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                  <text>Projeto Rodízio de Leitura: o papel da biblioteca escolar no
incentivo à exploração do acervo da biblioteca nas séries iniciais

Gabriela Fernanda Ribeiro Rodrigues (CEMA) - gabyfrr@gmail.com
Resumo:
A biblioteca escolar costuma ser pouco explorada no ambiente escolar mesmo sendo um
espaço que possui diversas possibilidades de uso. O presente relato narra a experiência do ano
inicial do projeto Rodízio de Leitura, realizado no Centro Educacional Maria Auxiliadora, que
visa incentivar os alunos das séries iniciais tanto a leitura quanto a explorar o acervo da
biblioteca. Com encontros mensais na biblioteca, os alunos puderam conhecer diferentes
autores e suas obras. Durante o decorrer do projeto, o aumento de visitas à biblioteca e
empréstimos foi perceptível. Conclui-se que a realização do projeto aproximou a biblioteca da
rotina escolar dos alunos e fez dela um espaço de convivência ativo no qual as crianças se
sentiram acolhidas e familiarizadas por serem capaz de localizar seus livros preferidos.
Palavras-chave: Biblioteca Escolar. Projeto literário. Acervo infantil. Incentivo à Leitura.
Eixo temático: Eixo 11: IV Fórum de Biblioteconomia Escolar: pesquisa e práticas rumo ao
desenvolvimento humano

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�Introdução
A biblioteca é um espaço que exerce um papel importante no ambiente
escolar, no entanto por muitas vezes não tem seu potencial explorado da melhor
forma e acaba se tornando um ambiente secundário e de pouca importância
dentro do contexto escolar. Existe uma cultura que tende a enxergar a biblioteca
escolar apenas como um local onde são depositados os livros e essa visão por
vezes não permite a integração devida da biblioteca como um instrumento de
ensino como indica Lourenço Filho,
Ensino e biblioteca são instrumentos complementares [...] ensino e
biblioteca não se excluem, completam-se. Uma escola sem biblioteca é
um instrumento imperfeito. A biblioteca sem ensino, ou seja, sem a
tentativa de estimular, coordenar e organizar a leitura, será, por seu lado,
instrumento vago e incerto (LOURENÇO FILHO, 1944 apud SILVA, 1999,
p. 67).

E também traz prejuízos para toda a comunidade escolar como afirmam
Amato e Garcia (1998),
Não se pode alienar a biblioteca do processo educativo, sem prejuízo
para todos os interessados: o professor, que perde um grande aliado em
termos de apoio técnico-pedagógico; o bibliotecário ou responsável, que
vê seus esforços se perderem no vácuo das “impossibilidades” e,
principalmente, os alunos que deixam de ter um grande instrumento de
auxílio nas tarefas escolares e na formação de uma visão crítica
(AMATO; GARCIA, 1998, p.14).

Nota-se que há muito tempo há um consenso entre autores da necessidade
de explorar a biblioteca escolar garantindo a sua participação no processo de
educação-aprendizagem. Processo esse que precisa ocorrer em mão dupla. A
biblioteca dentro da escola há de servir para além da leitura, mas também como
um espaço de convivência e aprendizagem que quando realiza uma parceria com
os professores passa a existir como um apoio às práticas pedagógicas realizadas
fora da sala de aula.
Está comprovado, que bibliotecários e professores, ao trabalharem em
conjunto, influenciam o desempenho dos estudantes para o alcance de
maior nível de literacia na leitura e escrita, aprendizagem, resolução de
problemas, uso da informação e das tecnologias de comunicação e
informação (IFLA, 1999, p. 69).

Dentre as atividades que podem ser oferecidas pela biblioteca, colaborando
com o desenvolvimento do seu usuário, no caso o aluno, estão oficinas de
iniciação científica, de leitura e produção de texto, contação de histórias dentre
outras que visam na formação do aluno não apenas como um futuro usuário, mas
também como um leitor crítico. O acervo da biblioteca deve ser explorado pelos
alunos, os apresentando às diversas possibilidades por meio da literatura e o ato
de contar histórias para as crianças nesse primeiro contato com a biblioteca é uma
ponte que facilita no seu processo de familiarização com o ambiente, além de ser
“importante para a formação de qualquer criança ouvir [...] histórias. Escutá-las é o

