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                  <text>Biblioteca Universitária como mediadora informacional: a quebra
de paradigmas

Poliana Fragatti Cristovam (IAP) - poliana.fragatti@educadventista.org.br
Marta Maria Gonçalves Balbé Pires (IAP) - marta.balbe@iap.org.br
Resumo:
Apresenta a biblioteca universitária na perspectiva da mudança que ocorreu em seu perfil nos
últimos anos, a reinventando como instrumento de mediação da informação promotora de
ações culturais, sociais e de apoio a comunidade. Objetiva relatar um projeto desenvolvido em
uma biblioteca universitária de uma instituição privada de ensino superior no norte do Estado
do Paraná, que oferece cursos de graduação presenciais, e continha caraterísticas induzindo a
sociedade onde estava inserida a formatar o conceito de biblioteca apenas como tecnicista, e a
partir da constituição de um núcleo de projetos, buscou realizar ações para uma mudança
conceitual. Assim, descrever o projeto denominado, Semana da Mediação da Informação,
abordando em sua primeira edição o tema, comportamento digital e as fake News, onde foi
possível promover a biblioteca proporcionando a comunidade discussões que fomentaram a
temática em diferentes perspectivas. Conclui que tal projeto foi importante para quebra de
paradigma, alcançando seu objetivo de uma mudança conceitual.
Palavras-chave: Biblioteca universitária. Mediação da Informação.
Eixo temático: Eixo 15 - I Fórum de Bibliotecas Universitárias: Comunicação Científica no
contexto da Ciência Aberta

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência
Introdução
É de conhecimento comum que a Biblioteca Universitária apresenta produtos e
serviços voltados para atender a comunidade acadêmica e a comunidade geral possuindo
como características: disseminação da informação e suporte aos programas de ensino,
pesquisa e extensão da instituição em que está inserida. “A biblioteca [...] é uma
necessidade, pois não constitui uma entidade independente, mas o complemento da sala de
aula. Sua função é de agente educacional.” (PRADO, 1992). O autor ainda pontua que os
objetivos de uma biblioteca é: tornar-se um campo para exploração e enriquecimento
cultural; difundir a boa leitura; orientar no uso do livro, e das mídia, visado a pesquisa e a
educação individual, criando um ambiente favorável à formação do hábito de leitura e
estimulando a apreciação literária.
Todavia Hubner (2017, p.58) pontua que “as bibliotecas universitárias, desde a sua
criação até meados do século XIX, apresentavam como função a preservação do seu
acervo” restringindo muitas vezes o acesso do público as fontes informacionais, entretanto
Nunes (2016) afirma que “as bibliotecas foram evoluindo e adaptando-se às mudanças que
estabeleceram suas atuais características e seu papel social”. Leitão (2005) acorda sobre
ressaltando que o mundo todo passou por uma grande transformação.
Com o surgimento da tecnologia, a disseminação da informação ganhou força,
atribuindo novas perspectivas em seu acesso e uso, havendo a necessidade de uma
reinvenção, impulsionando a uma nova proposta, a de transformar a biblioteca universitária
em um ambiente de promoções de ações culturais, sociais e de apoio a comunidade, além
dos serviços biblioteconômicos já oferecidos anteriormente.
Com esta perspectiva Nunes (2016) ressalta que “as bibliotecas universitárias
ocupam lugar de destaque na sociedade atual. Sua abrangência e o papel que desempenham
em prol do desenvolvimento científico, tecnológico, cultural e social estão diretamente
relacionados à função da universidade” sendo agente catalizador e difusor do
conhecimento, proporcionando ferramentas que auxiliem no desenvolvimento do
conhecimento. Hubner (2017, p.60) acorda afirmando que “universidades e bibliotecas têm
a missão de servir à sociedade enquanto instituições criadoras, estimuladoras e
transformadoras do conhecimento, constituindo-se em espaços de inovação”.
Muitos destes conceitos já eram identificados nas bibliotecas escolares, entretanto
estes movimentos foram ganhando força nas bibliotecas universitárias, surgindo a
necessidade de atrair não apenas os antigos, mas novos usuários.

