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                  <text>BIBLIOTECAS PRISIONAIS MUNDIAIS E SUAS EXPERIÊNCIAS
Amabile Costa (UFSC) - amabilecosta.m@gmail.com
Camila Monteiro de Barros (UFSC) - camila.c.m.b@ufsc.br
Resumo:
Este trabalho versa sobre as experiências das bibliotecas prisionais no mundo. Utilizou-se
como metodologia o levantamento bibliográfico em diversas fontes. Como resultados
ressalta-se as experiências das bibliotecas prisionais dos EUA, Reino Unido, União Soviética,
entre outros.
Palavras-chave: Bibliotecas Prisionais. Relato de Experiência. Biblioteca Prisional no mundo.
Eixo temático: Eixo 14: I Fórum Brasileiro das Bibliotecas Prisionais

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Eixo Temático: I Fórum Brasileiro de Bibliotecas Prisionais
BIBLIOTECAS PRISIONAIS MUNDIAIS E SUAS EXPERIÊNCIAS
Resumo
Este trabalho versa sobre as experiências das bibliotecas prisionais no mundo.
Utilizou-se como metodologia o levantamento bibliográfico em diversas fontes.
Como resultados ressalta-se as experiências das bibliotecas prisionais dos EUA,
Reino Unido, União Soviética, entre outros.
Palavras-chave: Bibliotecas Prisionais. Relato de Experiência. Biblioteca
Prisional no mundo.
Introdução:
Salienta-se que os estabelecimentos prisionais, atualmente, possuem o dever
de reintegração, orientação e direção dos reeducandos para o convívio em
sociedade (SILVA NETO; LEITE, 2016). Em conformidade com Conrad (2012, p.
411, tradução nossa) as bibliotecas prisionais irão proporcionar enormes
“benefícios para os presos, incluindo materiais úteis para utilizar em seu tempo
livre, reabilitação, educação e ajuda na transição para o mundo exterior”. Também
têm como propósito apoiar os projetos educacionais de cada unidade, a
necessidade de leitura e possivelmente tornar-se centro de referência. Outro papel
da biblioteca prisional é suprir as questões legais, como por exemplo, a LEP nº
7210 de 1984 e a Recomendação nº 44 de 2013 - Remição de Pena pela Leitura, que
serão especificados na próxima seção.
A escolha desta temática está envolvida com as experiências vivenciadas por
uma das autoras durante o período de sua graduação, desde seu vínculo ao
“Programa Novos Horizontes: a Universidade nos espaços de privação de
liberdade”, em 2016 até os dias atuais. Bem como a realização do seu Estágio
Curricular obrigatório na biblioteca da Penitenciária de Florianópolis em Santa
Catarina. Resultados dessas atuações foram o Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) intitulado “Biblioteca da Penitenciária de Florianópolis: um espaço
sociocultural e educativo” e a pesquisa de mestrado, que está em andamento no
Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de

�Santa Catarina (PGCIN-UFSC), sobre a constituição do acervo da biblioteca da
Penitenciária de Florianópolis. A pesquisa apresentada no presente trabalho traz
resultados parciais da pesquisa de mestrado.
Considerando que cada estabelecimento prisional está diretamente ligado ao
contexto geográfico, histórico e social no qual se encontra, a questão de pesquisa é:
Quais são as experiências das bibliotecas prisionais no mundo? Tendo como
objetivo geral: evidenciar os artigos que apresentam experiências sobre bibliotecas
prisionais no mundo.
Método da pesquisa:
Para a resolução do objetivo supracitado um levantamento bibliográfico foi
realizado na base de dados Library and Information Science Abstracts (LISA) no
primeiro semestre de 2019. O conteúdo dos materiais deveriam estar voltados para
as experiências das bibliotecas prisionais no mundo. Todos os materiais possuem o
formato de artigo de periódico, estão publicados entre 1987, o mais antigo, e, o
mais recente em 2016. Para a pesquisa, as seguintes palavras chave foram
utilizadas “biblioteca prisional”, “biblioteca cárcere”, “biblioteca penitenciária”,
“biblioteca prisão”, “biblioteca centro penitenciário”, “biblioteca para apenados”,
“prison library”, “prison libraries”, “penitentiary library”, “library for grievin”,
“biblioteca cárcel” e “biblioteca prisión”.
Resultados:
Começando pelo continente europeu, temos as bibliotecas nas prisões de
Hamburgo, segunda maior cidade da Alemanha. De acordo com Kappus (1987) na
época em que a pesquisa foi realizada a comunidade carcerária era caracterizada
por jovens que não haviam terminado o ensino fundamental, sendo que mais da
metade liam cerca de 40 livros por ano de gêneros voltados para romances de
espionagem, histórias de detetive, quadrinhos, entre outros. Em relação ao acervo
dessas unidades, os materiais eram majoritariamente adquiridos por meio de
doações e compra, o acesso era livre para todos os reeducandos e os empréstimos
realizados por meio de agentes prisionais ou pessoas que estavam privadas de
liberdade e trabalhavam nessas unidades. Além disso, oferecia serviços em suas
instalações, como encontro cultural e exposições (KAPPUS, 1987).
Sobre as bibliotecas prisionais no Reino Unido, o artigo apresentado por
Bowe (2011) está focado em exibir as melhorias para essas bibliotecas a partir do
financiamento do governo e apresentaram as Diretrizes para Bibliotecas Prisionais
elaborada pelo Chartered Institute of Library e Informa-Profissionais (CILIP),
criada em 1981. As diretrizes foram desenvolvidas a partir de normas que visam o
desenvolvimento das coleções, gestão de pessoas, orçamentos, entre outros. Bowe
(2011) afirma que as bibliotecas prisionais do Reino Unido possuem em seus
acervos obras em braile, língua estrangeira, revistas, jornais, etc; a maioria das

