<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="2995" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/2995?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-07T18:27:42-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="2077">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/24/2995/2029-2046-1-PB.pdf</src>
      <authentication>b6a1c93cb2c0a04f0b9f2d7c4c34b87c</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="34889">
                  <text>Despertando a curiosidade: a experiência de readequar uma
Biblioteca escolar

Zillanda Rodrigues Teixeira Rodrigues Stein (UNIR) - zillandateixeira@gmail.com
Marcos Leandro Freitas Hubner (UNIR) - marcos.hubner@unir.br
Jussara Santos Pimenta (UNIR) - jussara.pimenta@unir.br
Resumo:
O trabalho apresenta um relato de experiência desenvolvido pelos integrantes do MNEMOS Grupo de Estudo Interdisciplinares em Educação, História e Memória e sua participação na
Jornada pela Biblioteca 2018, uma ação do Instituto Um Pé de Biblioteca. Descreve as
atividades e os critérios estabelecidos pelo concurso, necessários para conquistar o prêmio,
que foi entregue a uma escola da rede municipal de Porto Velho (RO). Tem como lente teórica
de análise os trabalhos de Freire (1981) e Kulthau (1998) e Fortunato (2018). Como
metodologia optou-se pelo Relato de Experiência pois demonstra como a experiência é um dos
mais importantes meios de se colocar a educação em evidência e para pensar sobre, na, com e
para a própria educação, com o intuito de renová-la. Além disso, permite a análise da própria
experiência vivenciada e partilha-se com a finalidade de apresentar elementos suficientes para
que outros pesquisadores, em situações análogas, possam refletir e encontrar saídas saudáveis
para suas próprias circunstâncias. A partir de nossa jornada em busca de uma biblioteca
escolar pudemos vivenciar a realidade de uma comunidade e proporcionou passar de
observadores a protagonistas. Esperamos que o nosso relato de experiência venha a instigar
professores, gestores para um olhar crítico em relação à BE solidificando sua utilização nos
espaços escolares. Por meio das pesquisas, do aporte teórico que nos orientou, constatamos o
quão necessário é uma biblioteca escolar estruturada e organizada, engajada em dinamizar
seu papel fundante.
Palavras-chave: Jornada pela Biblioteca 2018. Biblioteca escolar. Relato de Experiência.
Eixo temático: Eixo 11: IV Fórum de Biblioteconomia Escolar: pesquisa e práticas rumo ao
desenvolvimento humano

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�RESUMO:
O trabalho apresenta um relato de experiência desenvolvido pelos integrantes do
MNEMOS - Grupo de Estudo Interdisciplinares em Educação, História e Memória e
sua participação na Jornada pela Biblioteca 2018, uma ação do Instituto Um Pé de
Biblioteca. Descreve as atividades e os critérios estabelecidos pelo concurso,
necessários para conquistar o prêmio, que foi entregue a uma escola da rede
municipal de Porto Velho (RO). Tem como lente teórica de análise os trabalhos de
Freire (1981) e Kulthau (1998) e Fortunato (2018). Como metodologia optou-se pelo
Relato de Experiência pois demonstra como a experiência é um dos mais importantes
meios de se colocar a educação em evidência e para pensar sobre, na, com e para a
própria educação, com o intuito de renová-la. Além disso, permite a análise da própria
experiência vivenciada e partilha-se com a finalidade de apresentar elementos
suficientes para que outros pesquisadores, em situações análogas, possam refletir e
encontrar saídas saudáveis para suas próprias circunstâncias. A partir de nossa
jornada em busca de uma biblioteca escolar pudemos vivenciar a realidade de uma
comunidade e proporcionou passar de observadores a protagonistas. Esperamos que
o nosso relato de experiência venha a instigar professores, gestores para um olhar
crítico em relação à BE solidificando sua utilização nos espaços escolares. Por meio
das pesquisas, do aporte teórico que nos orientou, constatamos o quão necessário é
uma biblioteca escolar estruturada e organizada engajada em dinamizar seu papel
fundante.
INTRODUÇÃO
O presente trabalho consiste em um relato de experiência desenvolvido
pelos integrantes do MNEMOS - Grupo de Estudo Interdisciplinares em Educação,
História e Memória e sua participação na “Jornada pela Biblioteca 2018”, uma ação
do Instituto Um Pé de Biblioteca. Tem como finalidade descrever as atividades e
os critérios estabelecidos pelo concurso, necessários para conquistar o prêmio, que
consistia em materiais para compor uma biblioteca escolar em sua estrutura, que foi
entregue a uma escola da rede municipal de Porto Velho (RO). Temos como
propósito contribuir para um olhar mais crítico em relação à biblioteca dentro das
instituições escolares e o quanto este espaço de aprendizagem é necessário e
importante na formação dos sujeitos.
O trabalho desenvolvido tem como lente teórica de análise os trabalhos de
Freire (1981) e Kulthau (1999). Esta afirma que é necessário atentar para as três
responsabilidades básicas da educação em uma sociedade democrática que são:
“preparar o estudante para o mercado de trabalho, para exercer a cidadania e para
a vida cotidiana” (p. 6). Já Freire (1981) alerta para que essa educação não
seja bancária, mas que promova no estudante a capacidade de ser crítico. A
educação bancária, mata “nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a
criatividade. Sua ‘disciplina’ “é a disciplina para a ingenuidade em face do texto,
não para a indispensável criticidade” (p. 6). Sob essa ótica, cabe à biblioteca escolar
e aos que a promovem cuidar para que seja um local onde o estudante se sinta
“desafiado pelo texto em sua totalidade” e se “apropriar-se de sua significação
profunda” (FREIRE, 1981, p. 8).

