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                  <text>PERFIL E ATUAÇÃO DOS PROFISSIONAIS NAS BIBLIOTECAS
ESCOLARES MUNICIPAIS E ESTADUAIS DE CHAPECÓ

Orestes Trevisol Neto (UDESC) - orestes_tn@hotmail.com
Resumo:
Caracteriza o perfil dos profissionais que atuam nas bibliotecas escolares do ensino
fundamental do município de Chapecó-SC. A pesquisa caracteriza-se como exploratória e
descritiva, com uma abordagem mista e utiliza a técnica de pesquisa bibliográfica. Para a
coleta dos dados foi elaborado um formulário composto de dezesseis perguntas, sendo três
abertas, dez fechadas e três de múltiplas escolhas. O formulário foi aplicado por meio de visita
in loco, com as profissionais que atuam nas bibliotecas escolares. Verificou-se que a maioria
das profissionais atuam em cargos públicos efetivos e possuem ensino médio, graduação e
especialização. São mulheres com faixa etária de mais de 40 anos que exercem a função na
biblioteca há mais de três anos. As profissionais gostam de exercer a função na biblioteca,
mesmo havendo limitações físicas, de recursos e ausência de orientação para realização das
atividades que lhe competem.
Palavras-chave: Biblioteca Escolar. Bibliotecário. Chapecó
Eixo temático: Eixo 11: IV Fórum de Biblioteconomia Escolar: pesquisa e práticas rumo ao
desenvolvimento humano

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�XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.
PERFIL E ATUAÇÃO DOS PROFISSIONAIS NAS
BIBLIOTECAS ESCOLARES MUNICIPAIS E
ESTADUAIS DE CHAPECÓ

Resumo: Caracteriza o perfil dos profissionais que atuam nas bibliotecas
escolares do ensino fundamental do município de Chapecó-SC. A pesquisa
caracteriza-se como exploratória e descritiva, com uma abordagem mista e utiliza
a técnica de pesquisa bibliográfica. Para a coleta dos dados foi elaborado um
formulário composto de dezesseis perguntas, sendo três abertas, dez fechadas e
três de múltiplas escolhas. O formulário foi aplicado por meio de visita in loco, com
as profissionais que atuam nas bibliotecas escolares. Verificou-se que a maioria
das profissionais atuam em cargos públicos efetivos e possuem ensino médio,
graduação e especialização. São mulheres com faixa etária de mais de 40 anos
que exercem a função na biblioteca há mais de três anos. As profissionais gostam
de exercer a função na biblioteca, mesmo havendo limitações físicas, de recursos
e ausência de orientação para realização das atividades que lhe competem.
Palavras-chave: Biblioteca Escolar. Bibliotecário. Chapecó.
Videografia: ( ) Sim (x) Não
Eixo Temático: Fórum de Bibliotecas escolares
INTRODUÇÃO
Observa-se o desconhecimento por parte da sociedade acerca da função
da biblioteca escolar, confundida com uma sala de leitura, sem um profissional
habilitado ou comprometido com sua gestão. Na visão de Campello (2015, p. 5-6):
A ausência de um profissional especializado para assumir a
responsabilidade pela biblioteca traz diversas consequências, desde a
desativação do espaço, passando pela limitação de horário de
atendimento até a precariedade dos serviços oferecidos.

A realidade das bibliotecas escolares no Brasil está distante do modelo
ideal, considerando o Manifesto da IFLA (Federação Internacional de Associações
e Instituições Bibliotecárias) e a Lei 12.244/10 promulgada em 24 de maio de
2010, que dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de
ensino do País sendo públicas e privadas, respeitando a profissão de bibliotecário.

