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                  <text>A biblioteca escolar como espaço de combate ao analfabetismo
funcional

Marcos Pastana Santos (IFRJ) - marcos.pastana@ifrj.edu.br
JUREMA ROSA LOPES (UNIGRANRIO) - jlopes@unigranrio.edu.br
Resumo:
Compreendemos que a desigualdade social no Brasil não está atrelada somente a distribuição
de renda, que muitos indivíduos se encontram abaixo da linha de pobreza, enquanto poucas
pessoas são detentoras de mais da metade dos recursos financeiros produzidos pelo país. Este
trabalho de cunho bibliográfico pretende analisar os impactos do analfabetismo funcional na
filtragem das informações recebidas e compartilhadas pelas redes sociais. Como educadores,
acreditamos que a precariedade no desenvolvimento da atividade de leitura na escola tem
provocado graves danos a sociedade brasileira. Com o alto índice de analfabetismo funcional,
percebe-se a suscetibilidade das pessoas com menor nível de escolaridade, para se deixar
seduzir por anúncios panfletários, fake news, contratos que não correspondem, por exemplo,
com a compra de um imóvel ou bem de consumo. Problematizar os indicadores educacionais é
fundamental para construção de uma sociedade democrática e consciente dos seus direitos. O
investimento na biblioteca escolar e a contratação do bibliotecário é fundamental para
potencializar esse espaço como um dos locais de gosto pela leitura desde a tenra idade.
Palavras-chave: Biblioteca pública. Analfabetismo funcional. Redes sociais.
Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Eixo temático: 1 – ODS: 10 – Redução das desigualdades
1. Introdução
Compreendemos que a desigualdade social no Brasil não está atrelada
somente a distribuição de renda, onde muitos indivíduos se encontram abaixo da
linha de pobreza, enquanto poucas pessoas são detentoras de mais da metade dos
recursos financeiros produzidos pelo país. Bauman (2008), nos aponta o aumento
das lacunas entre riqueza e renda nas diferentes seções da população mundial na
economia globalizada. Assim nos ajuda a pensar além da questão econômica,
geralmente, colocada como dados relevantes. Para tanto também nos apoiamos
nos indicadores do Programme for International Student Assessment (PISA) de
2015 através da Organization for Economic Cooperation and Development (OECD).
As ideias de Oliveira e Cavalcante (2017) nos auxiliam em repensar o potencial do
espaço da biblioteca. Enquanto Bicher e Almeida Júnior (2013) destacam a inclusão
do prazer pela leitura como desafio ao bibliotecário escolar.
Este trabalho de cunho bibliográfico objetiva analisar os impactos do
analfabetismo funcional1 na filtragem das informações recebidas e compartilhadas
pelas redes sociais. Acreditamos que a biblioteca escolar, com a participação dos
sujeitos que atuam no espaço, pode contribuir para despertar o interesse pela leitura
nas crianças desde cedo.
2. Analfabetismo funcional: a estagnação na área de leitura
Desde o início do século XXI, indicadores do Programme for International
Student Assessment (PISA) de 2015 através da Organization for Economic
Cooperation and Development (OECD) tem demonstrado estagnação na área de
1

Analfabetos Funcionais permite a identificação de dois grupos:
Analfabeto - Corresponde à condição dos que não conseguem realizar tarefas simples que envolvem
a leitura de palavras e frases ainda que uma parcela destes consiga ler números familiares (números
de telefone, preços etc.);
Rudimentar - Corresponde à capacidade de localizar uma informação explícita em textos curtos e
familiares (como um anúncio ou um bilhete), ler e escrever números usuais e realizar operações
simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias ou fazer medidas de
comprimento usando a fita métrica. (INSTITUTO PAULO MONTENEGRO. Indicador de
Alfabetismo Funcional. 2017. Disponível em: &lt;https://ipm.org.br/inaf&gt;. Acesso em: 28 mar. 2019).

�leitura, no Brasil. Segundo ainda os mesmos indicadores, alguns países com menor
investimento conseguem obter melhores resultados nos indicadores educacionais.
A média do Brasil na área de leitura também se manteve estável desde o
ano 2000. Embora tenha havido uma elevação na pontuação de 396
pontos em 2000 para 407 pontos em 2015, esta diferença não representa
uma mudança estatisticamente significativa. [...] O PIB per capita do Brasil
(USD 15 893) corresponde a menos da metade da média do PIB per capita
nos países da OCDE (USD 39 333). O gasto acumulado por aluno entre 6
e 15 anos de idade no Brasil (USD 38 190) equivale a 42% da média do
gasto por aluno em países da OCDE (USD 90 294). Esta proporção
correspondia a 32% em 2012. Aumentos no investimento em educação
precisam agora ser convertidos em melhores resultados na aprendizagem
dos alunos. Outros países, como a Colômbia, o México e o Uruguai
obtiveram resultados melhores em 2015 em comparação ao Brasil muito
embora tenham um custo médio por aluno inferior. (ORGANIZATION FOR
ECONOMIC COOPERATION AND DEVELOPMENT, 2016).

