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                  <text>Breve histórico da biblioteca escolar no Brasil
Rosemarilany Barbosa Guida (UFG) - malanyguida@yahoo.com.br
Resumo:
Este trabalho apresenta um recorte da pesquisa realizada pela autora sobre mediação da
leitura na biblioteca escolar, fruto da dissertação de Mestrado em Ensino na Educação Básica
do CEPAE/UFG. Este recorte apresenta um dos capítulos da fundamentação teórica intitulado
História da biblioteca escolar no Brasil, no qual foi feito um apanhado histórico das bibliotecas
escolares no Brasil, com base principalmente nos estudos de Moraes (2006), Silva (2011) e
Milanesi (1993), dentre outros, indo desde a chegada e instalação das primeiras bibliotecas
localizadas nos colégios com os padres Jesuítas, passando pela Biblioteca Real, trazida pela
família real em 1808, até os dias atuais, com leis e projetos que almejam dar a ela mais
suporte legal e estrutural, através de programas desenvolvidos pelo governo federal. Isso
evidencia que a biblioteca escolar passou por diversas situações ao longo de vários anos, e
atualmente continua a buscar a sua valorização e reconhecimento através de leis e projetos.
Quanto ao método de pesquisa utilizado, optou-se pelo levantamento bibliográfico.
Palavras-chave: Biblioteca Escolar – História; Biblioteca Escolar – Brasil; Educação - Brasil
Eixo temático: Eixo 11: IV Fórum de Biblioteconomia Escolar: pesquisa e práticas rumo ao
desenvolvimento humano

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Introdução: Este trabalho apresenta um recorte da pesquisa realizada pela autora
sobre mediação da leitura na biblioteca escolar com alunos do ensino fundamental,
fruto da dissertação de Mestrado em Ensino na Educação Básica1 do Centro de
Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação / UFG. Consideraremos aqui um dos
capítulos da fundamentação teórica, intitulado História da biblioteca escolar no Brasil,
fazendo um apanhado desde a chegada dos jesuítas no Brasil até os últimos projetos,
que buscam, mesmo com todo o descaso que sofre, mostrar o quão ela é importante
para a formação e o desenvolvimento humano e para a promoção da leitura.
História da biblioteca escolar no Brasil: As primeiras bibliotecas brasileiras
surgiram e foram organizadas pelos jesuítas, que trouxeram livros para o Brasil no
período colonial, com o objetivo de evangelizar e catequizar índios e colonos,
conforme Milanesi (1993). No entanto, devido à escassez de obras disponíveis, eles
solicitavam mais livros à corte portuguesa, e assim foram chegando diversos gêneros
para continuar a instrução dos colonos e dos índios e o aperfeiçoamento dos mestres,
como afirma Moraes (2006, p. 7). Com o abastecimento de livros, os jesuítas, ao final
do século XVI, já tinham criado uma biblioteca em cada um de seus colégios, nas
cidades de Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo. Segundo Silva e
Bortolin (2006, p. 39), essas bibliotecas dos colégios e conventos foram as principais
instituições formadoras da elite brasileira daquela época.
Dentre as bibliotecas criadas, destaca-se nesse período a de Salvador, de
acordo com Moraes: “O teto da suntuosa sala é uma das joias da pintura brasileira.
[...] Não há dúvida que lembra as esplêndidas salas que os reis e príncipes europeus
mandavam construir e decorar para instalar seus livros e seus cabinets de curiosités”
(2006, p. 8). Vale ressaltar que desta sala surgiu, em 1811, na cidade de
Salvador/Bahia, a primeira biblioteca pública do Brasil (MILANESI, 1993, p. 25).
Com a expulsão dos jesuítas em 1759 pelo Marquês de Pombal, todos os bens
da igreja foram confiscados, incluindo as bibliotecas e os acervos, salienta Milanesi
(1993). Ainda segundo o autor, após a expulsão e o confisco, as bibliotecas e os seus
acervos foram quase totalmente destruídos. E muito se perdeu, as poucas obras que
restaram foram entregues a um bispo nomeado pelo governo.
1

Guida, Rosemarilany Barbosa. A mediação da leitura literária na biblioteca escolar: uma experiência com alunos
de 5º ano do CEPAE/UFG. 2018. 169f. Dissertação (Mestrado em Educação Básica) – Universidade Federal de
Goiás, Goiânia, 2018. Disponível em: &lt; http://repositorio.bc.ufg.br&gt; Acesso em: 1 de mar. de 2019.