1

�METODOLOGIA
Optamos pelo Relato de Experiência, pois como afirma Fortunato (2018), é
uma metodologia onde se pretende “demonstrar como a experiência é um dos
mais importantes (...) meios de se colocar a educação em evidência para (...) pensar
sobre, na, com e para a própria educação, com o intuito de renová-la” (p. 37).
Com essa opção metodológica se analisa a própria experiência vivenciada e
partilha-se com a finalidade de “apresentar elementos suficientes para que outros,
em situações análogas, possam refletir e encontrar saídas saudáveis para suas
próprias circunstâncias” (FORTUNATO, 2018, p. 41).
Procuramos seguir as orientações do autor procurando seguir “os nove
elementos para a condução de uma pesquisa educacional com a contribuição
do relato de experiência”, quais sejam: (1) antecedentes; (2) local; (3) motivo; (4)
agente(s); (5) envolvidos; (6) epistemologia para ação; (7) planejamento; (8)
execução; e (9) análise por uma lente teórica (p. 45). Apesar da falta de espaço
para a análise das ações desenvolvidas, o trabalho aponta que o “relato de
experiência deve ser considerado um método de pesquisa em educação” e que
sua condução “não é mera descrição” (p. 45). Sendo assim, os elementos
constituem apenas “um roteiro, um balizador, uma sugestão, uma ideia inicial (...)
que não deve ser seguido sem que haja profunda reflexão sobre o método
proposto (...) que “vale, obviamente, para qualquer método de pesquisa” (p. 49).
RESULTADOS PARCIAIS
Em contato com leituras que evidenciavam a importância de uma escola
produtiva, rica em conhecimento, essencial para a formação de um sujeito crítico,
constatamos o quanto é difícil pensar em uma escola e não pensar na biblioteca
escolar, ou seja, é imprescindível que ambas atuem articuladamente com o objetivo
de formar estudantes críticos. Para Kuhlthau (2006, p. 144) “a integração do
programa da biblioteca com os conteúdos curriculares compensa o esforço de
ambos, bibliotecário e professor”, nesse sentido cabe reforçar o trabalho
pedagógico em conjunto. Com todos os integrantes do grupo de pesquisa, fizemos
um levantamento de dados de todas as escolas do perímetro urbano da rede
municipal de Porto Velho. A partir desse levantamento, fomos a campo para
compreender como estas estavam funcionando e se garantiam uma estrutura
adequada às práticas e rotinas diárias.
No levantamento pelo Censo Escolar 47 escolas têm a BE em pleno
funcionamento, porém a partir das investigações a campo, foram identificadas
apenas 06 escolas com biblioteca em funcionamento. Compreendendo essa
situação, o grupo de pesquisa segue sempre em busca de fomentar a importância
da biblioteca, seja a partir do estudo, análise e discussão de literatura da área, seja
por meio da participação em eventos, promover ações para conscientizar e
auxiliar os atores envolvidos a relevância da biblioteca no espaço escolar. Côrte e
Bandeira (2011, p. 6) afirmam o seguinte, “biblioteca escolar é parte integrante
do processo de ensino-aprendizagem” [...] e “serve de suporte aos programas
educacionais atuando como um centro dinâmico, participando”. É preciso
descontruir essa visão da biblioteca como espaço obsoleto e/ou esquecido e
evidenciar, dinamizar seu papel, revelando as possibilidades que ela oferece para
um ensino de qualidade.
Com essa premissa, o grupo de pesquisa se inscreveu na “Jornada pela
2