�início da aprendizagem para ser um leitor, e ser leitor é ter um caminho
absolutamente infinito de descoberta e de compreensão do mundo”
(ABRAMOVICH, 1989, p. 16).
E aliando leitura, reconhecimento e ambientação do espaço que, por meio
de um projeto de contação de histórias e apresentação de autores que a biblioteca
do Centro Educacional Maria Auxiliadora, em Brasília, introduziu na rotina de seus
alunos, o estímulo a desenvolver o hábito de frequentar e explorar o acervo da
biblioteca. Hurtado afirma que “nunca é demasiadamente cedo para se iniciar no
uso das bibliotecas, e se isso for ensinado nas escolas melhorar-se-á a educação
das crianças e a sua capacidade para continuar servindo-se das fontes de
informação durante o resto dos seus dias” (HURTADO, 1981, p.20 apud SILVA,
1999, p.69).
O projeto aqui relatado foi nomeado Rodízio de histórias, em parceria entre
a biblioteca do Centro Educacional Maria Auxiliadora e as professoras da
Educação Infantil e Ensino Fundamental I, maternal ao 5º ano, totalizando 10
turmas envolvidas no projeto. O seu objetivo era apresentar um autor de literatura
infantil diferente a cada mês e incentivar as visitas à biblioteca para que os alunos
pudessem descobrir mais sobre as obras do autor do mês explorando o acervo. A
realização do projeto desde a educação infantil foi decidida por haver o
entendimento em comum da importância das crianças mais novas vivenciarem
esse momento, pois como afirmam Sandroni e Machado (1991, p.31),
[...] as crianças deveriam frequentar a biblioteca desde cedo, iniciando
um contato agradável com os livros ilustrados [...] Poderiam se portar na
biblioteca como quisessem, ficar sentadas ou deitadas, isto é, na posição
que preferissem: importaria apenas o hábito que começa, o manuseio do
livro que inicia”.

Daí a importância de realizar o trabalho com todas as turmas das séries
iniciais. Em seguida é descrito como ocorreu o projeto, sua dinâmica, os autores
trabalhados, as atividades desenvolvidas e os resultados da parceria entre
biblioteca e as atividades pedagógicas.
Relato da experiência
O projeto Rodízio de Histórias foi realizado em parceria com a bibliotecária
e professoras da Educação Infantil e Ensino Fundamental I, no período entre
março e dezembro de 2017. Os encontros aconteciam uma vez ao mês no espaço
da biblioteca e eram programados com antecedência para se encaixarem a
programação letiva de cada turma.
Participaram do projeto dez turmas sendo cinco do turno matutino e cinco
do turno vespertino, respectivamente, Maternal (2 anos), Infantil I (3 anos), Infantil
II (4 anos), Infantil III (5 anos), 1º ano (6 anos) , 2º ano (7 anos), 3º ano (8 anos) ,
4º ano (9 anos) e 5º ano (10 anos). Participavam uma turma por encontro com
duração aproximada de 50 minutos. A programação do momento do conto e das
atividades subsequentes era planejada de forma diferenciada levando em
consideração a faixa etária dos alunos e respeitando o processo de aprendizagem
em que se encontrava a turma.

�Para os alunos das turmas Maternal, Infantil I e Infantil II acontecia a hora
do conto da história seguida de uma atividade de colorir ou de colagem. O
momento dos alunos das turmas Infantil III e 1º ano ocorria na mesma dinâmica,
acrescido de uma breve apresentação do autor e ilustrador do livro. Já com as
turmas do 2º ano ao 5º, além do momento da contação, a apresentação do autor
era um pouco mais aprofundada com fatos marcantes de sua biografia,
apresentação do ilustrador e as atividades após esse momento incluíam breves
produções de texto e/ou ilustração. Todas essas apresentações eram realizadas
no espaço preparado na biblioteca e contava com a exposição de outros livros do
autor trabalhado para que os alunos pudessem visualizar a constituição da obra
do mesmo.
Após o momento da leitura e da realização da atividade proposta, os alunos
utilizavam o tempo restante para folhear os outros títulos do autor trabalhado.
Durante o mês corrente as obras do autor ficavam expostas em um local do
acervo de fácil acesso aos alunos, para facilitar seu manuseio. As atividades
realizadas pelos alunos também ficavam expostos juntamente com as informações
e a obra do autor trabalhado.
A seleção de autores foi baseada em datas comemorativas importantes
para o calendário escolar como o Dia do Livro Infantil, autores tradicionalmente
reconhecidos por suas obras na literatura infantil como Ruth Rocha e outros
gêneros literários infantis como histórias em quadrinho e poesias. Alguns desses
autores também faziam parte dos autores trabalhados em sala de aula. Ao longo
dos meses foram trabalhados os seguintes autores respectivamente:
•
•
•
•
•
•
•

Maurício de Souza;
Monteiro Lobato;
Tatiana Belinky;
Eva Furnari;
Ingrid Bellinghausen;
Ruth Rocha;
Vinícius de Moraes e Cecília Meireles.

As atividades realizadas com as turmas da Educação Infantil e do 1º ano
envolveram colagem e colorir elementos presentes nas obras de Maurício de
Souza, Tatiana Belinky, Eva Furnari e Ingrid Bellinghausen. Utilizando a técnica de
pintura com as mãos foram confeccionados cartazes dos personagens do Sítio do
Picapau Amarelo para ilustrar a obra de Monteiro Lobato. Com a obra de Ruth
Rocha foi produzida tintas caseiras. Por divergências de datas no calendário
escolar, com as obras de Vinícius de Moraes e Cecília Meireles, não houve
atividades.
Com as turmas do 2º ano ao 5º ano do Ensino Fundamental as atividades
realizadas foram oficina de produção de histórias em quadradinhos para a obra de
Maurício de Souza; oficina de confecção de máscaras dos personagens do Sítio
do Picapau Amarelo; uma produção de texto para a leitura de Tatiana Belinky;
uma atividade de recorte e colagem para a obra de Ingrid Bellinghausen e por fim

