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                  <text>Comunicações escritas de autoras lésbicas publicadas nos
periódicos eletrônicos Periodicus e Caderno de Gênero e
Diversidade no período de 2014 a 2018: uma pesquisa em
andamento

Zuleide Paiva da Silva (UNEB) - eidepaivasilva@gmail.com
Jaqueline de Souza Santos (UNEB) - beulisjack@gmail.com
Eduarda Araújo Santos Silva (UNEB) - eduarda.ass20@gmail.com
Ana Paula Rosário Moreira (UNEB) - anapaularosario52@gmail.com
Lucilia Maria LIMA VIEIRA (UNEB) - luciliav@gmail.com
Resumo:
Situado no campo dos estudos feministas, este trabalho exploratório de natureza
quanti-qualitativa tem como objeto a produção científica das revistas eletrônicas Periodicus,
produzida pelo grupo de pesquisa CUS-Cultura e Sexualidade (UFBA), desde 2014, e Caderno
de Gênero e Diversidade, produzido pelo GIRA-Núcleo de Estudos Feministas em Política e
Educação (UFBA), desde 2015. O objetivo é cartografar a comunicação escrita de lésbicas
publicadas nas referidas revistas no período de 2014 a 2018. Dois pressupostos norteiam o
estudo, o primeiro reconhece as revistas em questão como canais de difusão do pensamento
lésbico e o segundo sugere que a construção da identidade lésbica e a lesbofobia são
temáticas que atravessam de forma direta ou indireta a comunicação escrita das lésbicas. O
problema da investigação está centrado tanto na compreensão das autoras lésbicas sobre a
existência e resistência lésbica, quanto no reconhecimento das matrizes teóricas que
fundamentam o pensamento lésbico. A Cartografia é o método apreendido, no qual a análise é
a um só tempo o exercício de descrever, intervir e criar efeitos-subjetividades. Assim o método
cartográfico mantem resistência aos regimes de normalidades e reconhece a necessidade de
uma epistemologia do abjeto baseada na intereseccionalidade das categorias. Para tanto,
recorremos à pesquisa bibliográfica como procedimento metodológico e a analise
bibliométrica como ferramenta estatística.
Palavras-chave: Lésbica. Produção escrita-Lésbica. Cartografia.
Eixo temático: Eixo 15 - I Fórum de Bibliotecas Universitárias: Comunicação Científica no
contexto da Ciência Aberta

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�Reconhecendo que a produção científica se caracteriza como um dos
mecanismos que auxiliam a sociedade na consolidação do conhecimento sobre
determinado tema, o projeto “Cartografia das Comunicações escritas de autoras
lésbicas publicadas nas revistas eletrônicas Periodicus e Caderno de Gênero e
Diversidade no período de 2014 a 2018”, está situado no campo dos estudos
feministas, e como tal é de natureza interdisciplinar.
Em desenvolvimento no Departamento de Educação – Campus XIV da
Universidade do Estado da Bahia, vinculado ao Grupo de Pesquisa Formação,
Experiência e Linguagens, o estudo é de natureza quanti-qualitativa. Como
sugere o título, o foco do projeto é a produção científica das revistas Periodicus,
produzida pelo grupo de pesquisa CUS-Cultura e Sexualidade (UFBA), desde
2014, e a Caderno de Gênero e Diversidade, produzida pelo GIRA-Núcleo de
Estudos Feministas em Política e Educação (UFBA), desde 2015, ambas como
peridiodicidade semestral. Tomando como objeto de análise a comunicação
escrita de lésbicas, o estudo é norteado por dois pressupostos. O primeiro
reconhece as referidas revistas eletrônicas como canais que potencializam a
difusão do pensamento lésbico, aqui percebido como uma teoria e um
movimento político e cultural que emerge a partir de 1970 (SILVA, 2016). O
segundo pressuposto sugere que a construção da identidade lésbica e a
lesbofobia são temáticas que atravessam de forma direta ou indireta a
comunicação escrita das lésbicas. O problema da investigação está centrado
tanto na produção de indicadores que caracterizam a comunicação escrita das
lésbicas nos referidos periódicos, como na produção de indicadores que
permitam apreender a compreensão das autoras lésbicas sobre: a) construção
da identidade lésbica; b) existência e resistência lésbica; c) matrizes teóricas que
fundamentam o pensamento lésbico. O objetivo geral do estudo é cartografar
nas referidas revistas a comunicação escrita de lésbicas publicadas no período
2014 – 2018. Esse objetivo foi desdobrado nos seguintes propósitos específicos:
a) Identificar na comunicação escrita de lésbicas elementos históricos, culturais
e políticos que atuam na construção da identidade lésbica; b) Identificar
elementos que apontam a influência de autoras/es e instituições na produção
escrita de lésbica; c) mapear na comunicação escrita de lésbica comportamento
de citações para identificação de matrizes teóricas do pensamento lésbico, d)
levantar indicadores bibliométricos que caracterizem a produção das revistas
Periodicus e Caderno de Gênero e Diversidade no período de 2014 a 2018. A
carência de estudos sobre a existência lésbica, fruto da política do esquecimento
(NAVARRO-SWAIN, 2001) produzida pelo epistemicídio e pelo androcentrismo da
ciência, por si, justifica este estudo, que se alinha a um projeto feminista de
construção e difusão de conhecimentos relevantes para as lésbicas e suas lutas,
fato, que exige uma percepção contemporânea dos sentidos atribuídos ao ser
identificado como lésbica ao longo da história. Nessa perspectiva, o
reconhecimento da lesbianidade enquanto identidade coletiva é fundamental no
processo de desconstrução dos estigmas que sustentam os mitos, apagamento
e desigualdades impostas às mulheres não heterossexuais, fato que também
justifica este projeto, uma vez que reconhecer-se enquanto lésbica, lesbiana,
sapatão, fancha, paraíba e/ou outras denominações utilizadas para identificar as

