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                  <text>A relação da UFG com o seu Repositório Institucional: documentos
regulatórios

Marcio Luiz Fernandes Barbosa (UFG) - marcioluizbarbosa1@gmail.com
Resumo:
O presente trabalho analisa a relação política e institucional da Universidade Federal de Goiás
(UFG) com o seu Repositório Institucional a partir dos documentos regulatórios existentes e
sua consonância com as diretrizes do modelo Open Access. A comunicação científica é uma
importante etapa no ciclo da produção do conhecimento. Nas últimas décadas um novo modelo
baseado no acesso livre à informação científica surge através do Open Access, movimento
internacional que tem por objetivo o fim das barreiras de acesso à comunicação científica,
especialmente econômicas. São propostas duas vias, uma delas a formação de repositórios
institucionais onde toda a produção científica das instituições seja depositada e disponibilizada
à comunidade científica (via verde).
Palavras-chave: Comunicação
científica.
Open
Access.
Universidade Federal de Goiás (UFG).

Repositório

Institucional.

Eixo temático: Eixo 15 - I Fórum de Bibliotecas Universitárias: Comunicação Científica no
contexto da Ciência Aberta

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�Introdução:
Os Repositórios Institucionais são o fruto de um debate de décadas em que se
buscou alternativas ao tradicional modelo de comunicação científica (caro e
restritivo). A partir da década de 1990, com o desenvolvimento e a abertura da
internet, amadurece a ideia de um novo modelo para a comunicação científica
baseado em fontes de informação sem barreiras de acesso: o movimento Open
Access. Este possui como estratégia a criação de periódicos de acesso gratuito e o
desenvolvimento do Repositórios Institucionais (via amarela e via verde).
Trata-se de um ambiente (on-line) onde é coletada e disseminada a produção
intelectual de uma determinada instituição, a fim de que esta seja também
preservada (LYNCH, 2003 apud GUIMARÃES; SILVA; NORONHA, 2009). Outros
autores, como Crow (2002 apud GUIMARÃES; SILVA; NORONHA, 2009),
definem os Repositórios Institucionais como uma coleção de itens preservados,
enquanto capital intelectual de uma ou mais instituições. Existem diversas
definições, de diversos autores, mas todas têm no cerne o fato de serem uma
estrutura on-line, de acesso aberto, composta pela produção (geralmente,
científica) de uma instituição.
O modelo Open Access fortalece as instituições produtoras de ciência e tecnologia
em dois aspectos importantes: redução de custos e protagonismo na comunicação
científica. Ao criar uma grande rede internacional de cooperação, através da
divulgação de suas pesquisas científicas com acesso aberto, tem-se uma redução no
custo de aquisição de informação científica de forma geral, especialmente de
periódicos (que tradicionalmente eram os veículos de comunicação, por meio de
seus artigos científicos). Paralelo a isso, neste novo modelo, as instituições de
pesquisa e universidades protagonizam não apenas a produção científica como
também a comunicação científica, o que era feito pelos editores científicos no
antigo modelo.
Para o funcionamento deste novo modelo é preciso engajamento por parte das
instituições que compõem esta grande rede. Neste processo, a comunidade que
forma a instituição precisa compreender a importância do seu repositório enquanto
política contínua de democratização de acesso, assim como de ferramenta de
visibilidade da sua produção. Para tanto, as instituições precisam elaborar
diretrizes que norteiem suas comunidades, as políticas e documentos regulatórios
são fundamentais neste processo. O presente trabalho versa sobre a relação da
Universidade Federal de Goiás (UFG) com seu Repositório institucional, partindo
por base os documentos que lhe regulam diretamente. Enquanto objetivo, busca
apresentar como os documentos regulam e versão sobre o funcionamento do RIUFG e se estas estão em consonância com as diretrizes estabelecidas pelo modelo
Open Access.