�unidades tinham bibliotecários e acesso à internet, no entanto, os reeducandos
reclamam sobre a falta de acesso às bibliotecas.
Em 2003 uma pesquisa foi realizada nas bibliotecas prisionais da Croácia,
23 questionários foram enviados e 21 foram respondidos (ŠIMUNIĆ;
TANACKOVIĆ; BADURINA, 2016). O resultado apresentado foi: 95% das
instituições penais contam com bibliotecas prisionais, 50% da coleção dessas
unidades são instituídas por meio de doação, todas as bibliotecas possuíam em seu
acervo monografias, jornais diários (35%), revistas mensais (25%), músicas e filmes
(40%), jogos (30%), como por exemplo, xadrez, monopoly, jogos de computadores
(5%), materiais sobre ficção e religião são predominantemente encontrados. O
mobiliário envolve telefone, rádio, computador, TV, leitor de DVD, impressora,
entre outros (5%). 25% das unidades dispõe de programas de alfabetização, artes e
workshops. Em algumas instituições as bibliotecas funcionam 24 horas por dia sete
dias por semana (ŠIMUNIĆ; TANACKOVIĆ; BADURINA, 2016, p. 2).
Na antiga União Soviética, localizada na Eurásia, os livros dentro das
bibliotecas prisionais foram considerados ferramenta na educação política e
promoção de capacidade produtiva-técnica. O sistema de empréstimo funcionava
de várias formas, tais como, uma vez por semana três livros poderiam ser
disponibilizados aos reeducandos, utilizavam o catálogo da biblioteca para
apresentar os materiais que compunham o acervo, a distribuição de livros era
incerta e eventual, anotavam os pedidos de empréstimo em papéis. Quando ocorria
a devolução, os materiais eram inspecionados minuciosamente, era extremamente
proibido fazer marcas nos livros ou se comunicar com outros prisioneiros
(MAKINEN, 1993).
No século XIX, o sistema prisional dos Estados Unidos da América (EUA)
começa a pensar nos reeducandos como o cerne do trabalho, “esta exploração da
mão de obra prisional era fundamentada na ideia de que o Estado não deveria arcar
com o sustento dos presos” (MAIA et al., 2009, p. 15). Os EUA passou por uma
reforma nas prisões a partir de 1870 quando veio o desenvolvimento das
bibliotecas prisionais, nessa mesma década os livros eram utilizados para realizar a
evangelização nas prisões (BASHORE, 2003; WILKINS, 1997). Em uma pesquisa
realizada por Wilkins (1997) essas bibliotecas eram unidades que não
apresentavam uma verba confiável, não dispunham de um bibliotecário para as
tomadas de decisões e consequentemente faltava planejamento para alcançar seus
objetivos e metas para poder analisar os problemas de comunicação.
No Brasil, as bibliotecas prisionais estão espalhadas pelas cinco regiões: sul,
sudeste centro-oeste e norte, nordeste. Em 2016, foi lançado o livro intitulado “A
visão do Ministério Público sobre o Sistema Prisional Brasileiro”, com dados
coletados em 2005. O material apresenta diversas temáticas relacionadas ao
sistema prisional, tais como quantidade de estabelecimentos prisionais, quantidade
de vagas, quantidade de unidades que disponibilizam uniformes, materiais de