�Biblioteca 2018” e foi um dos 10 grupos contemplados em nível nacional. A Escola
João Afro Vieira, da rede municipal, foi a escolhida para se beneficiar deste prêmio,
por ser a única instituição escolar desta localidade e que necessita muito desse
espaço de aprendizagem como mais uma ferramenta importante no processo
de ensino e aprendizagem.
Para concorrer à BE fizemos um projeto e nele apresentamos nossos
objetivos e finalidades e a necessidade de a Escola receber essa nova biblioteca.
Pelo instituto, foram definidos os critérios de participação e um rol de atividades
para serem executadas com as datas limites para entrega. Foram definidas 05
atividades, com pontuação, que a equipe deveria enviar ao instituto. A primeira
consistiu no envio de uma lista com informações sobre os responsáveis da escola e
a equipe de voluntários, dados sobre a biblioteca a ser contemplada (horários de
funcionamento, fotos do local, medidas do espaço), bem como um planejamento da
inauguração da biblioteca a ser executado 30 dias após ganhar e, ainda, um
plano de ação de como manter a biblioteca viva por até 3 anos após a
inauguração. Outra ação desenvolvida foi um mini evento de arrecadação de livros
de literatura infanto-juvenil, divulgado por vias eletrônicas, entrega de panfletos,
divulgação dos postos de arrecadação. Confeccionamos caixas destacando as
parcerias e a nossa intenção. Esse mini evento, foi realizado na UNIR –
Universidade de Rondônia em Porto Velho e em outras instituições de ensino como
o IFRO – Instituto Federal de Rondônia (nos campi da capital e interior), nos quais
os demais pesquisadores participantes são vinculados como professores,
estudantes e bibliotecários e até mesmo no condomínio de uma das participantes.
Fomos à escola João Afro Vieira em diferentes ocasiões, para levantar a real
situação da biblioteca, conversamos com professores, gestores, com total entrega
nas atividades para que juntos pudéssemos viabilizar a conquista do prêmio.
Realizamos vídeos com a comunidade escolar, envolvendo também os alunos
explanando o porquê do grupo merecer receber a biblioteca. Por último foi feito
um croqui da biblioteca, ou seja, um pequeno projeto arquitetônico da biblioteca.
Nessa atividade nos foi solicitado o projeto arquitetônico feito por profissional da
área, para que os avaliadores do instituto Um Pé de Biblioteca tivessem
conhecimento de como poderíamos utilizar o espaço da biblioteca.
A reinauguração do espaço da biblioteca, totalmente remodelada,
conforme pode ser visualizado nas imagens 1, 2 e 3, ocorreu no dia 16 de abril de
2019, em um evento1 solene que contou com a participação dos integrantes do
grupo de pesquisa, de autoridades acadêmicas da Fundação Universidade
Federal de Rondônia, direção da escola e o diretor da Fundação Rondônia de
Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa
do Estado de Rondônia.

1

http://www.unir.br/index.php?pag=noticias&amp;id=26793

3

�Imagens 1, 2 e 3 – Espaço interno da biblioteca

Fonte: Jussara Santos Pimenta

Entre as ações desenvolvidas quando da entrega da biblioteca, destaca-se
a contação de história, a qual contou com o envolvimento dos alunos, conforme
pode ser visualizado nas imagens 4 e 5, bem como dos professores e técnicos da
Escola.

