de memória”. Sobre
isso, Nora (1993, p. 27) pontua que o lugar de memória é “[...] um lugar duplo; um
lugar de excesso, fechado sobre si mesmo, fechado sobre sua identidade; e recolhido
sobre seu nome, mas constantemente aberto sobre a extensão de suas significações
[...]”. Embora Nora (1993) defina os lugares memória, estes distanciam-se da
memória, e tem sua relevância enquanto marcos identitárias. Tal perspectiva concede
às bibliotecas a reponsabilidade de preservação de tais marcos.
Silveira (2012) evidencia as dimensões associadas as bibliotecas enquanto
lócus de memória, a saber: a dimensão material – ao representar os anseios e as
necessidades da coletividade – a dimensão simbólica – ao retratar fatos, experiências
e imaginário da coletividade – e a dimensão funcional – a partir da cristalização de
lembranças, laços e aspectos sociais enraizados no espaço, gesto, objetos, dentre
outros. Nesse sentido, constituem-se importantes aparelhos culturais que cristalizam
a memória de diferentes épocas, a partir da necessidade de manter vivo elementos,
símbolos, traços que a constituem.
Gomes, Oliveira Júnior e Araújo (2013) destacam que ao preservar a cultura,
por conseguinte preserva-se a memória, esta, registrada nos mais distintos suportes
da informação, vistas como instituições memoriais, especialmente as bibliotecas, tem
a função não apenas de guarda, mas, sobretudo, proporcionar o acesso a tais bens
culturais.
Tão logo, os elementos que ajudam a construir a memória estão representados
nos bens que formam os acervos das bibliotecas, dando condições para que estas
dissipem tudo aquilo que pertença a uma determinada sociedade, norteando não

�apenas sua formação, mas também seu desenvolvimento (POLLAK, 1992;
HALBWACHS, 2004).

4 DISCUSSÃO: a Biblioteca Pública Benedito Leite e suas relações com o patrimônio
cultural, memória e aspectos identitários do Maranhão

Destaca-se que as bibliotecas, enquanto instituições voltadas não apenas para
a preservação documental, mas espaços voltados para a reflexão dos bens culturais
que as compõem, ampliam a discussão acerca do patrimônio cultural que por elas são
preservados (SOUZA; SANTOS, 2012). A BPBL se consolidou como um dos mais
importantes aparelhos culturais do Estado do Maranhão, esta por sua vez, incumbida
de preservar e manter viva a história e a memória local, demarcadas pelos bens
patrimoniais reunidos em seu acervo (BRAGA, 2013).
Além de um rico acervo material (livros, impressos raros, obras de arte, etc.), a
BPBL perpetua sua imaterialidade, a partir da relação e dos vínculos que estabeleceu
com seu entorno. Logo, estabelece-se como uma referência em informação histórica,
por permitir o reconhecimento da diversidade cultural do Maranhão e do Brasil
(CARTERI, 2004). Nesse sentido, Gomes (2014) reforça que a Biblioteca consegue
atuar na produção, circulação e apropriação da informação, que pressupõe
determinados dispositivos, dentre eles a mediação.
A BPBL consegue, assim, formar sujeitos cientes da materialidade e do
simbolismo da cultura maranhense, levando-os a saírem do papel de meros
consumidores da informação, e tornarem-se protagonistas socioculturais (GOMES,
2014; LE GOFF, 2013).
Ressalta-se,

então

que

“Todo

o

patrimônio

produzido

(intelectual/literário/artístico) [...] é um colóquio do presente com o passado, em um
espaço dialético à disposição nas dependências de uma biblioteca.” (MARQUES;
RODRIGUES, 2014, p. 8). Tão logo, a Biblioteca Pública representa a preocupação
com a preservação da memória do Maranhão, evitando que as informações, os
registros e as lembranças desapareçam, reforçando sua importância enquanto lugar
de memória.
Diante disso, reforça-se a necessidade de as bibliotecas públicas, em especial
a Biblioteca Benedito Leite, não se limitarem a simples guarda e organização dos bens
culturais. É basilar perceber como o patrimônio cultural se manifesta, visando

�assegurar a preservação da memória. Além de fortalecer o papel das bibliotecas no
processo de difusão, mediação e interlocução da história.
Logo, a BPBL torna-se um espaço de memória, cujo arquivamento do
patrimônio material e imaterial possibilita o diálogo entre o passado e o presente,
servindo de inspiração, conservação e preservação daquilo que individualiza a
identidade local, de modo a reforçar os domínios que mantêm e circunscrevem sua
existência (MARQUES; RODRIGUES, 2014; JACOB, 2000).

