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                  <text>Biblioteca escolar: dilemas da Lei 12.244/2010 no Território do
Sisal

Zuleide Paiva da Silva (UNEB) - eidepaivasilva@gmail.com
Lucilia Maria LIMA VIEIRA (UNEB) - luciliav@gmail.com
Ana Lúcia Gomes da Silva (UNEB) - analucias12@gmail.com
Resumo:
Situado na interseccionalidade da Biblioteconomia e da Educação, este estudo toma a
biblioteca escolar como dispositivo informacional que se configura como equipamento
privilegiado para acesso aos bens e usufrutos culturais. Assim apreendida, a biblioteca escolar
é espaço físico de formação e aprendizagens diversificadas. Nessa perspectiva, as bibliotecas
escolares têm significativa participação na formação de leitores e leitoras, pois muitas vezes
são nesses espaços que as e os estudantes têm o primeiro contato com os livros e outros
materiais informacionais. Partindo dessa concepção, o estudo tem o propósito de apresentar
diagnóstico parcial de 47 bibliotecas escolares situadas nos municípios baianos: Conceição do
Coité, Serrinha, Valente, São Domingos, Retirolândia e Conceição do Jacuipe. A metodologia
do trabalho compreende a pesquisa bibliográfica e a pesquisa de campo.Os dados sugerem
que nos referidos municípios não existem bibliotecas escolares, mas salas de leitura.
Palavras-chave: Biblioteca escolar. Lei 12.244/2010. Território do Sisal – Bahia;Território da
Bacia do Jacuípe-Bahia.
Eixo temático: Eixo 11: IV Fórum de Biblioteconomia Escolar: pesquisa e práticas rumo ao
desenvolvimento humano

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�Biblioteca escolar: dilemas da Lei 12.244/2010 no Território do Sisal
Zuleide Paiva da Silva
Lucília Maria Lima Vieira
Ana Lúcia Gomes da Silva
Eixo temático: IV Fórum de biblioteconomia escolar: pesquisa e práticas rumo ao
desenvolvimento humano

Introdução
Situado na interseccionalidade da Biblioteconomia e da Educação, este estudo
toma a biblioteca como centralidade por entendê-la, pelas lentes de Silveira
(2012) como lócus privilegiado para que a alquimia da leitura se desenvolva e se
efetive. Nessa perspectiva, as bibliotecas escolares, têm significativa
participação na formação de leitores e leitoras, pois muitas vezes são nesses
espaços que as e os estudantes têm o primeiro contato com os livros e outros
materiais informacionais. Partindo dessa concepção, o estudo tem o propósito
de apresentar diagnóstico parcial de 47 bibliotecas escolares situadas no
Território do Sisal e Território Bacia do Jacuípe, espaços políticos localizados no
semiárido do Nordeste do Estado da Bahia. Vale ressaltar que compreendemos
a “biblioteca escolar”, conforme apontado pelo Grupo de Estudo em Biblioteca
Escolar (GEBE, 2010, p.9), como um dispositivo informacional que se configura
como equipamento privilegiado para acesso aos bens e usufrutos culturais.
Assim apreendida, a biblioteca escolar é espaço físico de formação e
aprendizagens diversificadas.
Como espaço que oferta serviços a uma comunidade educativa, se caracteriza
pelas suas especificidades. O problema do estudo está focado nos efeitos da Lei
12.244/2010, que trata da universalização da biblioteca escolar. Conforme reza
essa Lei, toda escola deve ter um acervo de livros nas bibliotecas de pelo menos
um título por estudante matriculado, cabendo à instituição adaptar o acervo
conforme as necessidades e promover a divulgação, preservação e o
funcionamento das bibliotecas escolares. A Lei define que as escolas terão até
dez anos para instalar os espaços destinados aos livros, material videográfico,
documentos para consulta, pesquisa e leitura. Quase 10 anos após a criação da
Lei, reconhecemos que os objetivos propostos que previa a implantação de
biblioteca escolar até 2020 não foram alcançados. Salvo algumas iniciativas
isoladas, a Lei de universalização da Biblioteca Escolar não teve a aderência
necessária e efetiva para promover a mudanças e impactos no processo
educativo (SILVA, 2011). Acredita-se, porém, que apesar de não ter tido a devida
aderência, a Lei 12.244 (brasil, 2010) é um mecanismo importante na defesa e
promoção da biblioteca escolar, capitaneada pela classe bibliotecária, porém,
não abarcada como política pública capaz de dotar as escolas brasileiras de
bibliotecas para contribuir com as aprendizagens escolares. Com essa crença
lançamos nosso olhar investigativo para as bibliotecas escolares dos municípios
de Conceição do Coité, Valente, Serrinha, São Domingos, Retirolândia e
Conceição do Jacuípe, localizados nos territórios do Sisal e Bacia do Jacuípe,
em busca de um diagnóstico que aponte dados da realidade das bibliotecas
escolares no referido Território do Sisal, que é constituído de 20 municípios. As