�higiene, entre outros. Uma das perspectivas do livro é em relação às bibliotecas
prisionais e o seguinte panorama geral foi apresentado: a) a região Sul possuía um
total de 122 bibliotecas prisionais, sendo, 28 do Paraná; 46 de Santa Catarina e 68
do Rio Grande do Sul; b) a região Sudeste contava com 300 bibliotecas prisionais,
consistindo em, 29 no Espírito Santo; 86 em Minas Gerais; 38 no Rio de Janeiro e
147 em São Paulo; c) a região Centro-Oeste dispunha de 74 bibliotecas prisionais,
equivalente a 6 no Distrito Federal; 20 em Goiás; 27 no Mato Grosso do Sul e 21 no
Mato Grosso; d) a região Nordeste detinha de 70 bibliotecas prisionais, sendo, 2 em
Alagoas; 14 na Bahia; 12 no Ceará; 6 no Maranhão; 9 na Paraíba; 15 em
Pernambuco; 5 no Piauí; 3 no Rio Grande do Norte e 4 em Sergipe e e) a região
Norte, apresentava 70 bibliotecas prisionais, consistindo em 9 no Acre; 9 na
Amazônia; 1 no Amapá; 18 no Pará; 14 em Rondônia; 1 em Roraima e 7 em
Tocantins.
Percebe-se que a região Sudeste é a que mais contém bibliotecas prisionais,
o que provavelmente está relacionado ao fato de que o maior número de
estabelecimentos prisionais inspecionados para a pesquisa também está nessa
região, cerca de 481. Participaram da pesquisa 193 estabelecimentos da região Sul,
237 do Centro-Oeste, 382 do Nordeste e 159 da região Norte (CONSELHO
NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, 2016).
Considerações Finais ou Conclusões:
Desta forma, os estabelecimentos prisionais citados anteriormente possuem
em sua maioria as seguintes características: não conta com bibliotecário, seu acervo
é composto por doações, serviços relacionados a empréstimo e devolução de
materiais, seus frequentadores e foco são os reeducandos, funcionam durante a
semana e realizam grupos de discussões de livros.
Referências:
BASHORE, Melvin L. Behind adobe walls and iron bars: the Utah Territorial Penitentiary
Library. Libraries and Culture, [S.l.], v. 38, n. 3, p. 236–249, jul. 2003.
BOWE, Carole. Recent Trends in UK Prison Libraries. Library Trends, Illinois, v. 59, n.
3, p. 427-445, jan. 2011.
BURT, Lesta N. Information Needs of Inmates. Library Trends, Illinois, v. 26, n. 1, p.2738, jan. 1977. Disponível em:
&lt;https://www.ideals.illinois.edu/bitstream/handle/2142/6945/librarytrendsv26i1d_opt.p
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CONRAD, Suzanne. Collection Development and Circulation Policies in Prison Libraries:
An Exploratory Survey of Librarians in US Correctional Institutions. The Library
Quarterly, [S.l.], v. 82, n. 4, p. 407–427, out. 2012. Acesso em: 12 set. 2018.

�CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PðBLICO. A visão do Ministério Público
sobre o sistema prisional brasileiro - 2016. Brasília: Cnmp, 2016. 344 p. Disponível
em:
&lt;http://www.cnmp.mp.br/portal/images/Publicacoes/documentos/2016/Livro_sistema_
prisional_web_7_12_2016.pdf&gt;. Acesso em: 26 mar. 2019.
COSTANZO, Emanuela; MONTECCHI, Giorgio. Prison Libraries in Italy. Library
Trends, [S.l.], v. 59, n. 3, p.509-519, 2011. Disponível em:
&lt;https://pdfs.semanticscholar.org/38de/e8b54ec6111b60f2a1c0a6b212fabfe48bff.pdf&gt;.
Acesso em: 01 nov. 2018.
GALVAO, M.C.B.. O levantamento bibliográfico e a pesquisa científica. In: Laércio Joel
Franco, Afonso Dinis Costa Passos. (Org.). Fundamentos de epidemiologia. 2ed. A. 398 ed.
São Paulo: Manole, 2010, p. -377.
KAPPUS, Hanna. Library service for the unemployed, socially disadvantaged and
minorities in Hamburg. New Library World, [S.l.], v. 88, n. 1050, dez. 1987. Disponível
em: &lt;https://www.emeraldinsight.com/doi/abs/10.1108/eb038740&gt;. Acesso em: 26 set.
2018.
MAIA, Clarissa Nunes et al. História das prisões no Brasil: volume 1. Rio de Janeiro:
Rocco, 2009. 314 p.
MAKINEN, Ilkka. Libraries in hell: cultural activities in Soviet prisons and labor camps
from the 1930s to the 1950s. Libraries and Culture, [S.l.], v. 28, n. 2, p. 117–142, abr.
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SILVA NETO, Epitácio Gomes; LEITE, Francisca Chagas Dias. Bibliotecas prisionais
enquanto espaços para o acesso à informação e à cidadania. Biblos: Revista do Instituto
de Ciências Humanas e da Informação, Rio Grande, v. 25, n. 1, p.47- 58, jan. 2011.
Disponível em: &lt;https://www.seer.furg.br/biblos/article/view/1945&amp;&gt;. Acesso em: 30
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SIMUNIC, Zrinka; TANACKOVIC, Sanjica Faletar; BADURINA, Boris. Library services for
incarcerated persons: A survey of recent trends and challenges in prison libraries in
Croatia. Journal of Librarianship and Information Science, [S.l.], v. 48, n. 1, p. 72–
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WILKINS, Barratt. The correctional facility library: history and standards. Library
Trends, [S.l.], v. 25, p. 119– 123, 1977. Disponível em: &lt;
https://www.ideals.illinois.edu/bitstream/handle/2142/6949/librarytrendsv26i1i_opt.pdf
?sequence=1&amp;isAllowed=y&gt;. Acesso em: 17 set. 2018.

Agências financiadoras
Uma das pesquisadoras desse artigo é bolsista de Desenvolvimento Social da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

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