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                  <text>BIBLIOTECA, INTERCULTURALIDADE E A AGENDA 2030
Morena Pereira Porto (UFSC) - morenaporto@gmail.com
Resumo:
A imigração não é um fenômeno novo no mundo, porém a globalização e as mudanças
ocorridas ao longo do século possibilitaram uma movimentação maior e mais rápida, gerando
um desafio tanto para os países receptores quanto para os próprios imigrantes. Dessa forma, a
temática da interculturalidade passou a ser uma preocupação corrente de organizações
internacionais, como a ONU que, com participação da IFLA, elaborou instrumentos como a
Agenda 2030 que se propõe a nortear trabalhos em relação à economia, ao ambiente e ao
desenvolvimento social para os próximos anos. A biblioteca, como um organismo multicultural,
deve efetivamente contribuir com serviços e produtos interculturais. O presente trabalho teve
como objetivo apresentar a importância das bibliotecas serem interculturais e contribuírem
para a integração de imigrante e refugiado, relacioná-las com os objetivos da Agenda 2030 e
averiguar publicações sobre a temática na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação.
Diante do cenário apresentado, percebeu-se que as bibliotecas tornam-se enriquecedoras para
uma formação mais plural e crítica da sociedade, porém, notou-se que esta é uma temática
ainda pouco explorada pela Biblioteconomia e Ciência da informação
Palavras-chave: Bibliotecas. Interculturalidade. Refugiados. Imigrantes. Agenda 2030
Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019
Eixo Temático: Eixo 1 Objetivos do Desenvolvimento
Sustentável (ODS).

BIBLIOTECA, INTERCULTURALIDADE E A AGENDA 2030
1 INTRODUÇÃO
A imigração não é um fenômeno novo no mundo, porém a globalização e
as mudanças ocorridas ao longo do século possibilitaram uma movimentação
maior e mais rápida, gerando um desafio tanto para os países receptores quanto
para os próprios imigrantes. Segundo Damázio (2008, p. 20) “[...] tais intercâmbios
conduzem a uma série de questionamentos relacionados aos “outros” e às
diferenças”.
Dessa forma, a temática da interculturalidade passou a ser uma
preocupação corrente de organizações internacionais, como por exemplo, a
Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias (IFLA), que
além de aprovar em 2006 o Multicultural Library Manifesto, documento que visa a
promoção e preservação da diversidade cultural e linguística nas bibliotecas,
atuou junto a Organização das Nações Unidas (ONU) na elaboração da Agenda
2030.
Na expectativa de contribuir com as produções sobre alguns aspectos da
temática, o presente artigo pretende apresentar a importância das bibliotecas
serem interculturais e contribuírem para a integração de imigrantes e refugiados,
além de relacioná-las com os objetivos da Agenda 2030.
O trabalho justifica-se ao corroborar com a produção bibliográfica da área
de Biblioteconomia e Ciência da Informação, tendo em vista que os debates
nestas áreas ainda são incipientes.
2 MÉTODO DA PESQUISA
Trata-se de uma breve pesquisa teórica, realizada por meio de uma revisão

�de literatura para embasar a discussão dos conceitos e articular as temáticas
apresentadas. Esse tipo de pesquisa busca compreender e discutir a revisão da
literatura sobre o tema de pesquisa mediante um levantamento bibliográfico em
base de dados, artigos, monografias e livros voltados para a área de intercultura e
bibliotecas (TACHIZAWA; MENDES, 1998).
A pesquisa foi realizada na Base de Dados em Ciência da Informação
(BRAPCI) e na base Scientific Eletronic Library Online (SciELO) para averiguar
publicações sobre a temática interculturalidade na área de Ciência da Informação
e Biblioteconomia.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Impulsionados

por

diferentes

motivos,

os

movimentos

migratórios

possibilitaram o povoamento de diversas nações, bem como a expansão de
etnias, línguas, religiões e culturas. Consequentemente, vivemos em uma
sociedade onde diferentes grupos, sejam sociais, linguísticos ou culturais
coexistem.

