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                  <text>A Audiodescrição como Recurso de Acesso à Informação na
Produção de Acervo para Pessoas com Deficiência Visual

Clemilda Dos Santos Sousa (UFC) - cleoufc@gmail.com
Soraya Ferreira Alves (UnB) - so.ferreira.unb@gmail.com
Resumo:
O segmento social de pessoas com deficiência, no decorrer da história, busca a oportunidade
de acesso à educação, para exercer sua cidadania. Nesse âmbito, a universidade configura
uma oportunidade para que pessoas com deficiência possam ascender a novos horizontes,
conquistar autonomia e ser reconhecidas, não pela deficiência, mas por sua competência
profissional. Não obstante, no ambiente universitário, há consideráveis dificuldades, tais como
os aspectos ligados ao acesso à informação. Sendo assim, a aquisição do saber reclama uma
visão sobre o acesso à informação imagética contida na literatura dos acervos das bibliotecas
universitárias, de forma maneira à singularidade de cada pessoa em sua condição de
deficiência. O objetivo geral desta pesquisa é propor estratégias para instrumentalizar
audiodescritores na elaboração de descrições de imagens em livros da área das Ciências
Exatas. A metodologia escolhida foi a realização de um estudo bibliográfico e descritivo. Os
resultados confirmam a audiodescrição como recurso relevante na edição de livros em
formato acessível para pessoas com deficiência visual, e exprimem estratégias que podem
contribuir na elaboração de descrições de imagens estáticas de natureza científica na
produção de acervos para pessoas com deficiência visual.
Palavras-chave: Audiodescrição;Acessibilidade; Pessoas com deficiência visual; Biblioteca
Universitária.
Eixo temático: Eixo 2: Não devemos deixar ninguém para trás

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Videografia: ( ) Sim (x) Não
Modelo 1: resumo expandido de comunicação científica
Eixo Temático: Ninguém fica para trás
Introdução:
Ter uma profissão, ocupar os espaços sociais com autonomia e
protagonismo, exercendo sua cidadania, é um constante combate por parte de
pessoas com deficiência. Nesse contexto o acesso à universidade se configura em
uma conquista singular para a profissionalização e uma vida independente
economicamente, além do reconhecimento profissional. Entretanto muitos
empecilhos surgem na vida acadêmica que remetem as barreiras de ordem
arquitetônica e urbanísticas, tecnológica, atitudinal, de informação e comunicação.
Para o desenvolvimento desta pesquisa terão destaque os aspectos
ligados ao acesso à informação, por serem fundamentais a formação profissional,
haja vista o contexto do ensino superior, e por estes, estarem ligados
estreitamento com o acesso as bibliotecas universitárias.
Esta investigação se justifica pela política de inclusão da pessoa com
deficiência pela Lei de Inclusão Brasileira nº 13.146, de 6 de julho de 2015, pela
convenção da ONU, bem como pelas exigências do MEC para o reconhecimento
dos cursos nas universidades e faculdades.
A problemática que envolve este estudo constitui-se no evento do
crescente ingresso de pessoas com deficiência visual no ensino superior, faz-se
necessário, portanto, uma estrutura para garantir, além do ingresso, a
permanência de qualidade dos discentes com deficiência.
Nesse âmbito, o acesso à literatura científica é imprescindível,
demandando uma reflexão sobre os acervos das bibliotecas universitárias que
costumam não estar em formato acessível. É relevante compreender que tais
acervos pela natureza científica que possuem, apresentam muitas informações
imagéticas, essas os programas leitores de tela, não conseguem acessar, o que
resulta na falta de acesso. Deste modo, desenvolver um acervo que proporcione
acesso à informação imagética para pessoas cegas, é uma condição para o êxito
da aprendizagem desse alunado.

