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                  <text>Benchmarking em periódicos: relato de experiência da Revista do
Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região

Anastácia Freitas de Oliveira (TRT-10) - anastacia.oliveira1@gmail.com
Resumo:
A editoração eletrônica de periódicos no Brasil cresceu significativamente na última década.
Acompanhando essa tendência nacional, os periódicos jurídicos institucionais também
migraram para o meio eletrônico, não apenas em função dos custos, mas também pela
possibilidade de maior alcance de público e pela redução dos impactos ambientais. O presente
trabalho tem como objetivo relatar como a técnica de benchmarking foi aplicada para a
publicação eletrônica da Revista do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região. Para isso,
apresenta o conceito de benchmarking e sua aplicação no contexto editorial e na escolha do
software para a gestão do periódico. Como conclusão, descreve o aumento da visibilidade da
publicação após aplicação da técnica e a vantagem da economicidade na escolha de softwares
gratuitos.
Palavras-chave: Periódico científico. Editoração eletrônica. Benchmarking.
Eixo temático: Eixo 13: 6º Seminário Nacional de Documentação e Informação Jurídicas

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�Introdução
Apesar de fazer parte do Poder Judiciário e - a priori - não voltar suas
atividades para a produção de conhecimento científico, o Tribunal Regional do
Trabalho da 10ª Região (TRT-10) possui, desde o ano 1982, a Revista do tribunal
Regional do Trabalho da 10ª Região (Revista do TRT-10). Desde então, com alguns
períodos de pausa, o periódico tem divulgado legislação, jurisprudência e doutrina
trabalhista.
A Revista é um canal para a divulgação de doutrina e também uma
ferramenta de atualização para magistrados e servidores. Além disso, é veículo de
exposição para a comunidade da jurisprudência selecionada do Tribunal
Esse relato de experiência tem como objetivo expor o estado atual da Revista
do TRT-10 e o percurso realizado para a melhoria da publicação nos últimos anos.
Para disso, descreverá os processos e ferramentas utilizados a partir da técnica do
benchmarking​.
A Revista do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região
A Revista do TRT-10 tem como foco principal a área do Direito do Trabalho e
seu objetivo é promover a divulgação da produção intelectual de profissionais e
acadêmicos de direito e áreas afins e o público alvo são magistrados, advogados,
especialistas, pesquisadores e estudantes.
O conteúdo é composto por artigos, resultados de estudos, resenhas,
editoriais, revisão de literatura, acórdãos na íntegra, sentenças, ementário de
jurisprudência, notícias administrativas e entrevistas com juristas de competência
reconhecida. Participam da redação da Revista profissionais e acadêmicos da área
jurídica ou afins, preferencialmente Magistrados do Trabalho, Procuradores do
Trabalho e Advogados que atuam na competência da Justiça do Trabalho. A
responsabilidade editorial é exercida pelo Conselho Editorial, constituído por
desembargadores, juízes e servidores.
Benchmarking
Com o mercado global e em um cenário de extrema competição, empresas
de diversos setores iniciaram a competir com base em produtos de valor agregado.
A necessidade de empresas de alcançar e se manterem melhor no mercado
mundial impulsionou o uso da técnica de ​benchmarking​.
De acordo com Prabir (1997) ​o ​benchmarking é um processo de
gerenciamento sistemático que ajuda os gerentes a pesquisar e monitorar as
melhores práticas e/ou processos. A busca pelas melhores práticas pode não ser