�A biblioteca universitária como promotora da informação, tem por principal
finalidade mediar as informações sanando as necessidades informacionais da comunidade
em que atua. Assim é relevante conceituarmos que “Mediação da informação é toda ação
de interferência [...] direta ou indireta; consciente ou inconsciente; individual ou coletiva;
que propicia a apropriação de informação que satisfaça, plena ou parcialmente, uma
necessidade informacional”. (ALMEIDA JÚNIOR, 2009, p.92).
As fontes de informação na contemporaneidade tem um grande peso quando
falamos dos meios eletrônicos, principalmente por ganhar um caráter dinâmico, e não se
pode negar que há boas ferramentas disponíveis. Entretanto com o volume atual de
publicações, nem sempre é possível averiguar fontes confiáveis, principalmente no caso das
notícias.
Portanto há necessidade do desenvolvimento de uma competência informacional
para uso dos recursos digitais, como forma de proteção frente às mudanças tecnológicas.
Relato da experiência
Este relato é referente a um projeto desenvolvido pela Biblioteca Universitária da
Faculdade Adventista Paranaense, localizada no norte do Estado do Paraná, no município
de Ivatuba, próximo ao município de Maringá.
Pelo contexto histórico da instituição os alunos tinham como conceito que a
biblioteca tinha por finalidade apenas oferecer serviços como: emprestar, devolver e
renovar livros, proporcionar fontes de pesquisas em âmbito físico, e oferecer serviço de
mídia, se restringindo a DVDs e VHS mesmo na era da Web.
Assim como algumas bibliotecas em nosso país, a mesma não conseguiu
acompanhar as mudanças na sociedade informacional que atendia, gerando na comunidade
um conceito defasado para a contemporaneidade.
Entretanto sabendo da importância da biblioteca no contexto acadêmico e a
necessidade da quebra de paradigma por tal sociedade, houve a criação de um núcleo de
projetos na biblioteca, onde um bibliotecário foi designado para o serviço tendo como
responsabilidade a promoção de ações que desenvolvessem o conceito de uma biblioteca
promotora nos aspectos culturais e sociais além dos serviços já oferecidos.
Uma reorganização de serviços foi realizada pela equipe da biblioteca, que passou a
oferecer fontes de informações culminantes com a realidade acadêmica vivida pela
comunidade educacional. Entretanto, para que o resultado fosse mais instantâneo, na
concepção de um novo conceito, projetos lúdicos foram criados, estabelecendo um novo
perfil a biblioteca universitária.
Dentre as ações realizadas, houve a criação do projeto denominado “Semana da
Mediação da Informação”, com objetivo de oferecer aos alunos possibilidades da
construção de um conceito, onde a biblioteca pudesse ser vista como um instrumento em
seu aprendizado, não apenas nos serviços de referência, mas em todas as perspectivas do
desenvolvimento do conhecimento. A proposta foi criar um projeto, devidamente registrado
na pesquisa e extensão da faculdade, onde seriam propiciados momentos de discussões de
assuntos do cotidiano, não necessariamente assuntos acadêmicos trabalhados em sala de
aula.
A Faculdade oferece hoje os cursos presenciais de Administração, Ciências
Contábeis, Enfermagem, Pedagogia e Teologia, assim para escolha de um tema, foi
necessário averiguar um senso comum entre as áreas abrangentes. Sendo realizado no mês

