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                  <text>Mediação na Biblioteca Paulo Coelho do Colégio Solar dos Meninos
de Luz: relato de experiência

Eliana da Silva Rodrigues (SOLAR MENINOS DE LUZ) - cimoremio@gmail.com
Cila Verginia da Silva Borges (UFRJ) - cila@letras.ufrj.br
IRANY GOMES BARROS (UFRJ) - irany2012@yahoo.com.br
Andréia Dutra Fraguas (UFRJ) - andreiafraguas@yahoo.com.br
Resumo:
Relato de experiência em biblioteca escolar-comunitária em ONG na cidade Rio de Janeiro, na
comunidade do Pavão-Pavãozinho. A ênfase dada a essa vivência é a de compartilhar como é
possível uma biblioteca contribuir para o empoderamento e autoestima de populações
carentes, negras e desvalidas, através de um ambiente acolhedor, que lhes dá através da
leitura o devido respeito.
Palavras-chave: Biblioteca escolar; Biblioteca comunitária; Mediação de leitura; Contação de
história
Eixo temático: Eixo 14: I Fórum Brasileiro das Bibliotecas Prisionais

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Videografia: ( ) Sim (x ) Não
Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência
Resumo expandido
Relato de experiência em biblioteca escolar-comunitária em ONG na cidade Rio de
Janeiro, na comunidade do Pavão-Pavãozinho. A ênfase dada a essa vivência é a de
compartilhar como é possível uma biblioteca contribuir para o empoderamento e
autoestima de populações carentes, negras e desvalidas, através de um ambiente
acolhedor, que lhes dá através da leitura o devido respeito.
Introdução:
Este artigo apresenta o relato de experiência na Biblioteca escolar-comunitária
Paulo Coelho do Colégio Solar dos Meninos de Luz, na Comunidade do
Pavão/Pavãozinho, no Rio de Janeiro. Trata-se da mediação do Bibliotecário de
Referência diante do público de uma biblioteca escolar-comunitária. Utiliza-se a
contação de história como recurso de aproximação do bibliotecário com o aluno- leitor
de tal modo que favoreça o empoderamento do público infantojuvenil, trazendo também
a aproximação com os familiares e, consequentemente, acolhendo a comunidade onde a
ONG se localiza.
O mediador tem a competência e a responsabilidade para ser a pessoa que
encaminha o leitor ao conhecimento. A importância do mediador na formação do leitor
já havia sido ressaltada por Reyes (2010, não paginado) que esclarece que "[...] a leitura
é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas".
A partir da análise da obra da pesquisadora Michèle Petit, compreende-se que
tornar-se ou não leitor, em grande parte, é uma questão de meio social, sobretudo para
aqueles sujeitos oriundos de camadas sociais mais pobres. Contudo, é a própria
pesquisadora quem afirma:

�Mas os determinismos sociais não são absolutos; [...] não é a biblioteca
ou a escola que desperta o gosto por ler, aprender, imaginar, descobrir. É
um professor, um bibliotecário, que levado por sua paixão, a transmite
através de uma relação individual. (PETIT, 2008, p. 139).

O bibliotecário é um mediador nessa relação entre os alunos leitores e futuros
leitores e a ênfase dada a esse artigo é a de compartilhar a vivência de como é possível
uma biblioteca contribuir para o empoderamento e autoestima de populações carentes,
negras e desvalidas, através de um ambiente acolhedor, que lhes dá através da leitura o
devido respeito.
Relato da experiência:
A experiência relatada ocorre na Biblioteca Comunitária Paulo Coelho do Colégio
Solar dos Meninos de Luz, na Comunidade do Pavão/Pavãozinho, no Rio de Janeiro.
Enfocamos o período de junho de 2018 até os dias correntes. A Instituição Solar dos
Meninos de Luz, ONG coordenada pelo Centro Espírita Paulo de Tarso existe há 25 anos
e recebe crianças da comunidade desde o berçário (03meses) até a conclusão do Ensino
Médio e funciona em horário integral. O ensino é gratuito e de qualidade, sobrevivendo
de doações de toda a espécie.
A Biblioteca do Solar existe há mais de 10 anos. Seu acervo foi formado por
doações advindas das mais diferentes formas e assim é até hoje. Por essa biblioteca já
passaram bibliotecários e voluntários que muito contribuíram para a manutenção e
conservação desse acervo, porém as necessidades do Solar são tantas que a biblioteca
ficou, como na maioria das escolas, relegada a segundo plano.

Um

grupo

de

voluntários de visão e garra de trabalho, entre eles uma arquiteta, uma escritora, uma
artista plástica e alguns espíritas, formaram uma força tarefa e reativaram a biblioteca.
Levantaram do chão um acervo bom e contrataram uma bibliotecária de referência.
Respeitando cada indicação da arquiteta e no espaço mais privilegiado do casarão,
doado pelo escritor e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) Paulo Coelho,
está de pé uma das mais lindas e melhores bibliotecas escolar/comunitária do Rio de
Janeiro. Na reinauguração contemplamos a Contação de história, pela bibliotecária, da
obra "Bicos Quebrados". (foto da biblioteca).
Porém um grande desafio apresentava-se a esse bibliotecário. O Solar não
desenvolvia entre os participantes a prática da leitura e muito menos isso acontecia com

