<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="3046" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/3046?output=omeka-xml" accessDate="2026-04-12T09:52:31-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="2128">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/24/3046/2081-2098-1-PB.pdf</src>
      <authentication>cfdaa73f1aef217f4eea425b01205aaf</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="35452">
                  <text>A BIBLIOTECA COMUNITÁRIA FRENTE ÀS DEMANDAS DE
SAÚDE: difusão da informação no combate ao câncer

Valdirene Pereira da Conceição (UFMA) - cvaldireneufma@gmail.com
Maurício José Morais Costa (UFMA) - mauricio.jmc@outlook.com
Daniele Achilles (UNIRIO) - danyachilles1@yahoo.com.br
Clara Duarte Coelho ((BCML)) - claraduartecoelho@gmail.com
Resumo:
Estudo sobre o papel das Bibliotecas Comunitárias (BCs) na difusão da informação sobre o
câncer. Trata uma pesquisa exploratória, com fins descritivos, que tem como objetivo apontar
as ações, estratégias e perspectivas de acesso à informação de saúde pública, assim como o
envolvimento das BCs na difusão das campanhas “Outubro Rosa” e “Novembro Azul” no
enfrentamento do câncer. Utiliza pesquisa bibliográfica e documental como instrumentos para
discutir o papel social das bibliotecas comunitárias no que concerne às ações voltadas para a
promoção da saúde. Aborda a biblioteca comunitária como lócus de informação, cidadania e
instância de interlocução da organização e participação popular na comunidade. Destaca a
finalidade das campanhas “Outubro Rosa” e “Novembro Azul” no combate e tratamento do
câncer. Apresenta como resultado ações e estratégias de mediação da informação e de
fortalecimento da relação das BCs com a comunidade, destacando: rodas de conversas,
eventos culturais no período das campanhas, distribuição de panfletos, sala de auto exame,
bingo rosa e azul dentre outras e, que estas não se restringem aos produtos e serviços
comuns e rotineiros das bibliotecas. Conclui que as Bibliotecas Comunitárias tornam-se
protagonistas no processo de emancipação social nas comunidades periféricas, por meio da
difusão de informação utilitária tanto no que diz respeito à prevenção, quanto aquelas que
conduzem ao tratamento em si. Infere que as campanhas “Outubro Rosa” e “Novembro Azul”
encontram espaço de reverberação nas BCs e que tal alinhamento só é possível quando o
“território” das BCs se coloca como um lócus de transformação social.
Palavras-chave: Bibliotecas Comunitárias. Informação e Saúde Pública. Outubro Rosa.
Novembro azul.
Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�A BIBLIOTECA COMUNITÁRIA FRENTE ÀS DEMANDAS DE SAÚDE: difusão da
informação no combate ao câncer

Eixo Temático 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

1 INTRODUÇÃO
A iniciativa de implantar uma Biblioteca Comunitária (BC) acaba sendo
imperativa em muitas comunidades brasileiras porque, de modo geral, o país vivencia
uma situação adversa no que tange às questões relativas a delineamento de espaços
voltados para a educação, lazer, informação, cultura e memória. É notória a ausência de
bibliotecas principalmente nas periferias das cidades de todos os estados do país. Em
virtude disso, a própria comunidade se organiza para resolver seus problemas de falta
de acesso à informação. Assim, a partir de práticas espontâneas de cunho individual ou
coletivo tais espaços são implementados e buscam servir praticamente à programas de
educação e informação.
As BCs quando implantadas podem ser tornar um importante organismo para
o funcionamento de uma comunidade. Afinal, elas podem e devem possibilitar
experiências potencializadoras de transformação social via o acesso à informação. O
papel transformador que uma biblioteca pode desempenhar está diretamente ligado à
uma postura política – a do desejo de realização e transformação. Desse modo, as BCs
devem adotar uma práxis que considera o seu território como um espaço mediador entre
a informação, a realidade de vida da comunidade e a transformação dos sujeitos da
comunidade.
Conjugar as relações entre informação, realidade e transformação social pode
direcionar a BC a uma imagem de “biblioteca viva”, isto é, aquela que faz parte da vida
dos sujeitos e interfere na sua formação. Nesse sentido, a presente investigação objetiva
apontar as ações, estratégias e perspectivas de acesso à informação de saúde pública,
assim como o envolvimento das BCs na difusão das campanhas “Outubro Rosa” e
“Novembro Azul” no enfrentamento do câncer
2 PERCURSO METODOLÓGICO
Trata-se de uma pesquisa exploratória, com fins descritivos, uma vez que
analisa e aponta ações, estratégias e perspectivas de acesso à informação de saúde