Assim,

a

interculturalidade

passou

a

ser

uma

abordagem

contemporânea, que vem se desenvolvendo em diferentes países a partir da
segunda metade do século XX (PRIEM, 2017).
A biblioteca é, por definição, um organismo multicultural, visto que é um
lugar de encontro de pessoas de diferentes culturas, por isto, deve efetivamente
contribuir com serviços e produtos interculturais. O conceito de intercultura dentro
das bibliotecas visa incentivar e resguardar a linguagem, memória literária e
herança cultural, com uma perspectiva voltada à inclusão das minorias. Ao mesmo
tempo proporciona à comunidade a possibilidade de conhecer novas culturas,
incentivando o respeito e a tolerância com o diverso e diferente. Corroborando,
Widmer (2008, p. 24, tradução nossa) afirma que “[...] um serviço é realmente
intercultural se além dos estrangeiros se dirige também aos nativos, que também
devem aprender a reciprocidade.”
A IFLA dentre suas diretrizes fomenta diversas ações nas bibliotecas
voltadas para a interculturalidade, como por exemplo, o acolhimento de imigrantes
e refugiados. No Multicultural Library Manifesto, de 2006, é reforçado que, por
atenderem diversos interesses e comunidades, “[...] as bibliotecas de todos os
tipos devem refletir, apoiar e promover a diversidade cultural e lingüística nos
níveis internacional, nacional e local e, assim, trabalhar para o diálogo intercultural

�e a cidadania ativa.” (IFLA, 2008, p. 1). Em 2009, a organização lançou a terceira
edição do Multicultural Communities: Guidelines for Library Services, no qual
fornece base para o planejamento de serviços de biblioteca para grupos
multiculturais.
Em 2015, junto a ONU, e outras diversas organizações da sociedade civil, a
IFLA auxiliou na elaboração da Agenda 2030. Esta é um plano de ação baseado
em um quadro de resultados de 17 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
(ODM) e suas 169 metas, que se propõe a nortear trabalhos em relação à
economia, ao ambiente e ao desenvolvimento social para os próximos 15 anos
(ONU, 2019). Dentre os objetivos da Agenda 2030 está a redução da
desigualdade, na qual as bibliotecas podem contribuir ao criar espaços que “[...]
permitam a aprendizagem para todos, incluindo os grupos marginalizados, como
os imigrantes, os refugiados, as minorias, os povos indígenas e pessoas com
deficiência.” (IFLA, 2016, p. 2).
Segundo Alencar (2015)
Considerando que as academias devem reproduzir valores para a
formação de identidades, com reconhecimento da diversidade cultural e
respeito à diferença [...] a formação do bibliotecário deve contemplar as
discussões voltadas para sua responsabilidade na socialização com vistas
à transformação social proposta pela Educação Intercultural.

A partir dessa perspectiva foi realizada uma breve pesquisa nas bases da
BRAPCI e SciELO utilizando os termos biblioteca e interculturalidade, com suas
variações truncadas. Foi possível recuperar um total de seis artigos na BRAPCI,
dos quais somente um nacional, com autora da área de Letras, quatro na língua
espanhola, e um sobre a rede de bibliotecas portuguesas. Na SciELO foram
recuperados somente três artigos, dois em língua espanhola, sobre biblioteca e
intercultura, e um nacional, porém com foco na educação e tecnologia. Já em
outra tentativa de pesquisa utilizando os termos biblioteca e refugiados não se
obteve nenhum resultado em ambas as bases.
A nível nacional dispomos de diversos projetos em bibliotecas, sejam
públicas, escolares, comunitárias ou universitárias, voltados para questões étnicoracial, povos indígenas, e recentemente imigrantes e refugiados, porém poucos
são reconhecidos com a nomenclatura de intercultura ou ainda poucas
experiências são publicadas.
Como afirma Barros (2015) o Brasil é um país que nos últimos tempos