�de abril de 2018, durante seis dias, iniciando ao domingo e tendo seu termino na sexta-feira,
o projeto foi nominado como, Semana da Mediação da Informação, com realização anual.
O tema escolhido para ser abordado na primeira edição foi, comportamento digital e as fake
news.
Está temática foi escolhida mediante estudo de campo onde através de pergunta em
sala de aula, o professor questionou os alunos sobre a temática, sendo identificado que 62%
dos alunos dos cursos ofertados pela faculdade, não sabiam identificar fake news, caso as
lessem nas fontes diretas informacionais, apesar de saber qual era seu significado. O
comportamento digital foi consequência desta escolha, pois os universitários utilizam as
redes sociais constantemente, muitas vezes disseminando informações sem averiguar sua
veracidade, além da exposição da divulgação de informações pessoais. Facebook,
Instagram, Snapchat, WhatsApp, Twitter e demais redes sociais, ocupam grande parte do
tempo diário deste público, que interagem se comunicando e se informando por estas redes.
Assim divididos em temáticas relacionadas ao assunto o evento iniciou com a
apresentação do tema e da justificativa do evento, fomentando que a Biblioteca
Universitária pode oferecer mais do que serviços biblioteconômicos. Em sequência houve a
homenagem aos educadores da instituição que receberam titulação ou entraram em
programas de Mestrado e Doutorado, nos anos de 2017 e 2018, pois se entende que o
incentivo ao estudo deve se estender a este grupo, e como o evento tem a vertente
acadêmica, jugou-se propicio para uma abertura significativa com foco acadêmico.
As palestras foram organizadas com as seguintes temáticas: Comportamento
Digital, realizada por uma Jornalista, Fake News, também apresentada por uma jornalista e
repórter da região e crimes digitais, onde um advogado esteve presente enfatizando a
importância do assunto na contemporaneidade. No final de cada palestra uma roda de
discussão organizada pelos mediadores foi estabelecida, pois entendemos que debates são
importantes para uma aprendizagem significativa.
No contexto de apoio a comunidade foram oferecidas oficinas, de Biblioterapia,
acompanhada da Bibliotecária e de uma professora de Enfermagem, enfatizando a
importância da leitura de textos para apoio emocional. A segunda oficina foi sobre a
comunicação entre os indivíduos, onde um prof. Dr. da área de psiquiatria apresentou os
distúrbios ocorridos pela falta da comunicação e as ações ocasionadas por nossos
comportamentos digitais.
Considerações Finais ou conclusões
No contexto pós moderno é importante estar atento as mudanças e desenvolver as
competências necessárias para atender as demandas que a sociedade informacional
necessita. Consideramos que ações como esta é essencial para a promoção da biblioteca na
concepção de um espaço propício para as diferentes possibilidades de agregar
conhecimento, conscientizando sua importância para a sociedade em que está inserida.
Também é primordial despertar na sociedade o conceito de uma biblioteca ativa e é
responsabilidade do profissional em que nela atual incentivar este despertar, elaborando
ações para sua promoção, sendo de extrema importância no momento cultural em que
vivemos.
Após a realização do evento foi perceptível a mudança comportamental dos alunos
referente a biblioteca universitária, pois até a frequência na biblioteca mudou, tendo uma
crescente considerável. A comunidade se mostrou interessada e tivemos a presença

�significativa de estudantes. Esta afirmação pode ser validada, pois em cada palestra, na
porta do auditório, uma equipe recepcionava os alunos e convidados com listas de chamada
de presença. Inicialmente as listas eram para emissão dos certificados de participação, para
serem validados nas horas complementares, entretanto nos deu a possibilidade de
identificar o índice de participação, que foi de 75% dos alunos, das 16 turmas, mais
convidados. Para uma primeira edição, consideramos significativa a adesão pelo projeto,
constatando nossa ideia inicial de realizar a ação anualmente. Sobre o tema abordado os
estudantes demonstraram interesse e pós projeto, como resultado, observamos que o
objetivo do mesmo foi alcançado.
Concluímos este relato reafirmando que a biblioteca universitária tem a vertente
educacional, cultural e social. E como profissionais responsáveis por este instrumento
educacional, devemos promover ações de mediação da informação, motivando nossa
comunidade a desenvolver o conceito de um espaço informacional em seus diferentes
aspectos.
Referências
ALMEIDA JÚNIOR, Oswaldo Francisco de; SANTOS NETO, João Arlindo dos.
Mediação da informação e a organização do conhecimento: interrelações. Inf. Inf.
Londrina, v. 19, n. 2, p. 98-116, maio-ago. 2014. Disponível em:
http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/download/16716/pdf_25
.
Acesso em: 15 abril 2019.
HUBNER, Marcos Leandro Freitas; KUHN, Ana Carolina Araujo. Bibliotecas
universitárias como espaços de aprendizagem. Biblos: Revista do Instituto de Ciências
Humanas e da Informação. v. 31, n. 1, p. 51-72, jan./jun. 2017. Disponível em:
https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/6509/4628. Acesso em: 17 jul. 2019. E-ISSN:
2236-7594
LEITÃO, Bárbara Julia Menezello. Avaliação qualitativa e quantitativa numa biblioteca
universitária: grupos de foco. Rio de Janeiro: Interciência, 2005.
NUNES, Martha Suzana Cabral; CARVALHO, Cátia de. As bibliotecas universitárias em
perspectiva histórica: a caminho do desenvolvimento durável. Perspectivas em Ciência da
Informação.
v.21,
n.1,
p.173-193,
jan./mar.
2016.
Disponível
em:
http://www.scielo.br/pdf/pci/v21n1/1413-9936-pci-21-01-00173.pdf . Acesso em: 15 abril
2019.
PRADO, Heloísa de Almeida. Organização e administração de bibliotecas. 2.ed. rev.
São Paulo : T.A.Queiroz, 1992. 209 p.

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