�Diante do exposto, a pesquisa procura responder: Quem são os
profissionais que atuam nas bibliotecas escolares municipais e estaduais do
ensino fundamental do município de Chapecó-SC?
Como objetivo geral propõe-se caracterizar o perfil dos profissionais que
atuam nas bibliotecas escolares do ensino fundamental do município de ChapecóSC. Como objetivos específicos foram definidos: a) Identificar os profissionais que
atuam nas bibliotecas escolares; b) Identificar a formação, gênero e tempo de
atuação dos profissionais que atuam nas bibliotecas escolares; c) Descrever as
atividades desenvolvidas pelos profissionais nas bibliotecas escolares.
Supõe-se que, na ausência do bibliotecário, outros profissionais assumem
posição de mediador da informação, cabendo a eles contribuir no processo de
ensino e aprendizagem e instigar o gosto pela leitura e pesquisa.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A pesquisa caracteriza-se como exploratória e descritiva, com uma
abordagem mista e utiliza a técnica de pesquisa bibliográfica. Para a coleta dos
dados foi elaborado um formulário composto de dezesseis perguntas, sendo três
abertas, dez fechadas e três de múltiplas escolhas. O formulário foi aplicado por
meio de visita in loco, com os profissionais que atuam nas bibliotecas escolares. O
universo da pesquisa é composto pelas escolas municipais e estaduais do
município de Chapecó-SC, tomando como amostra do estudo cinco escolas
municipais e cinco escolas estaduais que possuem bibliotecas. As escolas da
amostra possuem cada uma, mais de quinhentos alunos do ensino fundamental.
RESULTADOS
Os participantes da pesquisa, no total de nove, são todos do gênero
feminino, com variação de idade e tempo de atuação na biblioteca escolar. Duas
profissionais possuem menos de um ano de atuação, sendo uma menor de 20
anos (estagiária) e outra entre 41 e 50 anos (professora readaptada). Uma
profissional possui entre um e dois anos de atuação, com idade entre 21 e 30
anos (estagiária). Duas profissionais possuem entre três e quatro anos de
atuação, uma com idade entre 41 e 50 anos (professora ACT) e outra com mais
de 51 anos (professora readaptada). Quatro profissionais possuem mais de cinco
anos de atuação, duas com mais de 51 anos (professoras readaptadas), uma
orientadora efetiva entre 41 e 50 anos e uma auxiliar de serviços internos
(limpeza) com idade entre 31 e 40 anos.
No aspecto relacionado à formação e vínculo dessas profissionais, sete são
efetivas e com diferentes formações, cinco são professoras readaptadas por
motivo de doença, todos efetivas, com graduações em: Pedagogia, Séries Iniciais,
Educação Física e Licenciatura Plena, sendo três com especializações em
Alfabetização, Educação Especial e Psicopedagogia. Uma das profissionais
possui cargo efetivo de Orientadora Educacional, com especialização em
Educação Infantil e assumiu a função na biblioteca por não haver mais o cargo de
orientadora na escola. A outra profissional efetiva possui ensino médio, tendo

�como cargo Auxiliar de Serviços Internos (limpeza), estando no momento
readaptado na biblioteca por motivos de doença.
Duas estagiárias são profissionais contratadas que cursam ensino superior,
sendo uma em Letras e outra Pedagogia. Uma Assistente Administrativo,
contratada em caráter temporário, é graduada em Letras com especialização em
Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa e Estrangeira.
Esses dados reforçam a pesquisa de Campello (2015), a qual descreve que
os responsáveis pelas bibliotecas escolares são, na maioria, professores
readaptados, sem orientação para desempenhar a função. Em alguns casos
trazem como consequências o mau uso do espaço e acervo, limitação de horários,
precariedade dos serviços e até a desativação da biblioteca escolar.
Conforme Paula e Ohira (2017), a falta de bibliotecários prevalece no
ambiente das bibliotecas escolares municipais e estaduais, sendo as funções de
bibliotecários ocupadas por professores readaptados, estagiários e servidores de
outros cargos.
Quando questionados se gostam de trabalhar nas bibliotecas, as respostas
foram unânime e todas responderam que gostam de desempenhar a função. No
entanto, gostariam de realizar alguma capacitação ou curso para atuar na
biblioteca, relacionados as técnicas de registro e organização de acervo, visto que
sentem falta de orientação para organizar os livros e registrar a entrada dos
mesmos na biblioteca. Apenas duas profissionais responderam que tiveram
alguma orientação para atuar na biblioteca.
Quando questionadas se gostam de ler, todas responderam que sim e já
leram mais de quatro livros neste ano, sendo que uma delas chegou a ler onze
livros. O gosto pela leitura favorece a missão de instigar esse comportamento nos
alunos que frequentam a biblioteca, sendo possível desenvolver várias ações
como contação de histórias, biblioterapia, atividades lúdicas, dramatizações,
teatro, filmes, etc. Nesse sentido, Bicheri e Almeida Júnior (2013, p. 48) apontam
que “Um dos requisitos é ser leitor e dar testemunho disso aos alunos; não só
disponibilizar leitura aos seus usuários, mas também propor-lhes leituras.”
Nas atividades diárias desempenhadas por essas profissionais, destaca-se
o empréstimo de livros, conforme os relatos a seguir: “Todos os dias faço troca de
livros com diversas turmas da escola. [...] do primeiro ao nono ano, possuem um
horário para realizar a troca.”(PROF. M. 4); “[... ] todos os dias tem troca de livros
das turmas.” (PROF. E. 1); “[...] os alunos vem devolver e levar outro livro.”
(PROF. E. 2)
Outro ponto em comum para todas as profissionais é a organização do
espaço e do acervo. Na percepção das profissionais, esse aspecto é o mais
preocupante, pois as crianças desorganizam os livros quando estão escolhendo,
principalmente as turmas de 1º ao 5º ano que gostam de livros ilustrados e
precisam folhear os livros antes de escolherem qual levar. De acordo com as
profissionais: “Chego cedo e organizo o espaço e os livros.” (PROF. M. 3); “[...]
procuro manter organizado os livros, mas, eles reviram tudo.” (PROF. M. 1) “[...]
para os pequenos eu deixo em cima das mesas [os livros], para facilitar que eles
olhem e escolham. Fica mais fácil pra eles.” (PROF. E. 4); “[...] essa estante eu
organizo só para os pequenos, porque se eu deixar na outra estante, eles não se