�Método da pesquisa:
O método utilizado na pesquisa, segundo Prodanov e Freitas (2013), foi a pesquisaação com o objetivo de promover a interação entre pesquisador e objeto de
pesquisa. Já o procedimento técnico empregado neste trabalho foi o estudo de caso.
Segundo Prodanov e Freitas (2013), este modelo é o mais adequado dado o objeto
da pesquisa, pois com base no acúmulo oriundo da pesquisa bibliográfica e
documental realizada será possível estudar a fundo o caso específico do Repositório
Institucional da UFG.
Os instrumentos empregados na coleta de dados foram a observação (sem
interferência) e a pesquisa (bibliográfica e documental). Esta pesquisa envolveu um
levantamento bibliográfico sobre as temáticas: Open Access, Repositórios
Institucionais, Comunicação Científica e Ciência Aberta. A fim de obter conteúdo
teórico para buscar os elementos fundamentais do tema proposto. Já a pesquisa
documental, teve como objetivo coletar todas as informações disponíveis da relação
da Universidade com seu repositório, do ponto de vista institucional. Portanto,
consultou-se o site oficial, onde estão as resoluções da UFG, nele encontramos as
resoluções CEPEC nº 1240/2010 de 14 de fevereiro de 2014 e CEPEC 1611/2018,
data de 30 de novembro de 2018.

Resultados e Discussão:
O Repositório Institucional da Universidade Federal de Goiás foi criado em 2009.
Possui 11290 (aferição em 18/04/2019) itens na sua base, os mais antigos são
datados de 1971. Uma comissão gestora é formada Biblioteca Central, CERCOMP
(Centro de Recursos Computacionais), PRPG (Pró-Reitoria de Pós- Graduação),
PRPI (Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação) e PROGRAD (Pró- Reitoria de
Graduação). A bibliotecária Cláudia Moura, chefe da Gerência de Recursos
Tecnológicos do SIBI-UFG, é a responsável pelo Repositório.
No processo de avaliação de um Repositório Institucional é indispensável levar em
conta desde a estrutura (softwares e hardwares, equipe envolvida, formatos,
parâmetros, etc), até a relação institucional (resoluções, normas etc). Autores como
Camargo e Vidotti (2009), indicam que existem elementos indispensáveis na
avaliação desses ambientes, dentre os quais: a política. Existem duas resoluções
que norteiam o RI-UFG.
A primeira resolução é a CEPEC nº 1240/2010, que delimita questões como o
estabelecimento da comissão gestora, documentos a serem depositados (artigos,
teses e dissertações, livros ou capítulos de livros, produção artística, trabalhos de
conclusão de curso de graduação e de especialização lato sensu, trabalhos

�publicados em eventos e recursos educacionais abertos), documentos dispensados
de depósito (publicações com fins comerciais, artigos publicados em revistas que
em contrato impedem publicação em repositórios de acesso livre e documentos
passíveis de serem patenteados), estar em consonância com os parâmetros do
modelo Open Access, povoamento (descentralização: deve ser feito pelas
coordenações, direções ou unidades acadêmicas), metadados e o mecanismo de
autorização de divulgação (termo de ciência e autorização para disponibilizar
versões eletrônicas das produções).
A segunda resolução que estabelece normas do Repositório Institucional da UFG é
a CEPEC 1611/2018. Ela define normas para o povoamento dos trabalhos de
conclusão de cursos de graduação (TCCG’s). Esta resolução surge após a
modificação do instrumento de avaliação de cursos de graduação presenciais e a
distância do INEP/MEC. A partir dela é necessário que a Instituição, para obter
conceito máximo, possua repositório com a produção dos TCCG’s disponibilizada
on-line. Fica definido que a Biblioteca Central será responsável pela gestão do RIUFG. Esta gestão compreende a capacitação dos servidores ao uso do Dspace
(software usado para o desenvolvimento do repositório), validar os metadados,
disponibilizar as orientações gerais, manter o serviço de fichas catalográficas e
disponibilizar os arquivos no RI-UFG. Cabe as coordenações das graduações definir
servidor responsável em receber os TCCG’s, a forma de recebimento (e-mail, CD,
etc), orientar os estudantes e orientadores quanto as normas para o depósito e
promover a infraestrutura necessária para tal. O Centro de Recursos
Computacionais (CERCOMP-UFG) dará suporte técnico a Biblioteca Central na
operacionalização do RI-UFG.

