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                  <text>ATIVIDADES EDUCATIVAS E CULTURAIS: Um olhar sobre as
bibliotecas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
de Rondônia.

Miriã Santana Veiga (IFRO) - flormiria78@yahoo.com.br
Jussara Santos Pimenta (UNIR) - jussara.pimenta@unir.br
Cledenice Blackman (IFRO) - cledenice.blackman@ifro.edu.br
Resumo:
Este trabalho faz parte de pesquisa desenvolvida em nível de mestrado em Educação, tendo
como lócus do estudo, as bibliotecas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
de Rondônia (IFRO), pertencente à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e
Tecnológica (RFEPCT). O objetivo foi conhecer e entender as práticas e os projetos educativos,
ambos desenvolvidos pelos profissionais Bibliotecários do IFRO. O método utilizado foi o
indutivo, tendo como tipo de pesquisa, a pesquisa-ação. Os instrumentais utilizados foram
análise documental e a aplicação de questionários semiestruturados. Como resultado do
estudo, descobrimos que as bibliotecas da Rede Federal (EPCT), é um novo tipo de biblioteca,
e deve ser chamada de “Biblioteca Multinível”, também se observou que um dos maiores
desafios educacionais dos bibliotecários, é o planejamento e a execução de projetos educativos
informacionais, que vise a Competência Crítica em Informação do educando. Portanto,
realizamos um mapeamento das atividades e as relacionamos com a criação de um Programa
Educativo de Letramento Informacional, que visa à melhoria e o planejamento das atividades e
projetos educativos ofertados pelas Bibliotecas da do IFRO e da Rede Federal (EPCT).
Palavras-chave: Letramento informacional. Bibliotecário. Educação profissional.
Eixo temático: Eixo 10: XI Seminário Brasileiro de Bibliotecas das Instituições da Rede
Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica

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�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Videografia: ( ) Sim ( x) Não
Resumo expandido
Introdução: A pesquisa bibliográfica feita para este estudo primeiramente
ressaltou a importância da informação como um dos direitos essenciais do homem,
esse direito destaca-se no artigo dezenove da Declaração Universal dos Direitos
Humanos (ONU, 1948, p.04), onde afirma que: “Todo ser humano tem direito à
liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem
interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias
por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”. Este artigo denota a
realidade da chamada “Sociedade da Informação”, no qual estamos inseridos. A
expressão “sociedade da informação” passou a ser utilizada, nos últimos anos desse
século, como substituto para o conceito complexo de “sociedade pós-industrial” e
como forma de transmitir o conteúdo específico do “novo paradigma técnicoeconômico”. (WERTHEIN, 2000, p. 71). No Brasil é assegurado a todos o acesso à
informação, isso se encontra como direito individual e coletivo, na Constituição da
República Federativa do Brasil de 1988. No país centenas de profissionais
bibliotecários trabalham na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e
Tecnológica (RFEPCT) e estes têm o desafio e a responsabilidade de gerenciar e
dispor informações, que deverão ser utilizadas para gerar conhecimento nas áreas
de educação, ciência e tecnologia. Com a criação da Rede Federal (EPCT), que foi
instituída pela lei federal nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, os profissionais
bibliotecários contratados, se deparam com um novo tipo de biblioteca que está
sendo conhecida como Biblioteca Multinível. Almeida (2015, p.43) afirma que a
Biblioteca Multinível: “[...] é percebida como uma organização que atende aos
usuários de diversos níveis de ensino e modalidades educativas”. No Brasil existem
oito tipos de bibliotecas, que são elas: A Biblioteca Nacional, que gerencia a
memória do país; As Bibliotecas Públicas, responsáveis por gerenciar a
memórias dos Estados da Federação e dos municípios; As Bibliotecas
Universitárias, que dão apoio à pesquisa acadêmica nas Instituições de Ensino
Superior (IES); As Bibliotecas Escolares, que devem incentiva o gosto pela
leitura e a inserção do educando no mundo da informação; As Bibliotecas