�limitada aos concorrentes diretos, podendo englobar todas as organizações líderes
independentemente da afiliação da indústria.
Nas palavras de Oliveira e Bernardes (2017, p. 110) o ​benchmarking é
considerado “uma investigação relativa ao desempenho de processos ou
produtos, comparando-os com aqueles identificados como boas práticas”.
Em outras palavras, a técnica do ​benchmarking pode ter ser entendida como
referencial comparativo, e consiste em ter, para cada atividade, um alvo ou uma
fonte de comparação (BEHR; MORO; ESTABEL, 2010, p. 47).
A prática foi originalmente desenvolvida para o setor privado, com a grande
divulgação dos ​dos programas de qualidade, passou a ser, também, utilizada pelo
setor público em vários países (FAVRET, 2000).
A técnica de observação de contextos e coleta de dados - independente da
metodologia utilizada - é uma das ferramentas de tomadas de decisão até mesmo
para o estabelecimento de políticas. Direcionado ao contexto do Judiciário
Brasileiro, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por exemplo, elabora anualmente
o relatório “Justiça em Números”, onde é possível ter um panorama do Poder
Judiciário. O índice de produtividade dos magistrados é um exemplo de dado
apresentado onde é possível que os gestores dos Tribunais avaliem quais são os
diferenciais das cortes mais bem colocadas (BRASIL, 2018, p. 86).
Relato de Experiência
De acordo com Camp (2007 apud OLIVEIRA; BERNARDES, 2017, p. 111) o
benchmarking​ possui quatro passos básicos:
a) conhecer o funcionamento: avaliação dos pontos fortes e fracos do
funcionamento da própria empresa.
b) conhecer os líderes industriais ou competidores: somente a
comparação e o entendimento das melhores práticas de seus
concorrentes ou dos líderes é que poderão possibilitar o
estabelecimento de ações que venham a propiciar a superioridade no
mercado;
c) incorporar o melhor: aprender com os líderes de empresas e
competidores. Nesse sentido, deve-se buscar as melhores práticas
onde quer que elas estejam, não hesitando em copiá-las e/ou
modificá-las, incorporando-as em sua própria empresa;
d) obter superioridade: a obtenção de ganho de força no mercado e a
superação de seus concorrentes podem ocorrer após a
implementação das melhorias práticas identificadas.
Aplicado ao contexto da Revista do TRT-10, as etapas evoluíram para as
seguintes ações:

�1. Auto-avaliação: Todo o contexto do periódicos foi avaliado: processo editorial,
veículo de publicação, avaliação de conteúdo, ​software ​de edição, etc.
2. Análise comparativa: Identificação dos periódicos de outros Tribunais,
sobretudo das cortes trabalhistas.
3. Incorporação: Adaptação das boas práticas ao contexto da Revista.
4. Melhoria: Implantação de diferenciais.
O processo iniciou-se no ano de 2015, onde a periodicidade da Revista foi
retomada. Na auto-avaliação percebeu-se a necessidade da elaboração de uma
identidade visual e padronização em todas as edições. Desde esse ano, a revista
conta com a colaboração de ​webdesigner que editora a publicação no ​software
InDesign. ​A gestão do processo editorial passou a ser exercida pela autora deste
relato no ano de 2016.
Ainda na auto-avaliação foi identificada a necessidade de um veículo de
divulgação mais eficaz, uma vez que apenas a disponibilização em arquivo .pdf do
volume não permitia a realização de buscas ou qualquer interação com o texto.
Partiu-se então para a análise comparativa, onde foi elaborada uma tabela
com todas as revistas dos Tribunais Regionais do Trabalho e avaliado o meio de
divulgação e ​software utilizado. Em seguida, foram pontuadas as vantagens e
desvantagens de cada ​software,​ culminando na escolha do SEER, em 2016.
O Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER/OJS) foi traduzido e
customizado pelo Instituto Brasileiro em Informação em Ciência e Tecnologia
(IBICT) baseado no software ​Open Journal Systems. ​O OJS foi desenvolvido pelo
Public
Knowledge
Project
​da
Universidade
de
British
Columbia
(http://www.pkp.sfu.ca/ojs/), com o objetivo de repasse à comunidade de editores de
publicações eletrônicas para subsidiar a melhoria do padrão editorial de publicações
nacionais (FONSECA; RUFINO, 2007).
Como vantagens, o OJS oferece a busca por autor, título, resumo,
recuperação simultânea em todos os números da revista; divulgação via ​e-mail;
sistema livre e passível de customização; ótima navegabilidade e boa usabilidade;
maior visibilidade etc. (MÁDERO ARELLANO; SOUZA, 2011; CORRÊA; MIRANDA,
2012). Apesar dos benefícios do SEER, apenas a Revista do Tribunal Regional do
Trabalho da 13ª Região adota o sistema. Grande parte optou por softwares de
apresentação em ​flip, ​que simulam a revista em formato impresso (Revistas dos
TRT 3ª, 5ª, 6ª, 9ª, 12ª e 18ª Região). Por esse motivo, e para melhor visualização
em ​tablets e dispositivos móveis, a Revista do TRT-10 também está disponível na
plataforma ISSUU.
Dentre as práticas incorporadas de outros periódicos, pode-se citar a
apresentação da composição do TRT-10 e o informativo na própria publicação de
onda a revista é indexada, a partir do exemplo da Revista do TRT da 15ª Região e o