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Domínios como memória, identidade e patrimônio cultural estão interligados,
uma vez que resultam das práticas humanas, tais como preservação, circulação,
recuperação e apropriação de sabres, fazeres, dentre outros. Práticas estas
intrínsecas das bibliotecas desde seu surgimento, resultando em espaços de
interações, acesso e uso da informação em suas mais distintas expressões e
manifestas.
Na ótica dos lugares de memória (NORA, 1993), a BPBL constitui-se como
principal lócus e mecanismo para que interações, representações e símbolos
puramente maranhenses sejam reconhecidos e compreendidos. Assumindo,
involuntariamente a responsabilidade de manter viva a história e a memória local e
nacional, cujo acervo materializa saberes, fazeres, conhecimentos, dentre outros
elementos. Sendo assim, deve fortalecer sua relação com seus usuários, para que
estes se identifiquem, e, assim exerçam sua autonomia e cidadania.

REFERÊNCIAS
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do Brasil, 2003. 240 p.
BRAGA, M. de F. A. Biblioteca pública Benedito Leite, um campo para a ilustração e
para enriquecer a alma. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA,
DOCUMENTO E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 25., 2013. Anais eletrônicos...
Florianópolis, SC: FEBAB, 2013. Disponível em:
&lt;https://portal.febab.org.br/anais/article/view/1276&gt;. Acesso em: 03 abr. 2019.
CARTERI, K. K. Educação patrimonial e Biblioteconomia: uma interação inadiável.
Inf. &amp; Soc.: Est., João Pessoa, v. 14, n. 2, p. 31-52, jul./dez. 2004.
FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2017. 200
p.

�GIL. A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008
GOMES, H. F. A biblioteca pública e os domínios da memória, da mediação e da
identidade social. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 19, número especial,
p.151-163, out./dez. 2014.
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GOMES, M. A.; OLIVEIRA JÚNIOR, J. de; ARAÚJO, N. C. de. Memória: construção
social, lugares e competência. In: CONFERÊNCIA SOBRE TECNOLOGIA,
CULTURA E MEMÓRIA, 2013. Anais eletrônicos... Recife: CTCM, 2013. Disponível
em: &lt;http://www.liber.ufpe.br/ctcm2013/anais/files/2b.M_CSLC.pdf&gt;. Acesso em: 14
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HALBWACHS, M. A Memória Coletiva. São Paulo: Ed. Centauro, 2004.
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JACOB, Christian (Org.). O poder das bibliotecas. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2000.
LE GOFF, J. História e memória. 7. ed. rev. Campinas, SP: Editora Unicamp. 2013.
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MARQUES, L. S. A.; RODRIGUES, M. Biblioteca, Memória e Patrimônio: um olhar
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NORA, P. Entre memória e História: a problemática dos lugares. Projeto História,
São Paulo, n. 10, dez. 1993.
POLLAK, M. Memória e Identidade Social. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 5,
n. 10, 1992, p. 200-212.
PRODANOV, C. C.; FREITAS, E. C. de F. Metodologia do trabalho científico:
métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Hamburgo:
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SILVEIRA, F. J. N. da. Biblioteca Pública, Memória e Discursos Identitários: uma
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&lt;http://enancib.ibict.br/index.php/enancib/xiiienancib/paper/viewFile/3957/3080&gt;.
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SOUZA, A. H. V.; SANTOS, V. R. Educação para o patrimônio: mediação cultural
na perspectiva dos museus e bibliotecas: uma experiência interdisciplinar na ciência
da informação. Belo Horizonte: UFMG, 2012. 15 p. Disponível em:
&lt;http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/moci/article/view/2234/1427&gt;.
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TORRES, C. A. B. Metodología de la investigación. 3. ed. Colômbia: Pearson
Educación, 2010. 320 p.
AGÊNCIAS FINANCIADORAS:
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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              <text>Estudo acerca das relações da Biblioteca Pública Benedito Leite (BPBL) com o patrimônio cultural, a memória e a identidade de São Luís, Maranhão. Objetiva discutir as relações da BPBL com a apropriação cultural, mediação da informação e preservação da memória no Maranhão, bem como refletir acerca da ressignificação de suas práticas junto ao patrimônio cultural na capital ludovicense. Trata de um estudo exploratório e descritivo, que faz uso da pesquisa bibliográfica e documental para discutir categorias teóricas como patrimônio cultural, memória e identidade, a partir de autores como Halbwachs (2004), Pollak (1992), Nora (1993), Silveira (2012), Gomes (2014), Le Goff (2013), Marques e Rodrigues (2014), dentre outros. Discute o papel das bibliotecas públicas na preservação da memória e como espaços voltados para a reflexão dos bens culturais por elas são preservados. Ressalta a BPBL enquanto espaço de memória, cujo arquivamento do patrimônio material e imaterial possibilita o diálogo entre o passado e o presente, servindo de inspiração, conservação e preservação daquilo que individualiza a identidade local, de modo a reforçar os domínios que mantêm e circunscrevem sua existência. Afirma que domínios como memória, identidade e patrimônio cultural estão interligados, uma vez que resultam das práticas humanas, tais como preservação, circulação, recuperação e apropriação de sabres, fazeres, dentre outros. Finaliza destacando que a BPBL se constitui como principal lócus e mecanismo para que interações, representações e símbolos puramente maranhenses sejam reconhecidos e compreendidos.</text>
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