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Com a chegada ao Rio de Janeiro da Família Real e do governo Português em
1808, houve uma mudança na situação das bibliotecas no Brasil. De acordo com Silva
e Bortolin (2006), graças à liberação da imprensa, proibida no Brasil desde o início da
colonização, criou-se a Imprensa Régia para a confecção dos documentos do
governo, como: cartazes, sermões, folhetos e outros mais. Milanesi (1993) também
destaca a liberação da imprensa e a gradativa confecção de títulos:
[...] chegou ao Brasil, nos porões dos navios, a tipografia para a constituição
da imprensa Régia. Até aquela data as oficinas tipográficas estavam
totalmente vetadas por Lisboa. Depois, sob a tutela da Corte, só em 1808
foram editados 37 títulos e até 1822, 1154. (MILANESI, 1993, p. 29)

O rei também trouxe a Biblioteca Real, formada por milhares de livros manuscritos e documentos da coroa -, “era uma livraria rica e versátil, [...] era uma
esplêndida coleção quase toda suntuosamente encadernada em marroquino
vermelho”, descreve Moraes (2006, p. 91). Ainda segundo o autor, tal acervo foi
instalado primeiramente no Hospital da Ordem Terceira do Carmo, na cidade do Rio
de Janeiro, sendo inaugurada em 1811, com cerca de 60.000 volumes. Inicialmente,
a consulta era permitida apenas aos estudiosos, vindo a ser aberta ao público somente
em 1814. Logo após a Independência, foi anexada ao patrimônio público brasileiro e
passou a ser chamada de Biblioteca Nacional.
De acordo com Silva (2011), até os anos de 1870, as poucas bibliotecas
escolares existentes estavam concentradas em escolas privadas e católicas, sendo
associadas ao conceito religioso, porque só existiam em conventos e escolas
religiosas, concepção fruto do período colonial. A essas bibliotecas somente tinham
acesso pessoas com status econômico e social privilegiados.
Já as bibliotecas escolares, próximas às que conhecemos atualmente, surgiram
no país com a implantação das escolas normais, sendo a primeira a “Biblioteca da
Escola Normal Caetano de Campos, em São Paulo, nos anos de 1880” e, em 1894,
foi inaugurada a Biblioteca do Ginásio do Estado da Capital. A partir dos anos de
1930/40, novas bibliotecas escolares foram criadas, de maneira mais significativa,
conforme crescia o número de ginásios estaduais, salienta Válio (1990), o que foi fruto
de reformas educacionais ocorridas na década de 1930. Com a reforma proposta por
Fernando de Azevedo (1927-1930) e Anízio Teixeira (1931-1935), chamada de
“Escola Nova”, a biblioteca escolar ganhou força e legitimidade na educação
brasileira, destaca Silva (2011, p. 7).

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Outro importante momento para a biblioteca escolar no Brasil aconteceu na
década de 1970, quando ocorreu a reforma do ensino de 1º e 2º graus por meio do
PREMEM2. Neste programa, foi explicitado e aprofundado o papel da biblioteca
escolar no ensino. Segundo Polke (1973), os documentos governamentais fazem
menção direta à biblioteca escolar:
As instalações para ciência e para biblioteca, a serem colocadas em cada
escola, são a base para modernização do currículo e do ensino, tanto no que
toca às humanidades como às ciências, e servirão de fonte de recursos
educacionais a um programa bem equilibrado. (PREMEM, p. 8 apud POLKE,
1973, p. 5).

É a partir desta reforma que as bibliotecas escolares passam a ser incluídas
dentro do plano de ensino escolar. No entanto, foram necessários programas de
iniciativa do Estado Brasileiro para que se consolidassem no decorrer dos anos tanto
a distribuição de livros às escolas quanto as construções e adequação de bibliotecas,
algumas ainda precárias no Brasil até os dias de hoje.
Alguns programas e projetos de governo foram implementados ao longo dos
últimos anos para a distribuição e socialização de livros para as bibliotecas escolares,
como os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) - Língua Portuguesa, o Programa
Nacional Biblioteca na Escola (PNBE)3, a Lei 12.224 e o Projeto de Lei do Senado nº
28, de 2015, que instituiu a política nacional de bibliotecas.
Foi com a criação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), e inclusão
em 1997 no PCN de Língua Portuguesa, que a biblioteca passou a ser inserida no
ambiente da escola. Esses documentos a reconhecem como fundamental para o
desenvolvimento do gosto pela leitura e para a formação de leitores competentes:
A escola deve dispor de uma biblioteca em que sejam colocados à disposição
dos alunos, inclusive para empréstimo, textos de gêneros variados, materiais
de consulta nas diversas áreas do conhecimento, almanaques, revistas, entre
outros. (BRASIL, 1998, p. 71).

Já no PNBE criado em 1997, foi feita uma proposta para implantar, ampliar e
atualizar o acervo das bibliotecas de escolas públicas brasileiras. Este programa foi
efetivado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica – FNDE, em
O Programa de Expansão e Melhoria do Ensino - PREMEM – teve como objetivo principal aperfeiçoar o sistema
de ensino de primeiro e segundo graus no Brasil, ano de 1972. Disponível em:
&lt;http://legis.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=199928&gt;. Acesso em: 08 jun. 2018.
3 Programa Nacional de Biblioteca na escola: leitura e bibliotecas nas escolas públicas brasileiras. Disponível em:
&lt;https://www.fnde.gov.br/fndelegis/action/UrlPublicasAction.php?acao=abrirAtoPublico&amp;sgl_tipo=RES&amp;num_ato=
00000007&amp;seq_ato=000&amp;vlr_ano=2009&amp;sgl_orgao=CD/FNDE/MEC&gt;. Acesso: 08 jun. 2018.
2