�perguntas que norteiam a investigação são: A Lei de universalização da
biblioteca escolar foi implantada nos referidos municípios? Em quais condições
se encontram essas bibliotecas? As bibliotecas escolares investigadas atendem
aos parâmetros indicados no documento “Biblioteca escolar como espaço de
produção de conhecimento: parâmetros para bibliotecas escolares” produzido
pelo GEBE (2010) em diálogo com a lei 12.244/2010?
Percurso percorrido: considerações sobre o método da pesquisa
Como professoras e bibliotecárias da Universidade do Estado da Bahia,
reconhecemos a indissociabilidade entre ensino e pesquisa, haja vista que [...]
“a pesquisa é por excelência, uma atividade cognitiva e ainda um princípio
educativo na formação profissional, entendendo assim, que a pesquisa se
constitui princípio cognitivo e formativo e, portanto, eixo nucleador dessa
formação” (BRASIL, 2008). Deste modo, para levantar os dados de campo, este
estudo tomou como escopo duas etapas. A primeira consistiu na pesquisa
exploratória com ênfase na pesquisa bibliográfica e documental. Como destaca
Gil (2002, p.45), a pesquisa documental assemelha-se muito à pesquisa
bibliográfica. A diferença essencial entre ambas está na natureza das fontes.
Enquanto a pesquisa bibliográfica se utiliza fundamentalmente das contribuições
dos diversos autores sobre determinado assunto, a pesquisa documental valese de materiais que não receberam ainda um tratamento analítico, ou que ainda
podem ser reelaborados de acordo com os objetos da pesquisa. A segunda
etapa do estudo consistiu na pesquisa de campo. Para tanto dialogamos com
Minayo (2018) ao afirmar que o trabalho de campo permite a aproximação do
pesquisador e da pesquisadora da realidade empírica sobre a qual formulou a
pergunta investigativa, além de possibilitar a interação com os sujeitos da
pesquisa. Assim, o campo possibilita maior clareza e aprofundamento acerca do
objeto investigado. Os dados do campo foram produzidos por estudantes do
componente curricular “Metodologia do Trabalho Científico”, ministrado por uma
das autoras em 2018.1, no curso de Licenciatura em História do Departamento
de Educação Campus XIV, da Universidade do Estado da Bahia, localizado em
Conceição do Coité.
Impelidos a pensar o papel da biblioteca na formação leitora do(a) historiador(a),
a turma matriculada no referido componente curricular realizou em 2018.1
diagnostico situacional 48 bibliotecas escolares. Desse total, 46 são localizadas
em cinco municípios no Território do Sisal (24 em Conceição do Coité, 14 de
Serrinha, 5 de Valente, 2 de Retirolândia, 1 em São Domingos), e duas são
localizadas em Riachão do Jacuípe, município do Território Bacia do Jacuípe. A
escolha dos municípios e das bibliotecas levou em conta o local de residência
das/dos estudantes implicados na pesquisa. Essa escolha possibilitou que boa
parte dos/as estudantes em questão voltasse às escolas onde cursaram o
educação básica reconhecendo a experiência (SCOTT, 1998) como ponto de
partida para produção de conhecimento implicado. Nesse retorno, recorrendo à
observação, a escuta sensível e ao diálogo como dispositivos de pesquisa, para
levantamento dos dados os/as estudantes aplicaram um questionário com 23
questões. O questionário aplicado, vale ressaltar, é uma adaptação, feita em sala
de aula, do questionário desenvolvido pelas autoras em 2007 para produção do
“Diagnóstico situacional do Sistema de Bibliotecas da UNEB” (RELATÓRIO,
2007). Para tanto, foram considerados os Parâmetros para Bibliotecas Escolares