Os indicadores do Programme for International Student Assessment (PISA)
de 2015 através da Organization for Economic Cooperation and Development
(OECD) nos remete a Bauman (2008), ao questionar o marco cognitivo e o conjunto
de valores presentes nos relatórios, no caso brasileiro, sobre a área de leitura ao
apontar nos resultados, uma baixa estabilidade com uma pequena elevação em 15
anos. Sabemos que os relatórios não estão errados no que apresentam, mas
podemos problematizar o que deixam em silêncio e longe dos olhos. O analfabeto
funcional teria a função de reproduzir a fake news propagadas nas redes sociais?
O analfabeto funcional teria condições de filtrar as informações recebidas e
compartilhadas pelas redes sociais?
O Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) aponta um cenário crítico em
relação a taxa de analfabetismo no País. Conseguimos diminuir em 17 anos o
percentual de analfabetos de 12% para 8%, levando em consideração o início do
levantamento em 2001. Não é correto analisar somente este indicador. O
analfabetismo funcional, que inclui os analfabetos e aqueles que possuem leitura
rudimentar chega a 29% em 2018. Como pode ser observado na Tabela 1.
Tabela 1 - Níveis de alfabetismo no Brasil conforme o Inaf (2001-2018)

Fonte: INSTITUTO PAULO MONTENEGRO (2018)

�Compreendemos que 3 em cada 10 pessoas são consideradas analfabetas
funcionais. Para uma população de quase 210 milhões de habitantes2, cerca de 61
milhões de pessoas aproximadamente encontram-se com baixo desempenho
escolar.
Comparando com as outras categorias de análise, que são elementar,
intermediário e proficiente. Destacamos que apenas 12% da população tem
proficiência, ou seja, habilidade de compreensão e interpretação textual com maior
complexidade.
É desejável aumentar estes indicadores principalmente nas camadas de
maior vulnerabilidade social. Mas como isso pode ser realizado quando a escola se
depara com péssimas instalações, formação docente precária, bibliotecas
sucateadas? Além disso a biblioteca escolar encontra um desafio de se reinventar
perante o advento das redes sociais. O aluno tem no seu cotidiano ocupado o tempo
com as redes sociais e assimilação de informações descartáveis. Os livros num país
em que a cultura da leitura nunca foi incentivada pelas políticas públicas, tem agora
como se tornar ainda menos atraente com a presença da informação disseminada
nas redes sociais. Não há problema nas redes sociais, pelo contrário, ela permite
acesso a informação de forma irrestrita. O problema encontra-se na superficialidade
dos assuntos, na manipulação do conteúdo afim de convencer o leitor da veracidade
de uma notícia. Compartilhar informações que deturpam a realidade é uma
preocupação de formar pessoas competentes em informação.
3. Biblioteca Escolar: local de prazer da leitura
Como profissional da área de biblioteconomia há 11 anos, sabemos que a
história da biblioteca escolar no Brasil traz em seu bojo muitas versões, entre elas
a da construção de um espaço de punição para os maus alunos e local de trabalho
para os docentes que estão impossibilitados por questões de saúde a lecionar na
sala de aula.
Na Baixada Fluminense/Rio de Janeiro, local de nossa atuação, este espaço
deveria estar sendo ocupado pelo profissional bacharel em Biblioteconomia, mas a
maioria dos órgãos governamentais alega falta de recursos para contratação deste
profissional. Assim o cenário encontrado na maioria das bibliotecas escolares na
Baixada Fluminense é de desolação. Temos diante de nós, um espaço, muitas
vezes denominado de “biblioteca” funcionando como um depósito de livros, boa
parcela constituída de livros didáticos, livros estes que deveriam ser distribuídos
para os alunos ao final de cada triênio.
No compreender de Oliveira e Cavalvante (2017) a biblioteca escolar para se
tornar parte da aprendizagem do aluno teria que criar um ambiente de
pertencimento. Fazer do espaço um local de acesso a informação, de expansão do
conhecimento adquirido na sala de aula.
O ambiente da biblioteca escolar poderá gerar nos seus usuários o
sentimento de pertencimento, isso acontecerá quando houver da parte do
2

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Projeção da população do Brasil
e das Unidades de Federação. 2019. Disponível em:
&lt;https://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/&gt;. Acesso em 04 abr. 2019.