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parceria com a Secretaria de Educação Básica do ministério da Educação (SOUZA,
2009), e encontra-se vigente até os dias atuais.
No que tange a ações legais, foi discutida e aprovada nos órgãos legislativos
federais, nos últimos anos, a Lei 12.224, de 24 de maio de 2010, que prevê a
universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do país. De acordo com ela,
as instituições de ensino, sejam públicas ou privadas, deverão ter uma biblioteca, e
será obrigatório um acervo de no mínimo um título por aluno matriculado, obrigando o
sistema de ensino a se adequar, como também será responsável pela guarda,
preservação, organização, funcionamento e divulgação da biblioteca, devendo estar
em pleno funcionamento até 2020 (BRASIL, 2010). E o Projeto de Lei do Senado nº
28 de 20154, que institui a Política Nacional de Bibliotecas, propõe a normalização de
alguns conceitos de bibliotecas – pública, especializada, escolar, universitária,
comunitária, especial e nacional, e seus acervos – além de responsabilidades do
Estado para com elas (BRASIL, 2015).
O Método de pesquisa: Para obter estas informações e assim embasar teoricamente
este trabalho, realizamos um levantamento de informações e dados bibliográficos
através de pesquisa em diversos livros, sites, periódicos, dissertações, teses, artigos
de jornais, leis, dentre outros.
Resultados e Discussão: Constatamos, portanto, que, ao longo de vários anos, a
biblioteca escolar passou por diversas situações, desde a sua quase extinção no
período colonial até a criação de leis e projetos que buscam a sua valorização e
reconhecimento. Isso demonstra o desejo de torná-la um local que possa reunir e
disponibilizar os mais diversos materiais e os mais variados gêneros textuais, podendo
fornecer condições para o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos, desde a
infância até a universidade, por meio de um acervo rico e atualizado, capaz de
responder aos questionamentos deles no decorrer de suas atividades de pesquisa e
de leitura. Campello (2008) ressalta que a biblioteca é um ambiente de promoção ao
gosto ou prazer à leitura, através do acesso aos livros, e que a escola precisa
estimular seus alunos a frequentar seu espaço, colaborando para a estima do ato de
ler.
4

Política
Nacional
de
Bibliotecas.
Disponível
em:
getter/documento?dm=587357&amp;disposition=inline&gt;. Acesso em: 08 jun. 2018.

&lt;http://legis.senado.leg.br/sdleg-

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Considerações Finais ou Conclusões: A fim de que a biblioteca possa ser vista e
usufruída como um instrumento de apoio ao aprendizado e desenvolvimento no
ambiente da escola, é preciso que ela seja valorizada, que haja leis que a amparem,
políticas públicas bem definidas, apoio financeiro voltado para a criação e manutenção
de acervo, mobiliário apropriado e espaço adequado, e contratação de pessoal
capacitado, ou seja, o bibliotecário. Por fim, é necessária a colaboração e integração
entre professores e bibliotecários para que, ao elaborarem o programa escolar, os
projetos e atividades incluam também a biblioteca da escola.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Lei nº 12.244, de 24 de maio de 2010. Diário Oficial da União. Brasília, 25
de maio, 2010. Disponível em: &lt;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato20072010/2010/Lei/L12244.htm &gt; Acesso em: 20 abr. 2018.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:
Terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental – língua portuguesa / Secretaria de
Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.
CAMPELLO, Bernadete Santos et al. A biblioteca escolar: temas para uma prática
pedagógica. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
MARCONI, Maria de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Editora Atlas, 2010.
MILANESI, Luís. O que é biblioteca. São Paulo: Editora Brasiliense, 1993.
MORAES, Rubens Borba de. Livros e bibliotecas no Brasil colonial. 2. ed. Brasília,
DF: Briquet de Lemos/Livros, 2006.
POLKE, Ana Maria A. A biblioteca escolar e o seu papel na formação de hábitos de
leitura. Revista da Escola de Biblioteconomia. Belo Horizonte. UFMG, v. 2, n. 1, p.
60-72, 1973. Disponível em: &lt;http://basessibi.c3sl.ufpr.br/brapci/v/a/2615&gt;. Acesso
em: 08 jun. 2018.
SILVA, Jonathas Luiz Carvalho. Perspectivas históricas da biblioteca escolar no Brasil:
análise da Lei 12.244/10 que dispõe sobre a universalização das bibliotecas
escolares. Revista ACB, Florianópolis. V. 16, n. 2. p. 48-517. 2011. Disponível em:
&lt;https://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/797&gt;. Acesso em: 28 jun. 2018
SILVA, Rovilson José da; BORTOLIN, Sueli (Org.). Fazeres cotidianos na biblioteca
escolar. São Paulo: Polis, 2006.
SOUZA, Renata Junqueira (Org.). Biblioteca escolar e práticas educativas: o
mediador em formação. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2009.
VÁLIO, Else Benetti Marques. Biblioteca Escolar: uma visão histórica. Trasn-informação. [s.l], v. 2, n. 1, p. 15-24. 1990. Disponível em: &lt;http://periodicos.puccampinas.edu.br/seer/index.php/transinfo/article/view/1670&gt; Acesso em: 08 jun.
2018.

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