�recebeu um elevado número de refugiados e imigrantes, sendo assim, as
bibliotecas nacionais, de qualquer tipo, podem oferecer apoio aos indivíduos
destas diferentes comunidades com recursos e serviços que os ajudam a se
adaptar ao novo país.
Para tanto, é necessário mais investimento de publicações sobre a
temática. Os bibliotecários precisam pensar, pesquisar e aplicar ações de
interculturalidade voltada a integração dos estrangeiros e nativos, pois somente a
constituição de um acervo não é considerado suficiente para delinear um serviço
estruturado que visa promover a inclusão. “É importante a preparação de serviços
multiculturais em paralelo com a formação dos profissionais da área por meio de
cursos apropriados.” (CECCARELLI, 2003, p. 26, tradução nossa).
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Diante do cenário apresentado, percebe-se que as bibliotecas tornam-se
enriquecedoras para uma formação mais plural e crítica da sociedade, ao
desenvolver procedimentos para preservação da herança cultural e oportunizar a
interculturalidade, entre a comunidade que ali frequenta.
Como um reforço a Agenda 2030, da ONU, vem dentro deste contexto,
validar a importância da interculturalidade nas bibliotecas de todos os tipos.
Instrumentos como o Multicultural Library Manifesto e o Multicultural Communities:
Guidelines for Library Services, da IFLA, fomenta diretrizes para diversas ações
nas bibliotecas voltadas para a interculturalidade e acolhimento de imigrantes e
refugiados.
Porém, nota-se que esta é uma temática ainda pouco explorada pela
Biblioteconomia e Ciência da informação. É necessário um interesse destas áreas
para que a temática da intercultura e migrações seja cada vez mais estudada,
produzindo assim mais pesquisas, projetos e ideias a serem desenvolvidas nas
bibliotecas, sejam as escolares, públicas ou comunitárias.

�REFERÊNCIA

ALENCAR, P. V. Mediação da informação no fazer do bibliotecário no âmbito do
interculturalismo. Ponto de acesso, v. 9, n. 1, p. 52-63, abr. 2015. Disponível
em: http://www.brapci.inf.br/index.php/res/v/66793. Acesso em: 19 jul. 2019.
BARROS, M. Morada das lembranças: como as bibliotecas podem ajudar
imigrantes e refugiados. Bibliotecários sem fronteiras. 2015. Disponível em:
https://bit.ly/2IORq6a. Acesso em: 27 abr. 2019.
CECCARELLI, A. Nella mia biblioteca nessuno è straniero: Le biblioteche
pubbliche italiane di fronte alla sfida multiculturale. Dialnet, v. 21, n. 7, p. 25-31,
set., 2003. Disponível em: https://bit.ly/2VvjKjJ. Acesso em: 20 abr. 2019.
DAMÁZIO, E. Multiculturalismo versus Interculturalismo: por uma proposta
intercultural do Direito. Desenvolvimento em Questão, v. 6, n. 12, p. 63-86, out.
2008. Disponível em: https://bit.ly/2V1LnSm. Acesso em: 20 abr. 2019.
IFLA. Manifesto IFLA per la Biblioteca Multiculturale: la biblioteca multiculturale
– porta di accesso a una società di culture diverse in dialogo. 2008. Disponível em:
https://bit.ly/2LamDT6. Acesso em: 22 jan. 2019.
IFLA. As bibliotecas podem promover a implementação da Agenda 2030.
2016. Disponível em: https://www.ifla.org/. Acesso em: 12 jan. 2019. Tradução de
FEBAB.
ONU. Plataforma Agenda 2030. 2019. Disponível em:
&lt;http://www.agenda2030.com.br/&gt;. Acesso em: 15 jan. 2019.
PRIEM. Guía pedagógica para una educación intercultural,anti-racista y con
perspectiva de género: ideas, experiencias y herramientas. 2017. Disponível em:
https://bit.ly/2vq496z. Acesso em: 25 mar. 2019.
TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. Rio de
Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1998.
WIDMER, A. Biblioteche interculturali in Svizzera: nuovo trend?. 2008. 197 f.
Tesi (Master in comunicazione) - Facoltà di Scienze della comunicazione,
Università della Svizzera Italiana, Lugano, 2008. Disponível em:
https://bit.ly/2UIDvA8. Acesso em: 01 abr. 2019.

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