�Especializadas, responsáveis por acervos e usuários que buscam conhecimentos
específicos sobre um tema, como por exemplo, as bibliotecas especializadas na área
da saúde Medicina e Enfermagem; As Bibliotecas Infantis que são destinadas a
recreação com uso inicial da informação e por fim, as Bibliotecas Especiais,
como por exemplo, as bibliotecas com conteúdos específicos em Braille e as
bibliotecas prisionais. Porém, Almeida (2015), afirma que o país conta com um
novo tipo de biblioteca que seriam as Bibliotecas Multiníveis, que são unidades
de informação, que devem atender às necessidades de estudo, consulta e pesquisa
de um público variado e com necessidades formativas e informativas diferenciadas,
ele cita como exemplo, as bibliotecas das instituições da Rede Federal (EPCT).
Assim sendo, as Bibliotecas Multiníveis da Rede Federal (EPCT) não devem ser
consideradas apenas bibliotecas escolares, haja vista, que além de atender os
alunos do ensino médio integrado com idades que variam dos 14 aos 19 anos, estas
também, atendem os alunos das graduações e de pós-graduações, tanto nas
modalidades latu senso e strictu sensu oferecidos pela rede. As bibliotecas
multiníveis da Rede Federal (EPCT), também atendem os alunos dos cursos das
modalidades subsequentes, que fazem apenas os cursos técnicos. Os educandos
dessas modalidades, em sua maioria são adultos, cuja idade varia dos 30 aos 75
anos de idade, esses alunos já possuem o ensino médio e muitos já estão inseridos
no mercado de trabalho e procuram apenas se capacitar. Assim sendo, além de
atender um universo distinto de modalidades de cursos e usuários, as bibliotecas
multiníveis têm outra característica que as singularizam como uma nova tipologia
de unidades de informação. Isso ocorre, em vista do seu planejamento de
atividades educativas, que mais uma vez, são afetas pelas características de seus
usuários (idade, nível formativo, necessidade de informação, alfabetização digital e
etc.), que afetam os projetos e planejamento educativos informacionais. De acordo
com Hubner Apud Bernet (2017) “Aqueles que planejam e organizam uma
biblioteca, devem pensar mais como educadores e menos como prestadores de
serviço”. Desse modo, um dos maiores desafios educacionais do profissional
bibliotecário na Rede Federal (EPCT), é buscar o planejamento de atividades e
serviços educativos ofertados pelas bibliotecas, que vise à formação de alunos
competentes no uso da informação. Porém, como enfrentar esse desafio em uma
biblioteca multinível? Em vista deste questionamento, nos aprofundamos no
conceito de Information Literacy, que é uma área teórica da Ciência da
Informação, onde os “focos” de pesquisa são bem recentes no Brasil. Porém, está
área desperta interesse e tem importância, haja vista, que ela objetiva discutir e
melhorar a aprendizagem do educando nas bibliotecas, incentivando no mesmo, o
hábito do “aprender a aprender” com o uso correto da informação.
Entendemos e defendemos que o bibliotecário é um agente educacional, que
contribui para o processo de aprendizagem e a criação de conhecimento, pois este
gerencia informações, nos seus mais variados suportes. Pois, o acesso à informação