Considerações Finais ou Conclusões:
A partir da década de 1990, um novo modelo para comunicação científica
denominado de Open Access, ganha cada vez mais espaço globalmente. No Brasil
ele também é realidade, as principais instituições de pesquisa e universidades
aderiram, desenvolvendo seus Repositórios Institucionais e portais de periódicos
científicos de acesso aberto.
No caso das universidades, especificamente, a partir do novo instrumento de
avaliação de cursos de graduação presenciais e à distância do INEP/MEC tem- se
institucionalizado em âmbito federal que os RI’s devem ser parte integrante da
estrutura das mesmas, também a título de avaliação conceitual. Isso mostra a
importância dessas novas fontes. A visibilidade da produção intelectual é fator cada
vez mais observado, inclusive por instituições de fomento à pesquisa e ciência.
Além de visibilidade, a necessidade de acesso e preservação da memória da

�produção institucional é fundamental em uma época em que a informação se
tornou passivo valioso. Parte daí a necessidade da UFG em estabelecer normas de
política Institucional de Informação, no que tange o seu Repositório Institucional.
Após pesquisa bibliográfica e documental, além de observação realizada, é possível
constatar o esforço institucional da Universidade Federal de Goiás em adequar-se
ao novo cenário. A UFG gere o portal de periódicos e o Repositório Institucional
dentro das diretrizes do Open Access: acesso livre e irrestrito. Vale ressaltar o papel
fundamental do Sistema de Biblioteca da UFG (SIBI-UFG), sendo o seu tutor e
gestor. Além das resoluções que regulam e norteiam o RI-UFG, vale destacar o
empenho da instituição no sentido de proporcionar estrutura de pessoal e de
equipamentos, assim como a dedicação do Sistema de Bibliotecas e da sua Gerência
de Recursos Tecnológicos (GRT-UFG) na sua gestão, assim como a rede formada
pelas unidades acadêmicas, coordenações e secretarias acadêmicas. Para a sua
efetivação é necessária a adesão da comunidade, no esforço de desenvolver e
manter o RI-UFG. Certamente a instituição tem papel central nesse esforço de
convencimento da sua importância. A visibilidade das produções, redução de
custos de acesso à informação científica, protagonismo das instituições produtoras
de ciência e tecnologia, na comunicação científica são fatores importantes a serem
apresentados nesse processo de convencimento.

Referências:
CAMARGO, Liriane Soares; VIDOTTI, Silvana Aparecida. Arquitetura da
Informação para repositórios digitais. In: SAYÃO, Luis Fernando et al (Org.).
Implantação e gestão de repositórios institucionais: políticas, memória, livre acesso
e preservação. Salvador: Edufba, 2009. Cap. 3. p. 55-82.

GUIMARÃES, Maria Cristina Soares; SILVA, Cícera Henrique da; NORONHA,
Ilma Horsth. RI é a resposta, mas qual é a pergunta?: primeiras anotações para a
implementação de repositório institucional. In: SAYÃO, Luis Fernando et al (Org.).
Implantação e gestão de repositórios institucionais: políticas, memória, livre acesso
e preservação. Salvador: Edufba, 2009. Cap. 12. p. 261-281.

PRODANOV, Cleber Cristiano; FREITAS, Ernani Cesar de. Metodologia do
trabalho científico: Métodos e Técnicas da Pesquisa e do Trabalho Acadêmico. 2.
ed. Novo Hamburgo - Rs: Feevale, 2013. 276 p. Disponível em:
&lt;http://www.feevale.br/Comum/midias/8807f05a-14d0-4d5b-b1ad-1538f3aef538

�/E-book%20Metodologia%20do%20Trabalho%20Cientifico.pdf&gt;. Acesso em: 28
mar. 2019.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Resolução CEPEC nº 1240/2010, de 14 de
fevereiro de 2014. Estabelece normas para a Política Institucional de Informação
no que se refere ao Repositório Institucional no âmbito da Universidade
Federal de Goiás. Disponível em: &lt;https://www.ufg.br/n/63397- resolucoes&gt;.
Acesso em: 18 mar. 2019.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Resolução CEPEC nº 1611/2018, de 30 de
novembro de 2018. Estabelece normas para o povoamento dos Trabalhos de
Conclusão de Cursos de Graduação (TCCG) no Repositório Institucional da UFG
(RI/UFG). Disponível em: &lt;https://www.ufg.br/n/63397-resolucoes&gt;. Acesso em:
18 mar. 2019.

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