�pública, bem como o alcance das campanhas “Outubro Rosa” e “Novembro Azul” pelas
BCs. Para tanto faz uso da pesquisa bibliográfica e documental como instrumentos para
discutir o papel social das bibliotecas comunitárias junto às ações voltadas para a
promoção da saúde (FACHIN, 2017; PRODANOV; FREITAS, 2013).
3 A BIBLIOTECA COMUNITÁRIA COMO LÓCUS DE INFORMAÇÃO, CIDADANIA E
SAÚDE PÚBLICA
Comumente as bibliotecas comunitárias (BCs) podem ser definidas como
instituições formadas e desenvolvidas por uma comunidade. Segundo Cunha e
Cavalcanti (2008, p. 49), uma biblioteca comunitária é também “[...] uma biblioteca pública
que provê serviços de referência e de empréstimos, aconselhamento e outros serviços a
uma comunidade específica [...]”. Os autores indicam também que esse tipo de biblioteca,
além de ser pública, “[...] é mantida por iniciativa da comunidade, sem intervenção do
poder público [...]” (CUNHA; CAVALCANTI, 2008, p. 49). Uma BC deve se configurar
como um espaço de informação, cultura e cidadania e positivar grupos sociais e
comunitários para garantir a afirmação das diversas manifestações culturais, sociais
frente aos direitos básicos do cidadão: o acesso à educação, saúde, serviços públicos,
transporte, dentre outros (CAVALCANTE; FEITOSA, 2011). Com vistas nisso, a BC neste
texto recebe uma ressignificação – lugar, ou seja, um território mediador efetivo para
realizar ações e prover iniciativas que possibilitem buscas por informações e descobertas
para a construção de novos modos de experienciar a vida. Esse tipo de biblioteca deve
se colocar no cenário social como uma fomentadora de experiências preventivas por via
do acesso à informação em saúde, por exemplo.
3.1 As bibliotecas comunitárias e as campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul
Nos últimos anos a BC vem assumindo um grande desafio de passar de uma
ação reativa para um espaço que traz consigo um conjunto de alternativas de convivência
com a comunidade, tornando-se um complexo ambiente que tem limites e
potencialidades, sendo, portanto, um espaço de informação, interação, cultura e
participação política. Tal intervenção da BC será analisada a partir de suas ações frente
às demandas de informação sobre saúde, especificamente as ações de informação
empreendidas na divulgação das campanhas: “Outubro Rosa” e “Novembro Azul” bem
como as estratégias, desafios e perspectivas de relacionamento com a comunidade,
conforme veremos a seguir.

�Criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the
Cure, o movimento internacional de combate ao câncer de mama Outubro Rosa, tem
como “[...] objetivo compartilhar informações e promover a conscientização sobre a
doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e
contribuir para a redução da mortalidade [...]” (INCA, 2019, p. 2).O INCA (2019), desde
2010 desenvolve junto à sociedade campanhas e ações educativas relativas à
necessidade de detecção precoce e fatores de proteção do câncer da mama e, mais
recentemente, do colo do útero, por meio da realização de eventos técnico-científicos e
produção de materiais educativos.
O processo de conscientização iniciado no mês de outubro, tem continuidade
no mês de novembro com a campanha “Novembro Azul”, cujo objetivo é instruir os
homens quanto à prevenção e tratamento do câncer de próstata. No Brasil, estimativas
apontaram 68.220 novos casos em 2018, sendo que tais números correspondem a um
risco estimado de 66,12 novos casos a cada 100 mil homens (BRASIL, 2019a).
As BCs devem estar atentas às demandas sociais contemporâneas, sobretudo
aquelas que estão no seio das comunidades periféricas, que carecem dos serviços
básicos, em especial os de saúde pública. Desse modo, as bibliotecas comunitárias
devem buscar estratégias que extrapolem a simples difusão da informação, mas que
consigam de fato, implementar ações que minimizem a carência no acesso ao
conhecimento e atendimentos essenciais de saúde (SALCEDO; ALVES, 2015). Como
ações e estratégias de mediação e relacionamento das BCs com a comunidade,
apontam-se no Quadro 1, atividades que podem auxiliar a difusão da informação acerca
da prevenção e tratamento do câncer, tendo como pano de fundo as campanhas ora
evidenciadas:
Quadro 1 – As ações de informação empreendidas pela Biblioteca Comunitária na divulgação de
Campanhas
CAMPANHAS
AÇÕES
Roda de conversa sobre as campanhas
Palestras com profissionais da saúde
Distribuição de panfletos e cartilhas informativos
Posto de orientação para autoexame
Ações culturais no período das campanhas
Marcação e realização de consultas
Acervo especializado em saúde da mulher e do homem
Posto de informações utilitárias sobre as campanhas
Trabalho de Geração de Renda para homens e mulheres

�Mediação de leitura com moradores
Dia Azul e Dia Rosa – Coffee break, caminhada, atividades físicas junto
aos profissionais das bibliotecas comunitárias
Banco de mechas, lenços, entre outras.
Bingo rosa, Bingo azul, jogos que envolvam informações sobre as
campanhas, entre outras.
Intervenções com laços rosas e azuis.
Ações voluntárias coordenadas pelas bibliotecas comunitárias.
Relatos e vivências de pessoas que já passaram pelo tratamento.

As ações empreendidas pelas BCs, conforme pode-se observar no Quadro 1,
não se restringem aos produtos e serviços comuns e rotineiros das unidades de
informação. Logo, extrapolam as práticas às quais os usuários já estão habituados, visto
que normalmente as atividades deste de tipo de biblioteca diferencia-se das demais,
justamente por ser informal pela intimidade e relacionamento próximo da comunidade
que atende, devendo, por conseguinte, desvendar as necessidades dos moradores
(CUNHA; CAVALCANTI, 2008).
Diante de seus objetivos específicos, as bibliotecas estão alinhadas aos
próprios objetivos das campanhas, que é o de levar informação e conhecimento acerca
do câncer para aqueles que carecem e necessitam de atendimento especializado. Logo,
as estratégias de dinamização destacadas no quadro, podem fortalecer os papéis
político-sociais sociais das BCs (CUNHA; CAVALCANTI, 2008; GOMES, 2016;
SALCEDO; ALVES, 2015).
O envolvimento das BCs na comunidade, também pode ser expandido, não
apenas com as instituições responsáveis pelos serviços básicos de saúde (tais como
unidades mistas, postos de saúde, dentre outras), mas, também com instituições não
governamentais, empresas, escolas, uniões de moradores, dentre outras que podem
atuar como parceiras e colaboradoras das unidades de informação na propagação das
campanhas.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Embora as ações propostas neste estudo se trate de práticas básicas em
bibliotecas, no que tange a difusão de informações, as mesmas são eficazes e podem
auxiliar na efetivação do acesso aos serviços de prevenção, combate e tratamento ao
câncer de colo de útero e de próstata. Consubstanciando-se em ações coletivas que

�conseguem abranger a maioria dos sujeitos com a finalidade de transformar suas
condições de vida.
Evitando-se, assim a exclusão social, a pobreza, a falta de informação e
produzindo-se novas formas de proteção aos sujeitos atingidos pelos processos de
vulnerabilidade social. Logo, as BCs assumem tal responsabilidade, tornando-se
protagonistas no processo de emancipação social nas comunidades periféricas, bem
como na difusão de informações a estas. As campanhas “Outubro Rosa” e “Novembro
Azul” encontram um espaço de ressonância nas comunidades que carecem de
informação utilitária, tanto no que diz respeito à prevenção, quanto aquelas que
conduzem ao tratamento em si. Tal alinhamento só é possível quando o “território” das
BCs se coloca como um lócus de transformação social. Nesse sentido, as propostas de
ações consistem em serviços diferenciados, que podem e devem ser ofertados pelas
bibliotecas junto aos cidadãos, cuja está ao alcance dos moradores e fortalecida por meio
do diálogo com aqueles que necessitam de informações de saúde pública.

REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Câncer de próstata: causas, sintomas, tratamentos,
diagnóstico e prevenção. Brasília, DF: MS, 2019a. 3 p. Disponível:
&lt;http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/cancer-de-prostata&gt;. Acesso em: 25 abr.
2019.
CAVALCANTE, L. E.; FEITOSA, L. T. Bibliotecas comunitárias: mediações,
sociabilidades e cidadania. Liinc em revista, v. 7, n. 1, 2011.
CUNHA, M. B. da; CAVALCANTI, C. R. de O. Dicionário de Biblioteconomia e
Arquivologia. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 2008.
FACHIN, O. Fundamentos de metodologia.6. ed. São Paulo: Saraiva, 2017. 200 p.
GOMES, C. C. A importância da biblioteca comunitária em comunidades
periféricas. 2016. 96 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em
Biblioteconomia) – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro,
2016.
INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. Outubro rosa. Brasília, DF: INCA, 2019. 2 p.
Disponível em: &lt;https://www.inca.gov.br/assuntos/outubro-rosa&gt;. Acesso em: 25 abr.
2019
PRODANOV, C. C.; FREITAS, E. C. de F. Metodologia do trabalho científico:
métodos e técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico. 2. ed. Novo Hamburgo:
Feevale, 2013. 277 p.
SALCEDO, D. A.; ALVES, M. O papel da biblioteca comunitária na construção dos
direitos humanos. RDBCI, v. 13, n. 3, 2015.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="24">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26064">
                <text>CBBD - Edição: 28 - Ano: 2019 (Vitória/ES)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26065">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26066">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26067">
                <text>2019</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26068">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26069">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26070">
                <text>Vitória (Espírito Santo)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="35440">
              <text>A BIBLIOTECA COMUNITÁRIA FRENTE ÀS DEMANDAS DE SAÚDE: difusão da informação no combate ao câncer</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="35441">
              <text>Valdirene Pereira da Conceição</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="35442">
              <text>Maurício José Morais Costa</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="35443">
              <text>Daniele Achilles</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="35444">
              <text>Clara Duarte Coelho</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="35445">
              <text>Vitória (Espírito Santo)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="35446">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="35447">
              <text>2019</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="35449">
              <text>Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="35450">
              <text>Estudo sobre o papel das Bibliotecas Comunitárias (BCs) na difusão da informação sobre o câncer. Trata uma pesquisa exploratória, com fins descritivos, que tem como objetivo apontar as ações, estratégias e perspectivas de acesso à informação de saúde pública, assim como o envolvimento das BCs na difusão das campanhas “Outubro Rosa” e “Novembro Azul” no enfrentamento do câncer. Utiliza pesquisa bibliográfica e documental como instrumentos para discutir o papel social das bibliotecas comunitárias no que concerne às ações voltadas para a promoção da saúde. Aborda a biblioteca comunitária como lócus de informação, cidadania e instância de interlocução da organização e participação popular na comunidade. Destaca a finalidade das campanhas “Outubro Rosa” e “Novembro Azul” no combate e tratamento do câncer. Apresenta como resultado ações e estratégias de mediação da informação e de fortalecimento da relação das BCs com a comunidade, destacando: rodas de conversas, eventos culturais no período das campanhas, distribuição de panfletos, sala de auto exame, bingo rosa e azul dentre outras e,  que estas não se restringem aos produtos e serviços comuns e rotineiros das bibliotecas. Conclui que as Bibliotecas Comunitárias tornam-se protagonistas no processo de emancipação social nas comunidades periféricas, por meio da difusão de informação utilitária tanto no que diz respeito à prevenção, quanto aquelas que conduzem ao tratamento em si. Infere que as campanhas “Outubro Rosa” e “Novembro Azul” encontram espaço de reverberação nas BCs e que tal alinhamento só é possível quando o “território” das BCs se coloca como um lócus de transformação social.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="35451">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66928">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="17">
      <name>cbbd2019</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