�práticas afetivas e sexuais entre mulheres, é ponto de partida quando se pensa
em gênero e sexualidade como dimensões ontológicas do ser social.

Método:

A Cartografia é o método apreendido, no qual a análise é a um só tempo o
exercício de descrever, intervir e criar efeitos subjetividades. Assim o método
cartográfico mantem resistência aos regimes de normalidades e reconhece a
necessidade de uma epistemologia do abjeto baseada na intereseccionalidade
das categorias. Nessa perspectiva a cartografia não é uma competência, mas
uma performance desenvolvida como uma política cognitiva do/a cartógrafo/a
(DELEUSE; GUATARRI, 1995), da qual se espera a construção de referências
que orientem os movimentos sociais, o poder público e academia quanto ao trato
das lesbianidades e suas intersecções no combate ao racismo, ao sexismo e a
lesbofobia. Para tanto, recorremos à pesquisa bibliográfica como procedimento
metodológico e a análise bibliométrica como ferramenta estatística. Seguindo
impulso desconstrutivista, que coloca em questão formas hegemônicas de
compreender as desigualdades sociais, as fontes do estudo são apreendidas
não como prova, ou verdades, mas discursos que se conectam uns aos outros
na formação de novos discursos sobre a realidade analisada. Vale ressaltar que
os estudos com abordagem bibliométrica são efetuados em diversas áreas do
conhecimento, porém, observa-se que no campo dos estudos feministas essa
abordagem ainda é pouco utilizada. Na Ciência da Informação a literatura define
bibliometria como análise estatística dos processos de comunicação escrita,
tratamento quantitativo (matemático e estatístico) das propriedades e do
comportamento da informação registrada (LIMA, 1986). Essa definição dialoga
com Araújo e Alvarenga (2011) que apontam a bibliometria, como área de estudo
da Ciência da Informação com papel relevante na análise da produção científica
de um país, uma vez que seus indicadores podem retratar o comportamento e
desenvolvimento de uma área do conhecimento. Nessa perspectiva, os
indicadores bibliométricos constituem-se como ferramentas de avaliação
podendo ser categorizados em: Indicadores de qualidade, impacto, associações
temáticas e de atividade ou produção científica (LOPES et al, 2012). Os
indicadores bibliométricos são produzidos a partir dos dados extraídos das
revistas analisadas. Os dados são sistematizados em planilha no Microsoft
Excel. Esse procedimento deve-se ao fato das publicações em questão não
estarem indexadas em bases de dados que apresentem esses indicadores
consolidados no processo de busca. Os indicadores levantados são: ano de
publicação, autoria, Idioma, tipologia documental, número de artigos, área do
conhecimento, organizações, referências, dentre outros. O corpus da pesquisa
é constituído pelos textos publicados na revista Periodicus no período de 2014 a
2018 e na revista Cadernos de Gênero e Diversidade no período de 2015 a 2018.
A Periódicos é uma publicação semestral de divulgação científica do Grupo de
Pesquisa CUS - Cultura e Sexualidade, criado em 2007, vinculado à