�uma oficina de origamis para o momento das poesias. Igualmente, por razões de
atividades acadêmicas, não houve atividade para a obra de Ruth Rocha.
Nesses dois momentos em que não houve atividades sobre os poetas e
sobre Ruth Rocha, ainda aconteceu a interação dos alunos com autores aos quais
eles não foram apresentados durante as atividades, pois dada a dinâmica de
apresentação da exposição do cartaz contendo informações dos autores, suas
obras e dos trabalhos realizados por outros alunos havia a possibilidade do aluno
em sua autonomia ter um momento com todas essas informações.
O ambiente preparado para o momento da leitura da história era constituído
de tapetes de EVA para que os alunos mais novos pudessem se acomodar e na
parede havia uma estrutura para posicionar os livros de forma faceada para os
alunos, para que houvesse uma interação visual entre eles. Como citado
anteriormente, a atividade ocorria na seguia ordem, apresentação do autor e sua
obra, leitura da história, orientação para a atividade e a realização dela pelos
alunos. Ao final, todos os trabalhos eram entregues a bibliotecária, que ao
completar os encontros com todas as turmas, preparava a exposição destas junto
aos livros do autor trabalhado, permanecendo até a data dos encontros seguintes.
Por fim, os livros voltavam ao seu local no acervo.
Ao decorrer do prazo dessa exposição os alunos tinham a oportunidade de
interagir e manipular esses livros no horário do recreio e também no horário
contrário ao seu de aula. Pode-se observar que o número de visitantes durante o
período de realização dos encontros aumentava pelas seguintes razões: os alunos
retornavam para ler o livro que havia sido lido em leitura compartilhada, havia uma
preferência pela oportunidade de ler sozinho o livro. Havia também a comparação
entre as atividades realizadas pelos alunos, também como um levava o outro para
poder mostrar a sua tarefa e conhecer a dos colegas. E a principal e mais
importante, os alunos voltavam para ler durante o recreio aquelas outras obras
escrita pelo autor que permaneciam expostas. E no momento que estas voltavam
as estantes os alunos iam a sua procura e essa iniciativa deles os fazia começar a
se localizar no acervo.
Pode-se notar que os alunos interagiram bem tanto com as leituras quanto
com as atividades, participando ativamente com questionamentos sobre outros
elementos do livro, como o papel do ilustrador, fazendo ligações com histórias
similares. Foi observado, ainda, que houve aumento no número de empréstimos
domiciliares com os livros dos autores trabalhados entre o ano corrente e o ano
seguinte. Enquanto em 2017, no ano corrente do projeto, o número somado de
todos os autores trabalhados foi de 28 empréstimos, no ano de 2018 o número
desses mesmos autores chegou a 47 empréstimos.
No ano de 2018 o projeto seguiu com algumas alterações devido às
atividades escolares e foi interrompido antes de sua culminância no final do ano,
mas sem prejuízos a sua continuação no ano de 2019.
Considerações Finais ou Conclusões
O projeto Rodízio de histórias propiciou aos alunos a oportunidade não
apenas de desenvolver o hábito da leitura e seu gosto pela mesma. Possibilitou
aos alunos aprofundar seus conhecimentos sobre os autores, localizar-se dentro
do espaço da biblioteca, explorar o acervo e iniciar sua formação como um usuário

�ao despertar sua curiosidade sobre a obra dos autores, cumprindo seu papel de
oferecer “[...] serviços de apoio à aprendizagem e livros aos membros da
comunidade escolar, oferecendo-lhes a possibilidade de se tornarem pensadores
críticos e efetivos usuários da informação [...]” (IFLA, 1999).
Além do mais, a sua realização aproximou a biblioteca da rotina escolar dos
alunos, fez dela um espaço de convivência ativo no qual as crianças se sentem
acolhidas e familiarizadas por serem capaz de localizar seus livros preferidos, pois
é fundamental que elas desenvolvam o hábito e o prazer da leitura, porém é
importante também que elas saibam aonde buscar.
Referências:
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura infantil: gostosuras e bobices. São Paulo:
Scipione, 1989.
AMATO, Mirian; GARCIA, Neise. A biblioteca na escola. In: GARCIA, Edson
Gabriel. Biblioteca escolar: estrutura e funcionamento. 2. ed. São Paulo: Loyola,
1998. p.9-24.
INTERNATIONAL FEDERATION OF LIBRARY ASSOCIATION (IFLA). UNITED
NATIONS EDUCATIONAL, SCIENTIFIC AND CULTURAL ORGANIZATION
(UNESCO). Manifesto IFLA/UNESCO para biblioteca escolar. 1999. Disponível
em:
https://www.ifla.org/publications/ifla-unesco-school-library-manifesto-1999.
Acesso em 08 mar. 2019.
SANDRONI, Laura; MACHADO, Luiz. A criança e o livro: guia prático de estímulo
à leitura. São Paulo: Ática, 1991.
SILVA, Waldeck Carneiro. Miséria da biblioteca escolar. 2. ed. São Paulo:
Cortez. 1999.

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