�Para os bibliotecários, conhecer as possibilidades de tratamento dessa
tipologia de informação é muito significativo. Algumas bibliotecas universitárias
realizam um trabalho de produção de acervo acessível para pessoas cegas, entre
estas, o Sistema de Bibliotecas da UFC. Nesse processo há muitos desafios, e
buscar respostas norteadoras que melhor conduzir as ações de produção desse
acervo, é o que a pesquisa buscou.
O objetivo geral da investigação foi propor estratégias para
instrumentalizar os audiodescritores na elaboração de descrições das imagens
estáticas da área das Ciências Exatas. Como objetivos específicos, têm:
1.
Dissertar sobre a contribuição da audiodescrição no tratamento de
informações imagéticas na edição de livros em formato acessível; e
2.
Propor estratégias para descrição de imagens estáticas científicas
com base na literatura científica.
Para atingir os objetivos da investigação o aporte teórico foi:
• A Nota técnica nº 21 / 2012 / MEC / SECADI /DPEE, que apresenta
alguns requisitos para descrição de imagens;
• O trabalho de Aderaldo (2014), sobre a audiodescrição de obras de
artes visuais;
• As reflexões teóricas de Bentes Pinto (2008), sobre representação
indexal;
• Os argumentos de Sousa e Targino (2016, p.11 - 12), sobre as “Cinco
Leis da Biblioteconomia” que foram escritas e publicadas pela primeira vez por
Shiyali Ramamrita Ranganathan;
• As contribuições de Motta e Romeu Filho (2010, p.11), ao definirem
audiodescrição como:
[...] É uma atividade de mediação linguística, uma modalidade de
tradução intersemiótica, que transforma o visual em verbal, abrindo
possibilidades maiores de acesso à cultura e à informação, contribuindo
para a inclusão cultural, social e escolar. Além das pessoas com
deficiência visual, a audiodescrição amplia também o entendimento de
pessoas com deficiência intelectual, idosos e disléxicos.

A investigação sob relatório se firma, no momento, como uma
necessidade decorrente do crescimento da demanda por acervo em formato
acessível para os discentes com deficiência visual na área das ciências exatas, na
busca por resposta científica para as questões ainda não esclarecidas no
tratamento das informações imagéticas, tendo a audiodescrição como recurso.
Metodologia
A metodologia configura a pesquisa como bibliográfica e descritiva, tendo
seu início com um estudo sobre o tema, prosseguindo com a seleção do corpus
que foi selecionado de um livro sobre probabilidade e estatística do Curso de
Computação, onde havia um discente com deficiência visual que precisava do
material em formato acessível. Tal ação ocorreu por meio do serviço de edição e

�digitalização; anteriormente realizado em parceria entre a Biblioteca Universitária e
a Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui.
Atualmente, realizado pela Seção de Atendimento à Pessoa com
Deficiência (SAPD), com apoio de núcleos de atendimento em oito bibliotecas do
Sistema de Bibliotecas da UFC. Um dos vários objetivos da SAPD é a
desenvolvimento de um acervo em formato acessível para pessoas com
deficiência visual.
Nesse sentindo, foram eleitas duas figuras do livro, onde a primeira
redação de descrição de imagens, feita sem a orientação da técnica da
audiodescrição, mas por um professor da área, foi comparada com uma nova
redação, elaborada a partir do conjunto de requisitos constituído com base nos
achados teóricos.
Resultados e Discussão
Os resultados suscitam um conjunto de propostas, indagações que podem
ser feitas às imagens e assim nortear sua descrição, apresentam elementos
relevantes, peculiares a natureza das imagens, dentro de seu contexto científico.
Estas versam sobre: a identificação da imagem, cor, textura, formas, aspectos
visuais em geral, terminologia, entre outros que dizem respeito a necessidade de
pesquisa e conhecimento específico das áreas de conhecimento.
É relevante também a reflexão a respeito dos saberes e competências dos
bibliotecários, sobre indexação de imagens, que podem conferir contribuição
singular na elaboração da descrição de imagens, aliada ao conhecimento técnico
de especialistas.
Franco e Silva (2010, p.23), expressam:
A audiodescrição consiste na transformação de imagens em palavras
para que informações-chave transmitidas visualmente não passem
despercebidas e possam também ser acessadas por pessoas cegas ou
com baixa visão.

Sendo assim, a audiodescrição, constitui um recurso valioso para acessar
o conteúdo informacional imagético, isto é, suas “informações-chave. Na
audiodescrição pela “palavra”, o invisível torna-se visível, percebido por outros
meios de compreensão. Por exemplo, ao descrever uma fotografia de uma família
do século IX na Inglaterra, é relevante dizer: tipo, cores, quem está na foto, o que
estão fazendo, onde estão, além de seus atributos físicos, e emocionais se for
possível perceber como: sorrisos, expressões faciais, gestos, profundida da
imagem, origem da foto, detalhes técnicos.
Portanto, a audiodescrição é um recurso de acessibilidade importantes no
acesso as informações imagéticas, visto que essas não podem ser acessados por
programas leitores de tela (programas utilizados por pessoas cegas na leitura de
arquivos digitais), mesmo que as referidas informações estejam em arquivos
digitais.