�envio de ​e-mail marketing e ofícios de divulgação, tomando como referência a
Revista Eletrônica da 9ª Região.
Já as melhorias são a indexação em plataformas eletrônicas internacionais
como o Blook, a inclusão da Seção “Arte e Trabalho”, que veicula textos artísticos
sobre o mundo laboral. Outra inovação foi a divulgação do edital de publicação em
boletins jurídicos, com o objetivo de promover a revista entre advogados.
Conclusão
A partir do monitoramento das estatísticas da revista por meio do Google
Analytics e do ISSUU foi possível observar que as mudanças realizadas
contribuíram para o aumento da visibilidade da Revista do TRT-10. Por esse motivo,
espera-se adotar a técnica de benchmarking para aprimorar a cientificidade da
revista e, consequentemente, melhorar o processo editorial baseando-se nas boas
práticas dos demais periódicos. O fato de a gestão da editoração da revista ser
realizada por uma bibliotecária contribuiu para promover a imagem do bibliotecário
para além do guardião do espaço de leitura e empréstimo de livros. Outra vantagem
foi a economicidade na escolha dos ​softwares,​ uma vez que o SEER e o ISSUU são
gratuitos. Com a experiência, foi possível observar que a técnica de ​benchmarking é
válida na aplicação em diversos contextos, inclusive nos processos da biblioteca.
Referências
BEHR, Ariel; MORO, Eliane Lourdes da Silva; ESTABEL, Lizandra Brasil. Uma
proposta de atendimento às necessidades de informação dos usuários da biblioteca
escolar por meio do benchmarking e do sensemaking.​ Informação &amp; Informação​,
Londrina, v. 15, n. 1, p. 37-54, 2010. Disponível em:
http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/4350. Acesso em: 13
mar. 2019.
BRASIL. Conselho Nacional de Justiça. ​Justiça em números 2018​: ano-base 2017.
Brasília: CNJ, 2018. Disponível em:
http://www.cnj.jus.br/files/conteudo/arquivo/2018/09/8d9faee7812d35a58cee3d92d2
df2f25.pdf. Acesso em: 13 mar. 2019.
CORRÊA, Tatiane Priscila Pinto; MIRANDA, Angélica Conceição Dias. Usabilidade
da seção de avaliação do sistema eletrônico de editoração de revistas através da
opinião dos avaliadores do portal de periódicos científicos da FURG.​ Revista ACB​:
Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 17, n. 1, p. 210-226, jan./jun.
2012. Disponível em: http://repositorio.furg.br/handle/1/3989. Acesso em: 13 nov.
2015.

�FAVRET,​ Leo. Benchmarking, annual library plans and best value: the implications
for public libraries. ​Library Management​, Bradford, v. 21, n. 7, p. 340-348, 2000.
FONSECA, Ramón Martins Sodoma da; RUFINO, Maria Inês Militão. ​Manual de
instalação de ambiente computacional para Implantação da versão 2.1 do
Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas​. Brasília: Instituto Brasileiro de
Informação em Ciência e Tecnologia, 2007.
MÁDERO ARELLANO, Miguel Ángel; SOUZA, Renato Rocha. Uso e expectativas
sobre o sistema eletrônico de editoração de revistas (SEER). ​Encontros Biblio​:
Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Florianópolis, v. 16
n. 32, 2011. Disponível em:
http://www.brapci.ufpr.br/documento.php?dd0=0000011135&amp;dd1=62df2. Acesso em:
13 nov. 2015.
OLIVEIRA, Geísa Gaiger de; BERNARDES, Maurício Moreira e Silva. ​O que é
benchmarking?​ ​In​: BERNARDES, Maurício Moreira e Silva; LINDEN, Júlio Carlos
de Souza Van Der (Orgs.). Design em pesquisa. Porto Alegre: Marcavisual, 2017. v.
1, p. 110-125. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/157483. Acesso
em: 11 mar. 2019.
PRABIR, Bagchi K. Logistics benchmarking as a competitive strategy: some insights.
Logistics Information Management​; Bradford,​ v. 10, n . 1, ​p. 28-39, 1997.
Disponível em:
https://doi-org.ez54.periodicos.capes.gov.br/10.1108/09576059710159682. Acesso
em: 16 jul. 2019.

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