�Universidade Federal da Bahia, ao Instituto de Humanidades, Artes e Ciências
Professor Milton Santos, ao Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em
Cultura e Sociedade e ao Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
(CULT). A revista Cadernos de Gênero e Diversidade é uma publicação
semestral, criada em 2015 pelo GIRA - Núcleo de Estudos Feministas em
Política e Educação, da UFBA, vinculado ao curso de Bacharelado em Estudos
de Gênero e Diversidade, o primeiro curso de graduação na América Latina
voltado para o estudo dessas temáticas. A Revista Periódicus abrange um
Dossiê temático, que publica textos inéditos sobre uma mesma temática, que
muda a cada edição, e uma Seção Livre, que publica textos que estão sob o
escopo da revista, mas não se encaixam nos dossiês. Os textos poderão ter
formato de Artigos, Ensaios, Traduções, Entrevistas e Resenhas, além de textos
literários, manifestos e outras formas textuais mais experimentais. Por sua vez,
a revista Cadernos de Gênero e Diversidade publica textos em formato de
artigos, ensaios, diários de campo, entrevistas, resenhas e dossiês temáticos.
Nos períodos analisados, a Periódicus contabiliza 1 volume e 10 fascículos,
totalizando 232 publicações, enquanto a Cadernos de Gênero e Diversidade
contabiliza 4 volumes e 11 fascículos com o total de 140 publicações. Diante da
amplitude do corpus da pesquisa, para os propósitos desse estudo, foram
selecionados dois dossiês, um da revista Periódicus, intitulado “Sapatão é
revolução! Existências e resistências das lesbianidades nas encruzilhadas
subalternas”, publicado em 2017, com 14 artigos, e um da revista Cadernos de
Gênero e Diversidade intitulado “Mariele Presente: pensamento e resistências
lésbicas feministas”, dialogando com teóricas clássicas, contemporâneas e
movimentos lésbicos”, publicado em 2018 com 7 artigos.

Resultados e discussão inicial
Dados preliminares apontam que: a) a orientação sexual das autoras lésbicas
está implícita ou explicita em diferentes partes do texto, sobretudo na introdução
e nas considerações finais, fato que corrobora com o enfrentamento da
invisibilidade lésbica na ciência. Essas autoras, em sua maioria, são vinculadas
à instituições acadêmicas, e/ou aos movimentos sociais, sugerindo o
engajamento político e resistência ao androcentrismo da academia; b) há forte
influência dos feminismos negro e lésbico, em especial das correntes americana
e francesa na produção das autoras lésbicas, refletindo assim elementos que
apontam para a colonização do pensamento lésbico; c) a lesbianidade das
autoras é forjada pela raça, classe, geração, dentre outros marcadores da
diferença, fato que revela o ser lésbica como um ser fragmentado; d) prevalece
a autoria única nos dois dossiês analisados. Esse dado evidencia uma
característica das ciências humanas onde há predomina esse tipo de autoria; e)
os termos “lésbica”, “lesbiana”, “lesbianidade”, “sapatão” e similares estão
presentes no título de 11 artigos do dossiê “Sapatão é revolução! Existências e
resistências das lesbianidades nas encruzilhadas subalternas”, e em 5 artigos
do dossiê “Mariele Presente: pensamento e resistências lésbicas feministas,
dialogando com teóricas clássicas, contemporâneas e movimentos lésbicos”,