�tornou-se para o homem, inserido na Sociedade da Informação, um dos pilares
para a sua formação educativa e sua relação com o mundo e com os outros.
Portanto, o profissional bibliotecário tem o dever de ajudar a educar e formar
cidadãos éticos e competentes no uso da informação nas suas comunidades de
aprendizagem. Os dados deste estudo apontam para a necessidade de programas
educacionais planejados, voltados para o uso competente da informação em
bibliotecas, principalmente bibliotecas escolares e universitárias. Pois,
primariamente, a informação é essencial para os processos cognitivos dos
educandos, de acordo com Messias (2005, p.97) “a informação se constitui uma
prática social, envolvendo um sujeito cognitivo que atribui e comunica sentidos,
gerando conhecimento para si e seu grupo social”. Portanto, existe a necessidade de
se pensar uma formação educativa para o uso da informação em bibliotecas, isso
ocorre, porque os educandos demonstram dificuldades crescentes em buscar e usar
a informação, o que vem a ser um paradoxo intrigante na sociedade
contemporânea, que está sendo chamada de “Sociedade da Informação”
(ALMEIDA, 2015).
Método da pesquisa: O lócus do estudo desta pesquisa foi o Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia - IFRO e as suas nove bibliotecas. Em
nosso levantamento documental, foram encontrados: 14 bibliotecários, um
assistente administrativo e 20 auxiliares de Biblioteca. Todos estes profissionais
foram contratados através de concursos e atuam diretamente nas bibliotecas do
instituto, excetuando-se a assessoria de biblioteca que fica na reitoria na cidade de
Porto Velho, capital do Estado de Rondônia é responsável por coordena às ações
destinadas às Bibliotecas do IFRO. Para este estudo primeiramente, realizamos a
revisão bibliográfica sobre o tema, isso nos possibilitou construir nosso referencial
teórico, principalmente, no tocante aos conceitos de educação, de letramento e
letramento informacional. O método utilizado foi o indutivo, tendo como tipo de
pesquisa, a pesquisa-ação, que é uma proposta metodológica que têm por objetivo
superar a visão do pesquisador de ser apenas o observador de um problema, ele
deve buscar contribuir na mudança de uma dada realidade, buscando a
aprendizagem para todos os sujeitos da pesquisa (PIMENTA, 2005). Os
instrumentais utilizados foram análise documental, que nos ajudou a realizar um
mapeamento das atividades e projetos educativos realizados pelas bibliotecárias e
por fim, a aplicação de questionários semiestruturados para as bibliotecárias, onde
buscamos compreender a visão e as experiências das profissionais participantes do
estudo. O questionário foi simples, contendo apenas 04 questões, com os dados
coletados foi possível à estruturação de um Programa Educativo de Letramento
Informacional para o IFRO e que poderá ser utilizado pela Rede Federal (EPCT).
Na pesquisa documental, também conseguimos localizar dois relatórios
organizados pela a Assessoria de Bibliotecas (ABIB) do IFRO. Estes relatórios

�foram: o primeiro Relatório Geral das Atividades Assessoria de Biblioteca e
Coordenação de Biblioteca do IFRO, referente ao ano de 2015, publicado em
fevereiro de 2016 e o segundo Relatório Geral de Atividades da Assessoria e
Coordenação de Biblioteca, publicado no ano de 2018. Localizamos também, os
documentos norteadores das bibliotecas da instituição que são: o Manual de
serviços das Bibliotecas do Instituto Federal, publicado no ano de 2011, a
Resolução nº 21/CONSUP/IFRO, que discorre sobre o Regulamento de
Funcionamento das Bibliotecas do Instituto e por fim, a Resolução nº
22/CONSUP/IFRO, que dispõe sobre a Política de Desenvolvimento de Coleções,
ambos foram publicados em julho de 2015. Porém, o foco de nossos estudos foram
os projetos e trabalhos educativos desenvolvidos pelas bibliotecárias do IFRO, onde
focamos nossa coleta de dados, nos relatórios da Assessoria de bibliotecas, que
foram publicados nos anos de 2016 e 2018.
Resultados: Após a análise dos documentos norteadores das bibliotecas do IFRO
e os seus relatórios anuais de atividades, identificamos que todas as bibliotecárias,
executam atividades de cunho cultural, educacional e tecnológico nas bibliotecas.
No total verificamos 43 atividades, o qual a dividimos em três grandes: 1 Atividades culturais de leitura: Essas são atividades ligadas ao incentivo da
leitura realizadas pelas bibliotecárias e auxiliares, foram localizadas 22 atividades;
2 - Atividades técnicas e de educação de usuários: Esses são trabalhos e
cursos voltados para a apresentação das bibliotecas, das normas da instituição
(regulamento e plano de desenvolvimento de coleções) e visitas guiadas,
encontramos 15 atividades e 3 - Atividades de Letramento Informacional:
Aqui foram encontradas atividades voltadas, especificamente para a formação dos
alunos e professores para o uso competente da informação, como por exemplo, a
capacitação voltada para o acesso à base de dados do Portal de Periódicos da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e a
formatação de trabalhos acadêmicos. Na tabulação das atividades e dos dados,
percebemos que algumas bibliotecas do IFRO, seguem o padrão esperado das
bibliotecas “tecnicistas”, isto é, bibliotecas que focam seus trabalhos quase que
exclusivamente para a as atividades da técnica biblioteconômica (catalogação,
classificação, alimentação de bases catalográficas, e outros...) e a realização da
gestão administrativa como, por exemplo, os serviços de circulação de informação
nos seus mais variados suportes (livros, revistas, DVD, e outros...). No entanto
concordamos com Leal (2017, p.1) apud Brayner, quando afirma que devemos:
“[...] pôr sob permanente suspeita a independência da técnica frente à teoria social.
Em outras palavras, mais do que sistemas de classificação, a Biblioteconomia é
uma atividade social e como tal, deve ser pensada em sua relação com a sociedade,
à cultura e o poder”. Portanto, as Bibliotecas, principalmente as bibliotecas