�Considerações Finais
A pesquisa resultou em muitos esforços, entre eles a escassez de
literatura científica sobre audiodescrição de imagens estáticas de natureza
científica na educação superior. Para vencer essa dificuldade, foram necessárias
leituras e interlocuções sobre audiodescrição de obras de artes, e indexação de
imagens na perspectiva da Biblioteconomia, no sentido de construir, perceber,
campos de intercessão que possibilitassem achados para a investigação.
As contribuições de Aderaldo (2014), Bentes Pinto (2008) e da Nota
técnica nº 21 do MEC, foram essenciais para propor estratégias que pudessem
contribuir na discussão de estratégias para instrumentalizar os audiodescritores,
trazendo aspectos relevantes da natureza das imagens, respondendo assim o
objetivo geral da investigação.
Sobre a contribuição da audiodescrição na edição de livros em formato
acessível, a pesquisa demonstrou o valor desta como possibilidade de acesso à
informação imagética, visto que a edição de livros, na grande maioria das vezes,
foi pensada para pessoas videntes, com grande apelo visual. Excluindo desse
modo, outras formas de aquisição do conhecimento.
Entretanto, para que a audiodescrição seja realmente um recurso de
mediação da informação, especificamente na produção de acervos científicos, é
preciso que haja um trabalho de cooperação. Audiodescritor, consultor com
deficiência visual e consultor, especialista (pessoa vidente, que tenha
conhecimento da área específica da qual a imagem que será descrita tenha
origem, saúde, ciências exatas entre outras.). O audiodescritor e o consultor com
deficiência visual precisam ter conhecimento científico sobre as técnicas de
audiodescrição, para que possam discutir com base científica, e não com simples
intuições.
Nesse contexto, é muito significativo que o bibliotecário tenha
conhecimento sobre o valor e o potencial da audiodescrição como recurso de
acesso à informação imagética para pessoas com deficiência visual, pois este
recurso representa uma possibilidade de equiparação de oportunidades,
empoderamento social e usufruto dos benefícios que uma biblioteca pode
proporcionar.
Referências
ADERALDO, Marisa Ferreira. Proposta de parâmetros descritivos para
audiodescrição à luz da interface revisitada entre tradução audiovisual
acessível e semiótica social: multimodalidade. 2014. 206 f. Tese (Doutorado
em Linguística Aplicada) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte,
2014.
BENTES PINTO, Virginia. Indexação morfossemântica de imagens no contexto da
saúde visando à recuperação de informações. História, Ciências, Saúde, Rio de
Janeiro, v. 15, n. 2, p. 313-330, abr./jun. 2008.

�BRASIL. Lei n° 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão
da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília, DF:
[s.n.]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20152018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 30 jul. 2016.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Continuada,
Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Nota técnica nº 21 / MEC / SECADI /
DPEE: orientações para descrição de imagem na geração de material digital
acessível – Mecdaisy. Brasília: Ministério da Educação, 2012
FRANCO. Eliana Paes Cardoso; SILVA, Manoela Cristina Correia Carvalho da.
Audiodescrição: breve passeio histórico. In: MOTTA, Lívia Maria Villela de Mello;
ROMEU FILHO, Paulo (Org.). Audiodescrição transformando imagens em
palavras. São Paulo: Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do
Estado de São Paulo, 2010. p. 23-42.
MOTTA, Lívia Maria Villela de Mello; ROMEU FILHO, Paulo (Org.).
Audiodescrição transformando imagens em palavras. São Paulo: Secretaria
dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, 2010. 250 p.
SOUSA, Maria Eliziana Pereira de; TARGINO, Maria das Graças. Cinco leis da
biblioteconomia / cinco leis de Ranganathan: resistindo Bravamente ao Tempo. Ci.
Inf. Rev., Maceió, v. 3, n. 1, p. 11-29, jan./abr. 2016.

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