�fato que sugere o investimento das autoras na política de visibilidade lésbica; f)
em conjunto, os dossiês analisados discutem os seguintes temas: arte/artivismo,
capacitismo, gênero e feminismos, gestão pública, heteropatriaricado,
interseccionalidade, lesbianidades, lesbofobia, negritude, organização política
das lésbicas, racismo, sexualidade e transexualidade, com prevalência em
questões referentes à lesbianidade. Esse dado aponta para a pluralidade do
pensamento lésbico.
Considerações finais
Este estudo em andamento constitui-se num exercício que potencializa a
discussão e difusão da lesbianidade, entendendo que gênero e sexualidade,
assim como classe, raça, geração, dentre outros, são marcadores que
organizam a vida social, determinando os lugares e não lugares que as pessoas
vão ocupar na sociedade.
Rasurando a ausência de análises bibliométricas na produção de comunicações
escritas de lésbicas, o estudo oferece elementos de uma comunidade de prática
invisibilizada pelo androcentrismo da ciência, ao tempo que potencializa o
reconhecimento das revistas eletrônicas analisadas como importantes canais de
difusão do pensamento lésbico
Referências:
ARAÚJO, Ronaldo Ferreira; ALVARENGA, Lídia. A bibliometria na pesquisa
científica da pós-graduação brasileira de 1987 a 2007. Enc. Bibli: R. Eletr.
Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v. 16, n. 31, p.51-70, 2011. Disponível em :
https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/viewFile/15182924.2011v16n31p51/17757. Acesso em : 04 abril. 2019.
DELEUZE, G.; GUATTARI, F. Mil Platôs, v.1. Rio de Janeiro: Ed.34, 1995.
LIMA,Regina Célia Montenegro de. Bibliometria: análise quantitativa da literatura
como instrumento de administração em sistemas de informação. Ciência da
Informação. Brasília, v.15, n.2, p.127-33, jul./dez. 1986.Disponível em :
revista.ibict.br/ciinf/article/view/233. Acesso em: 11 dez. 2017.
LOPES ,Sílvia; COSTA, Maria Teresa; FERNÁNDEZ-LLIMÓS, Fernando;
AMANTE, Maria João; LOPES ,Pedro Faria. A Bibliometria e a Avaliação da
Produção Científica: indicadores e ferramentas. Actas do Congresso Nacional
de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas. n. 11, 2012. Disponível em :
https://www.bad.pt/publicacoes/index.php/congressosbad/article/view/429.
Acesso em : 01 dez.2018.
NAVARRO-SWAIN, Tania O que é lesbianismo. São Paulo: Brasiliense, 2001.
SILVA, Zuleide Paiva. Sapatão não é bagunça: estudo sobre as organizações
lésbicas da Bahia. Tese [Doutorado em Difusão do Conhecimento], UFBA,
IFBA,UNEB, UEFS, SENAI-CIMATEC, LNCC, Salvador, 2016, 407f.

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              <text>Situado no campo dos estudos feministas, este trabalho exploratório de natureza quanti-qualitativa tem como objeto a produção científica das revistas eletrônicas Periodicus, produzida pelo grupo de pesquisa CUS-Cultura e Sexualidade (UFBA), desde 2014, e Caderno de Gênero e Diversidade, produzido pelo GIRA-Núcleo de Estudos Feministas em Política e Educação (UFBA), desde 2015. O objetivo é cartografar a comunicação escrita de lésbicas publicadas nas referidas revistas no período de 2014 a 2018. Dois pressupostos norteiam o estudo, o primeiro reconhece as revistas em questão como canais de difusão do pensamento lésbico e o segundo sugere que a construção da identidade lésbica e a lesbofobia são temáticas que atravessam de forma direta ou indireta a comunicação escrita das lésbicas. O problema da investigação está centrado tanto na compreensão das autoras lésbicas sobre a existência e resistência lésbica, quanto no reconhecimento das matrizes teóricas que fundamentam o pensamento lésbico. A Cartografia é o método apreendido, no qual a análise é a um só tempo o exercício de descrever, intervir e criar efeitos-subjetividades. Assim o método cartográfico mantem resistência aos regimes de normalidades e reconhece a necessidade de uma epistemologia do abjeto baseada na intereseccionalidade das categorias. Para tanto, recorremos à pesquisa bibliográfica como procedimento metodológico e a analise bibliométrica como ferramenta estatística.</text>
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