�escolares e universitárias, deverão ser espaços privilegiados e democráticos para o
acesso a informação.
Considerações Finais: Quando nos propomos a entender o desafio educacional
dos profissionais bibliotecários e bibliotecárias que atuam nas Bibliotecas
Multiníveis do IFRO, procuramos abrir um espaço de discursão sobre a melhoria
dos serviços educacionais ofertados pelas bibliotecas do IFRO e da Rede Federal
(EPCT). Percebemos que as bibliotecárias já executam atividades educacionais.
Porém, não de forma planejada. Com as informações coletadas na pesquisa, a
construção de um programa educativo de Letramento Informacional se enriqueceu
e percebemos que há necessidade, para que seja apresentado as bibliotecárias, o
conceito de Letramento Informacional, que visa capacitar alunos e professores na
identificação, acesso, localização, obtenção e uso ético da informação. Além de tudo
isso, o aluno educado informacionalmente, pode avaliar todo o processo
informacional em prol de uma contínua aprendizagem. O letramento informacional
possui componentes que são necessários para a sua real efetivação, esses
componentes são: o processo investigativo, aprendizado ativo, aprendizado
independente, pensamento crítico, o aprender a aprender e o aprendizado ao longo
da vida. Todos esses componentes, são necessários para que leve o educando ao
aprendizado, não apenas ao longo da vida, mas também que, o auxilie no pensar
reflexivo com o uso correto da informação. Portanto, as bibliotecas multiníveis são
espaços privilegiados, pois possuem profissionais educadores: Bibliotecários e
auxiliares de Bibliotecas, que em conjunto com professores e técnicos
administrativos, podem realizar atividades planejadas de Letramento
Informacional em suas comunidades de aprendizagem, contribuindo assim para a
produção e melhoria dos conhecimentos científicos e tecnológicos produzidos pelo
IFRO e pela Rede Federal (EPCT) no Brasil.
Referências:
ALMEIDA, Jobson Louis Santos. A biblioteca como organização
aprendente: o desenvolvimentismo de competências em informação no Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba. 2015. 122 f. Dissertação
(Mestrado) - Curso de Biblioteconomia, Universidade Federal da Paraíba - UFPB,
João Pessoa, 2015.
PIMENTA, Selma Garrido. Pesquisa-ação crítico-colaborativa: construindo seu
significado a partir de experiências com a formação docente. Educação e
Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 3, p.521-539, 16 jun. 2018. Semestral.
WERTHEIN, Jorge. A sociedade da informação e seus desafios. 2000. Ciência da
Informação,
Brasília.
Disponível
em:
&lt;http://www.scielo.br/pdf/ci/v29n2/a09v29n2 .pdf&gt;. Acesso em: 10 ago. 2018.

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