�usuário uma apropriação do espaço e quando o valor da biblioteca escolar
for verdadeiro em sua vida. O acolhimento, a ambientação, o sentir-se
bem, o fazer parte, o pertencer a um grupo, são condições que despertam
na criança, no jovem ou até mesmo no adulto o querer estar levando os a
se identificar, seja com o lugar ou com a proposta que há nele. (OLIVEIRA;
CAVALCANTE, 2017, p.33-34).

Para os autores, a biblioteca escolar para tornar-se atraente para seus
leitores é essencial que o bibliotecário esteja acompanhando as transformações nos
meios de comunicação, como a leitura que está cada mais dinâmica através do uso
da internet. Promovendo com isso um ambiente acolhedor que atenda às
necessidades informacionais dos usuários.
É importante e necessário que o bibliotecário, pelo trabalho em parceria,
por meio de atividades criativas, pela disponibilização do acervo e outros
recursos da biblioteca, motive seus usuários e lhes proporcione o alcance
dos benefícios do tesouro que pode e deve ser a leitura. Atualmente, frente
a tantos avanços tecnológicos, imagens e meios de comunicação de
massa, algumas pessoas trocam uma boa leitura por outras formas de
lazer. Neste contexto, incutir nas crianças o prazer da leitura deve constituir
uma das prioridades e desafios do bibliotecário. Ele não pode deixar que a
correria e as dificuldades encontradas no ambiente escolar o façam
estacionar em seu trabalho e expectativas. (BICHERI; ALMEIDA JÚNIOR,
2013, p.45)

Para Bicheri e Almeida Júnior (2013) o bibliotecário como mediador de leitura
pode contribuir para formação de sujeitos críticos na sociedade contemporânea. As
crianças e adolescentes passam várias horar por dia se dedicando a interação com
jogos eletrônicos, redes sociais e a televisão como ferramentas de acesso a
informação.
A precariedade das atividades de leitura tem provocado graves danos na
sociedade brasileira. Com o alto índice de analfabetismo funcional, percebemos a
suscetibilidade das pessoas com menor nível de escolaridade, para se deixar
seduzir por anúncios panfletários, fake news, contratos que não correspondem com
a compra de um imóvel ou bem de consumo, por exemplo. A ausência de leitura
pode provocar a manipulação em massa de indivíduos para obtenção de promessas
políticas que muitas das vezes vão em desencontro aos seus interesses pessoais.
Conclusão
Melhorar os indicadores educacionais é fundamental para construção de uma
sociedade democrática e consciente dos seus direitos. O investimento nas
bibliotecas escolares e a contratação do bibliotecário é fundamental para
potencializar esse espaço num local de gosto pela leitura desde a tenra idade.

�REFERÊNCIAS:
BAUMAN, Zygmunt. A sociedade individualizada: vidas contadas e histórias
vividas. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
BELUZZO, Regina Célia Baptista; FERES, Glória Georges; VALENTIM, Marta Lígia
Pomim. Redes de conhecimento e competência em informação: interfaces da
gestão, mediação e uso da informação. Rio de Janeiro: Interciência, 2015.
BICHERI, Ana Lúcia Antunes de Oliveira; ALMEIDA JÚNIOR, Oswaldo Francisco.
Bibliotecário escolar: uma mediação de leitura. Bibl. Esc. em Rev., Ribeirão Preto,
v. 2, n. 1, p. 41-54, 2013.
INSTITUTO PAULO MONTENEGRO. Indicador de Alfabetismo Funcional 2018:
resultados preliminares. São Paulo: Ação Educativa, 2018. Disponível em:&lt;
file:///D:/Documentos/Desktop/Inaf2018_Relat%C3%B3rio%20Resultados%20Preli
minares_v08Ago2018.pdf&gt;. Acesso em 28 mar. 2019.
OLIVEIRA, Thelma Regina Fonseca de; CAVALCANTE, Luciane de Fátima
Beckman. Biblioteca escolar: espaço que cria laços de pertencimento. Biblionline,
João Pessoa, v.13, n.3, p.30-42, jul./set., 2017.
ORGANIZATION FOR ECONOMIC COOPERATION AND DEVELOPMENT.
Programme for International Student Assessment (PISA). 2016. Disponível em:
&lt;http://www.oecd.org/pisa/PISA-2015-Brazil-PRT.pdf&gt;. Acesso em: 27 mar. 2019.

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