�apresentado pelo GEBE (UFMG). O instrumento final foi constituído por
questões relacionadas à estrutura física, acervo, profissionais, registro de
usuários e serviços. Os dados obtidos foram organizados em tabelas e os
resultados foram expostos em gráficos e apresentados no SIPE - Seminário
Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão do Campus XIV, realizado em 2018.
Resultados da pesquisa
Os dados aproximados apontam que dentre as 48 bibliotecas analisadas, 19%
possuem nome próprio, as demais não possuem um nome que as identificam.
Nenhuma das bibliotecas possuem profissional bibliotecário ou bibliotecária, e
57% não possuem uma coordenação, ou auxiliar de biblioteca. As bibliotecas
que não contam com funcionários, ficam fechadas, e, quando solicitado, o
atendimento é feito por docentes e/ou funcionários de outros setores no tempo
vago de seus afazeres. Nas demais bibliotecas, em torno de 87 % das pessoas
designadas pela gestão da escola para o serviço na biblioteca não passaram por
formação específica para este trabalho, e aproximadamente 67% delas afirmam
que não precisarem de formação específica para este trabalho. Apenas
aproximadamente 5% dessas pessoas tem nível superior.
A área total aproximada das 45 bibliotecas varia entre 8 e 40 metros quadrados.
A iluminação e a climatização não é controlada em 100% das bibliotecas.
Aproximadamente 7% possuem rampa de acesso, e 5% possuem extintor de
incêndio. Nenhuma é informatizada, isto é, não possuem sistema de gestão de
acervo e aproximadamente 29% possuem computador com acesso à Internet.
Em uma delas o acesso à Internet é possibilitado através de rede wifi captada
de uma loja comercial localizada nas proximidades da biblioteca.
O acervo das bibliotecas é constituído, sobretudo, de livros didáticos. Em
aproximadamente 89% das bibliotecas o acesso ao acervo é restrito. O
empréstimo domiciliar é feito em aproximadamente 15% das bibliotecas, e
nenhuma das bibliotecas realiza empréstimo interbibliotecário. Em torno de 10%
realizam pequenos restauros no acervo. Não há política de fomento a leitura em
100% das bibliotecas, e 9% das bibliotecas tem cadastro de usuário, que são
identificados em ficha manual. 8% das bibliotecas produzem algum tipo de
material informacional (folder, cartaz, dentre outros) e nenhuma biblioteca
possuem manual de serviço.
Discussão dos dados
De acordo com SILVEIRA (2012), as bibliotecas se configuram como lócus
privilegiado para que a alquimia da leitura se desenvolva e se efetive. Partindo
desse olhar, as bibliotecas escolares têm significativa participação na formação
de leitoras e leitores, pois muitas vezes estes são os espaços que estudantes
têm o primeiro contato com os livros e outros materiais inforacionais.
Os dados da pesquisa sugerem que a Lei 1244 não atingiu os objetivos
propostos, que previa a implantação de biblioteca escolar até 2020. Salvo
algumas iniciativas isoladas, a Lei de universalização da Biblioteca Escolar não
teve a aderência necessária e efetiva para promover a mudanças e impactos no
processo educativo, como ressaltam alguns autores sobre a importância de
biblioteca escolar. Sugerem ainda que as bibliotecas analisadas não atendem
aos parâmetros apontados no documento do GEBE, (2010) e que as mesmas

�não podem ser consideradas bibliotecas, mas salas de leitura, ou depósito de
livros, como afirmam a turma de estudantes do componente curricular
“Metodologia do Trabalho Científico” que produziram os dados aqui
apresentados.
Reconhecemos que Lei 1244 foi um mecanismo importante na defesa e
promoção da biblioteca escolar, capitaneada pela classe bibliotecária, porém
não abarcada como política pública capaz de dotar as escolas brasileiras de
bibliotecas potencialmente capazes de contribuir na aprendizagem escolar.
Considerações Finais: pistas iniciais
Considerando os objetivos propostos neste estudo inicial acerca das bibliotecas
escolares à luz da Lei 1244, as pistas diagnosticadas, apontam que os propósitos
da referida lei não foram alcançados, haja vista que os espaços analisados não
atendem os parâmetros apontados pelo GEBE (2010). Desta forma, estes
espaços se configuram apenas como espaços de leitura, não como bibliotecas
escolares. Diante desta constatação, apresentada pelos dados, este estudo
(in)concluso sugere que os municípios de Conceição do Coité, Serrinha, Valente,
Retirolândia, São Domingos e Riachão do Jacuípe necessitam priorizar o
investimento de políticas de fomento de leitura e bibliotecas, a fim de garantir a
leitura como ato político e cultura para a formação cidadã.

Referências
BRASIL. Lei n. 12.244, de 24 de maio de 2010. Dispõe sobre a universalização
das bibliotecas nas instituições de ensino do país. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato20072010/2010/Lei/L12244.htm
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
GEBE. Grupo de Estudo em biblioteca escolar. Universidade Federal de Minas
Gerais, Esscola de Ciência da Informação. Biblioteca escolar como espaço de
produção do conhecimento, Belo Horizonte: UFMG, 2010;
MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org). Pesquisa Social: teoria, método e
criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2016.
RELATÓRIO Diagnóstico do Sistema de Bibliotecas da UNEB. Universidade do
Estado da Bahia. COM/ SISB. Salvador, 2007;
SCOTT, Joan W. A Invisibilidade da experiência. Trad. Lúcia Haddad. Proj.
História. São Paulo, n. 16, fev. 1998. p. 296.235
SILVA, Jonathas L. carvalho. Perspectivas históricas da biblioteca escolar no
Brasil e análise da Lei 12.244/10, Revista ACB: biblioteconomia em Santa
Catarina, Florianópolis, v. 16, n.2, p. 489-517, julho/dez., 2011.

�SILVEIRA, Fabrício Nascimento da. et. al. Um elogio a sedução, ou a biblioteca
como espaço de leitura. Perspectiva em Ciência da Informação.v.17, n.4, p.142159, out./dez., 2012

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