Imagens 4 e 5 – Contação de história

Fonte: Jussara Santos Pimenta

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Por meio das pesquisas, do aporte teórico que nos orientou, constatamos
o quão necessário é uma biblioteca escolar estruturada e organizada, engajada
em dinamizar seu papel fundante. A partir de nossa jornada em busca de uma
biblioteca escolar pudemos vivenciar com mais proximidade a realidade de uma
comunidade que busca oferecer o seu melhor para os alunos. Essa experiência
vivenciada nos fortalece como grupo e como educadores, pois nos proporciona
uma visão maior da importância de sair da zona de conforto e ir a campo, mas
não apenas como observadores e sim como protagonistas. Esperamos que o nosso
relato de experiência venha a instigar professores, gestores para um olhar crítico
em relação à BE solidificando sua utilização nos espaços escolares.
4

�REFERÊNCIAS
CÔRTE, Adelaide Ramos e; BANDEIRA, Suelena Pinto. Biblioteca escolar.
Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2011.
FORTUNATO, Ivan. O relato de experiência como método de pesquisa
educacional. In: FORTUNATO, Ivan, SHIGUNOV NETO, Alexandre (org.).
Método(s) de Pesquisa em Educação. São Paulo: Edições Hipótese, 2018. 100p.
FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade. 5ª ed., Rio de Janeiro, Paz e
Terra. 1981. 149 p. 21cm (O Mundo, Hoje, v. 10).
KUHLTHAU, Carol Collier. O papel da biblioteca escolar no processo de
aprendizagem. In: VIANNA, Márcia Milton; CAMPELLO, Bernadete; MOURA, Victor
Hugo Vieira. Biblioteca escolar: espaço de ação pedagógica. Belo Horizonte:
EB/UFMG, 1999. p. 9-14.
KUHLTHAU, Carol. Como usar a biblioteca na escola: um programa de
atividades para o ensino fundamental. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

FINANCIAMENTO: FAPERO (Fundação Rondônia de Amparo ao Desenvolvimento
das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia).

5

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="24">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26064">
                <text>CBBD - Edição: 28 - Ano: 2019 (Vitória/ES)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26065">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26066">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26067">
                <text>2019</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26068">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26069">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26070">
                <text>Vitória (Espírito Santo)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="34878">
              <text>Despertando a curiosidade: a experiência de readequar uma Biblioteca escolar</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="34879">
              <text>Zillanda Rodrigues Teixeira Rodrigues Stein</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="34880">
              <text>Marcos Leandro Freitas Hubner</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="34881">
              <text>Jussara Santos Pimenta</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="34882">
              <text>Vitória (Espírito Santo)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="34883">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="34884">
              <text>2019</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="34886">
              <text>Eixo 11: IV Fórum de Biblioteconomia Escolar: pesquisa e práticas rumo ao desenvolvimento humano</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="34887">
              <text>O trabalho apresenta um relato de experiência desenvolvido pelos integrantes do MNEMOS - Grupo de Estudo Interdisciplinares em Educação, História e Memória e sua participação na Jornada pela Biblioteca 2018, uma ação do Instituto Um Pé de Biblioteca. Descreve as atividades e os critérios estabelecidos pelo concurso, necessários para conquistar o prêmio, que foi entregue a uma escola da rede municipal de Porto Velho (RO). Tem como lente teórica de análise os trabalhos de Freire (1981) e Kulthau (1998) e Fortunato (2018). Como metodologia optou-se pelo Relato de Experiência pois demonstra como a experiência é um dos mais importantes meios de se colocar a educação em evidência e para pensar sobre, na, com e para a própria educação, com o intuito de renová-la. Além disso, permite a análise da própria experiência vivenciada e partilha-se com a finalidade de apresentar elementos suficientes para que outros pesquisadores, em situações análogas, possam refletir e encontrar saídas saudáveis para suas próprias circunstâncias. A partir de nossa jornada em busca de uma biblioteca escolar pudemos vivenciar a realidade de uma comunidade e proporcionou passar de observadores a protagonistas. Esperamos que o nosso relato de experiência venha a instigar professores, gestores para um olhar crítico em relação à BE solidificando sua utilização nos espaços escolares. Por meio das pesquisas, do aporte teórico que nos orientou, constatamos o quão necessário é uma biblioteca escolar estruturada e organizada, engajada em dinamizar seu papel fundante.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="34888">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66886">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="17">
      <name>cbbd2019</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