�a comunidade do entorno da Escola. Precisávamos tornar essa biblioteca viva! Valemonos das leituras, das experiências em bibliotecas públicas, além dos cursos de Mediação
da Leitura e arregaçamos as mangas. Iniciamos os trabalhos com a estante temática,
usando um momento propício no calendário carioca, que é o dia de Zumbi dos Palmares.
Vale aqui relatar que 90% dos nossos alunos são negros.
Organizamos a visita à Biblioteca por séries de estudo, propiciando aos nossos
alunos oficinas de máscaras com a temática das religiões de matriz africanas, conduzidas
por voluntários, professores de arte e professores de cada série que decoraram a estante
de exposição dos livros sobre a temática Negritude. Desenvolvemos atividades (oficinas)
nas visitações contemplando a moda, com estilo histórico e atual de vestimenta dos
negros, trabalhando a autoestima com espelhos para que percebessem o quanto são
belos. Estruturamos a Hora do Conto, feita por voluntários e bibliotecária, para as séries
iniciais, com a literatura infantojuvenil, que é farta na temática de empoderamento,
autoestima, inclusão dos negros. E assim, mês a mês, alteramos a estante de exposição
contemplando uma temática e motivando a leitura.
A Contação de histórias é a nossa mola propulsora para a motivação da leitura em
nossa biblioteca e tornou-se tarefa cotidiana, pois os professores, revelaram-se ótimos
leitores e contadores de história, auxiliando sobremaneira a tarefa da contação para
todas as turmas. Seguimos essa premissa, contando histórias levamos à leitura. Lendo
histórias motivamos a leitura e o amor ao outro, trabalhando para dirimir todas as
desigualdades.
Nas férias escolares, abrimos a biblioteca para a comunidade. Recebemos
diariamente 25 crianças, o dia inteiro, de meados de janeiro a fevereiro de 2019.
Percebemos que essas crianças, advindas de escolas públicas ou nenhuma escola, não
sabiam como era uma biblioteca ou o que é possível apreender e desfrutar em tal espaço.
Desenvolvemos ativamente a motivação da leitura, utilizando nossa gibiteca e
orientando-os no comportamento dentro de uma biblioteca lúdica. A contação de
histórias limitou-se à oralidade e ensinamentos básicos como: usar um banheiro,
cumprimentar as pessoas ao chegar em um local público. O que é ambiente público e
noções de empoderamento e autoestima para que
pertence também.

aprendam que esse espaço lhes

�A Biblioteca oferece o serviço de empréstimo domiciliar, criado para incentivar a
leitura. Para nossa alegria, a leitora do mês de março desse ano é uma moradora da
comunidade, não é nossa aluna, mas começou a frequentar a biblioteca nas férias de
janeiro, quando a biblioteca foi aberta à comunidade, foi a criança que levou 38 livros
durante o mês de março, está na 6.serie de uma escola pública e gosta muito do escritor
Augusto Cury, cujas obras ainda não temos, mas que conseguimos disponibilizar online,
fazendo com que ela venha frequentemente ler em nossos computadores.
No acesso à internet, para o qual dispomos de dois equipamentos, nossos usuários
podem acessar jogos que foram criados por nossos voluntários e também os jogos
comerciais livres. Também utilizam a pesquisa on-line, mas ainda é muito incipiente.
Assistem You Tube e ouvem música alta e dançam. Podem também, em horário
predeterminado assistir filmes das centenas de DVDs que ganhamos, quase todos
infantojuvenis. Nossos adolescentes, alunos, utilizam muito o DVD e a televisão. Temos
muitas almofadas coloridas no espaço que é muito confortável ao qual chamamos de
"cantinho do ócio". A partir do 6º ano, fazemos visita orientada para que nossos alunos
saibam o porque da classificação dos livros, que ele é um sistema universal e caso eles
viajem para outro país encontrarão o mesmo sistema ou similar. Orientamos no
comportamento diferenciado a cada tipo de biblioteca, sobre o silêncio e respeito aos
outros leitores. E porque nas bibliotecas que têm espaços lúdicos como a nossa podemos
falar, rir, dançar e LER!!!
Oferecemos, conforme fomos ganhando em doação, vários jogos de mesa. O
gamão virou oficina, dada por um voluntário. O xadrez é o mais procurado. O acesso é
livre e não tem horário definido. Criamos assim a idéia de que a biblioteca é um espaço
de cultura, de pesquisa e de lazer e estamos com um aumento considerável de
empréstimos ou leitura na própria biblioteca.
Os professores nos incluíram em suas reuniões e grupos de Whatsapp, desde o
ensino fundamental ao ensino médio, além da participação no grupo de pais, facilitando
sobremaneira a integração escola, comunidade e biblioteca. Já estamos com quatro pais
como leitores. Há duas avós que ministram evangelização no Solar e buscam nossa
estante de religião. Aulas de Literatura, Redação, História e Matemática foram
ministradas em nossas dependências. Dessa convivência mais amiúde, criamos o Clube
de Leitura, que é semanal e direcionado ao ensino médio, através de um voluntário que é

�artista plástico. Tivemos a idéia de trabalhar os livros sugeridos pela UERJ para o
ENEM. O primeiro livro a ser trabalhado foi "Hora de Alimentar Serpentes" da Marina
Colasanti. A primeira visita de um autor presente na biblioteca será justamente a
Marina, que aceitou nosso convite e virá falar com nossos jovens sobre sua obra no mês
de maio do corrente ano.
Considerações Finais:
Muitas bibliotecas escolares e comunitárias fazem o que fazemos e algumas muito
mais, porém compartilhar a nossa vivência, acreditar na Contação de histórias como
mola propulsora para a leitura e fazer isso acontecer é sonho de muitos bibliotecários e
queremos deixar aqui nosso relato para que todos saibam que é possível.
Referências:
PETIT, Michèle. Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. São Paulo: Editora 34,
2008.
REYES, Yolanda. Mediadores de leitura. Glossário CEALE, Belo Horizonte,
FAE/UFMG, 2010. Trad. Elizabeth Guzzo de Almeida. Disponível em:
&lt;http://ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/mediadores-deleitura&gt;. Acesso em: 01 dez. 2016.

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