�acham. Assim fica fácil para eles verem, é mais baixinha. Os grandes já sabem.”
(PROF. E. 2)
Outra questão apontada é o cadastro de livros. Nas bibliotecas escolares
estaduais esse registro é feito no sistema próprio, adquirido pela própria unidade
escolar. Trata-se de um sistema que abrange cadastros e confecção de carteirinha
dos estudantes na biblioteca, catalogação do acervo, empréstimos e devoluções
com códigos de barras e leitor óptico. Nas bibliotecas escolares municipais, o
registro dos livros acontece em um livro tombo e para o empréstimo é feita uma
anotação em um caderno ou apostila organizada por turma.
Algumas profissionais realizam, em suas atividades diárias, leitura com
alunos (3), restauração de livros (3), leitura no recreio (1), limpeza do espaço (2),
ficha de leitura (1), ajuda na confecção de cartazes, painéis e murais, sacola
literária (1).
Em relação aos serviços ofertados nas bibliotecas, nove profissionais
apontaram: orientação para pesquisa e tarefas escolares, empréstimo domiciliar
dos materiais, consulta local dos materiais; sete profissionais apontaram: espaço
para descanso e lazer; três profissionais apontaram a disponibilização de
Datashow; duas profissionais apontaram o serviço de scanner; e uma profissional
apontou a brinquedoteca. Nenhuma das profissionais indicou a disponibilização de
Wi-fi e página Web para os alunos.
Campello (2015) descreve que os serviços mais ofertados nas bibliotecas
escolares são a consulta local de material bibliográfico, o empréstimo domiciliar,
sendo rotineiro e sem envolvimento dos professores, não havendo programas e
serviços pertinentes ao ensino-aprendizagem.
As dificuldades mais apontadas pelas profissionais que atuam nas
bibliotecas escolares municipais foram o espaço limitado. Nas bibliotecas
estaduais a maior dificuldade apontada foi o pouco incentivo para o uso da
biblioteca.
Destacam-se, também, nas falas dessas profissionais a não renovação do
acervo, acervo limitado, equipamentos obsoletos, sobrecarga de tarefas, serviços
de limpeza, limitações físicas, falta de conhecimento e orientação para novas
funções e falta de capacitação para o serviço de registro (catalogação) e
organização do acervo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
De acordo com os dados coletados, verificou-se que a maioria das
profissionais atuam em cargos públicos efetivos e possuem ensino médio,
graduação e especialização. São mulheres com faixa etária de mais de 40 anos
que exercem a função na biblioteca a mais de três anos. As profissionais gostam
de exercer a função na biblioteca, mesmo havendo limitações físicas, de recursos
e ausência de orientação para realização das atividades que lhe competem.
Os resultados obtidos evidenciam que a Lei 12.244/10 e as Diretrizes da
IFLA não estão sendo cumpridas por parte dos órgãos responsáveis, tanto ao que
se refere à biblioteca escolar quanto ao profissional Bibliotecário.
Nesse sentido, é imprescindível que os órgãos competentes e responsáveis
pela biblioteca escolar, no caso o Estado e o Município, criem o cargo de

�Bibliotecário e o incluam junto com a biblioteca escolar no Projeto Político
Pedagógico Escolar, tornando-os parte estrutural, pedagógica, cultural e
informacional de ensino e aprendizagem.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Lei nº 12.244 de 25 de maio de 2010. Dispões sobre a universalização
das bibliotecas nas instituições de ensino do País. Diário Oficial da República
Federativa do Brasil, Brasília, DF, 24 maio 2010. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12244.htm. Acesso
em: 6 ago. 2018.
BICHERI, A. L.; ALMEIDA JÚNIOR, O. Bibliotecário escolar: um mediador de
leitura. Biblioteca Escolar em Revista, Ribeirão Preto; v. 2, n. 1, p. 41-54, 2013.
Disponível em: https://www.revistas.usp.br/berev/article/view/106585. Acesso em:
07 dez. 2018.
CAMPELLO, B. S. Bibliotecas escolares e Biblioteconomia escolar no Brasil.
Biblioteca Escolar em Revista, Ribeirão Preto; v. 4, n. 1, p. 1-25. 2015.
Disponível em: http://www.revistas.usp.br/berev/article/view/106613/105207.
Acesso em: 10 set. 2018.
PAULA, V. C.; OHIRA, M. L. B. Diagnóstico das bibliotecas escolares de nove
municípios de Santa Catarina: dados preliminares. Revista Brasileira de
Biblioteconomia e Documentação, v. 13, p. 944-959, 2017. Disponível em:
http://www.brapci.inf.br/index.php/res/v/2093. Acesso em: 07 dez. 2018.

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